Lista Das Escolas Que Serão Atacadas 2023 - [] 2024: CLT Livre

Lista Das Escolas Que Serão Atacadas 2023

Quantas escolas foram atacadas em 2023 no Brasil?

2023 já é o ano com mais ataques em escolas, diz ONG – Desde 2002 foram contabilizados 25 casos que deixaram 139 vítimas, sendo 46 fatais Dois estudantes morreram após um ataque a tiros no Colégio Estadual Professora Helena Kolody, em Cambé, no norte Paraná, na segunda-feira (19).

  1. O autor dos disparos é um ex-aluno de 21 anos que utilizou um revólver, segundo a Polícia Militar.
  2. Ele foi detido e encaminhado à delegacia.
  3. Aroline Verri Alves, de 17 anos, e Luan Augusto, de 16 anos, eram namorados e estudavam na mesma escola.
  4. O episódio soma-se à extensa lista de ataques a escolas nos últimos anos e colocou 2023 como o ano que mais registrou episódios de violência com sete ataques, seguido por 2022 com seis, e 2019 com três casos.

O levantamento foi feito pelo Instituto Sou da Paz, uma organização sem fins lucrativos e que criou a primeira campanha de desarmamento no país. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O estudo “Raio-x de 20 anos de ataques a escolas no Brasil” aponta que desde 2002 foram contabilizados 25 casos que deixaram 139 vítimas, sendo 46 fatais. Contudo, armas de fogo foram usadas em 48% dos casos e causaram 76% das vítimas fatais.

  1. Os números revelam o caráter ainda mais destrutivo dos massacres com uso de armas de fogo.
  2. Os ataques a tiros geraram três vezes mais vítimas fatais do que as ocorrências com armas cortantes ou perfurantes.
  3. O mapeamento revelou que os massacres aumentaram em número e letalidade desde 2019, mesmo ano em que iniciou a flexibilização do acesso às armas promovido pelo governo de Jair Bolsonaro.

Cerca de 80% das armas de fogo usadas se enquadram nas categorias que, até maio de 2019, eram de uso permitido a civis. Foram usadas também três pistolas calibre 40, que antes de 2019 eram de uso restrito. Destas, duas eram de propriedade de parentes que trabalhavam nas forças de segurança e uma delas era registrada por um Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) em Sobral (CE).

“O estudo mostra que a disponibilidade de armas em residências favorece esse tipo de crime e aumenta a letalidade, colocando em evidência o quão crucial é o controle do acesso e do armazenamento dessas armas para redução da letalidade destes eventos, já que ferimentos com armas brancas e de pressão são menos graves e têm mais chances de defesa, socorro e recuperação da vítima”, diz Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz.

Em março deste ano, a professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, morreu após ser esfaqueada em sala de aula por um aluno em uma escola estadual na Escola Estadual Thomazia Montoro, no bairro Vila Sônia, em São Paulo. Outras três professoras e dois alunos foram vítimas deste episódio.

  • O crime foi cometido por um de seus alunos, de 13 anos.
  • Em abril, uma creche em Blumenau (SC) se tornou alvo de um homem de 25 anos que tirou a vida de quatro crianças.
  • Perfil O grupo de agressores é formado exclusivamente por meninos e homens, reforçando um fenômeno ligado ao universo masculino.
  • A maior parcela é de alunos (57%) e ex-alunos (36%).

Em pelo menos dois casos, o agressor estava há meses sem ir às aulas e nenhuma providência de busca ativa – considerada um fator de proteção – foi feita, o que contribui para o isolamento e radicalização desses estudantes ao ficarem longe do ambiente escolar.

Planejamento De acordo com o Instituto Sou da Paz, em pelo menos 20 casos houve o planejamento por semanas ou meses. No ataque em Cambé, a polícia encontrou com o agressor anotações sobre ataques em escolas, incluindo o de Suzano (SP), ocorrido em 2019 na Escola Estadual Professor Raul Brasil no município de Suzano, que resultou em 10 mortes.

Para a ONG, o diagnóstico evidencia a importância de haver um diálogo entre os casos e os autores, como reforça que há um prazo hábil para que funcionárias, funcionários, professoras, professores, estudantes e responsáveis legais possam notar mudanças de comportamento ou até atos preparatórios e consigam tomar medidas para intervir precocemente e prevenir os ataques.

Para isso, conforme o levantamento, é necessário estruturar e preparar a comunidade escolar para identificar os sinais antes dos ataques e agir com eficácia. O Instituto Sou da Paz traz algumas recomendações para a prevenção de novos casos: -Criação de equipes policiais treinadas em monitoramento de redes sociais com capacidade de realização de análise de risco, para triagem e atuação preventiva.

