Livro Como Fazer Amigos E Influenciar Pessoas? - CLT Livre

Livro Como Fazer Amigos E Influenciar Pessoas?

Livro Como Fazer Amigos E Influenciar Pessoas

Qual é o problema Dale Carnegie?

1. A única maneira de ganhar uma discussão é evitando-a – As pessoas não são iguais, consequentemente, possuem um modo de pensar diferente. Isso se evidencia bastante na rotina de uma agência, pois é preciso lidar com personalidades distintas a todo tempo e aprender a respeitar a opinião dos outros.

É claro que debater uma ideia e levantar argumentos sempre é válido. O problema está em desperdiçar energia, batendo numa mesma tecla que sabemos que dificilmente servirá para alguma coisa. Carnegie acredita que não podemos simplesmente vencer uma discussão, porque, se perdermos, perdemos mesmo, e, se ganharmos, também perdemos.

Por quê? Se triunfamos sobre outra pessoa, comprovando seus pontos fracos e detonando suas ideias, estamos fazendo com que ela se sinta inferior, ferindo seu amor próprio. E o que ganhamos com isso? Absolutamente nada, pois nas palavras do autor, “um homem convencido contra a vontade, conserva sempre a opinião anterior”,

Como ser um grande líder e influenciar pessoas resumo?

Como contratar os funcionários mais capacitados, motivar e melhorar o desempenho da equipe, incentivar a inovação e a criatividade? Através dos ensinamentos atemporais de Dale Carnegie, o leitor aprenderá diversas técnicas que permitirão a melhora da produtividade e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de habilidades, atitudes e capacidades que vão ajudá-lo a ascender no mercado de trabalho.

Como ler pessoas como um livro?

Descodifique o comportamento humano, compreenda-se a si mesmo e decifre as pessoas que o rodeiam. Como Ler Pessoas não é só mais um livro sobre a leitura da linguagem corporal e de expressões faciais. Sim, também inclui essa competência, bem como novas técnicas para detetar mentiras no dia a dia, mas debruça-se mais sobre a compreensão da psicologia humana.

  1. Temos de admitir que a maioria dos nossos problemas diários não estão relacionados com a situação em si, mas com a pessoa com quem lidamos.
  2. Seja ela um familiar, um colega ou a nossa cara-metade, é provável que haja lacunas na compreensão dessa pessoa.
  3. Imagine que conseguia ler os outros, as suas motivações, como agem No fundo, imagine que se conseguia relacionar melhor com toda a gente.

Patrick King reúne neste livro o seu instinto natural para a análise humana e as últimas pesquisas científicas nesta área, para o ajudar a alcançar melhores relacionamentos, maior autoestima, mais confiança, autoconhecimento e realização. Com este livro será capaz de:

Compreender os sinais subtis que está a transmitir e aumentar a sua inteligência emocional; Aprender estratégias rápidas para se familiarizar com estranhos; Influenciar os outros; Melhorar as aptidões para a negociação, e muito mais.

Considerado o Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas dos tempos modernos.

Por que o ser humano necessita de amigos?

O que significa amizade para você? O que é ser amigo ou ter um amigo? A amizade é uma das coisas mais importantes na vida de uma pessoa. Trata-se de partilhar alegrias e tristezas, sucessos e fracassos, expectativas e desilusões. Alguém uma vez disse, se tens um amigo, tens tudo, e não poderia estar mais certo.

Em uma amizade nós nos encontramos, nos tornamos mais solidários e mais responsáveis. Uma amizade nos torna pessoas melhores pelo simples fato de nos fazer mais conscientes com o outro. O amigo é aquele que vem espontaneamente estar ao seu lado, que lhe diz tudo aquilo que as outras pessoas não teriam coragem de dizer sempre pensando no seu melhor.

Ser amigo é aceitar o outro do jeito que ele é e respeitá-lo em suas escolhas. Vai muito além de concordar com tudo o que o amigo faz. Um amigo te resgata de um dia mais vazio, te impulsiona para frente. Um amigo divide com você os momentos bons assim como os ruins, tanto os seus quanto os dele.

  1. Um amigo te mostra onde você está errando, não para apontar o dedo, mas sim para ver o seu crescimento e evolução.
  2. Uma amizade se trata de reciprocidade, se trata de afeto.
  3. Uma amizade te preenche.
  4. Talvez a amizade seja a relação mais importante, simplesmente pelo fato de estar presente em todas as relações.

