Depoimentos De Quem Já Tomou Bupropiona? - CLT Livre

Depoimentos De Quem Já Tomou Bupropiona?

Como a pessoa se sente tomando bupropiona?

Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 Bup® (12 horas) cloridrato de bupropiona Bula para paciente Comprimido revestido de liberação prolongada 150 mg /storage/bulas_html/248-patient-ea5fda6a2217dd56e389071dffd2fe048381bc8d/-html.html Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Bup® (12 horas) cloridrato de bupropiona APRESENTAÇÃO Comprimido revestido de liberação prolongada 150 mg: embalagens com 12, 30 ou 60 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido revestido de liberação prolongada contém: bupropiona* (na forma de cloridrato).150 mg excipientes**.q.s.p.1 comprimido revestido *150 mg de cloridrato de bupropiona equivalem a 130,2 mg de bupropiona base **Excipientes: celulose microcristalina, hipromelose, cloridrato de cisteína, estearato de magnésio, macrogol, dióxido de titânio e óxido de ferro vermelho.

  1. INFORMAÇÕES AO PACIENTE 1.
  2. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO? Bup® (cloridrato de bupropiona) é um medicamento usado para tratar transtorno depressivo maior (TDM).
  3. Cloridrato de bupropiona também é usada para ajudar a parar de fumar.
  4. Entretanto, as informações desta bula são específicas para pacientes em tratamento de transtorno depressivo maior.

Doses e demais instruções são diferentes para pacientes em tratamento para deixar de fumar.2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA? Bup® (cloridrato de bupropiona) é um medicamento que contém bupropiona. O mecanismo exato de ação da bupropiona, assim como o de muitos antidepressivos, é desconhecido.

Presume-se que bupropiona interaja com substâncias químicas no cérebro (neurotransmissores) relacionadas à depressão, chamadas noradrenalina e dopamina. Pode ser que você demore a se sentir melhor. Em alguns casos, pode demorar semanas ou meses até que o medicamento faça efeito completamente. Quando você começar a se sentir melhor, seu médico poderá recomendar que você continue tomando Bup® (cloridrato de bupropiona) para prevenir o retorno da depressão.3.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Contraindicações Não use Bup® (cloridrato de bupropiona) se você: – é alérgico a bupropiona ou a qualquer outro componente do medicamento; – está tomando outros medicamentos que contenham bupropiona; – tem menos de 18 anos; – recebeu diagnóstico de epilepsia ou outros transtornos convulsivos; – tem ou já teve algum distúrbio de alimentação (por exemplo, bulimia ou anorexia); – é usuário crônico de álcool que parou de beber há pouco tempo ou está tentando parar; – parou recentemente de usar tranquilizantes ou sedativos, ou vai parar de tomá-los enquanto usa Bup® (cloridrato de bupropiona); – está tomando ou tomou, nos últimos 14 dias, outros medicamentos para depressão ou doença de Parkinson, chamados inibidores da MAO.

Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico imediatamente, ANTES de usar Bup® (cloridrato de bupropiona). Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

/storage/bulas_html/248-patient-ea5fda6a2217dd56e389071dffd2fe048381bc8d/-html.html Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Advertências e precauções BUP® (12 horas) (cloridrato de bupropiona) (comprimidos revestidos de liberação prolongada) libera o princípio ativo (cloridrato de bupropiona) ao longo de 12 horas e, portanto, a dose diária total prescrita deve ser dividida em dois e administrada duas vezes ao dia, com intervalo mínimo de 8 horas entre as doses.

  • Não deve ser confundido com BUP XL ® (24 horas) (cloridrato de bupropiona) (comprimidos revestidos de liberação prolongada), que libera o mesmo princípio ativo ao longo de 24 horas, de modo que a dose diária total deve ser ingerida a cada 24 horas.
  • Para mais detalhes sobre a posologia, vide 6.
  • COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?).

O Bup® (cloridrato de bupropiona) não é indicado para menores de 18 anos, pois não foi adequadamente estudado neste grupo de pacientes. Quando menores de 18 anos tomam antidepressivos, eles apresentam um maior risco de pensamentos e comportamentos suicidas.

Fale com seu médico se você: – já apresentou ou apresenta comportamento ou pensamentos suicidas; – tem problemas nos rins ou no fígado, pois pode ser necessário um ajuste de dose e monitoramento do tratamento de perto; – tem ou teve algum outro problema psiquiátrico, além de depressão, pois algumas pessoas podem apresentar alucinações ou delírios; – tem mais de 65 anos, pois pode ser necessário um ajuste de dose e monitoramento do tratamento de perto; – está grávida ou pretende engravidar.

Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico ANTES de tomar Bup® (12 horas) (cloridrato de bupropiona). Ele pode fazer alguma recomendação especial ou indicar outro tratamento. Convulsões/ataque epilético Bup® (cloridrato de bupropiona) pode causar convulsões em aproximadamente 1 de 1000 pessoas.

  1. Os sintomas do ataque epilético incluem convulsões e perda de consciência.
  2. A pessoa pode ficar confusa e não se lembrar do que aconteceu.
  3. Convulsões são mais prováveis de acontecer no caso de alta ingestão de Bup® (cloridrato de bupropiona).
  4. Se você tiver uma convulsão, avise seu médico assim que possível.

Não tome mais comprimidos. Pode haver risco maior que o normal de você ter convulsão se você: – toma outros medicamentos que aumentam as chances de ter convulsão; – está tomando tranquilizantes ou sedativos ou for parar de tomá-los enquanto estiver usando Bup® (cloridrato de bupropiona); – toma estimulantes ou outros medicamentos para controlar o peso ou o apetite; – ingere grandes quantidades de bebidas alcoólicas regularmente; – tem diabetes, e em razão disso, usa insulina ou comprimidos para reduzir a taxa de açúcar no sangue; – já teve um trauma grave na cabeça; – já teve um ataque epilético ou uma convulsão no passado; – tem um tumor no cérebro.

Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico imediatamente, ANTES de usar Bup® (cloridrato de bupropiona). Pressão sanguínea alta Algumas pessoas podem ter aumento da pressão sanguínea que necessita de tratamento. Se você apresenta pressão alta, esta pode piorar. Isto é mais provável de acontecer caso utilize adesivos de nicotina como auxílio para parar de fumar.

Transtorno bipolar (oscilações extremas de humor): Se você tem transtorno bipolar, cloridrato de bupropiona pode provocar um episódio desta doença. Procure o seu médico para aconselhamento se isso acontecer com você. /storage/bulas_html/248-patient-ea5fda6a2217dd56e389071dffd2fe048381bc8d/-html.html Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 Pensamentos de suicídio ou piora na sua condição As pessoas que estão deprimidas, às vezes podem ter pensamentos de autoagressão ou suicídio. Estes pensamentos podem aumentar no início do tratamento com antidepressivos, pois estes medicamentos necessitam de tempo para fazer efeito.

  • Você pode ser mais propenso a pensar assim: – se você teve já teve anteriormente pensamentos de autoagressão ou suicídio; – se você tiver menos de 25 anos; Se você tiver pensamentos de autoagressão ou suicídio, contate o seu médico ou vá a um hospital imediatamente.
  • Bup® (cloridrato de bupropiona) deve ser usado somente por via oral.

A inalação de comprimidos triturados ou a injeção do medicamento dissolvido podem afetar a absorção e liberação do medicamento, além do potencial risco de overdose. Foram relatados casos de morte e/ou convulsões quando cloridrato de bupropiona foi inalado ou injetado.

  • Também foi relatada a síndrome da serotonina associada a superdose.
  • Habilidade de dirigir e operar máquinas Bup® (cloridrato de bupropiona) faz você sentir vertigens ou com a cabeça leve, não dirija nem opere máquinas.
  • Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Gravidez e lactação Se você estiver grávida, ou pensa que pode estar, ou se você está planejando engravidar não tome Bup® (cloridrato de bupropiona) sem falar com o seu médico. O seu médico irá considerar o benefício para você e o risco para seu bebê de tomar Bup® (cloridrato de bupropiona) enquanto estiver grávida.

  1. Alguns, mas não todos os estudos relataram um aumento no risco de defeitos congênitos, particularmente defeitos cardíacos, em bebês cujas mães estavam tomando cloridrato de bupropiona.
  2. Não se sabe se estes defeitos são devido à utilização de cloridrato de bupropiona.
  3. Demonstrou-se que a bupropiona e seus metabólitos são excretados pelo leite materno; portanto, devido às potenciais reações adversas, recomenda-se que mães que estejam sob tratamento com cloridrato de bupropiona não amamentem.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Este produto contém bupropiona, que está incluída na lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Antidoping.

Este medicamento pode causar doping. Pacientes idosos Acredita-se que alguns idosos possam ser mais sensíveis ao tratamento com Bup® (cloridrato de bupropiona). Portanto, seu médico deve avaliar a necessidade de redução na frequência e/ou dose. Interações medicamentosas Se você está tomando outros medicamentos, fitoterápicos (medicamentos à base de ervas) ou vitaminas, incluindo produtos comprados por conta própria, sem indicação de seu médico, avise-o.

Ele pode alterar sua dose ou sugerir uma mudança nas outras medicações. Se você tem tomado nos últimos 14 dias outros fármacos para depressão chamados de inibidores da MAO, avise seu médico ANTES de usar Bup® (cloridrato de bupropiona). Alguns medicamentos não devem ser misturados com Bup® (cloridrato de bupropiona), pois podem aumentar as chances de convulsões ou de outros efeitos colaterais. Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 – tomar medicamentos para tratar problemas cardíacos ou infarto, como ticlopidina ou clopidogrel; – tomar alguns tipos de betabloqueadores (medicamento para controlar a pressão arterial); – tomar medicamentos para arritmia cardíaca; – tomar ritonavir ou efavirenz, medicamentos para HIV; – usar adesivos de nicotina para parar de fumar.

  1. Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico imediatamente, ANTES de usar Bup® (cloridrato de bupropiona),
  2. A coadministração de Bup® (cloridrato de bupropiona) com digoxina, utilizada para problemas no coração, pode diminuir os níveis de digoxina.
  3. Bebidas alcoólicas Algumas pessoas podem se sentir mais sensíveis ao álcool enquanto usam Bup® (cloridrato de bupropiona).

Seu médico pode sugerir que você não beba (cerveja, vinho ou destilados), enquanto estiver sob tratamento com Bup® (cloridrato de bupropiona), ou que beba muito pouco. Mas se você tem o costume de beber muito, não pare repentinamente, pois pode ser perigoso.

Converse com seu médico sobre isso antes de usar Bup® (cloridrato de bupropiona). Testes laboratoriais Bup® (cloridrato de bupropiona) pode interferir no resultado de alguns testes laboratoriais usados para detectar drogas na urina. Se você for realizar algum teste laboratorial, avise ao seu médico, hospital ou laboratório que está utilizando Bup® (cloridrato de bupropiona).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde,5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO? Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).

Proteger da umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características do produto: Comprimido circular revestido de cor róseo escuro. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Posologia A dose usual recomendada para a maioria dos adultos é de 1 (um) comprimido de 150 mg por dia. Seu médico pode aumentar a dose para 300 mg (2 comprimidos) por dia, caso sua depressão não melhore após várias semanas.

  1. Não tome mais que 1 (um) comprimido de uma vez.
  2. As doses devem ser tomadas com pelo menos 8 horas de intervalo.
  3. Não tome próximo da hora de dormir, pois pode causar dificuldade para dormir.
  4. Seu médico pode alterar sua dose: – se você tem problemas nos rins ou no fígado; – se você tem mais de 65 anos.
  5. A dose máxima diária de Bup® (12 horas) é de 300 mg ao dia.

Modo de uso: Engula o comprimido inteiro, de preferência com um pouco de água. Não mastigue nem parta o comprimido. Sempre use Bup® (cloridrato de bupropiona) exatamente conforme seu médico receitou. Essas são doses usuais, mas a recomendação de seu médico é exclusivamente para você. Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 alguma melhora. Discuta seus sintomas com seu médico regularmente para decidir por quanto tempo você deverá usar Bup® (cloridrato de bupropiona). Mesmo quando você começar a se sentir melhor, seu médico pode recomendar que você continue a usar Bup® (cloridrato de bupropiona) para prevenir que a depressão volte.

  1. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
  2. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
  3. Este medicamento não deve ser partido, triturado ou mastigado.7.
  4. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Caso você esqueça uma dose, espere e tome a próxima dose no horário normal.

Não tome uma dose para compensar a que você esqueceu. Caso sinta algum sintoma ao esquecer uma dose, converse com seu médico. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? A maioria das pessoas que usa este medicamento não relata problemas.

Mas como acontece com todos os medicamentos, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais. Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Insônia: o efeito colateral mais comum em pessoas que usam cloridrato de bupropiona é a dificuldade para dormir. Se você achar que seu sono está alterado, tente não tomar Bup® (cloridrato de bupropiona) próximo da hora de dormir.

Se você usa dois comprimidos por dia, tome um de manhã cedo e o outro na parte da tarde. Lembre-se do intervalo de no mínimo 8 horas entre os comprimidos. – dores de cabeça, boca seca. – enjoo, vômito. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): – reações alérgicas: placas vermelhas pelo corpo, bolhas ou urticária (coceira) na pele.

Algumas reações alérgicas desse tipo podem precisar de tratamento hospitalar, principalmente se você sentir dor na garganta ou nos olhos. – febre, tontura, suor excessivo, calafrios. – tremores, fraqueza, cansaço, dor no peito. – sensação de ansiedade, agitação, dor abdominal. – constipação (prisão de ventre).