-Fortalecimento da ronda escolar, fortalecimento de vínculos entre a direção da escola e batalhões locais. -Treinamento e estabelecimento de protocolo de ação para que policiais militares possam responder a estes eventos de modo a eliminar a ameaça mais rapidamente possível, preparar socorro e evacuação das vítimas.

-Estabelecimento de programas específicos para a saúde mental dos estudantes e de mediação e justiça restaurativa nas escolas para lidar com conflitos e bullying, que devem ser conduzidos por profissionais dedicados a esta atividade, sem sobrecarregar professores com mais estas atribuições. -Treinamento de professores e funcionários para que consigam identificar comportamentos que precisam despertar ações da comunidade escolar.

-Criar ações para instruir as pessoas a evitarem repassar boatos e mensagens sem procedência identificada, para evitar pânico. -Endurecimento do controle e fiscalização da compra de armas de fogo e munições para restringir o acesso a instrumentos mais letais por parte dos agressores.

Quantos massacres em escolas no Brasil?

Ao longo do último ano, a frequência de ataques a escolas cresceu no Brasil, com 5 ataques fatais registrados desde setembro de 2022 até abril de 2023. Considerando os casos dos últimos 12 anos, pelo menos 52 pessoas morreram em atentados em instituições brasileiras, segundo levantamento realizado pelo Poder360,

  • Foram 12 atentatos realizados desde 2011 em unidades de ensino em todo o país, sendo o massacre de Janaúba (MG) o mais fatal, com 13 mortes.
  • O ataque mais recente foi realizado nesta 4ª feira (5.abr.2023), em uma creche em Santa Catarina, e pelo menos 4 crianças morreram durante o crime.
  • O massacre foi feito menos de um mês depois que um adolescente de 13 anos matou uma professora a facadas em uma escola estadual em São Paulo.

O massacre em Realengo (RJ), realizado em 2012, é considerado o mais conhecido por seguir o padrão de ataques a escolas, sendo realizado por um -ex-aluno da unidade de ensino. O atentado é o 2º mais fatal entre os ataques a escolas no Brasil. Para o levantamento, o Poder360 considerou somente os ataques com vítimas fatais. Relembre outros casos que vitimaram estudantes, professores e funcionários de escolas:

Blumenau (SC)

Um ataque a creche Bom Pastor, na cidade de Blumenau, no Vale do Itajaí, provocou a morte de ao menos 4 crianças na manhã desta 4ª feira (5.abr.2023) em Santa Catarina. Em nota, a Polícia Militar de Santa Catarina informou que um homem de 25 anos invadiu o local e atacou as crianças.

São Paulo (SP)

Em 27 de março, um adolescente de 13 anos esfaqueou 4 professores e 2 alunos na escola estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, zona sul de São Paulo. A professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Além dela, outros 3 professores e um estudante receberam atendimento hospitalar.

Aracruz (ES)

Em 25 novembro de 2022, em Aracruz (ES), um atirador de 16 anos matou 3 pessoas durante 2 ataques consecutivos. O assassino invadiu uma escola estadual e fez vários disparos com uma pistola, acertando duas professoras. Em seguida, invadiu uma instituição privada. Na unidade, uma aluna foi morta. Dias depois do crime, outra professora baleada morreu depois de ficar internada.

Sobral (CE)

Em 5 de outubro de 2022, um adolescente de 15 anos atirou com uma arma em 3 jovens de uma escola pública em Sobral (CE). Um dos estudantes atingidos morreu.

Barreiras (BA)

Na Bahia, outro ataque escolar foi registrado em Barreiras, 9 dias antes do crime em Sobral. Em 26 de setembro de 2022, um aluno de 15 anos invadiu a escola cívico-militar que frequentava na cidade e matou uma jovem cadeirante com um revólver que pegou do pai. Horas antes, o assassino publicou em suas redes sociais sobre o atentado.

Saudades (SC)

No município de Saudades (SC), Fabiano Kipper Mai, de 19 anos, invadiu uma escola infantil em 4 de maio de 2021 e deixou 5 mortos: 3 crianças e duas funcionárias da unidade. O assassino atacou as vítimas a facadas. Depois do crime, ele tentou cometer suicídio dando golpes no próprio corpo. Atualmente, Fabiano aguarda agendamento de julgamento por júri popular.

Alexânia (GO)

Em 6 de novembro de 2011, Misael Pereira Olair, então com 19 anos, entrou no Colégio Estadual 13 de Maio e matou a aluna Raphaella Noviski Romano, de 16 anos, com 11 tiros. De acordo com investigação, Misael, que havia estudado na escola, assassinou a menor de idade depois de ter sido rejeitado por ela.

Suzano (SP)

Em 13 de maio de 2019, um tiroteio na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), deixou 8 mortos, além dos 2 atiradores. Os autores do crime foram Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Henrique de Castro, de 25 anos, que se mataram ainda na cena do crime.