Em um namoro, é imprescindível ter amizade, em uma relação de pais e filhos, nem se fala. Enfim, em todos os relacionamentos temos que ter a amizade e o respeito para que ele continue. Temos vários tipos de amigos. Temos aquele que é engraçado, o nerd, o sonhador, o corajoso, o preocupado, o desencanado, o amigo-irmão, o consumista, o baladeiro, o que fala tudo e também aquele quietinho, que fala pouco, mas que quando fala, você para e pensa, ainda bem que tenho um amigo assim.

O que Jesus disse sobre os amigos?

Jesus, o amigo verdadeiro A Bíblia diz que o maior amor é de quem dá sua vida pelos seus amigos (João 15:13). Jesus nos chama de seus amigos e nos ama, mesmo com todos os nossos defeitos. Ele morreu em nosso lugar porque é um verdadeiro amigo.

Como fazer amigos e influenciar pessoas princípio 3?

Como fazer amigos e influenciar pessoas? Os princípios de Dale Carnegie para melhorar as relações interpessoais – Opinião

*Giulia Haddad Campos O livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, ganhou importância ao preencher uma lacuna na capacidade de relação entre os homens em uma época que sucedeu momentos políticos, sociais e econômicos extremamente conturbados em decorrência da crise de 1929.Em 1935, Dale anunciou no jornal New York Sun seu curso de autoajuda com a seguinte frase “Aprenda a falar eficazmente, prepare-se para dirigir” e surpreendentemente 2500 pessoas da classe alta demonstraram interesse em participar do mesmo.Inegavelmente, esses homens buscavam suprir uma deficiência de seu sistema educacional, que na época estava focado somente em questões teóricas sem se preocupar em direcionar seus alunos para abordar da melhor maneira dilemas inerentes ao seu dia a dia.

Segundo a Universidade de Chicago, os homens buscam aprender, primeiro, sobre a sua saúde, depois as técnicas que lhe permitam desenvolver suas relações humanas. Portanto, eles desejam aprender como prosperar e influenciar outras pessoas em suas relações comerciais, familiares e sociais.

Inspirado por isso, Dale se comprometeu a ajudar a sociedade a superar seus medos, desenvolver suas virtudes, autoestima e autoconfiança através de um sistema de treinamento que combinava comunicação direta, vendas, relações humanas e psicologia, resumido em um único livro, dividido em quatro partes.

A primeira parte do livro reúne as principais técnicas para lidar com os homens. O primeiro princípio é o de que, através de críticas, não geramos mudanças duradouras em nossos alvos, mas ressentimentos que podem desmoralizá-los. Em suma, os homens têm o péssimo hábito de culpar todos, menos a si próprios, pelos seus erros: portanto, Dale recomenda que, antes de criticarmos alguém, devemos lembrar que nosso alvo tentará se justificar, condenando-nos pela crítica.

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Para evitar conflitos, devemos lembrar sempre da máxima de Lincoln, “não julgueis, se não quiserdes ser julgados”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A seguir, o segundo princípio revela o grande segredo sobre como tratar as pessoas, para que elas façam o que desejamos. Segundo Carnegie, só existe uma maneira de convencer alguém a lhe dar o que você quer.

Baseando-se no insight de Freud, todos os desejos que emanam dos homens advêm de dois motivos: a necessidade sexual e o desejo de ser grande. Esse desejo de ser importante é o que difere pessoas e os animais, portanto, se deixarmos de pensar em nós mesmos, destacando os aspectos bons dos outros, podemos valorizá-los sem bajulá-los de forma falsa.

Logo, o segundo princípio é: faça um elogio honesto e sincero aos outros, pois magoar as pessoas além de não as modificar, fará se fecharem. O terceiro princípio expõe o único meio existente para influenciar alguém: falar sobre o que ele quer, mostrando-lhe como realizar seu desejo – nossas ações emanam de nossos desejos.

A principal lição desse princípio é: desperte um forte desejo na outra pessoa. Mostre, por exemplo, que seu produto é a solução dos problemas de seu cliente. Deixe-o sentir que ele está comprando o que ele quer, não que você está lhe vendendo algo. Na segunda parte do livro, Carnegie apresenta seis maneiras de fazer as pessoas gostarem de você.