– sensação de mudança no gosto da comida, perda de apetite. – aumento da pressão sanguínea (que, por vezes, pode ser severa). – rubor (vermelhidão). – zumbido no ouvido, alterações visuais. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – perda de peso.

  1. Depressão, confusão, dificuldade de concentração.
  2. Batimento cardíaco acelerado.
  3. Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – convulsões ou ataques epilépticos: aproximadamente uma em cada 1.000 pessoas que tomam a dose máxima de cloridrato de bupropiona está sob risco de ter convulsão.

A chance de acontecer isso é maior se você tomar uma grande quantidade, associar o uso de certos medicamentos ou já apresenta propensão a ter convulsões. Se você está preocupado, converse com seu médico. Se você tiver convulsão, avise seu médico assim que possível.

  • Não tome mais comprimidos.
  • Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): – reações alérgicas graves, como angioedema (inchaço localizado na pele), falta de ar, dificuldade para respirar e choque anafilático (reação alérgica grave a uma substância e que pode levar à morte).

– dor muscular ou nas juntas (articulações), e febre, em associação com erupções cutâneas e outros sintomas sugestivos de hipersensibilidade tardia. /storage/bulas_html/248-patient-ea5fda6a2217dd56e389071dffd2fe048381bc8d/-html.html Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 – movimentos involuntários, rigidez muscular, espasmos (contrações) musculares, problemas ao andar ou de coordenação motora. – sensação de inquietação, irritação, hostilidade, agressividade, paranoia, sentimento de estranheza em relação a si mesmo (despersonalização), percebendo ou acreditando em coisas que não estão realmente ali (alucinações/delírios).

– sonhos estranhos, formigamento, dormência, perda de memória. – palpitações. – mudanças nos níveis de açúcar no sangue, hiponatremia (diminuição de sódio no sangue). – colapso ou desmaio. – vasodilatação. – amarelamento da pele ou do branco dos olhos (icterícia). – elevação das enzimas do fígado. – hepatite.

– vontade de urinar maior ou menor que a usual. – incontinência urinária (perda involuntária da urina) – inchaço de pálpebras, lábios ou língua. Dados pós-comercialização As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso pós-aprovação de cloridrato de bupropiona.

  • Uma vez que essas reações foram relatadas voluntariamente por uma população com tamanho incerto, nem sempre é possível estimar a frequência ou estabelecer uma relação de exposição à droga.
  • Gerais: dores nas articulações e músculos, febre com erupções na pele e outros sintomas sugestivos de hipersensibilidade tardia.

Estes sintomas podem assemelhar-se à doença do soro; Cardiovascular: pressão alta (em alguns casos grave), hipotensão ortostática (queda na pressão sanguínea ao levantar) e alterações nos batimentos cardíacos; Endócrino: alteração na produção do hormônio antidiurético e alterações no açúcar do sangue; Digestivo: inflamação no esôfago e hepatite; Circulatório e linfático: presença de manchas roxas na pele, alteração nos níveis de algumas células do sangue, como células brancas e plaquetas.

Alterações na coagulação sanguínea foram observadas quando a bupropiona foi coadministrada com varfarina; Musculoesquelético: rigidez, lesão e fraqueza muscular; Sistema nervoso: agressão, coma, suicídio, delírio, sonhos anormais, ideias paranoicas, parestesia (sensações na pele como formigamento, pressão, frio ou queimação nas mãos, braços ou pés), inquietação e movimentos involuntários; Pele: síndrome de Stevens Johnson, alterações na pele como inchaço e descamação, e coceira; Sentidos especiais: zumbido no ouvido e aumento da pressão nos olhos.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? Se você ingerir muitos comprimidos, pode aumentar as chances de ter convulsão ou ataque epiléptico.

  • Procure imediatamente seu médico ou o hospital mais próximo.
  • Os sintomas que indicam superdose são sonolência, redução do nível de consciência e alteração nos batimentos cardíacos.
  • Também foi relatada a síndrome da serotonina, caracterizada por sintomas como o aumento dos batimentos cardíacos, tremores, suor aumentado, pupilas dilatadas, espasmos e reflexos sensíveis.

Tratamento: na ocorrência de superdose, a hospitalização é recomendada. O eletrocardiograma e sinais vitais devem ser monitorados. É necessário assegurar oxigenação e ventilação adequadas. O uso de carvão ativado também é recomendado. Não se conhece nenhum antídoto específico para a bupropiona. Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 Farm. Resp. Subst.: Dra. Ivanete A. Dias Assi – CRF-SP 41.116 VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA. Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 30/08/2022. Fabricado e Registrado por: EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A. Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 Histórico de Alteração da Bula Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas Data do expedient e No do expediente Assunto Data do expedien te No do expedien te Assunto Data de aprovaç ão Itens de bula Versões (VP/VP S) Apresentaç ões relacionada s 11/05/20 15 0411513/1 5-9 10457 – SIMILAR – Inclusão Inicial de Texto de Bula – RDC 60/12 Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicável VP Comprimido revestido de liberação lenta 150 mg 30/10/20 15 0954625/1 5-1 10450 – SIMILAR – Notificaçã o de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Frase de intercambialid ade VP Comprimido revestido de liberação lenta 150 mg 03/05/20 16 1661989/1 6-7 10450 – SIMILAR – Notificaçã o de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Interações Medicamentosa s O que devo saber antes de usar este medicamento? VP Comprimido revestido de liberação lenta 150 mg 11/04/20 17 0593013/1 7-8 10450 – SIMILAR – Notificaçã o de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Composição O que devo saber antes de usar este medicamento? Quais os males que este medicamento pode me causar? VP Comprimido revestido de liberação lenta 150 mg 27/04/20 17 0728507/1 7-8 10450 – SIMILAR – Notificaçã o de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Adequação da equivalência sal/base VP Comprimido revestido de liberação lenta 150 mg 30/06/20 17 1328037/1 7-6 10450 – SIMILAR – Notificaçã o de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el 8. Bup (cloridrato de bupropiona)_COM REV LIB PROL_VP_V9 RDC 60/12 21/02/20 20 0541595/2 0-1 10450 – SIMILAR – Notificaçã o de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el 3. Quando não devo usar este medicamento? 4.

O que devo saber antes de usar este medicamento? 9. O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? VP Comprimido revestido de liberação lenta 150 mg 23/04/20 21 1554261/2 1-1 10450 – SIMILAR – Notificaçã o de Alteração de Texto de Bula – RDC 60/12 Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicável VP Comprimido revestido de liberação lenta 150 mg 10/06/20 21 2245621/2 1-2 10452 – GENÉRIC O – Notificaçã o de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el 4.

O que devo saber antes de usar este medicamento? Dizeres legais VP Comprimido revestido de liberação lenta – 150 mg Não aplicável Não aplicável 10452 – GENÉRIC O – Notificaçã o de Alteração de Texto de Bula – publicação no Bulário Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Não aplicáv el Identificação do medicamento Apresentações 4.

Estou tomando bupropiona e estou emagrecendo?

Bupropiona emagrece? – O Cloridrato de Bupropiona é uma substância estruturalmente semelhantes às anfetaminas, que são drogas conhecidas por causar perda do apetite. No caso específico da bupropiona, essa ação anorexígena é pequena. Estudos mostram que a perda de peso total com o tratamento varia entre 0 e 2,5 kg.

Isso significa uma perda de peso semelhante à que ocorre com outros antidepressivos e inferior àquela que a Sibutramina e o Orlistat costumam provocar. Também é importante destacar que a perda de peso só ocorre em cerca de 20% dos pacientes. E em cerca de 10%, o efeito é o oposto, havendo pequeno ganho de peso ao longo do tratamento.

Portanto, tratar a bupropiona como uma droga altamente eficaz para emagrecer é simplesmente propaganda enganosa. A baixa eficácia associada à elevada taxa de efeitos colaterais (descritas mais à frente) fazem com que a bupropiona não seja o fármaco mais indicado para o tratamento da obesidade para a maioria dos pacientes.

O que esperar da bupropiona?

Efeitos adversos – Os principais efeitos colaterais, secundários ao uso de bupropiona são: insônia, cefaleia, sensação de boca seca (xerostomia), náuseas, vômitos, constipação, dor abdominal, anorexia, reações de hipersensibilidade, como urticária, rash cutâneo, prurido Além disso, há relatos de aumento da ansiedade, tremor, distúrbios de concentração, transtornos no paladar, transtornos na visão, aumento da pressão sanguínea (em alguns casos, grave), calor e rubor na face, vertigem, astenia, dor no peito e sudorese.

Quanto tempo a bupropiona emagrece?

No estudo realizado por Apovian et al., a perda de peso usando 32mg de naltrexona + 360mg de bupropiona ao dia foi de -7,6kg após 28 semanas, e -7,9kg após 56 semanas.

Quais os efeitos positivos da bupropiona?

A bupropiona é indicada para o tratamento da depressão, prevenção de distúrbios depressivos sazonais e cessação do tabagismo em adultos (sob a marca Zyban – Glaxo Wellcome).

Como saber se a bupropiona está fazendo efeito?

Bupropiona Como ela reduz o limiar convulsivo, é uma medicação que evitamos em pacientes com epilepsia. Além disso, a bupropiona pode precipitar crises epilépticas em pacientes que já tem predisposição e nunca tiveram nenhuma crise. Também não utilizamos a medicação em gestantes e em pacientes que fazem uso concomitante de inibidores da MAO.

O efeito do tratamento, como para a maioria dos outros antidepressivos, não é imediato. A bupropiona demora cerca de 2 semanas a 1 mês para ter efeito pleno. Em alguns pacientes pode causar boca seca, náuseas, tontura, insônia e dispepsia (mal-estar no estômago). Esses sintomas são mais comuns no começo do tratamento e costumam desaparecer.

Mais raramente, pode se associar à taquicardia e à pressão alta (importante ter acompanhamento médico). Ou seja, estamos falando de uma excelente medicação, bem tolerada pela maior parte dos pacientes, mas que precisa de acompanhamento médico, pelo perfil de efeitos colaterais e interações.

Qual a maior dosagem de bupropiona para emagrecer?

Tratamento inicial – Recomenda-se que o tratamento seja iniciado enquanto o paciente ainda fuma. É preciso estabelecer uma data de interrupção programada para as duas primeiras semanas de tratamento com bupropiona (preferencialmente na semana 2). A dose inicial é de 150 mg, administrados uma vez ao dia durante três dias consecutivos.

é um efeito adverso muito comum, frequentemente transitório, e pode ser diminuído evitando-se a administração do medicamento perto do horário de (contanto que seja respeitado o intervalo mínimo de 8 horas entre as doses) ou, se clinicamente indicado, reduzindo-se a dose.Os pacientes devem receber o tratamento por pelo menos 7 semanas.A interrupção do tratamento deve ser considerada caso o paciente não apresente progresso significativo até a sétima semana de tratamento, uma vez que é improvável que pare de fumar nessa tentativa.

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Qual o melhor antidepressivo para felicidade?

Fluoxetina: a pílula da felicidade – Clínica

O cloridrato de fluoxetina, também conhecido pelo seu nome comercial Prozac, é um medicamento antidepressivo que pertence à classe do inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS).A fluoxetina é o mais antigo e o mais estudo antidepressivo do grupo dos ISRS, tendo sido lançada no mercado em 1987.Apesar de ser classificada como antidepressivo, a fluoxetina pode também ser usada para vários outros distúrbios, tais como transtorno obsessivo-compulsivo, bulimia nervosa e síndrome do pânico.

Este texto contém apenas informações gerais sobre a fluoxetina. Caso você vá iniciar o uso desta droga, você deve sempre tr o acompanhamento de seu médico e consultar a bula do medicamento para informações mais detalhadas.

O que corta o efeito do bupropiona?

O efeito de bupropiona é inibido por carbamazepina, fenitoína, ritonavir e efavirenz. O efeito da bupropiona é aumentado pelo ácido valpróico. Bupropiona é contraindicada com antidepressivos da IMAO (inibidores da monoamina oxidase) à medida que aumenta a possibilidade de reações adversas.

Quanto tempo para acostumar com bupropiona?

Bula do Cloridrato de Bupropiona Nova Química Você precisa começar a usar cloridrato de bupropiona enquanto ainda estiver fumando e, junto com seu médico, determinar uma.

  • Você precisa começar a usar cloridrato de bupropiona enquanto ainda estiver fumando e, junto com seu médico, determinar uma data para interromper o hábito durante a segunda semana após o início do tratamento.
  • Embora a bupropiona também seja usada para tratar a depressão, as informações contidas nesta bula são destinadas especificamente a pacientes que estejam em tratamento para parar de fumar, pois as dosagens e as demais instruções são diferentes para o tratamento da depressão.
  • Como o Cloridrato de Bupropiona – Nova Química?

O cloridrato de bupropiona é um medicamento que contém a substância ativa bupropiona. Esta substância é capaz de reduzir a vontade de fumar de pessoas com dependência à nicotina. Seu mecanismo de ação não é igual ao dos tratamentos de reposição de nicotina.