Goiânia (GO)

Em 20 de outubro de 2017, um adolescente de 14 anos, aluno do 8º ano do Colégio Goyazes e filho de policiais militares, levou para a escola a pistola,40 da mãe e disparou contra os colegas. Dois estudantes foram mortos e outros 4 ficaram feridos. Segundo colegas, o assassino sofria bullying. O estudante foi apreendido.

Janaúba (MG)

No dia 5 de outubro de 2017, o vigia de uma creche municipal de Janaúba, no Norte de Minas Gerais, Damião Soares Santos, de 50 anos, jogou gasolina no próprio corpo e em crianças e em seguida ateou fogo. O crime resultou na morte de 10 crianças e 3 adultos. O assassino morreu horas depois do crime. Ficou em estado gravíssimo após ter 100% do corpo queimado.

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São Caetano do Sul (SP)

Em 22 de setembro de 2011, um aluno de 10 anos entrou armado na escola e atirou contra uma professora que morreu. Na sequência, o atirador se matou.

Realengo (RJ)

Em 7 de abril de 2011, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, matou 12 adolescentes de 13 a 16 anos em ataque a tiros na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. Outras 12 pessoas ficaram feridas. Wellington se matou em seguida, com um tiro na cabeça.

Quando começa as aulas em 2023 no Brasil?

Conforme a portaria nº 281/2022, publicada em Diário Oficial, as aulas da rede estadual de ensino no ano letivo de 2023 começam no dia 23 de fevereiro.

Quantas escolas existem no Brasil?

Dados de 2022 revelam, ainda, que 50,7% das escolas não possuem nenhum estudante nessa modalidade. Ensino médio mantém tendência de crescimento Publicado em 15/03/2023 15h12 Atualizado em 15/03/2023 15h43 Colaboradores: Assessoria de Comunicação Social do Inep No Brasil, 6,9% (12.278) das 178,3 mil escolas públicas possuem entre 20% e 50% dos seus estudantes matriculados em tempo integral.

  • Os dados são do Censo Escolar 2022, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em fevereiro.
  • A pesquisa mostra, ainda, que 50,7% (90.487) das escolas não possuem nenhum estudante com jornada integral.
  • A meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece, como objetivo, oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de modo que atenda a, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.

Para tal, os estudantes devem ter, pelo menos, 7 horas de atividades escolares. No que diz respeito à educação infantil, entre 2021 e 2022, houve um aumento de matrículas em tempo integral (10,3%) nas creches públicas (1.483.412 em 2022 e 1.344.629 em 2021) e a manutenção da taxa nas creches particulares conveniadas (92,8%).

Por outro lado, foi registrada uma queda nas escolas privadas sem convênio com o poder público (28,5% para 21,1%). Quando se trata do fundamental, nota-se um aumento da proporção de alunos em tempo integral no ano de 2022, a exemplo do que ocorreu de 2020 a 2021. Entre 2019 e 2020, houve queda, possivelmente relacionada à pandemia.

Nesse sentido, os dados do último biênio indicam uma retomada de patamar e revelam aumento, no último ano, em relação aos números pré-crise sanitária, tanto nos anos iniciais quanto finais.

Ensino fundamental (proporção de estudantes em tempo integral no ano de 2022):

Anos iniciais (1º ao 5º): 11,4% Anos finais (6º ao 9º): 13,7% O ponto fora da curva é o ensino médio em tempo integral, que manteve a tendência de alta e atingiu um crescimento de 9,9% na rede pública, nos últimos cinco anos (10,5% para 20,4%).

No País, 14,4% e 20,4% dos alunos de ensino fundamental e médio, respectivamente, estudam em tempo integral.

Escolas e alunos – Os dados da primeira etapa do Censo Escolar 2022 estão disponíveis no portal do Inep. Em sua primeira etapa, a pesquisa traz informações sobre todas as escolas, professores, gestores e turmas, além das características do alunado. Nesse contexto, é uma fonte fundamental de informações quantitativas para o planejamento e o monitoramento das políticas educacionais.

Ao todo, o censo registrou 47,4 milhões de matrículas, considerando toda a educação básica. Foram registradas mais de 5 milhões de matrículas na pré-escola. Há 74,4 mil creches em funcionamento no Brasil. No País, 122,5 mil escolas (68,7%) ofertam alguma etapa do ensino fundamental. Dessas, 105,4 mil atendem alunos nos anos iniciais (1º ao 5º) e 61,8 mil, nos finais (6º ao 9º). Há praticamente duas escolas com os anos iniciais para cada uma com os anos finais. A rede municipal é a principal responsável pela oferta dos anos iniciais do fundamental: são 10,1 milhões de estudantes (69,3%), o que corresponde a 85,5% da rede pública. Ainda nos anos iniciais, 18,9% dos alunos frequentam escolas privadas – essa rede cresceu 5,3% entre 2021 e 2022. Nos anos finais do fundamental, a rede municipal atende 5,3 milhões de alunos (44,4%) e a estadual, 4,8 milhões (39,9%). Já as escolas privadas, com 1,8 milhão de estudantes, reúnem 15,5% das matrículas. Ao todo, são 11,9 milhões de alunos nos anos finais do ensino fundamental no Brasil.