  1. Aprendemos que as pessoas não se interessam pelas outras, mas sim por elas mesmas.
  2. Os homens buscam impressionar as pessoas com suas conquistas afinal, todos nós gostamos de pessoas que nos admiram.
  3. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Portanto, o primeiro princípio é: torne-se verdadeiramente interessado nas outras pessoas, ajudando-as para que, ao mesmo tempo, elas o ajudem.

O segundo princípio transmite a importância de um sorriso: seu efeito é poderoso e raramente os homens têm êxito em suas tarefas se não as realizam com graça. O sorriso é mensageiro de boas intenções, portanto, sorria. O terceiro princípio parece simples, mas se for esquecido, gerará problemas.

  • Para os homens, não há nada que gere maior interesse que o seu nome.
  • É uma singularidade que nos diferencia.
  • Portanto, lembre-se do nome e fará um gesto sutil, mas muito eficiente; esqueça-o e ficará em desvantagem.
  • O quarto princípio visa desenvolver um bom comunicador.
  • Para tal, é preciso ser um bom ouvinte.

Para sermos interessantes, precisamos estar interessados, fazer perguntas que o outro sinta prazer em responder, incitar as pessoas a falarem sobre elas mesmas e sobre seus assuntos prediletos. O quinto princípio busca gerar interesse nas pessoas falando sobre assuntos que são do interesse delas.

Ou seja, falar em termos dos interesses do outro traz benefícios para ambas as partes. O sexto e último princípio é priorizar fazer sempre a outra pessoa se sentir importante. Afinal, o desejo mais profundo dos homens é se sentirem importantes. Na terceira parte, Dale explora as de conquistar as pessoas a pensarem do seu modo.

O primeiro princípio desta parte enuncia a ideia de que não é possível vencer uma discussão, pois existe apenas uma forma de conseguir o melhor resultado frente a um conflito: fugindo dele. Segundo Benjamin Franklin “Quando você discute, inflama-se e contradiz, você pode algumas vezes, conseguir uma vitória; mas será uma vitória sem proveito, porque nunca contará com a boa vontade de seu oponente” (CARNEIGE, 1937, 181).

  1. Portanto, o primeiro princípio afirma que a única maneira de vencer uma discussão é fugindo dela.
  2. Já o segundo princípio ensina como evitar fazer inimigos.
  3. Podemos dizer a outra pessoa que ela está errada de diversas formas, contudo, isso não a levará a concordar conosco.
  4. Pelo contrário, soará como um insulto à inteligência dela, incentivando-a a revidar.

Dale ressalta que, se desejamos provar algo, não devemos deixar que ninguém perceba isso. Devemos ser diplomáticos, respeitar a opinião do outro e nunca dizer “você está errado”. O terceiro princípio resgata uma dificuldade da natureza humana, isto é, admitir o próprio erro.

  • Entretanto, há um grau de satisfação que resulta de assumirmos nossos erros, que alivia a sensação de culpa e ajuda a resolver o problema criado; Segundo Dale, qualquer louco pode justificar suas falhas, mas reconhecer seus próprios erros é raro, e exterioriza nobreza e exaltação.
  • O quatro princípio começa com a seguinte frase de Lincoln: “com um pingo de mel se apanha mais moscas do que com um galão de fel”.

Ou seja, se quisermos tornar alguém adepto a nossa causa, a relação deve começar de forma amistosa, comece convencendo-o de que você é um amigo sincero, pois nisso há uma gota de mel que apanhará seu coração e encurtara o caminho para a sua razão. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O quinto princípio é chamado pelo autor de O Segredo de Sócrates.

Sócrates era hábil o suficiente para obter o máximo de respostas positivas formulando perguntas que seu oponente não poderia discordar: uma resposta negativa é uma desvantagem enorme em qualquer relação, portanto, a melhor alternativa é conseguir um “sim” imediato da outra pessoa. O sexto princípio é uma válvula de segurança: deixar que os outros se sobressaiam na relação lhes dará uma sensação de importância, enquanto se sobressair lhes dará uma sensação de inferioridade.

Portanto, deixe a outra pessoa falar durante boa parte da conversa. O sétimo princípio, que visa obter cooperação, ou seja, deixar que a outra pessoa tire conclusões por si mesma. Deixem que a outra pessoa pense que determinada ideia é dela leva a consequências positivas em todos os âmbitos.