  1. O cloridrato de bupropiona demora cerca de uma semana para começar a fazer efeito, já que é o período necessário para que a bupropiona atinja os níveis necessários no organismo.
  2. O cloridrato de bupropiona será mais eficiente se você estiver totalmente comprometido a parar de fumar e dispuser de um Programa de Suporte ou de Aconselhamento para auxiliá-lo.
  3. Contraindicação do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
  4. Não use cloridrato de bupropiona se você:
  • É alérgico a cloridrato de bupropiona, à bupropiona ou a qualquer outro componente do medicamento;
  • Está tomando outros medicamentos que contenham bupropiona;
  • Tem menos de 18 anos;
  • Recebeu diagnóstico de epilepsia ou de outros transtornos convulsivos;
  • Tem ou já teve algum distúrbio de alimentação (por exemplo, bulimia ou anorexia);
  • É usuário crônico de bebidas alcoólicas e está tentando parar de beber ou parou há pouco tempo;
  • Parou recentemente de usar tranquilizantes ou sedativos, ou vai parar de tomá-los enquanto usa cloridrato de bupropiona;
  • Está tomando ou tomou, nos últimos 14 dias outros medicamentos para depressão ou doença de Parkinson chamados inibidores da MAO.
  • Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico imediatamente, antes de usar cloridrato de bupropiona.
  • Como usar o Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
  • Uso oral.

Os comprimidos de cloridrato de bupropiona devem ser engolidos inteiros. Não devem ser partidos nem mastigados. Algumas vezes cloridrato de bupropiona pode estar com um cheiro estranho. Isso é normal, continue tomando os comprimidos como antes. Posologia do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química Comece a usar cloridrato de bupropiona enquanto ainda estiver fumando.

  • Você deve estabelecer uma data para parar de fumar durante a segunda semana após o início do tratamento.
  • Isso porque o medicamento demora aproximadamente uma semana para atingir os níveis necessários no seu corpo e, então, começar a fazer efeito.
  • Não é perigoso fumar e usar cloridrato de bupropiona ao mesmo tempo.

A dose normalmente recomendada (para adultos somente) é:

  • Nos três primeiros dias, um comprimido (150 mg) uma vez ao dia.
  • Do quarto dia em diante, um comprimido (150 mg) duas vezes ao dia, com pelo menos 8 horas de intervalo e não próximo a hora de dormir.

Não tome mais do que um comprimido de uma vez. Continue utilizando cloridrato de bupropiona por pelo menos sete semanas. Seu médico deve decidir se você pode continuar o tratamento por um período mais longo. Se você não obteve progresso após 7 semanas, seu médico pode considerar a interrupção do tratamento.

Sempre tome cloridrato de bupropiona exatamente como seu médico receitou. As doses aqui indicadas são as normalmente necessárias, mas seu médico pode personalizar sua prescrição e alterá-las. Para algumas pessoas, pode-se prescrever um comprimido (150 mg) uma vez ao dia durante todo o tratamento, em razão de problemas nos rins ou no fígado ou ter mais de 65 anos.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Cloridrato de Bupropiona – Nova Química? Se você esquecer de tomar uma dose, espere para tomar a próxima no horário normal.

  1. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.
  2. Precauções do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
  3. O cloridrato de bupropiona não é recomendado para menores de 18 anos, pois não foi adequadamente estudado neste grupo de paciente.
  4. Antes de iniciar o seu tratamento com cloridrato de bupropiona, fale com seu médico se você:
  • Já apresentou ou apresenta comportamento ou pensamentos suicidas;
  • Tem problemas nos rins ou no fígado, pois pode ser necessário um ajuste de dose e monitoramento do tratamento de perto;
  • Teve algum outro problema psiquiátrico, além de depressão, pois algumas pessoas podem apresentar alucinações ou delírios;
  • Tem mais de 65 anos, pois pode ser necessário um ajuste de dose e monitoramento do tratamento de perto;
  • Está grávida ou pretendendo engravidar.

Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico antes de usar cloridrato de bupropiona. Ele pode recomendar alguma atenção especial ou indicar outro tratamento. Se você tiver uma convulsão, avise seu médico assim que possível. Não tome mais comprimidos. Pode haver risco maior que o normal de você ter convulsão se você:

  • Toma outros medicamentos que aumentam as chances de ter convulsão;
  • Está tomando tranquilizantes ou sedativos ou for parar de tomá-los enquanto estiver usando cloridrato de bupropiona;
  • Toma estimulantes ou outros medicamentos para controlar o peso ou o apetite;
  • Ingere grandes quantidades de bebidas alcoólicas regularmente;
  • Tem diabetes, e em razão disso, usa insulina ou comprimidos para reduzir a taxa de açúcar no sangue;
  • Já teve um trauma grave na cabeça;
  • Já teve um ataque epilético ou uma convulsão no passado;
  • Tem um tumor no cérebro.

Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico imediatamente, antes de usar cloridrato de bupropiona. Pressão alta Algumas pessoas que tomam cloridrato de bupropiona tem aumento na pressão arterial, que precisa de tratamento. Se você já tem pressão arterial elevada, ela pode piorar.

  • Isto é mais provável se você estiver usando adesivos de nicotina para ajudar você a parar de fumar.
  • Converse com o seu médico se você tiver um histórico de pressão alta.
  • Se você já teve algum problema psiquiátrico Algumas pessoas que tomam cloridrato de bupropiona apresentaram alucinações (ver ou ouvir coisas que não existem) ou delírios (sentir ou acreditar em coisas que não são verdadeiras), pensamentos desordenados ou oscilações extremas de humor.

Estes efeitos são mais prováveis em pessoas que tiveram problemas psiquiátricos antes. Se você se sentir deprimido ou com pensamentos suicidas Algumas pessoas ficam deprimidas quando tentam parar de fumar, muito ocasionalmente, elas podem pensar em cometer suicídio.

  • Se você já teve anteriormente pensamentos de autoagressão ou suicídio;
  • Se você tiver menos de 25 anos.

Se você tiver pensamentos de autoagressão ou suicídio, contate o seu médico ou vá a um hospital imediatamente. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Deve-se ter cuidado ao realizar tarefas que requerem atenção cuidadosa e raciocínio. Se cloridrato de bupropiona faz você sentir vertigens ou a cabeça leve, não dirija nem opere máquinas.

  • Este produto contém bupropiona, que está incluída na lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Antidoping.
  • Este medicamento pode causar doping,
  • Reações Adversas do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
  • Convulsões ou ataques epilépticos

Aproximadamente 1 em cada 1.000 pessoas que tomam cloridrato de bupropiona apresenta o risco de convulsão. A chance disso acontecer é maior se você ingerir uma grande quantidade, se usar cloridrato de bupropiona com certos medicamentos ou se já tiver propensão a convulsões.

  1. Se você tiver qualquer sinal de reação alérgica, contate seu médico imediatamente e não tome mais cloridrato de bupropiona.
  2. Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
  3. Insônia, dor de cabeça, boca seca, distúrbios gastrintestinais, por exemplo, náuseas e vômitos.
  4. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
  5. Reações alérgicas (por exemplo, urticária), perda de apetite, agitação, sentir-se ansioso ou depressivo, tremores, vertigem, mudanças no paladar, dificuldade de concentração, dor abdominal, constipação (prisão de ventre), erupção cutânea, coceira, distúrbios de visão, sudorese (transpiração), febre e fraqueza.
  6. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
  7. Confusão mental, zumbido no ouvido, aumento nos batimentos do coração, aumento da pressão sanguínea (em alguns casos graves), calor e rubor, dor no peito, anemia (diminuição no número de células vermelhas no sangue), leucopenia (diminuição no número de células brancas) e trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas).
  8. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
  9. Convulsão.
  10. Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)
  11. Reações alérgicas graves, palpitações, desmaio; movimentos involuntários, rigidez muscular, espasmos musculares, problemas ao andar ou de coordenação motora; sentir-se inquieto, irritadiço, hostil, agressivo ou paranoico; sentir-se estranho (despersonalização); perceber ou acreditar em coisas que não são reais (alucinações/delírios), ter sonhos estranhos, dormência, perda de memória; amarelamento da pele ou do branco dos olhos (icterícia), aumento das enzimas do fígado, hepatite; mudanças nos níveis sanguíneos de açúcar, hiponatremia (diminuição de sódio no sangue); vontade de urinar maior ou menor que a usual; incontinência urinária (perda involuntária da urina); vasodilatação, eritema multiforme, hipotensão postural, Síndrome de Stevens Johnson.
  12. Distúrbios do sono

O efeito colateral mais comum em pessoas que usam cloridrato de bupropiona é a dificuldade de dormir. Se você achar que seu sono está perturbado, tente não tomar cloridrato de bupropiona perto da hora de dormir. Se usa dois comprimidos por dia, tome um logo pela manhã e o outro na parte da tarde.

Lembrese do intervalo de no mínimo 8 horas entre eles. Efeitos ao parar de fumar Pessoas que estão parando de fumar são afetadas por sintomas da síndrome de abstinência à nicotina, e efeitos semelhantes foram observados em usuários de cloridrato de bupropiona. Isso pode incluir: sentirse ansioso, agitado ou deprimido (algumas vezes com pensamentos suicidas).

Se você perceber alterações no seu humor que lhe sejam preocupantes, fale com seu médico. Dados pós-comercialização As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso pós-aprovação de cloridrato de bupropiona. Uma vez que essas reações foram relatadas voluntariamente por uma população com tamanho incerto, nem sempre é possível estimar a frequência ou estabelecer uma relação de exposição à droga.

  • Cardiovascular
  • Alterações nos batimentos cardíacos, pressão baixa, infarto no coração, distúrbio cardiovascular, bloqueio átrio-ventricular total, extrassístoles, hipotensão, infarto do miocárdio, flebite (inflamação na veia) e embolia pulmonar (obstrução das artérias dos pulmões por coágulos).
  • Digestivo
  • Inflamação no intestino ou esôfago, sangramento gastrointestinal e gengival, hepatite, aumento da salivação, perfuração intestinal, danos no fígado, pancreatite (inflamação no pâncreas), úlcera de estômago e fezes anormais.
  • Endócrino
  • Alterações no açúcar do sangue e alteração na produção do hormônio antidiurético.
  • Circulatório e linfático

Alteração nos níveis de algumas células do sangue, como células vermelhas, brancas e plaquetas e linfadenopatia (dilatação de um ou mais linfonodos). Alterações na coagulação sanguínea foram observadas quando a bupropiona foi coadministrada com varfarina.

  1. Metabolismo e nutricional
  2. Glicosúria (presença de açúcar na urina).
  3. Músculo-esquelético
  4. Artrite (inflamação nas articulações), rigidez, lesão e fraqueza muscular, febre.
  5. Sistema nervoso
  6. Eletroencefalograma anormal (EEG), agressão, acinesia (alterações do movimento do músculo cardíaco), afasia (perda da capacidade e das habilidades de linguagem), coma, suicídio, delírio, ilusões, alterações na fala, alterações nos movimentos, movimentos involuntários, euforia, alucinações, hipocinesia (movimentos diminuídos ou lentos da musculatura), aumento da libido, reações maníacas, dor ou lesão em um ou mais nervos, ideias paranóicas, agitação.
  7. Respiratório
  8. Pneumonia.
  9. Pele
  10. Queda de cabelo, alterações na pele como inchaço e descamação, aumento no crescimento de peles em mulheres e síndrome de Stevens–Johnson.
  11. Sentidos especiais
  12. Surdez, aumento da pressão intraocular e dilatação da pupila.
  13. Urogenital
  14. Ejaculação anormal, cistite (infecção na bexiga), dor na relação sexual, dificuldade para urinar, ginecomastia (aumento da mama em homens), menopausa, ereção dolorosa, desordens da próstata, salpingite (inflamação nas trompas de Falópio), incontinência urinária, retenção urinária, perturbações do trato urinário e vaginite (inflamação nos tecidos da vagina).

Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), pelo telefone 0800 191914.

  • População Especial do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
  • Crianças
  • A segurança e a eficácia dos comprimidos de cloridrato de bupropiona em pacientes com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas.
  • Idosos (acima de 65 anos)
  • A experiência clínica não identificou diferenças de tolerabilidade à bupropiona entre idosos e pacientes mais jovens.

O cloridrato de bupropiona deve ser usado somente por via oral. A inalação de comprimidos triturados ou a injeção do medicamento dissolvido podem afetar a absorção e liberação do medicamento, além do potencial risco de overdose. Foram relatados casos de morte e/ou convulsões quando cloridrato de bupropiona foi inalado ou injetado.

Gravidez e lactação Se você estiver grávida, ou pensa que pode estar, ou se você está planejando engravidar não tome cloridrato de bupropiona sem falar com o seu médico. O seu médico irá considerar o benefício para você e o risco para seu bebê de tomar cloridrato de bupropiona enquanto estiver grávida.

Alguns, mas não todos os estudos relataram um aumento no risco de defeitos congênitos, particularmente defeitos cardíacos, em bebês cujas mães estavam tomando cloridrato de bupropiona. Não se sabe se estes defeitos são devido à utilização de cloridrato de bupropiona.

Demonstrou-se que a bupropiona e seus metabólitos são excretados pelo leite materno; portanto, devido às potenciais reações adversas, recomenda-se que mães que estejam sob tratamento com cloridrato de bupropiona não amamentem. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Composição do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química Cada comprimido revestido de liberação prolongada contém

Cloridrato de bupropiona 150 mg
Excipiente* q.s.p 1 comprimido revevestido liberação prolongada

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  • *Celulose microcristalina, cloridrato de cisteína, hipromelose, estearato de magnésio, hipromelose + macrogol, dióxido de titânio, vermelho allura 129 e azul brilhante 133 laca de alumínio.
  • Apresentação do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
  • Comprimido revestido de liberação prolongada de 150 mg em embalagem contendo 10, 12, 15, 30 e 60.
  • Comprimidos revestidos de liberação prolongada ou embalagem hospitalar contendo 100 e 200.
  • Comprimidos revestidos de liberação prolongada.
  • Uso oral.
  • Uso adulto.
  • Superdosagem do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
  • Se você ingerir muitos comprimidos, podem aumentar as chances de ter convulsão ou ataque epiléptico. Procure imediatamente seu médico ou o hospital mais próximo. Os sintomas que indicam superdosagem são: sonolência, redução do nível de consciência e alterações nos batimentos cardíacos.