Censo Escolar – Principal pesquisa estatística da educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do País.

  • O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.
  • As estatísticas de matrículas servem de base para o repasse de recursos do governo federal e para o planejamento e a divulgação das avaliações realizadas pelo Inep.

O censo também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação educacional do Brasil, das unidades federativas e dos municípios, bem como das escolas, permitindo-lhes acompanhar a efetividade das políticas públicas educacionais.

  • Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira.
  • Entre eles, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, além da distorção idade-série: todos calculados com base no Censo Escolar.

Parte dos indicadores também serve de referência para o monitoramento e cumprimento das metas do Plano Nacional da Educação (PNE). Acesse os resultados do Censo Escolar 2022 Acesse os microdados do Censo Escolar 2022 Acesse as Notas Estatísticas do Censo Escolar 2022 Acesse a Sinopse Estatística do Censo Escolar 2022 Acesse os indicadores educacionais Acesse o Resumo Técnico do Censo Escolar 2022 Acesse a apresentação com os principais resultados do Censo Escolar 2022 Acesse o press kit do Censo Escolar 2022 Saiba mais sobre o Censo Escola r Assessoria de Comunicação Social do Inep

Qual o país com mais massacres escolares?

Os tiroteios nos EUA são diferentes? – Lankford revisou os registros de ocorrências em massa encontrou alguns fatores comuns em episódios nos Estados Unidos que os diferenciam do resto do mundo. Nos EUA, as pessoas têm uma alta probabilidade de morrer em tiroteios em massa se estiverem no trabalho ou na escola,

Qual foi o primeiro ataque em escola no Brasil?

Brasil teve 24 ataques a escolas; mais da metade nos últimos 4 anos O primeiro ataque a escolas de que se tem notícia no Brasil ocorreu 21 anos atrás e, desde então, houve outros 23 casos parecidos. No total, os episódios fizeram 137 vítimas e 45 pessoas morreram. Os dados foram apurados pelo Instituto Sou da Paz, em um mapeamento inédito divulgado hoje (22). O levantamento evidencia o maior potencial destrutivo de armas de fogo, que se tornaram mais acessíveis com a flexibilização de regras promovida em 2019. Revólveres e pistolas foram usados em 11 dos episódios e causaram três vezes mais mortes do que armas brancas, como facas, que apareceram em dez ocorrências.

  • As armas de fogo foram responsáveis pela morte de 34 pessoas (76%), enquanto as brancas mataram 11 pessoas (24%) em ataques a escolas.
  • Segundo os dados, a arma mais empregada foi o revólver,38, apontada pelo instituto como a mais vendida no mercado brasileiro, por décadas, e, até hoje, largamente usada por empresas de segurança privada.

De acordo com a entidade, tal revólver apareceu em 53% dos ataques. Outras armas de fogo utilizadas foram pistola,40 (20%), revólver,32 (13%), garrucha,38 (7%) e garrucha,22 (7%). A garrucha se assemelha ao revólver e à pistola, também tendo como característica o cano curto.

  • Ao todo, 80% das armas se enquadram nas categorias que, até maio de 2019, eram de uso permitido para civis.
  • Das três pistolas de calibre,40, que antes de 2019 eram de uso restrito, duas eram de propriedade de parentes que trabalhavam nas forças de segurança e uma delas era registrada por uma pessoa com certificado de CAC (Colecionador, Atirador e Caçador).

Em pelo menos dois dos casos envolvendo armas de fogo, há relatos de que o pai do agressor o havia ensinado a atirar, mesmo ele sendo menor de idade, conforme destaca o Sou da Paz. Em seis de cada dez casos, os autores dos crimes já tinham à mão as armas de fogo utilizadas nos ataques, já que pertenciam a familiares que residiam na mesma casa que eles.

Em 40% das ocorrências, as armas pertenciam a um agente de segurança e em 20% foram roubadas do proprietário e revendidas ou vendidas diretamente por ele. Em relação ao período dos ataques, o que o instituto mostra é um aumento das ocorrências a partir de 2019. Entre 2002 e 2019, foram registrados sete atentados e, nos últimos quatro anos, de 2019 até este ano, o número mais do que dobrou, passando para 17.

Somente nos primeiros quatro meses deste ano, foram de seis casos, mesmo número registrado em todo o ano passado.