  1. O oitavo princípio exalta a empatia: os homens agem de certa forma por algum motivo, portanto, devemos nos colocar no lugar do outro, buscando uma forma honesta de ver as coisas pelo ponto de vista dele.
  2. Da mesma forma, o nono princípio ressalta a simpatia: três a cada quatro homens desejam sua compaixão, portanto, seja receptivo às ideias e desejos do outro.
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Seguindo a mesma lógica, e enfatizando os desejos dos homens, sabemos que as pessoas são honestas e querem honrar seus compromissos, logo devemos apelar para os mais nobres motivos para convencê-las. O décimo princípio é técnico, mas extremamente válido: o uso de dramatização para convencer os outros de suas ideias.

Por fim, Dale exalta a competição, o desejo de superar, o desafio de vencer seu concorrente como a forma infalível de apelar para o melhor que há nos homens. Para finalizar, a última parte do livro foca em liderança, em desenvolver princípios que ajudem a mudar as pessoas sem ofendê-las, nem as deixar ressentidas.

O primeiro princípio evidencia que é sempre mais fácil ouvir as coisas desagradáveis depois de elogios. Logo, devemos sempre começar uma conversa delicada com uma apreciação sincera. Em continuidade, devemos chamar a atenção para erros cometidos de forma indireta, pois, conforme o segundo princípio, essa tática surte efeitos positivos nos homens.

  1. Devemos dissertar sobre as falhas dos outros, depois de admitir humildemente nossos próprios defeitos, pois somente assim poderemos estimular a mudança no outro.
  2. Por questão de ordem, devemos adotar o quarto princípio, ou seja, fazer perguntas ao invés de dar uma ordem direta, pois essas são mais aceitáveis e estimulam a criatividade de seu alvo.

O quinto princípio parece óbvio, mas deve ser ressaltado: evite envergonhar as pessoas, essa atitude só destruirá seu ego e trará consequências negativas, portanto, deixe que a pessoa salve seu próprio prestígio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O sexto princípio estimula os homens a elogiarem os outros de forma sincera, pois assim a inspiramos a melhorar sem grande esforço.

Ainda assim, proporciona a ela uma boa reputação a qual zelar, um bom líder é capaz de aumentar a capacidade do outro exaltando uma característica marcante, por mais que seja falsa. Ademais, cabe ao líder dar confiança e inspirar seus liderados, fazendo com que os erros pareçam mais fáceis de serem corrigidos.

Por fim, o nono princípio elucida que um líder deve fazer as pessoas se sentirem satisfeitas fazendo o que ele sugere, sendo sincero, empático e lhe mostrando os benefícios da tarefa. Assim, com seus 27 princípios Dale dá conselhos sólidos e ajuda seus leitores a alcançarem todo seu potencial em volta das relações humanas que permeiam a vida em sociedade, ajudando-os a superar seus receios, medos e estimular sua autoconfiança.

Como ser um grande líder e influenciar pessoas resumo?

Como contratar os funcionários mais capacitados, motivar e melhorar o desempenho da equipe, incentivar a inovação e a criatividade? Através dos ensinamentos atemporais de Dale Carnegie, o leitor aprenderá diversas técnicas que permitirão a melhora da produtividade e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de habilidades, atitudes e capacidades que vão ajudá-lo a ascender no mercado de trabalho.

Como fazer amigos e influenciar pessoas Abraham Lincoln?

Confira dicas essenciais de “Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Os ensinamentos sobre relações pessoais, liderança e negócios tornaram o livro um êxito desde o lançamento – A sobrevivência desse livro no decorrer do tempo é fascinante por si só.

  • É curioso pensar que as ideias de “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, escrito por Dale Carnegie em 1936, se mantêm como referência, encontrando e reencontrando leitores ao longo de seus mais de 80 anos de jornada.
  • Numa época em que se fala muito sobre redes sociais, seguidores e influenciadores, a publicação, agora editada pela Sextante, reforça valores que não se perderam com o avançar das décadas.

A escrita é direta, com muitos exemplos que ajudam o leitor a repensar seu próprio comportamento e o das pessoas ao redor. O sucesso, desde a década de 1930, espantou até mesmo o autor, morto em 1955. A versão atual possui apenas pequenos cortes e a inclusão de alguns exemplos para torná-lo mais contemporâneo.