    Foram relatados alguns casos que resultaram em morte. Tratamento Na ocorrência de superdosagem, a hospitalização é recomendada. O eletrocardiograma e sinais vitais devem ser monitorados. É necessário assegurar oxigenação e ventilação adequadas. O uso de carvão ativado também é recomendado. Não se conhece nenhum antídoto específico para a bupropiona.

    Em caso de uso de uma grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Interação Medicamentosa do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química Se você está tomando outros medicamentos, ervas ou vitaminas, inclusive produtos comprados sem prescrição do seu médico, avise-o.

    • Tomar certos medicamentos para depressão ou outros problemas mentais.
    • Tomar medicamentos para tratar doença de Parkinson (levodopa, amantadina ou orfenadrina).
    • Tomar medicamentos para epilepsia (carbamazepina, fenitoína, fenobarbital).
    • Tomar ciclofosfamida, isofosfamida ou tamoxifeno, normalmente usadas para o tratamento de câncer.
    • Tomar ticlopidina ou clopidogrel, normalmente usados para prevenir a ocorrência de acidente vascular cerebral (AVC).
    • Tomar alguns tipos de betabloqueadores (medicamento para controlar a pressão arterial)
    • Tomar medicamentos para arritmia cardíaca.
    • Tomar medicamentos para tratar infecção por HIV (ritonavir, efavirenz).
    • Usar adesivos de nicotina para parar de fumar.
    • Se algum dos itens acima se aplica a você, fale com seu médico imediatamente, antes de usar cloridrato de bupropiona.
    • A coadministração de cloridrato de bupropiona com digoxina, utilizada para problemas no coração, pode diminuir os níveis de digoxina.
    • Bebidas alcoólicas

    Algumas pessoas podem se sentir mais sensíveis ao álcool durante o uso de cloridrato de bupropiona. Seu médico pode sugerir que você não beba (cerveja, vinho ou destilados) enquanto estiver sob tratamento com cloridrato de bupropiona, ou que beba muito pouco.

    Mas, se você tem o costume de beber muito, não pare repentinamente, pois pode ser perigoso. Converse com seu médico sobre isso antes de usar cloridrato de bupropiona. Testes laboratoriais O cloridrato de bupropiona pode interferir no resultado de alguns testes laboratoriais usados para detectar drogas na urina.

    Se você for realizar algum teste laboratorial, avise ao seu médico, hospital ou laboratório que está utilizando cloridrato de bupropiona.

    1. Não é perigoso usar cloridrato de bupropiona e fumar ao mesmo tempo.
    2. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    3. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para sua saúde.
    4. Ação da Substância Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
    5. Resultados de Eficácia
    6. Comprimidos revestidos de liberação lenta

    A eficácia de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) no tratamento da depressão em adultos foi demonstrada em dois estudos controlados com placebo, de oito semanas de duração. No primeiro estudo, que utilizou dose fixa, Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 150 mg/dia e 300 mg/dia foi superior ao placebo no escore total da escala HAM-D (Escala de Hamilton para Depressão), no escore de Impressão Clínica Global de Gravidade (CGI-S) e Impressão Clínica Global de Melhora (CGI-I).

    No estudo com dose flexível, o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 50 mg -150 mg administrado uma vez ao dia foi superior ao placebo no escore total da HAM-D, MADRS (Escala de Montgomery-Asberg para Depressão), CGI-S e CGI-I, enquanto o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 50 mg -150 mg administrado duas vezes ao dia foi alcançou superioridade estatisticamente significante em todas as quatro escalas de depressão 1, 2,

    Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) também demonstrou eficácia antidepressiva comparável aos ISRSs sertralina, fluoxetina e paroxetina em estudos controlados com pacientes, com até 16 semanas de duração. O primeiro deles foi um ensaio em indivíduos adultos comparando Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 150 mg – 300 mg/dia com sertralina 50 mg – 200 mg/dia.

    Em seguida, dois estudos controlados com placebo de oito semanas de duração, em pacientes adultos, comparando Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 150 mg – 400 mg/dia com sertralina 50 mg – 200 mg/dia; e dois comparando Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 150 mg – 400 mg/dia com fluoxetina 20 mg – 60 mg/dia.

    Em idosos, um estudo controlado de seis semanas comparou Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 100 mg – 300 mg/dia com paroxetina 10 mg – 40 mg/dia. Em todos os estudos, Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e os ISRSs tiveram eficácia semelhante no tratamento de depressão pelas escalas HAM-D, CGI-I e CGI-S.

    A incidência de disfunção sexual (baseada no critério DSM-IV e medida por entrevistas) foi significativamente maior com os ISRSs fluoxetina e sertralina do que com Cloridrato de Bupropiona (substância ativa). Adicionalmente, o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foi associada a menor incidência de sedação quando comparada a todos os ISRSs 3, 4, 5, 6, 7, 8,

    A eficácia de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) em prevenir a recaída da depressão foi estabelecida em um estudo de longa duração (52 semanas) em adultos. Pacientes que responderam ao tratamento de oito semanas com Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 300 mg/dia foram randomizados para continuar tomando a mesma dosagem de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) ou placebo.

    Os pacientes que continuaram recebendo Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) experimentaram índices de recaída significativamente menores nas 44 semanas subsequentes, quando comparados àqueles submetidos a placebo. O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa)foi bem tolerada durante uma terapia de longo prazo, sem alterações clinicamente significativas nos sinais vitais e com perda de peso modesta, que aumentava quanto maior o peso corporal no início do tratamento 9,

    Referências: 1. GlaxoSmithKline internal document. A multicenter evaluation of the safety and efficacy of 150 mg/day and 300 mg/day of bupropion HCl sustained-release versus placebo in depressed outpatients. THRS/93/0024/00 (protocol 203).2. GlaxoSmithKline internal document.

    A multicenter evaluation of the safety and efficacy of two flexible doses of Wellbutrin sustainedrelease versus placebo in depressed outpatients. THRS/94/0033 (protocol 212).3. Kavoussi RJ, Segraves RT, Hughes AR, et al. Double-blind comparison of bupropion sustained release and sertraline in depressed outpatients.

    J Clin Psychiatry 1997; 58: 532-537.4. Croft H, Settle E, Houser T, et al. A placebo-controlled comparison of the antidepressant efficacy and effects on sexual functioning of sustained-release bupropion and sertraline. Clin Ther 1999; 12: 643-658.5. Coleman CC, Cunningham LA, Foster VJ, et al.

    • Sexual dysfunction associated with the treatment of depression: a placebo-controlled comparison of bupropion sustained release and sertraline treatment.
    • Annals of Clinical Psychiatry 1999; 11(4): 205-215.6.
    • Coleman C, King B, Bolden-Watson C, et al.
    • A placebo-controlled comparison of the effects on sexual functioning of bupropion sustained release and fluoxetine.

    Clin Ther 2001; 23(7): 1040-1058.7. GlaxoSmithKline internal document. A multicenter, double-blind, placebo-controlled comparison of the safety and efficacy and effects on sexual functioning of Wellbutrin® (bupropion HCl) sustained release (SR) and fluoxetine in outpatients with moderate to severe recurrent major depression.

    1. RM2000/00500/00 (protocol AK1A4006).8.
    2. Weihs KL, Settle EC, Batey SR, et al.
    3. Bupropion sustained release versus paroxetine for the treatment of depression in the elderly.
    4. J Clin Psychiatry 2000; 61(3): 196-202.9.
    5. Weihs KL, Houser TL, Batey SR et al.
    6. Continuation phase treatment with bupropion SR effectively decreases the risk for relapse of depression Biol Psychiatry 2002; 51: 753-7613.

    Comprimidos revestidos de liberação prolongada A eficácia e a tolerabilidade da Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram examinadas em sete estudos duplo-cegos. Em um dos dois estudos idênticos de dose flexível (WXL101497, n = 576), Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) (150-300 mg/dia) foi significativamente superior ao placebo no parâmetro primário, com mudanças da pontuação total da linha de base MADRS (Escala de Montgomery-Asberg para depressão) (p = 0,006).

    Efeitos estatisticamente significativos também foram encontrados em uma série de objetivos secundários, incluindo resposta e remissão na MADRS, gravidade e melhora global no CGI, Sheehan Disability Scale, MEI e Q-LES-Q. A eficácia de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) neste estudo foi muito semelhante ao comparador ativo, venlafaxina.

    No segundo estudo (AK130939, n = 591), Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) não apresentou diferenças significativas do placebo para o parâmetro primário, para mudanças da pontuação total da linha de base MADRS (p = 0,146), embora efeitos estatisticamente significativos tenham sido observados para venlafaxina (p lt;0,001 versus placebo).

    Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) mostrou ser benéfico em pacientes idosos em um desenho de estudo placebo-controlado desenhado com dose flexível (AK130940, n = 420), conduzido durante o intervalo de dose 150-300 mg/dia. Efeitos estatisticamente significativos foram mostrados para respostas a MADRS, melhora global CGI, Sheehan Disability Scale, MEI e Q-LES-Q, embora apenas uma tendência tenha sido observada no parâmetro primário, para mudanças da pontuação total da linha de base MADRS (p = 0,085).

    Dois estudos controlados envolvendo placebo e escitalopram (AK130926, n=424 e AK130927, n=425) foram conduzidos em adultos no intervalo de dose de 300 mg/dia- 450 mg/dia. Após oito semanas de tratamento, os pacientes fazendo uso de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) apresentaram, em cada estudo, disfunção no orgasmo significativamente inferior que os pacientes tratados com escitalopram (p = 0,014 e p lt;0,001 versus escitalopram), embora a significância estatística para a Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) versus placebo não tenha sido mostrada em nenhum estudo sobre o parâmetro coprincipal e sobre a mudança na pontuação total da linha de base HAMD (p = 0,179 e p = 0,184 versus placebo, respectivamente).

    Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) separou do placebo em uma série de objetivos secundários: Alteração a partir da randomização na escala Hospital Anxiety and Depression, taxas de remissão aferidas pela HAMD-17 no estudo 1; e variação média no CGI-S a partir da randomização e taxas de resposta no CGI-I no estudo 2.

    Em um estudo de oito semanas com pacientes adultos com Transtorno Depressivo Maior (TDM) e redução dos níveis de prazer, interesse e energia (AK130931, n = 274), o grupo fazendo uso de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) apresentou melhora estatisticamente significativa sobre o placebo para o parâmetro primário, a mudança da linha de base na escala de autorresposta IDS escala nominal (p = 0,018).

    Também foi mostrada significância estatística numa série de objetivos secundários, incluindo a avaliação clínica da IDS, CGI gravidade da doença e melhora. Em um estudo ativo controlado de 12 semanas de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) (300-450 mg/dia) versus venlafaxina em pacientes adultos com TDM (WXL100368, n = 348), Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) mostrou impacto significativamente menos negativo sobre o funcionamento sexual (o parâmetro primário; p = 0,005) e uma eficácia global semelhante à da venlafaxina.

    Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e venlafaxina são comparáveis conforme a avaliação da pontuação total HAMD-17, no item de humor depressivo, na sub-escala de melancolia do Bech, taxas de resposta HAMD-17 e mudança a partir da randomização no CGI-S.

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    A significância estatística a favor de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) versus venlafaxina mostrou-se para a proporção de pacientes que alcançaram a remissão na HAMD e resposta na CGI-I. Referências: GlaxoSmithKline internal document HM/2005/00250/00 (Study WXL101497). GlaxoSmithKline internal document HM/2005/00248/00 (Study AK130939).

    GlaxoSmithKline internal document HM2005/00249/00 (Study AK130940). Clayton AH, Croft H, Horrigan JP, Wightman DS, Krishen A, Richard NE, Modell JG. Bupropion XL compared with escitalopram: effects on sexual functioning and antidepressant efficacy in two randomized, double-blind, placebo-controlled studies.

    1. J Clin Psychiatry 2006; 67:736-746.
    2. Jefferson JW, Rush AJ, Nelson JC, VanMeter SA, Krishen A, Hampton KD, Wightman DS, Modell JG.
    3. Extended-release bupropion for major depressive disorder with symptoms of reduced energy, pleasure, and interest: a randomized, double-blind, placebocontrolled study.
    4. J Clin Psychiatry, 2006; 67:865-873.

    Thase ME, Clayton AH, Haight BR, Krishen A, Modell JG. A double-blind comparison between bupropion XL and venlafaxine XR: sexual functioning, antidepressant efficacy and tolerability. Journal of Neuropsychopharm, 2006;26(5);482-8.

    • Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
    • Wellbutrin ® SR e Wellbutrin ® XL.
    • Características Farmacológicas
    • Propriedades Farmacodinâmicas
    • Mecanismo de ação

    O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa)é um inibidor seletivo da recaptação neuronal de catecolaminas (noradrenalina e dopamina), com efeito mínimo na recaptação de indolaminas (serotonina) e que não inibe a monoaminoxidase (MAO). O mecanismo exato de ação do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa), assim como o de muitos antidepressivos, é desconhecido.