O que aconteceu na escola de Blumenau?

Como ocorreu o ataque? – O ataque à escola aconteceu pouco antes das 9h de quarta-feira (5). Luiz Henrique de Lima, 25, chegou de moto, pulou o muro e caiu no parquinho da escola, onde 25 crianças estavam reunidas para uma roda de conversa sobre a Páscoa.

  • Professoras que cuidavam de crianças em outros ambientes da escola pensaram num primeiro momento que se tratava de um assaltante do posto de combustível vizinho e correram para fechar janelas e portas.
  • Só depois se deram conta da dimensão do ataque,
  • O autor atingiu quatro crianças, que não resistiram e morreram ainda no pátio.

Outras quatro ficaram feridas com os golpes de machadinha, mas conseguiram ser levadas para o Hospital Santo Antônio e voltaram para suas casas no dia seguinte.

Quantas faltas tem que ter para reprovar?

Quanto a frequência a LDBEN é bem clara, a reprovação ocorre quando o aluno ultrapassar os 25% de faltas das 800horas / aula dadas no ano letivo.

Até quando vai o primeiro semestre de 2023?

Já o término do semestre letivo será em 21 de julho.

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Quando se inicia o segundo semestre de 2023?

Calendário acadêmico para 2023 é aprovado pelo Consuni A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) está enfrentando atrasos em seu calendário acadêmico devido aos impactos causados pela pandemia da covid-19. Desde o início da crise sanitária, a instituição enfrentou muitos desafios para manter suas atividades regulares de ensino, pesquisa e extensão, e adotou diversas medidas para minimizar os impactos sobre a comunidade acadêmica, desde que a pandemia obrigou a Ufal a suspender suas atividades presenciais em março de 2020.

  • A universidade se adaptou às restrições sanitárias e tecnológicas para tentar garantir o acesso dos alunos ao conteúdo das disciplinas.
  • A transição para o ensino remoto, no entanto, necessitou de suporte para os estudantes que não tinham condições de comprar os equipamentos.
  • Também foi preciso realizar capacitações para os professores se adaptarem aos novos formatos de aulas online.

O Período Letivo Excepcional (PLE) foi opcional e por isso não entrou no calendário acadêmico regular. Em decorrência desses desafios, o calendário acadêmico foi afetado, e o Conselho Universitário (Consuni) fez um grande esforço para ajustar as atividades.

  • Foram muitos debates na Câmara Acadêmica, nas sessões do Consuni e pedidos de vista até que a proposta final foi aprovada.
  • Na terça-feira (2).
  • Estamos com defasagem de um semestre letivo, encerraremos o ano letivo de 2022 em 2 de junho deste ano”, informa o pró-reitor de Graduação, Amauri Barros.
  • Início do ano letivo de 2023 vai começar no dia 19 de junho.

A primeira semana, até 23 de junho, será dedicada ao acolhimento e recepção dos novos estudantes, com muitas atividades acadêmicas e culturais, promovidas com a participação dos docentes e das entidades estudantis. O início das aulas regulares, para todos os estudantes, será no dia 26 de junho.

  1. Em julho, serão 26 dias letivos, incluindo aulas todos os sábados.
  2. Já em agosto, além das aulas, haverá um evento especial para movimentar a Universidade.
  3. Depois da interrupção por conta da pandemia, a 10ª Bienal do Livro de 2023 promete ser um evento de grande importância para a cena cultural de Alagoas, com palestras, mesas-redondas e debates com escritores renomados.

Ainda neste semestre, outro grande evento será o Festival de Música de Penedo, que será realizado de 17 a 21 de outubro. O evento reúne músicos de todo o país e também do exterior, e oferece uma variedade de gêneros musicais, desde o samba e o forró até o jazz e a música clássica.

Além dos shows, o festival também oferece oficinas, workshops e palestras relacionadas à música. O festival é conhecido por ser um grande impulsionador da cena musical brasileira e por promover a cultura e o turismo na região de Penedo. O primeiro semestre de 2023 será finalizado no dia 25 de outubro, com 11 dias de recesso.

As atividades serão retomadas em 6 de novembro, iniciando o semestre 2023.2, com uma nova semana de recepção e acolhimento. As aulas deste segundo semestre começam no dia 13 de novembro. Neste período, de 21 a 30 de novembro, teremos a 6ª Expedição Científica do Baixo São Francisco.

  1. A expedição é uma iniciativa interdisciplinar que tem como objetivo estudar a biodiversidade, cultura e história da região do Baixo São Francisco, que abrange parte dos estados de Alagoas e Sergipe.
  2. Serão mais de 60 pesquisadores de várias áreas, que estarão dez dias embarcados para coletar dados para pesquisas científicas, além de realizar muitas atividades de extensão envolvendo as comunidades ribeirinhas.