Para apresentá-lo a quem ainda não o conhece, o post destaca algumas lições iniciais de Carnegie. Apesar de tantas mudanças sociais, as relações humanas ainda se aprimoram a partir de ações simples e, ao mesmo tempo, reveladoras. Não critique, não condene, não reclame Carnegie faz um panorama sobre a crítica (o famoso dedo na ferida), um tema espinhoso, porque envolve o orgulho e o senso de importância de quem a recebe.

Muitas vezes, desperta ressentimentos. Para sintetizar a sugestão do autor, lá vai uma frase com pinta de ditado: “Se você quer colher o mel, não chute a colmeia”. Em outras palavras, seja delicado em suas observações e sempre pense em como você lidaria se recebesse as críticas que você está direcionando a outra pessoa.

  1. Existe alguma pessoa que você gostaria de mudar, controlar e aperfeiçoar? Que bom! Sou totalmente a favor.
  2. Mas por que não começar por si mesmo? Sendo bem egoísta, ajudar a si mesmo é muito mais proveitoso do que tentar melhorar os outros – e menos perigoso também.
  3. Como disse Confúcio: ‘Não se queixe da neve no telhado do vizinho quando a soleira de sua porta não está limpa'”.

Captou a mensagem? Elogio é bom, todo mundo gosta, mas tem que ser sincero Aqui, o escritor nos lembra que só existe uma forma de conseguir que alguém faça alguma coisa por nós: convencendo o outro a querer fazer. Simples assim. Ainda segundo ele, todos os nossos principais desejos costumam ser satisfeitos, exceto um: o desejo de ser importante.

Como lidar com isso? Para Carnegie, é justamente essa vontade que nos diferencia dos animais. O desejo de ser grande, como sacramentou Freud, o pai da psicanálise, determina o caráter de uma pessoa. A constatação nos leva ao ensinamento de ” Como fazer amigos e influenciar pessoas ” : sempre que possível, ofereça palavras gentis de reconhecimento às outras pessoas.

Isso nada tem a ver com bajulação, que raramente funciona com quem tem capacidade de discernimento. Ele explica: “A diferença entre reconhecer e bajular é simples. Uma atitude é sincera; a outra, não. Uma vem do coração, a outra é da boca para fora. Uma é generosa, a outra é egoísta.

  • Uma é universalmente admirada, a outra é universalmente condenada”.
  • O autor fala do elogio honesto e verdadeiro, cujo efeito é duradouro.
  • As pessoas prezarão e guardarão suas palavras, repetindo-as pela vida inteira – mesmo anos depois de você ter se esquecido delas”, garante ele.
  • Persuadir sem perder a ternura Esse é um tema fundamental e, se você acompanha o blog, sabe que já destacamos muitos livros dedicados a explorar o conceito e repercuti-lo em nossas vidas.
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O autor confirma o poder que a persuasão tem em qualquer tipo de relacionamento, seja no âmbito pessoal ou profissional. Para ele, o sucesso está em conseguir despertar o desejo no outro. Aos mais afobados, atenção: “Talvez você queira persuadir alguém a fazer algo.

  1. Antes de falar, porém, pare e pergunte a si mesmo: ‘Como posso estimular essa pessoa a querer fazer isso?’ Ao nos fazermos essa pergunta, evitamos nos precipitar e ficar tagarelando inutilmente sobre o que queremos”, orienta.
  2. No livro, ele também recupera um dos conselhos de Henry Ford sobre o segredo para o sucesso: “Ele consiste na capacidade de entender o ponto de vista do outro e enxergar não só com seus olhos, mas também com os olhos dele”.

Essa é a chave para todos os negócios prosperarem. Carnegie afirma que se os vendedores conseguissem mostrar como seus serviços ou mercadorias resolveriam nossos problemas, não precisariam mais vender nada, porque as pessoas simplesmente comprariam. “Clientes gostam de sentir que estão comprando, e não que alguém está lhes vendendo algo”, frisa.

Interesse de verdade De fato, ” Como fazer amigos e influenciar pessoas ” se revela um grande tratado sobre as relações, num elogio à cordialidade e à honestidade. Devidamente alinhado com esse ponto de vista, o autor escreve sobre a nossa postura em relação ao outro: “Se tentarmos apenas impressionar as pessoas e despertar o interesse delas por nós, nunca teremos muitos amigos sinceros”.