    • Presume-se que o mecanismo de ação do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) seja mediado por mecanismos noradrenérgicos e/ou dopaminérgicos.
    • Propriedades Farmacocinéticas Absorção Após administração oral de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) a voluntários sadios, os picos de concentração plasmática são alcançados após aproximadamente três horas.

    O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e seus metabólitos apresentam cinética linear após administração crônica de 150 a 300 mg diariamente. Distribuição O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é largamente distribuída, com volume aparente de distribuição de aproximadamente 2.000 L.

    1. Metabolismo
    2. O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é extensivamente metabolizada em humanos.
    3. Três metabólitos farmacologicamente ativos do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram identificados no plasma

    A hidroxibupropiona e os isômeros aminoálcool, treoidrobupropiona e eritroidrobupropiona. Esses metabólitos podem ter importância clínica quando suas concentrações plasmáticas são altas ou maiores que as do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).

    A eritroidrobupropiona não pode ser medida no plasma após uma dose única de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa). Os metabólitos ativos são posteriormente metabolizados em metabólitos inativos e excretados na urina. Estudos in vitro demonstram que o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é metabolizada em seu principal metabólito ativo, a hidroxibupropiona, primariamente pelo CYP2B6 e que o sistema enzimático citocromo P450 não está envolvido na formação da treoidroxibupropiona.

    O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e a hidroxibupropiona são inibidores competitivos, relativamente fracos, da isoenzima CYP2D6, com valores de Ki de 21 e 13,3 µM, respectivamente. Em voluntários que metabolizam largamente pela isoenzima CYP2D6, a administração concomitante de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e desipramina resultou em aumento da C máx e da ASC da desipramina de duas e cinco vezes, respectivamente.

    Esse efeito tende a permanecer por pelo menos sete dias após a última dose de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa). Uma vez que o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) não é metabolizada pela via CYP2D6, a desipramina não afeta a farmacocinética do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).

    Recomenda-se cuidado quando Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é administrado com substratos da via CYP2D6. Em animais, o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) demonstrou induzir seu próprio metabolismo após administração subcrônica. Em humanos, não existem evidências de indução enzimática do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e hidroxibupropiona em voluntários ou pacientes que recebem as doses recomendadas de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) por 10 a 45 dias.

    Em estudo clínico com voluntários sadios, o ritonavir (100 mg duas vezes ao dia) diminuiu a ASC e a C máx do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) em 22% e 21%, respectivamente. A ASC e a C máx dos metabólitos do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram reduzidas a 0% e 44%. Em um segundo estudo clínico com voluntários sadios, ritonavir (600 mg duas vezes ao dia) diminuiu a ASC e a C máx do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) em 66% e 62%, respectivamente.

    A ASC e a C máx dos metabólitos do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram reduzidas a 42% e 78%, respectivamente. Em outro estudo com voluntários sadios, lopinavir 400 mg/ritonavir 100 mg (duas vezes ao dia) diminuiu a ASC e a C máx do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) em 57%.

    1. A ASC e a C máx da hidroxibupropiona foram reduzidas a 50% e 31%, respectivamente.
    2. Eliminação Após administração oral de 200 mg de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) marcada com C14 em humanos, 87% e 10% da dose radiomarcada foram eliminadas na urina e nas fezes, respectivamente.
    3. A fração da dose oral de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) excretada inalterada foi de apenas 0,5%, dado que está de acordo com o extenso metabolismo do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).

    Menos de 10% dessa dose radiomarcada foi encontrada na urina como metabólito ativo. Após administração oral, o clearance médio aparente do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é, aproximadamente, de 200 L/h, e a meia-vida de eliminação média do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é de cerca de 20 horas.

    A meia-vida de eliminação da hidroxibupropiona é de, aproximadamente, 20 horas, e a área sob a curva da concentração plasmática da droga versus tempo (ASC), no estado de equilíbrio, é de cerca de 17 vezes a do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa). As meias-vidas de eliminação da treoidrobupropiona e da eritroidrobupropiona são mais longas (37 e 33 horas, respectivamente), e os valores da área sob a curva, no estado de equilíbrio, são 8 e 1,6 vezes maiores do que os valores do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa), respectivamente.

    O estado de equilíbrio para o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e seus metabólitos é alcançado dentro de oito dias. Pacientes com insuficiência renal A eliminação do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e de seus principais metabólitos pode ser reduzida pelo comprometimento da função renal.

    1. Em indivíduos com insuficiência renal em fase terminal ou insuficiência renal de moderada a grave, a exposição ao Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e seus metabólitos pode ser aumentada.
    2. Pacientes com insuficiência hepática A farmacocinética do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e de seus metabólitos ativos não foi estatisticamente diferente em pacientes com cirrose de leve a moderada, em comparação a voluntários sadios.

    Entretanto, nestes pacientes observou-se uma variabilidade maior na farmacocinética em relação a indivíduos sadios. Em pacientes com cirrose hepática grave, a C máx e a ASC do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram significativamente aumentadas (diferença média de, aproximadamente, 70% e três vezes, respectivamente) e mais variáveis, quando comparadas aos valores de voluntários sadios.

    O tempo de meia-vida também foi aumentado em, aproximadamente, 40%. Para os metabólitos, a C máx média foi menor (em aproximadamente 30% a 70%), a ASC média tendeu a ser maior (em aproximadamente 30% a 50%), o Tmáx médio foi retardado (em aproximadamente 20 horas) e as meias-vidas aumentadas (aproximadamente de duas a quatro vezes), quando comparados aos valores encontrados em voluntários sadios.

    Idosos Estudos farmacocinéticos em idosos têm demonstrado resultados variáveis. Um estudo com dose única revelou parâmetros similares entre idosos e adultos jovens. Outro estudo farmacocinético, de dose única e múltipla, sugeriu maior acúmulo do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e de seus metabólitos nestes pacientes.

    • Exclusivo comprimidos revestidos de liberação lenta
    • Em um estudo com voluntários sadios, não foi observado nenhum efeito clinicamente significativo dos comprimidos de ação prolongada de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) (450 mg/dia) no intervalo de QTcF após 14 dias de tratamento.
    • Propriedades Farmacocinéticas
    • Absorção

    Três estudos sugerem que a exposição ao Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) pode ser aumentada quando os comprimidos de ação lenta são ingeridos com alimentos. Quando os comprimidos foram tomados após a alimentação, a C máx do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) aumentou 11%, 16% e 35% nos três ensaios.

    1. Metabolismo
    2. Os picos das concentrações plasmáticas da hidroxibupropiona e da treoidrobupropiona são alcançados, aproximadamente, seis horas após a administração de uma única dose de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).
    3. Exclusivo comprimidos revestidos de liberação prolongada
    4. Propriedades Farmacodinâmicas
    5. Mecanismo de Ação
    6. Em estudo com voluntários sadios, não foi observado efeito clinicamente significativo sobre o intervalo QTcF, após o intervalo de 14 dias de administração (para atingir a dosagem de equilíbrio), ao se comparar os comprimidos de liberação prolongada (450 mg/dia) com o placebo.
    7. Propriedades Farmacocinéticas
    8. Absorção
    9. Não existem alterações significativas na absorção do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) quando administrada com alimentos.
    10. Metabolismo

    Concentrações plasmáticas máximas de hidroxibupropiona são, aproximadamente, 10 vezes o nível de pico do fármaco no estado estacionário. Os tempos para as concentrações máximas para o eritroidrobupropiona e metabólitos treoidrobupropiona são semelhantes aos metabólitos da hidroxibupropiona.

    • Eliminação
    • O revestimento insolúvel do comprimido de liberação prolongada pode permanecer intacto durante o trânsito gastrintestinal e ser eliminado nas fezes.
    • Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
    • Wellbutrin ® SR e Wellbutrin ® XL.
    • Cuidados de Armazenamento do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Aspectos físicos / Características organolépticas Comprimido revestido na cor roxo, circular e biconvexo.

    Algumas vezes cloridrato de bupropiona pode estar com um cheiro diferente. Isso é normal, continue a tomá-lo regularmente. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Dizeres Legais do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química Reg. MS: 1.2675.0319 Farm.Resp.: Dr. Franciso Martins da Silva FilhoCRF – SP nº 23.060 Registrado por: Nova Química Farmacêutica S/AAv.

    1. Indústria Brasileira
    2. Fabricado por:
    3. EMS S/A Hortolândia/SP
    4. SAC:
    5. 0800-0262274

    Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita. : Bula do Cloridrato de Bupropiona Nova Química

    O que a bupropiona faz no cérebro?

    A bupropiona atua no sistema nervoso central para inibir a recaptação da noradrenalina e da dopamina, dois neurotransmissores associados à sensação de bem-estar.

    Como a bupropiona age na ansiedade?

    ‘A bupropiona é um antidepressivo que vai inibir a recaptação de 2 neurotransmissores: da Noradrenalina e da dopamina, ou seja, maiores quantidades dessas substâncias estarão disponíveis no cérebro. Isso tudo gera os efeitos terapêuticos dessa medicação.’

    Quem sofre de ansiedade pode tomar bupropiona?

    A BUPROPIONA é eficaz também no tratamento de ansiedade?

    > > Resposta

    Quarta-feira, 17 de Novembro às 12:52 Quinta-feira, 13 de Janeiro às 22:44 A Bupropiona não é um bom medicamento para tratar ansiedade. Pode inclusive aumentar esse sintoma. Mas pode ser usada em combinação com outros medicamentos, como a sertralina. Domingo, 26 de Dezembro às 04:37 Mário tudo bem? De forma isolada não é eficaz, tem outras medicações demostradas para controle de ansiedade, SEMPRE, associado a psicoterapia, atividades físicas, boa alimentação e higiene adequado do sono. Abraço. Sexta-feira, 10 de Dezembro às 19:11 Não Quarta-feira, 08 de Dezembro às 14:36 Olá. Bupropiona também pode ser usada no tratamento da ansiedade porém é pouco indicada para ansiedade pois pode cursar com sintomas ansiosos como agitação e inquietude em alguns pacientes. Porém sempre é importante consultar um profissional para avaliar cada caso. Sexta-feira, 19 de Novembro às 13:09 Não. pode piorar, na verdade, sugiro acompanhamento com psiquiatra responsável para melhor orientação. Sexta-feira, 19 de Novembro às 11:56 Bom dia Mário ! A bupropiona não é à primeira escolha para transtornos de ansiedade, em alguns casos pode até piorar, primeiro passo seria fechar diagnóstico para escolher o medicamento mais apropriado para cada caso. Quarta-feira, 17 de Novembro às 13:04 Sim, a bupropiona além de ser um dos antidepressivos mais antigos, tem farmacocinética bastante segura é usado como primeira escolha em quadros de ansiedade generalizada, dependência de substância e dependências comportamentais. Itens por página: 1 – 7 de 7 : A BUPROPIONA é eficaz também no tratamento de ansiedade?

    Pode tomar bupropiona de estômago vazio?

    Tomar o medicamento com alimento, para evitar irritação gas- trintestinal. evitar dose perto do horário de dormir. iniciar com 150 mg, em dose única diária, durante três dias. A seguir 150 mg, duas vezes por dia, respeitando um intervalo de pelo menos 8 horas entre as duas doses.

    Qual é o nome do remédio que emagrece mais rápido?

    Atualmente, o Wegovy® (semaglutida) é o remédio para emagrecer com maior taxa de perda de peso aprovado pela ANVISA. –

    Quem toma bupropiona pode beber cerveja?

    Bebidas alcoólicas Algumas pessoas podem se sentir mais sensíveis ao álcool enquanto usam Bup® (cloridrato de bupropiona). Seu médico pode sugerir que você não beba (cerveja, vinho ou destilados), enquanto estiver sob tratamento com Bup® (cloridrato de bupropiona), ou que beba muito pouco.

    Qual o melhor horário para tomar bupropiona para emagrecer?

    Como tomar Contrave® para emagrecer? – A recomendação em bula do Contrave® 8 mg/90 mg (cloridrato de naltrexona 8 mg e cloridrato de bupropiona 90 mg) e avaliada em estudos clínicos com a medicação, é iniciar com a dose de 1 comprimido pela manhã, com ajustes semanais até a dose máxima de 4 comprimidos ao dia.

    1. Vale ressaltar que é de suma importância que você siga a prescrição recomendada pelo seu médico.
    2. Assim, o tratamento deve ser individualizado para o seu quadro clínico e para a perda de peso que você tem como objetivo.

    Alguns detalhes são importantes durante o tratamento com Contrave ®:

    • A dose diária total de Contrave ® não deve exceder 360 mg do componente bupropiona (ou seja, quatro comprimidos por dia);
    • Administramos a dose diária em doses divididas (duas vezes ao dia);
    • Deve-se aumentar a dose gradualmente;
    • Os comprimidos não devem ser partidos, mastigados ou esmagados;
    • Não tomar mais de dois comprimidos ao mesmo tempo;
    • Deve ser evitada a coadministração de Contrave ® com refeições com alto teor de gordura devido a um aumento significativo na exposição sistêmica à bupropiona e à naltrexona;
    • Se faltar uma dose, deve esperar até a próxima dose programada para retomar o esquema posológico regular.

    Como é feito o desmame da bupropiona?

    Como funciona o desmame de medicamentos antidepressivos? Publicado em: 9 de abril de 2021 Revisado em: 9 de abril de 2021 Interromper o tratamento com antidepressivos de forma abrupta pode fazer mal à saúde. Conheça as recomendações sobre desmame de antidepressivos e ansiolíticos, antes de descontinuar o uso desses medicamentos.