Em dezembro haverá o recesso natalino e um período de férias de duas semanas. As atividades serão retomadas no dia 15 de janeiro, com uma semana de revisão e nivelamento. Logo depois, no dia 22, reiniciam as aulas para finalizar o segundo semestre de 2023.

  1. O ano letivo de 2023 será finalizado no dia 5 de abril de 2024.
  2. Esse momento ainda exige de nós períodos de descanso mais curtos, mas, com o tempo, vamos conseguir adequar o calendário, de forma humanizada, no sentido de encerramos o ano com o merecido descanso com nossas famílias”, finalizou Amauri Barros.

: Calendário acadêmico para 2023 é aprovado pelo Consuni

Qual é a melhor escola do Brasil?

O Ceará detém mais uma marca positiva na educação: das 10 melhores escolas do Brasil nos anos iniciais (1º ao 5º ano), todas são cearenses. Os dados se baseiam nos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado nesta sexta-feira (16).

  1. A instituição com maior nota do País (9,9) no índice foi a Escola de Ensino Fundamental Francisca Diogo Gomes, localizada no município de Massapê, a cerca de 240 km de Fortaleza.
  2. O segundo melhor resultado no nível, que engloba do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, foi da Escola Municipal Antônio Silvano Balacó, em Pires Ferreira.

Ainda nesta etapa, 87 das 100 maiores notas do País foram de escolas cearenses.10 melhores escolas do Brasil no Ideb 2021 (1º ao 5º ano)

Escola de Ensino Fundamental Francisca Diogo Gomes (Massapê, Ceará ) Escola Municipal Antônio Silvano Balacó (Pires Ferreira, Ceará ) Centro Educacional Rural (Pires Ferreira, Ceará ) Escola Municipal José Alves de Sena (Ararendá, Ceará ) Escola Municipal José Eneas Pinheiro (Milhã, Ceará ) Escola Municipal Prefeito Raphael Cláudio de Araújo (Mucambo, Ceará ) Escola Municipal Joaquim José Monteiro (Cruz, Ceará ) Escola Municipal Macário José de Farias (Cruz, Ceará ) Escola Municipal Francisco Ricardo da Silva (Mucambo, Ceará ) Escola Municipal Maria Vânia Farias Linhares (Mucambo, Ceará )

O Estado também se destaca na avaliação dos anos finais do ensino fundamental, que compreendem as turmas de 5º ao 9º ano: das 10 melhores escolas do Brasil nesse nível, 8 são cearenses. A maior nota do Ideb 2021 (9,1) foi da Escola de Ensino Fundamental Joaquim José Monteiro, na cidade de Cruz, no Norte cearense; seguida pelo Centro de Educação Infantil e Fundamental (CEIF) Edval Araújo da Silva, que obteve 8,9 no índice.

Escola Municipal Joaquim José Monteiro (Cruz, Ceará ) Centro de Educação Infantil e Fundamental Edval Araújo da Silva (Novo Oriente, Ceará ) Escola Municipal Alzira Maria de Araujo (Pires Ferreira, Ceará ) Escola Municipal Firmino José (Ararendá, Ceará ) Escola Municipal João Evangelista da Cruz (Cruz, Ceará ) Escola Municipal Pedro Marques da Cunha (Cruz, Ceará ) Escola Municipal 03 de Dezembro (Ararendá, Ceará ) Escola Municipal Santa Cecília (Cruz, Ceará ) Escola Municipal Professora Janaina Mercia Freire Silva (Custódia, Pernambuco) Escola Municipal de Educacao Basica Engenheiro Guttenberg Breda Netto (Coruripe, Alagoas)

10 melhores escolas do Brasil no Ideb 2021 (Ensino Médio)

Escola de Aplicacao do Recife (Pernambuco) Escola Preparatória de Cadetes Do Ar (Minas Gerais) Colegio Tiradentes Ijui (Rio Grande do Sul) Colégio Tiradentes Passo Fundo (Rio Grande do Sul) Colégio Militar de Fortaleza ( Ceará ) Colégio Tiradentes Santa Maria (Rio Grande do Sul) Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra (Pernambuco) Presidente Vargas Etec (São Paulo) Irmã Agostina Etec (São Paulo) Eeep Adriano Nobre ( Ceará )

Como é calculada a nota do Ideb? A média padronizada dos estudantes é obtida a partir das proficiências médias em Língua Portuguesa e Matemática alcançadas na Prova Brasil ou no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Fonte: Diário do Nordeste

Qual a maior rede de ensino público do Brasil?

O Elite Rede de Ensino, a maior rede de educação básica do Brasil, tem como missão diária “Transformar vidas por meio da educação”. Com uma cultura voltada para o foco do aluno, a rede é formada por uma grande família, professores, diretores, funcionários e todos os envolvidos na comunidade escolar, que tem o papel de acolher.