Carnegie lembra que fazer amigos implica uma disposição em fazer coisas pelos outros – “coisas que exigem tempo, energia, generosidade e cuidado”. O que governa esse comportamento é a capacidade de ter interesse genuíno. Isso, ele continua, “não só conquista amigos para você, como também pode fazer com que a clientela desenvolva um sentimento de lealdade à sua empresa”.

  • É óbvio que existem muitas maneiras de demonstrar interesse.
  • Abaixo, você confere um gesto essencial.
  • A arte da escuta É isso: ouvir.
  • Uma palavra de cinco letras; um verbo que determina um relacionamento; uma ação mais complexa do que aparenta.
  • Não à toa, Carnegie considera esse tipo de atenção, ainda mais escassa no tempo de hoje, um dos maiores elogios que podemos fazer a alguém.

A atenção não vem sozinha, claro. Ser caloroso ao demonstrar reconhecimento é um excelente par, mas não o substitui. A delicadeza de sua execução é evidente em muitos negócios fadados ao fracasso por falta de uma escuta atenta. “Existem inúmeros donos de lojas de departamentos que alugam imóveis caros, conseguem economizar na hora de comprar os estoques, fazem vitrines lindas, gastam rios de dinheiro em publicidade mas, no fim, contratam vendedores que não fazem a menor ideia de como ser bons ouvintes – vendedores que interrompem, contradizem e praticamente expulsam os clientes da loja”, contextualiza o problema.

Carnegie conta que Lincoln, o célebre presidente norte-americano, não queria conselheiros, mas um ouvinte amistoso e simpático com quem pudesse desabafar. Não é isso que todos buscam quando estão com problemas? “Muitas vezes, isso é tudo que deseja um cliente irritado, um funcionário insatisfeito ou um amigo magoado”, ratifica o autor.

Qual é seu nome mesmo? Pode parecer trivial, mas lembrar o nome das pessoas revela muito sobre sua preocupação e seu comprometimento. É o que garante Carnegie. Ele explica que há um motivo primordial para essa memória normalmente não ser tão eficiente: “Não dedicamos o tempo e a energia necessários para nos concentrar, repetir e fixar as informações na mente.

  1. Inventamos desculpas.
  2. Estamos ocupados demais”.
  3. Já parou para pensar nisso? Mas essa ideia mostra apenas a superfície do problema.
  4. Se você quer influenciar pessoas, comece gravando o nome delas.
  5. Aprenda com os políticos, cujo lema é: “Lembrar o nome de um eleitor é um ato digno de um estadista.
  6. Esquecer é estar fadado ao esquecimento”.

A capacidade é tão ou mais importante nos negócios e há um motivo para isso: “As pessoas consideram o próprio nome o som mais agradável e mais importante de qualquer idioma”, ironiza. Por que está tão sério? Coloque um sorriso no rosto “Se você espera que as pessoas se sintam bem ao estar com você, você também precisa se sentir bem ao estar com as pessoas”, ensina Carnegie, para quem o sorriso é o melhor cartão de visitas de alguém.

  • Isso é tão importante que o escritor sugere que você se obrigue a sorrir, mesmo que não tenha vontade, pois a tendência é que você se contagie.
  • Ele recupera as ideias do psicólogo e filósofo William James, que explica: “A ação parece seguir a sensação, mas, na verdade, ação e sensação andam juntas.
  • Ao regular a ação, que está sob um controle mais direto da vontade, podemos, indiretamente, regular a sensação, que não conseguimos controlar.

Assim, se perdemos o bom humor, o caminho soberano e voluntário para reavê-lo é proceder alegremente, agir e falar como se o bom humor já existisse”. Se é verdade que todos buscam a felicidade, existe uma forma de alcançá-la: controlar os pensamentos.

  1. A felicidade não depende das condições externas, mas de condições internas.
  2. Não é o que você tem, quem você é, onde está ou o que está fazendo que o torna feliz ou infeliz.
  3. É o que você pensa sobre tudo.
  4. As duas podem ter a mesma conta bancária e o mesmo prestígio – e uma delas pode se sentir péssima e a outra, feliz.

Por quê? Por causa das diferentes posturas mentais”, complementa Carnegie.