    É grande o número de pessoas que fazem e ansiolíticos no país, para tratar transtornos de, e, problemas muito comuns hoje. Para quem está iniciando o tratamento, é esperado que nos primeiros 15 dias o paciente sinta alguns incômodos, como enjoo, sonolência, falta ou aumento de apetite, boca seca, etc.

    A tendência é que após essa fase de adaptação os efeitos adversos se amenizem e até sumam. O problema é que muitos pacientes acabam se sentindo desestimulados por causa desses efeitos adversos e interrompem abruptamente o tratamento, sem consultar o médico especialista.

    Não interrompa o tratamento de forma abrupta, de uma hora para outra. Se for preciso trocar a medicação ou parar por qualquer outro motivo, você tem que descontinuar o uso, reduzir a dose da medicação até conseguir parar de tomá-la sem sentir tantos efeitos desagradáveis.

    Essa descontinuação deve ser feita lentamente, por conta da farmacologia dessas medicações, já que essas são drogas que têm uma meia-vida muito curta, ou seja, elas permanecem no organismo por um tempo inferior a 24 horas. Assim, se você para a medicação de repente, os níveis da droga no organismo caem depressa, causando efeitos indesejáveis.

    • No geral, as diretrizes psiquiátricas recomendam que a descontinuação seja feita de forma gradual, num período de 2 a 4 semanas, nas quais se reduz devagar a dose terapêutica mínima.
    • Por exemplo: se a dose recomendada era de 20 mg, o paciente pode tomar 15 mg por duas semanas, depois 10 mg e assim por diante.

    Até parar. Mais uma vez: nunca pare de maneira abrupta. Você pode passar mal. Sempre converse com o médico que fez a indicação. : Como funciona o desmame de medicamentos antidepressivos?

    Pode tomar bupropiona com outro medicamento?

    Cloridrato de Bupropiona é contraindicado para pacientes: –

    Com hipersensibilidade conhecida à bupropiona ou a qualquer componente da fórmula; Com diagnóstico de epilepsia ou outros transtornos convulsivos; Em processo de descontinuação abrupta do uso de sedativos ou álcool; Com diagnóstico atual ou prévio de bulimia ou anorexia nervosa, uma vez que foi observada alta incidência de convulsões nesses pacientes após a administração da droga.

    A administração concomitante com inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) ou no período de 14 dias após a interrupção do tratamento com IMAO é contraindicada. Cloridrato de Bupropiona é contraindicado para pacientes que usam qualquer outro medicamento que contenha bupropiona, uma vez que a incidência de convulsões é dependente de dose.

    O que a bupropiona faz no cérebro?

    Pode-se dizer que a nicotina aumenta a liberação da dopamina nos neurônios pós-sinápticos, resultando em dependência, sendo assim, a bupropiona age na inibição da recaptação da dopamina e adrenalina, reduzindo os sintomas da retirada do tabaco e o desejo de fumar.

    Quanto tempo tomando bupropiona faz efeito?

    Presume-se que bupropiona interaja com substâncias químicas no cérebro (neurotransmissores) relacionadas à depressão, chamadas noradrenalina e dopamina. Pode ser que você demore a se sentir melhor. Em alguns casos, pode demorar semanas ou meses até que o medicamento faça efeito completamente.

    Quanto tempo para se acostumar com bupropiona?

    Bula do Cloridrato de Bupropiona Nova Química Você precisa começar a usar cloridrato de bupropiona enquanto ainda estiver fumando e, junto com seu médico, determinar uma.

    • Você precisa começar a usar cloridrato de bupropiona enquanto ainda estiver fumando e, junto com seu médico, determinar uma data para interromper o hábito durante a segunda semana após o início do tratamento.
    • Embora a bupropiona também seja usada para tratar a depressão, as informações contidas nesta bula são destinadas especificamente a pacientes que estejam em tratamento para parar de fumar, pois as dosagens e as demais instruções são diferentes para o tratamento da depressão.
    • Como o Cloridrato de Bupropiona – Nova Química?

    O cloridrato de bupropiona é um medicamento que contém a substância ativa bupropiona. Esta substância é capaz de reduzir a vontade de fumar de pessoas com dependência à nicotina. Seu mecanismo de ação não é igual ao dos tratamentos de reposição de nicotina.

    1. O cloridrato de bupropiona demora cerca de uma semana para começar a fazer efeito, já que é o período necessário para que a bupropiona atinja os níveis necessários no organismo.
    2. O cloridrato de bupropiona será mais eficiente se você estiver totalmente comprometido a parar de fumar e dispuser de um Programa de Suporte ou de Aconselhamento para auxiliá-lo.
    3. Contraindicação do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
    4. Não use cloridrato de bupropiona se você:
    • É alérgico a cloridrato de bupropiona, à bupropiona ou a qualquer outro componente do medicamento;
    • Está tomando outros medicamentos que contenham bupropiona;
    • Tem menos de 18 anos;
    • Recebeu diagnóstico de epilepsia ou de outros transtornos convulsivos;
    • Tem ou já teve algum distúrbio de alimentação (por exemplo, bulimia ou anorexia);
    • É usuário crônico de bebidas alcoólicas e está tentando parar de beber ou parou há pouco tempo;
    • Parou recentemente de usar tranquilizantes ou sedativos, ou vai parar de tomá-los enquanto usa cloridrato de bupropiona;
    • Está tomando ou tomou, nos últimos 14 dias outros medicamentos para depressão ou doença de Parkinson chamados inibidores da MAO.
    • Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico imediatamente, antes de usar cloridrato de bupropiona.
    • Como usar o Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
    • Uso oral.

    Os comprimidos de cloridrato de bupropiona devem ser engolidos inteiros. Não devem ser partidos nem mastigados. Algumas vezes cloridrato de bupropiona pode estar com um cheiro estranho. Isso é normal, continue tomando os comprimidos como antes. Posologia do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química Comece a usar cloridrato de bupropiona enquanto ainda estiver fumando.

    Você deve estabelecer uma data para parar de fumar durante a segunda semana após o início do tratamento. Isso porque o medicamento demora aproximadamente uma semana para atingir os níveis necessários no seu corpo e, então, começar a fazer efeito. Não é perigoso fumar e usar cloridrato de bupropiona ao mesmo tempo.

    A dose normalmente recomendada (para adultos somente) é:

    • Nos três primeiros dias, um comprimido (150 mg) uma vez ao dia.
    • Do quarto dia em diante, um comprimido (150 mg) duas vezes ao dia, com pelo menos 8 horas de intervalo e não próximo a hora de dormir.

    Não tome mais do que um comprimido de uma vez. Continue utilizando cloridrato de bupropiona por pelo menos sete semanas. Seu médico deve decidir se você pode continuar o tratamento por um período mais longo. Se você não obteve progresso após 7 semanas, seu médico pode considerar a interrupção do tratamento.

    Sempre tome cloridrato de bupropiona exatamente como seu médico receitou. As doses aqui indicadas são as normalmente necessárias, mas seu médico pode personalizar sua prescrição e alterá-las. Para algumas pessoas, pode-se prescrever um comprimido (150 mg) uma vez ao dia durante todo o tratamento, em razão de problemas nos rins ou no fígado ou ter mais de 65 anos.

    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Cloridrato de Bupropiona – Nova Química? Se você esquecer de tomar uma dose, espere para tomar a próxima no horário normal.

    1. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.
    2. Precauções do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
    3. O cloridrato de bupropiona não é recomendado para menores de 18 anos, pois não foi adequadamente estudado neste grupo de paciente.
    4. Antes de iniciar o seu tratamento com cloridrato de bupropiona, fale com seu médico se você:
    • Já apresentou ou apresenta comportamento ou pensamentos suicidas;
    • Tem problemas nos rins ou no fígado, pois pode ser necessário um ajuste de dose e monitoramento do tratamento de perto;
    • Teve algum outro problema psiquiátrico, além de depressão, pois algumas pessoas podem apresentar alucinações ou delírios;
    • Tem mais de 65 anos, pois pode ser necessário um ajuste de dose e monitoramento do tratamento de perto;
    • Está grávida ou pretendendo engravidar.

    Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico antes de usar cloridrato de bupropiona. Ele pode recomendar alguma atenção especial ou indicar outro tratamento. Se você tiver uma convulsão, avise seu médico assim que possível. Não tome mais comprimidos. Pode haver risco maior que o normal de você ter convulsão se você:

    • Toma outros medicamentos que aumentam as chances de ter convulsão;
    • Está tomando tranquilizantes ou sedativos ou for parar de tomá-los enquanto estiver usando cloridrato de bupropiona;
    • Toma estimulantes ou outros medicamentos para controlar o peso ou o apetite;
    • Ingere grandes quantidades de bebidas alcoólicas regularmente;
    • Tem diabetes, e em razão disso, usa insulina ou comprimidos para reduzir a taxa de açúcar no sangue;
    • Já teve um trauma grave na cabeça;
    • Já teve um ataque epilético ou uma convulsão no passado;
    • Tem um tumor no cérebro.

    Se alguma das situações acima se aplica a você, fale com seu médico imediatamente, antes de usar cloridrato de bupropiona. Pressão alta Algumas pessoas que tomam cloridrato de bupropiona tem aumento na pressão arterial, que precisa de tratamento. Se você já tem pressão arterial elevada, ela pode piorar.

    Isto é mais provável se você estiver usando adesivos de nicotina para ajudar você a parar de fumar. Converse com o seu médico se você tiver um histórico de pressão alta. Se você já teve algum problema psiquiátrico Algumas pessoas que tomam cloridrato de bupropiona apresentaram alucinações (ver ou ouvir coisas que não existem) ou delírios (sentir ou acreditar em coisas que não são verdadeiras), pensamentos desordenados ou oscilações extremas de humor.

    Estes efeitos são mais prováveis em pessoas que tiveram problemas psiquiátricos antes. Se você se sentir deprimido ou com pensamentos suicidas Algumas pessoas ficam deprimidas quando tentam parar de fumar, muito ocasionalmente, elas podem pensar em cometer suicídio.

    • Se você já teve anteriormente pensamentos de autoagressão ou suicídio;
    • Se você tiver menos de 25 anos.

    Se você tiver pensamentos de autoagressão ou suicídio, contate o seu médico ou vá a um hospital imediatamente. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Deve-se ter cuidado ao realizar tarefas que requerem atenção cuidadosa e raciocínio. Se cloridrato de bupropiona faz você sentir vertigens ou a cabeça leve, não dirija nem opere máquinas.

    • Este produto contém bupropiona, que está incluída na lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Antidoping.
    • Este medicamento pode causar doping,
    • Reações Adversas do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
    • Convulsões ou ataques epilépticos

    Aproximadamente 1 em cada 1.000 pessoas que tomam cloridrato de bupropiona apresenta o risco de convulsão. A chance disso acontecer é maior se você ingerir uma grande quantidade, se usar cloridrato de bupropiona com certos medicamentos ou se já tiver propensão a convulsões.

    1. Se você tiver qualquer sinal de reação alérgica, contate seu médico imediatamente e não tome mais cloridrato de bupropiona.
    2. Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
    3. Insônia, dor de cabeça, boca seca, distúrbios gastrintestinais, por exemplo, náuseas e vômitos.
    4. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
    5. Reações alérgicas (por exemplo, urticária), perda de apetite, agitação, sentir-se ansioso ou depressivo, tremores, vertigem, mudanças no paladar, dificuldade de concentração, dor abdominal, constipação (prisão de ventre), erupção cutânea, coceira, distúrbios de visão, sudorese (transpiração), febre e fraqueza.
    6. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
    7. Confusão mental, zumbido no ouvido, aumento nos batimentos do coração, aumento da pressão sanguínea (em alguns casos graves), calor e rubor, dor no peito, anemia (diminuição no número de células vermelhas no sangue), leucopenia (diminuição no número de células brancas) e trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas).
    8. Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
    9. Convulsão.
    10. Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)
    11. Reações alérgicas graves, palpitações, desmaio; movimentos involuntários, rigidez muscular, espasmos musculares, problemas ao andar ou de coordenação motora; sentir-se inquieto, irritadiço, hostil, agressivo ou paranoico; sentir-se estranho (despersonalização); perceber ou acreditar em coisas que não são reais (alucinações/delírios), ter sonhos estranhos, dormência, perda de memória; amarelamento da pele ou do branco dos olhos (icterícia), aumento das enzimas do fígado, hepatite; mudanças nos níveis sanguíneos de açúcar, hiponatremia (diminuição de sódio no sangue); vontade de urinar maior ou menor que a usual; incontinência urinária (perda involuntária da urina); vasodilatação, eritema multiforme, hipotensão postural, Síndrome de Stevens Johnson.
    12. Distúrbios do sono
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    O efeito colateral mais comum em pessoas que usam cloridrato de bupropiona é a dificuldade de dormir. Se você achar que seu sono está perturbado, tente não tomar cloridrato de bupropiona perto da hora de dormir. Se usa dois comprimidos por dia, tome um logo pela manhã e o outro na parte da tarde.

    Lembrese do intervalo de no mínimo 8 horas entre eles. Efeitos ao parar de fumar Pessoas que estão parando de fumar são afetadas por sintomas da síndrome de abstinência à nicotina, e efeitos semelhantes foram observados em usuários de cloridrato de bupropiona. Isso pode incluir: sentirse ansioso, agitado ou deprimido (algumas vezes com pensamentos suicidas).