Os estudantes têm a possibilidade de ingressar na escola com bolsa. As inscrições gratuitas para o Bolsão 2021 do Elite estão abertas e podem ser feitas das seguintes formas: pelo site www.ensinoelite.com.br, pela Central de Relacionamento (0800 031 0306) ou nas unidades, Este ano conta com modalidade presencial ou on-line, de acordo com a escolha do responsável.

Estudantes de todas as séries poderão participar do Bolsão, que contempla descontos de 5% a 90% nas mensalidades de 2021. Serão tomadas todas as medidas de segurança exigidas pelos órgãos públicos para a realização das provas presenciais. Edital: https://ensinoelite.com.br/estude-no-elite/bolsa-de-estudo/,

Da Educação Infantil ao Pré-vestibular, com cursos preparatórios militares e turmas focadas em biomédicas, o Elite Rede de Ensino entende que cada momento da vida escolar possui seus desafios particulares, sendo todas as fases de extrema importância para a formação completa do estudante e para a concretização de seus sonhos.

A escola é exigente e oferece um ensino forte, com foco e disciplina. Diariamente, a Rede busca os melhores recursos, humanos e pedagógicos, visando oferecer o ensino de excelência para seus alunos.

Qual foi o maior massacre de escola do mundo?

A cifra impressionante — de 2.054 casos — foi calculada pelo Centro de Defesa e O caso desta terça foi o maior ataque à uma escola primária desde o massacre na escola Sandy Hook, ocorrido em dezembro de 2012 em Connecticut. Naquela ocasião, um homem de 20 anos matou 26

Quantos tiroteios em escolas brasileiras?

No Brasil – Ver também: De 2002 a março de 2023, o Brasil registrou 22 ataques com armas de fogo feitos por alunos e ex-alunos em escolas. De 2002 até julho de 2022 foram dois ataques por ano, e de 2022 até março de 2023 foram um ataque por mês. Ao todo, 35 alunos, professores, funcionários e atiradores foram mortos.

Qual foi o maior massacre em escola do mundo?

Massacre de Columbine
Coordenadas 39° 36′ 12″ N, 105° 04′ 29″ O
Data 20 de abril de 1999 11h19 – 12h08 (MDT)
Tipo de ataque Massacre escolar, assassinato em massa, suicídio, incêndio, tentativa de bombardeio, tiroteio
Alvo(s) Estudantes e professores na Columbine High School

O que aconteceu em Santa Catarina na creche?

Ainda sob efeito do caso de um adolescente de 13 anos que matou uma professora e feriu outras cinco pessoas dentro de uma escola de São Paulo no dia 27 de março, o Brasil assistiu a um novo ataque* em ambiente escolar. Quatro crianças foram mortas na manhã da última quarta-feira, 5, na creche Cantinho Bom Pastor, em Blumenau, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, por um homem de 25 anos.

As vítimas são três meninos e uma menina, de 4 a 7 anos. O enterro das quatro crianças assassinadas ocorreu na última quinta-feira, 6, Três vítimas (Bernardo, de 4 anos, Bernardo, de 5, e Larissa, de 7) foram veladas e enterradas no cemitério no centro da cidade, enquanto uma quarta vítima (Enzo, de 4) foi enterrada na região de Salto Norte.

O clima era de desolação. Na noite anterior ao enterro, dezenas de moradores de Blumenau também se reuniram em frente à creche onde o atentado ocorreu para prestar homenagem às vítimas. Velas foram acesas ao lado da porta de entrada, A mãe de Larissa, Regina Toldo, é amparada enquanto segura o retrato da filha. Foto: Taba Benedicto/Estadão

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O que motivou o ataque na creche em Blumenau?

O que aconteceu – O homem foi indiciado por quatro homicídios quadruplamente qualificados e cinco tentativas de homicídio. Nos assassinatos ocorridos no dia 5 de abril, os agravantes são: motivo torpe, meio cruel, impossibilidade de defesa das vítimas e por serem menores de idade.

  1. A investigação apontou que o homem não pertence a nenhuma célula neonazista.
  2. Mais de 20 pessoas prestaram depoimento.
  3. A Polícia Civil ouviu a mãe, o padrasto, amigos e pessoas que tiveram algum tipo de contato com o autor do ataque.
  4. O agressor disse à polícia que decidiu fazer o ataque contra crianças porque elas “correm devagar”.

Em depoimento, observou que uma das crianças chegou a rir para ele, achando que fosse uma brincadeira. Em seguida, ela acabou sendo assassinada. A Polícia Civil de SC falou hoje hoje à tarde em Florianópolis sobre a conclusão do inquérito. O agressor, um homem de 25 anos, está preso preventivamente pelo crime,

Quantas escolas e creches tem no Brasil?