    Se você perceber alterações no seu humor que lhe sejam preocupantes, fale com seu médico. Dados pós-comercialização As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso pós-aprovação de cloridrato de bupropiona. Uma vez que essas reações foram relatadas voluntariamente por uma população com tamanho incerto, nem sempre é possível estimar a frequência ou estabelecer uma relação de exposição à droga.

    • Cardiovascular
    • Alterações nos batimentos cardíacos, pressão baixa, infarto no coração, distúrbio cardiovascular, bloqueio átrio-ventricular total, extrassístoles, hipotensão, infarto do miocárdio, flebite (inflamação na veia) e embolia pulmonar (obstrução das artérias dos pulmões por coágulos).
    • Digestivo
    • Inflamação no intestino ou esôfago, sangramento gastrointestinal e gengival, hepatite, aumento da salivação, perfuração intestinal, danos no fígado, pancreatite (inflamação no pâncreas), úlcera de estômago e fezes anormais.
    • Endócrino
    • Alterações no açúcar do sangue e alteração na produção do hormônio antidiurético.
    • Circulatório e linfático

    Alteração nos níveis de algumas células do sangue, como células vermelhas, brancas e plaquetas e linfadenopatia (dilatação de um ou mais linfonodos). Alterações na coagulação sanguínea foram observadas quando a bupropiona foi coadministrada com varfarina.

    1. Metabolismo e nutricional
    2. Glicosúria (presença de açúcar na urina).
    3. Músculo-esquelético
    4. Artrite (inflamação nas articulações), rigidez, lesão e fraqueza muscular, febre.
    5. Sistema nervoso
    6. Eletroencefalograma anormal (EEG), agressão, acinesia (alterações do movimento do músculo cardíaco), afasia (perda da capacidade e das habilidades de linguagem), coma, suicídio, delírio, ilusões, alterações na fala, alterações nos movimentos, movimentos involuntários, euforia, alucinações, hipocinesia (movimentos diminuídos ou lentos da musculatura), aumento da libido, reações maníacas, dor ou lesão em um ou mais nervos, ideias paranóicas, agitação.
    7. Respiratório
    8. Pneumonia.
    9. Pele
    10. Queda de cabelo, alterações na pele como inchaço e descamação, aumento no crescimento de peles em mulheres e síndrome de Stevens–Johnson.
    11. Sentidos especiais
    12. Surdez, aumento da pressão intraocular e dilatação da pupila.
    13. Urogenital
    14. Ejaculação anormal, cistite (infecção na bexiga), dor na relação sexual, dificuldade para urinar, ginecomastia (aumento da mama em homens), menopausa, ereção dolorosa, desordens da próstata, salpingite (inflamação nas trompas de Falópio), incontinência urinária, retenção urinária, perturbações do trato urinário e vaginite (inflamação nos tecidos da vagina).

    Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), pelo telefone 0800 191914.

    • População Especial do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
    • Crianças
    • A segurança e a eficácia dos comprimidos de cloridrato de bupropiona em pacientes com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas.
    • Idosos (acima de 65 anos)
    • A experiência clínica não identificou diferenças de tolerabilidade à bupropiona entre idosos e pacientes mais jovens.

    O cloridrato de bupropiona deve ser usado somente por via oral. A inalação de comprimidos triturados ou a injeção do medicamento dissolvido podem afetar a absorção e liberação do medicamento, além do potencial risco de overdose. Foram relatados casos de morte e/ou convulsões quando cloridrato de bupropiona foi inalado ou injetado.

    • Gravidez e lactação Se você estiver grávida, ou pensa que pode estar, ou se você está planejando engravidar não tome cloridrato de bupropiona sem falar com o seu médico.
    • O seu médico irá considerar o benefício para você e o risco para seu bebê de tomar cloridrato de bupropiona enquanto estiver grávida.

    Alguns, mas não todos os estudos relataram um aumento no risco de defeitos congênitos, particularmente defeitos cardíacos, em bebês cujas mães estavam tomando cloridrato de bupropiona. Não se sabe se estes defeitos são devido à utilização de cloridrato de bupropiona.

    Demonstrou-se que a bupropiona e seus metabólitos são excretados pelo leite materno; portanto, devido às potenciais reações adversas, recomenda-se que mães que estejam sob tratamento com cloridrato de bupropiona não amamentem. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica.

    Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Composição do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química Cada comprimido revestido de liberação prolongada contém

    Cloridrato de bupropiona 150 mg
    Excipiente* q.s.p 1 comprimido revevestido liberação prolongada

    ol>

  • *Celulose microcristalina, cloridrato de cisteína, hipromelose, estearato de magnésio, hipromelose + macrogol, dióxido de titânio, vermelho allura 129 e azul brilhante 133 laca de alumínio.
  • Apresentação do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
  • Comprimido revestido de liberação prolongada de 150 mg em embalagem contendo 10, 12, 15, 30 e 60.
  • Comprimidos revestidos de liberação prolongada ou embalagem hospitalar contendo 100 e 200.
  • Comprimidos revestidos de liberação prolongada.
  • Uso oral.
  • Uso adulto.
  • Superdosagem do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
  • Se você ingerir muitos comprimidos, podem aumentar as chances de ter convulsão ou ataque epiléptico. Procure imediatamente seu médico ou o hospital mais próximo. Os sintomas que indicam superdosagem são: sonolência, redução do nível de consciência e alterações nos batimentos cardíacos.

    • Foram relatados alguns casos que resultaram em morte.
    • Tratamento Na ocorrência de superdosagem, a hospitalização é recomendada.
    • O eletrocardiograma e sinais vitais devem ser monitorados.
    • É necessário assegurar oxigenação e ventilação adequadas.
    • O uso de carvão ativado também é recomendado.
    • Não se conhece nenhum antídoto específico para a bupropiona.

    Em caso de uso de uma grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Interação Medicamentosa do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química Se você está tomando outros medicamentos, ervas ou vitaminas, inclusive produtos comprados sem prescrição do seu médico, avise-o.

    • Tomar certos medicamentos para depressão ou outros problemas mentais.
    • Tomar medicamentos para tratar doença de Parkinson (levodopa, amantadina ou orfenadrina).
    • Tomar medicamentos para epilepsia (carbamazepina, fenitoína, fenobarbital).
    • Tomar ciclofosfamida, isofosfamida ou tamoxifeno, normalmente usadas para o tratamento de câncer.
    • Tomar ticlopidina ou clopidogrel, normalmente usados para prevenir a ocorrência de acidente vascular cerebral (AVC).
    • Tomar alguns tipos de betabloqueadores (medicamento para controlar a pressão arterial)
    • Tomar medicamentos para arritmia cardíaca.
    • Tomar medicamentos para tratar infecção por HIV (ritonavir, efavirenz).
    • Usar adesivos de nicotina para parar de fumar.
    • Se algum dos itens acima se aplica a você, fale com seu médico imediatamente, antes de usar cloridrato de bupropiona.
    • A coadministração de cloridrato de bupropiona com digoxina, utilizada para problemas no coração, pode diminuir os níveis de digoxina.
    • Bebidas alcoólicas

    Algumas pessoas podem se sentir mais sensíveis ao álcool durante o uso de cloridrato de bupropiona. Seu médico pode sugerir que você não beba (cerveja, vinho ou destilados) enquanto estiver sob tratamento com cloridrato de bupropiona, ou que beba muito pouco.

    Mas, se você tem o costume de beber muito, não pare repentinamente, pois pode ser perigoso. Converse com seu médico sobre isso antes de usar cloridrato de bupropiona. Testes laboratoriais O cloridrato de bupropiona pode interferir no resultado de alguns testes laboratoriais usados para detectar drogas na urina.

    Se você for realizar algum teste laboratorial, avise ao seu médico, hospital ou laboratório que está utilizando cloridrato de bupropiona.

    1. Não é perigoso usar cloridrato de bupropiona e fumar ao mesmo tempo.
    2. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
    3. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para sua saúde.
    4. Ação da Substância Cloridrato de Bupropiona – Nova Química
    5. Resultados de Eficácia
    6. Comprimidos revestidos de liberação lenta

    A eficácia de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) no tratamento da depressão em adultos foi demonstrada em dois estudos controlados com placebo, de oito semanas de duração. No primeiro estudo, que utilizou dose fixa, Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 150 mg/dia e 300 mg/dia foi superior ao placebo no escore total da escala HAM-D (Escala de Hamilton para Depressão), no escore de Impressão Clínica Global de Gravidade (CGI-S) e Impressão Clínica Global de Melhora (CGI-I).

    No estudo com dose flexível, o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 50 mg -150 mg administrado uma vez ao dia foi superior ao placebo no escore total da HAM-D, MADRS (Escala de Montgomery-Asberg para Depressão), CGI-S e CGI-I, enquanto o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 50 mg -150 mg administrado duas vezes ao dia foi alcançou superioridade estatisticamente significante em todas as quatro escalas de depressão 1, 2,

    Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) também demonstrou eficácia antidepressiva comparável aos ISRSs sertralina, fluoxetina e paroxetina em estudos controlados com pacientes, com até 16 semanas de duração. O primeiro deles foi um ensaio em indivíduos adultos comparando Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 150 mg – 300 mg/dia com sertralina 50 mg – 200 mg/dia.

    Em seguida, dois estudos controlados com placebo de oito semanas de duração, em pacientes adultos, comparando Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 150 mg – 400 mg/dia com sertralina 50 mg – 200 mg/dia; e dois comparando Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 150 mg – 400 mg/dia com fluoxetina 20 mg – 60 mg/dia.

    Em idosos, um estudo controlado de seis semanas comparou Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 100 mg – 300 mg/dia com paroxetina 10 mg – 40 mg/dia. Em todos os estudos, Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e os ISRSs tiveram eficácia semelhante no tratamento de depressão pelas escalas HAM-D, CGI-I e CGI-S.

    • A incidência de disfunção sexual (baseada no critério DSM-IV e medida por entrevistas) foi significativamente maior com os ISRSs fluoxetina e sertralina do que com Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).
    • Adicionalmente, o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foi associada a menor incidência de sedação quando comparada a todos os ISRSs 3, 4, 5, 6, 7, 8,

    A eficácia de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) em prevenir a recaída da depressão foi estabelecida em um estudo de longa duração (52 semanas) em adultos. Pacientes que responderam ao tratamento de oito semanas com Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) 300 mg/dia foram randomizados para continuar tomando a mesma dosagem de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) ou placebo.

    • Os pacientes que continuaram recebendo Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) experimentaram índices de recaída significativamente menores nas 44 semanas subsequentes, quando comparados àqueles submetidos a placebo.
    • O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa)foi bem tolerada durante uma terapia de longo prazo, sem alterações clinicamente significativas nos sinais vitais e com perda de peso modesta, que aumentava quanto maior o peso corporal no início do tratamento 9,

    Referências: 1. GlaxoSmithKline internal document. A multicenter evaluation of the safety and efficacy of 150 mg/day and 300 mg/day of bupropion HCl sustained-release versus placebo in depressed outpatients. THRS/93/0024/00 (protocol 203).2. GlaxoSmithKline internal document.

    1. A multicenter evaluation of the safety and efficacy of two flexible doses of Wellbutrin sustainedrelease versus placebo in depressed outpatients.
    2. THRS/94/0033 (protocol 212).3.
    3. Avoussi RJ, Segraves RT, Hughes AR, et al.
    4. Double-blind comparison of bupropion sustained release and sertraline in depressed outpatients.

    J Clin Psychiatry 1997; 58: 532-537.4. Croft H, Settle E, Houser T, et al. A placebo-controlled comparison of the antidepressant efficacy and effects on sexual functioning of sustained-release bupropion and sertraline. Clin Ther 1999; 12: 643-658.5. Coleman CC, Cunningham LA, Foster VJ, et al.

    1. Sexual dysfunction associated with the treatment of depression: a placebo-controlled comparison of bupropion sustained release and sertraline treatment.
    2. Annals of Clinical Psychiatry 1999; 11(4): 205-215.6.
    3. Coleman C, King B, Bolden-Watson C, et al.
    4. A placebo-controlled comparison of the effects on sexual functioning of bupropion sustained release and fluoxetine.

    Clin Ther 2001; 23(7): 1040-1058.7. GlaxoSmithKline internal document. A multicenter, double-blind, placebo-controlled comparison of the safety and efficacy and effects on sexual functioning of Wellbutrin® (bupropion HCl) sustained release (SR) and fluoxetine in outpatients with moderate to severe recurrent major depression.

    1. RM2000/00500/00 (protocol AK1A4006).8.
    2. Weihs KL, Settle EC, Batey SR, et al.
    3. Bupropion sustained release versus paroxetine for the treatment of depression in the elderly.
    4. J Clin Psychiatry 2000; 61(3): 196-202.9.
    5. Weihs KL, Houser TL, Batey SR et al.
    6. Continuation phase treatment with bupropion SR effectively decreases the risk for relapse of depression Biol Psychiatry 2002; 51: 753-7613.

    Comprimidos revestidos de liberação prolongada A eficácia e a tolerabilidade da Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram examinadas em sete estudos duplo-cegos. Em um dos dois estudos idênticos de dose flexível (WXL101497, n = 576), Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) (150-300 mg/dia) foi significativamente superior ao placebo no parâmetro primário, com mudanças da pontuação total da linha de base MADRS (Escala de Montgomery-Asberg para depressão) (p = 0,006).

    1. Efeitos estatisticamente significativos também foram encontrados em uma série de objetivos secundários, incluindo resposta e remissão na MADRS, gravidade e melhora global no CGI, Sheehan Disability Scale, MEI e Q-LES-Q.
    2. A eficácia de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) neste estudo foi muito semelhante ao comparador ativo, venlafaxina.

    No segundo estudo (AK130939, n = 591), Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) não apresentou diferenças significativas do placebo para o parâmetro primário, para mudanças da pontuação total da linha de base MADRS (p = 0,146), embora efeitos estatisticamente significativos tenham sido observados para venlafaxina (p lt;0,001 versus placebo).

    Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) mostrou ser benéfico em pacientes idosos em um desenho de estudo placebo-controlado desenhado com dose flexível (AK130940, n = 420), conduzido durante o intervalo de dose 150-300 mg/dia. Efeitos estatisticamente significativos foram mostrados para respostas a MADRS, melhora global CGI, Sheehan Disability Scale, MEI e Q-LES-Q, embora apenas uma tendência tenha sido observada no parâmetro primário, para mudanças da pontuação total da linha de base MADRS (p = 0,085).

    Dois estudos controlados envolvendo placebo e escitalopram (AK130926, n=424 e AK130927, n=425) foram conduzidos em adultos no intervalo de dose de 300 mg/dia- 450 mg/dia. Após oito semanas de tratamento, os pacientes fazendo uso de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) apresentaram, em cada estudo, disfunção no orgasmo significativamente inferior que os pacientes tratados com escitalopram (p = 0,014 e p lt;0,001 versus escitalopram), embora a significância estatística para a Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) versus placebo não tenha sido mostrada em nenhum estudo sobre o parâmetro coprincipal e sobre a mudança na pontuação total da linha de base HAMD (p = 0,179 e p = 0,184 versus placebo, respectivamente).

    Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) separou do placebo em uma série de objetivos secundários: Alteração a partir da randomização na escala Hospital Anxiety and Depression, taxas de remissão aferidas pela HAMD-17 no estudo 1; e variação média no CGI-S a partir da randomização e taxas de resposta no CGI-I no estudo 2.

    Em um estudo de oito semanas com pacientes adultos com Transtorno Depressivo Maior (TDM) e redução dos níveis de prazer, interesse e energia (AK130931, n = 274), o grupo fazendo uso de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) apresentou melhora estatisticamente significativa sobre o placebo para o parâmetro primário, a mudança da linha de base na escala de autorresposta IDS escala nominal (p = 0,018).

    • Também foi mostrada significância estatística numa série de objetivos secundários, incluindo a avaliação clínica da IDS, CGI gravidade da doença e melhora.
    • Em um estudo ativo controlado de 12 semanas de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) (300-450 mg/dia) versus venlafaxina em pacientes adultos com TDM (WXL100368, n = 348), Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) mostrou impacto significativamente menos negativo sobre o funcionamento sexual (o parâmetro primário; p = 0,005) e uma eficácia global semelhante à da venlafaxina.

    Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e venlafaxina são comparáveis conforme a avaliação da pontuação total HAMD-17, no item de humor depressivo, na sub-escala de melancolia do Bech, taxas de resposta HAMD-17 e mudança a partir da randomização no CGI-S.

    1. A significância estatística a favor de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) versus venlafaxina mostrou-se para a proporção de pacientes que alcançaram a remissão na HAMD e resposta na CGI-I.
    2. Referências: GlaxoSmithKline internal document HM/2005/00250/00 (Study WXL101497).
    3. GlaxoSmithKline internal document HM/2005/00248/00 (Study AK130939).

    GlaxoSmithKline internal document HM2005/00249/00 (Study AK130940). Clayton AH, Croft H, Horrigan JP, Wightman DS, Krishen A, Richard NE, Modell JG. Bupropion XL compared with escitalopram: effects on sexual functioning and antidepressant efficacy in two randomized, double-blind, placebo-controlled studies.

    J Clin Psychiatry 2006; 67:736-746. Jefferson JW, Rush AJ, Nelson JC, VanMeter SA, Krishen A, Hampton KD, Wightman DS, Modell JG. Extended-release bupropion for major depressive disorder with symptoms of reduced energy, pleasure, and interest: a randomized, double-blind, placebocontrolled study. J Clin Psychiatry, 2006; 67:865-873.

    Thase ME, Clayton AH, Haight BR, Krishen A, Modell JG. A double-blind comparison between bupropion XL and venlafaxine XR: sexual functioning, antidepressant efficacy and tolerability. Journal of Neuropsychopharm, 2006;26(5);482-8.

    • Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
    • Wellbutrin ® SR e Wellbutrin ® XL.
    • Características Farmacológicas
    • Propriedades Farmacodinâmicas
    • Mecanismo de ação

    O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa)é um inibidor seletivo da recaptação neuronal de catecolaminas (noradrenalina e dopamina), com efeito mínimo na recaptação de indolaminas (serotonina) e que não inibe a monoaminoxidase (MAO). O mecanismo exato de ação do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa), assim como o de muitos antidepressivos, é desconhecido.

    Presume-se que o mecanismo de ação do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) seja mediado por mecanismos noradrenérgicos e/ou dopaminérgicos. Propriedades Farmacocinéticas Absorção Após administração oral de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) a voluntários sadios, os picos de concentração plasmática são alcançados após aproximadamente três horas.

    O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e seus metabólitos apresentam cinética linear após administração crônica de 150 a 300 mg diariamente. Distribuição O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é largamente distribuída, com volume aparente de distribuição de aproximadamente 2.000 L.

    1. Metabolismo
    2. O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é extensivamente metabolizada em humanos.
    3. Três metabólitos farmacologicamente ativos do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram identificados no plasma

    A hidroxibupropiona e os isômeros aminoálcool, treoidrobupropiona e eritroidrobupropiona. Esses metabólitos podem ter importância clínica quando suas concentrações plasmáticas são altas ou maiores que as do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).

    1. A eritroidrobupropiona não pode ser medida no plasma após uma dose única de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).
    2. Os metabólitos ativos são posteriormente metabolizados em metabólitos inativos e excretados na urina.
    3. Estudos in vitro demonstram que o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é metabolizada em seu principal metabólito ativo, a hidroxibupropiona, primariamente pelo CYP2B6 e que o sistema enzimático citocromo P450 não está envolvido na formação da treoidroxibupropiona.

    O Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e a hidroxibupropiona são inibidores competitivos, relativamente fracos, da isoenzima CYP2D6, com valores de Ki de 21 e 13,3 µM, respectivamente. Em voluntários que metabolizam largamente pela isoenzima CYP2D6, a administração concomitante de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e desipramina resultou em aumento da C máx e da ASC da desipramina de duas e cinco vezes, respectivamente.

    1. Esse efeito tende a permanecer por pelo menos sete dias após a última dose de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).
    2. Uma vez que o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) não é metabolizada pela via CYP2D6, a desipramina não afeta a farmacocinética do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).

    Recomenda-se cuidado quando Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é administrado com substratos da via CYP2D6. Em animais, o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) demonstrou induzir seu próprio metabolismo após administração subcrônica. Em humanos, não existem evidências de indução enzimática do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e hidroxibupropiona em voluntários ou pacientes que recebem as doses recomendadas de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) por 10 a 45 dias.

    1. Em estudo clínico com voluntários sadios, o ritonavir (100 mg duas vezes ao dia) diminuiu a ASC e a C máx do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) em 22% e 21%, respectivamente.
    2. A ASC e a C máx dos metabólitos do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram reduzidas a 0% e 44%.
    3. Em um segundo estudo clínico com voluntários sadios, ritonavir (600 mg duas vezes ao dia) diminuiu a ASC e a C máx do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) em 66% e 62%, respectivamente.

    A ASC e a C máx dos metabólitos do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram reduzidas a 42% e 78%, respectivamente. Em outro estudo com voluntários sadios, lopinavir 400 mg/ritonavir 100 mg (duas vezes ao dia) diminuiu a ASC e a C máx do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) em 57%.

    A ASC e a C máx da hidroxibupropiona foram reduzidas a 50% e 31%, respectivamente. Eliminação Após administração oral de 200 mg de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) marcada com C14 em humanos, 87% e 10% da dose radiomarcada foram eliminadas na urina e nas fezes, respectivamente. A fração da dose oral de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) excretada inalterada foi de apenas 0,5%, dado que está de acordo com o extenso metabolismo do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).

    Menos de 10% dessa dose radiomarcada foi encontrada na urina como metabólito ativo. Após administração oral, o clearance médio aparente do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é, aproximadamente, de 200 L/h, e a meia-vida de eliminação média do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) é de cerca de 20 horas.

    • A meia-vida de eliminação da hidroxibupropiona é de, aproximadamente, 20 horas, e a área sob a curva da concentração plasmática da droga versus tempo (ASC), no estado de equilíbrio, é de cerca de 17 vezes a do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).
    • As meias-vidas de eliminação da treoidrobupropiona e da eritroidrobupropiona são mais longas (37 e 33 horas, respectivamente), e os valores da área sob a curva, no estado de equilíbrio, são 8 e 1,6 vezes maiores do que os valores do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa), respectivamente.

    O estado de equilíbrio para o Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e seus metabólitos é alcançado dentro de oito dias. Pacientes com insuficiência renal A eliminação do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e de seus principais metabólitos pode ser reduzida pelo comprometimento da função renal.

    1. Em indivíduos com insuficiência renal em fase terminal ou insuficiência renal de moderada a grave, a exposição ao Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e seus metabólitos pode ser aumentada.
    2. Pacientes com insuficiência hepática A farmacocinética do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e de seus metabólitos ativos não foi estatisticamente diferente em pacientes com cirrose de leve a moderada, em comparação a voluntários sadios.

    Entretanto, nestes pacientes observou-se uma variabilidade maior na farmacocinética em relação a indivíduos sadios. Em pacientes com cirrose hepática grave, a C máx e a ASC do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) foram significativamente aumentadas (diferença média de, aproximadamente, 70% e três vezes, respectivamente) e mais variáveis, quando comparadas aos valores de voluntários sadios.

    O tempo de meia-vida também foi aumentado em, aproximadamente, 40%. Para os metabólitos, a C máx média foi menor (em aproximadamente 30% a 70%), a ASC média tendeu a ser maior (em aproximadamente 30% a 50%), o Tmáx médio foi retardado (em aproximadamente 20 horas) e as meias-vidas aumentadas (aproximadamente de duas a quatro vezes), quando comparados aos valores encontrados em voluntários sadios.

    Idosos Estudos farmacocinéticos em idosos têm demonstrado resultados variáveis. Um estudo com dose única revelou parâmetros similares entre idosos e adultos jovens. Outro estudo farmacocinético, de dose única e múltipla, sugeriu maior acúmulo do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) e de seus metabólitos nestes pacientes.

    • Exclusivo comprimidos revestidos de liberação lenta
    • Em um estudo com voluntários sadios, não foi observado nenhum efeito clinicamente significativo dos comprimidos de ação prolongada de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) (450 mg/dia) no intervalo de QTcF após 14 dias de tratamento.
    • Propriedades Farmacocinéticas
    • Absorção

    Três estudos sugerem que a exposição ao Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) pode ser aumentada quando os comprimidos de ação lenta são ingeridos com alimentos. Quando os comprimidos foram tomados após a alimentação, a C máx do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) aumentou 11%, 16% e 35% nos três ensaios.

    1. Metabolismo
    2. Os picos das concentrações plasmáticas da hidroxibupropiona e da treoidrobupropiona são alcançados, aproximadamente, seis horas após a administração de uma única dose de Cloridrato de Bupropiona (substância ativa).
    3. Exclusivo comprimidos revestidos de liberação prolongada
    4. Propriedades Farmacodinâmicas
    5. Mecanismo de Ação
    6. Em estudo com voluntários sadios, não foi observado efeito clinicamente significativo sobre o intervalo QTcF, após o intervalo de 14 dias de administração (para atingir a dosagem de equilíbrio), ao se comparar os comprimidos de liberação prolongada (450 mg/dia) com o placebo.
    7. Propriedades Farmacocinéticas
    8. Absorção
    9. Não existem alterações significativas na absorção do Cloridrato de Bupropiona (substância ativa) quando administrada com alimentos.
    10. Metabolismo

    Concentrações plasmáticas máximas de hidroxibupropiona são, aproximadamente, 10 vezes o nível de pico do fármaco no estado estacionário. Os tempos para as concentrações máximas para o eritroidrobupropiona e metabólitos treoidrobupropiona são semelhantes aos metabólitos da hidroxibupropiona.

    • Eliminação
    • O revestimento insolúvel do comprimido de liberação prolongada pode permanecer intacto durante o trânsito gastrintestinal e ser eliminado nas fezes.
    • Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
    • Wellbutrin ® SR e Wellbutrin ® XL.
    • Cuidados de Armazenamento do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química

    Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Aspectos físicos / Características organolépticas Comprimido revestido na cor roxo, circular e biconvexo.

    1. Algumas vezes cloridrato de bupropiona pode estar com um cheiro diferente.
    2. Isso é normal, continue a tomá-lo regularmente.
    3. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
    4. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Dizeres Legais do Cloridrato de Bupropiona – Nova Química Reg. MS: 1.2675.0319 Farm.Resp.: Dr. Franciso Martins da Silva FilhoCRF – SP nº 23.060 Registrado por: Nova Química Farmacêutica S/AAv.

    1. Indústria Brasileira
    2. Fabricado por:
    3. EMS S/A Hortolândia/SP
    4. SAC:
    5. 0800-0262274

    Venda sob prescrição médica. Só pode ser vendido com retenção da receita. : Bula do Cloridrato de Bupropiona Nova Química