Pesquisa sobre a educação básica brasileira revela uma retomada de patamares observados antes da pandemia. Número de matrículas subiu 1,5% no último ano Publicado em 08/02/2023 12h05 Atualizado em 01/03/2023 13h24 Colaboradores: Assessoria de Comunicação Social do Inep O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram, nesta quarta-feira, 8 de fevereiro, os resultados finais da primeira etapa do Censo Escolar 2022,

A pesquisa estatística revela aumento no número de matrículas na maioria das etapas de ensino, com retomada aos patamares observados até antes da pandemia de covid-19. Ao todo, foram registrados 47,4 milhões de estudantes, considerando toda a educação básica, em suas 178,3 mil escolas, De 2021 para 2022, são 714 mil alunos a mais (um incremento de 1,5%).

As escolas privadas tiveram uma expansão de 10,6% nas matrículas, no período, o que as aproxima do nível observado em 2019 (antes da pandemia) – a queda mais significativa durante a crise sanitária foi justamente nessa rede de ensino. A divulgação dos resultados ocorreu em coletiva de imprensa, na sede do Inep, em Brasília (DF), e contou com as presenças do ministro da Educação, Camilo Santana; do presidente da Autarquia, Manuel Palacios; e do diretor de Estatísticas Educacionais do Instituto, Carlos Eduardo Moreno.

A secretária-executiva do MEC, Izolda Cela; as secretárias de Educação Básica e de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, Kátia Schweickardt e Zara Figueiredo, respectivamente; e o secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do ministério, Maurício Holanda Maia, também estiveram presentes.

Os dados do censo estão disponíveis no portal do Inep. Nessa primeira etapa, a pesquisa traz informações sobre todas as escolas, professores, gestores e turmas, além das características do alunado. Nesse contexto, é uma fonte fundamental de informações quantitativas para o planejamento e o monitoramento das políticas educacionais.

O Censo Escolar 2022 registrou 74,4 mil creches em funcionamento no Brasil. Nesse universo, 66,4% das matrículas são da rede pública e 33,6%, da privada, sendo que 50,7% dessas creches privadas possuem convênio com o poder público.

A pesquisa revela, ainda, que as matrículas na pré-escola também aumentaram – entre 2019 e 2021, houve uma redução de 25,6% nas escolas privadas, mas a elevação de 20% nessa rede, no último ano, levou a um crescimento de 3,9% do total de matriculados na etapa.

Foram registradas mais de 5 milhões de matrículas na pré-escola. Dessas, 78,8% são na rede pública e 21,2%, na privada, sendo que 166,7 mil alunos frequentam escolas conveniadas com o poder público.

Ensino fundamental – Das 178,3 mil escolas de educação básica, 122,5 mil (68,7%) ofertam alguma etapa do ensino fundamental, Dessas, 105,4 mil atendem alunos nos anos iniciais (1º ao 5º) e 61,8 mil, nos finais (6º a 9º) – há praticamente duas escolas com os anos iniciais para cada uma com os anos finais no Brasil.

  • A rede municipal é a principal responsável pela oferta dos anos iniciais: são 10,1 milhões de estudantes (69,3%), o que corresponde a 85,5% da rede pública.
  • Por outro lado, 18,9% dos alunos frequentam escolas privadas – essa rede cresceu 5,3% entre 2021 e 2022.
  • No que diz respeito aos anos finais do ensino fundamental, há uma divisão de responsabilidade entre os estados e os municípios.

A rede municipal atende 5,3 milhões de alunos (44,4%) e a estadual, 4,8 milhões (39,9%). Já as escolas privadas, com 1,8 milhão de estudantes, reúnem 15,5% das matrículas. Ao todo, são 11,9 milhões de alunos nos anos finais do ensino fundamental no Brasil,

Alfabetização – A meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece, como objetivo, a alfabetização de todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do ensino fundamental. Nesse contexto, o censo mostra que, entre 2019 e 2020, houve uma elevação acentuada na taxa de aprovados, influenciada por ajustes no planejamento curricular das escolas, em função da pandemia de covid-19.

Isso ocorreu em toda a educação básica, o que inclui, evidentemente, os alunos do 3º ano do fundamental em específico. Já em 2021, observou-se uma queda nas aprovações, mas os percentuais se mantiveram, ainda, em um patamar superior ao observado antes da pandemia (2019).

  • No caso do 3º ano, a taxa de aprovados foi de 96,8%, em 2021.
  • No que diz respeito à chamada taxa de insucesso, que considera reprovação e abandono, houve uma mudança considerável entre 2019 e 2020, com a redução consistente em todas as séries da rede pública e a elevação nas iniciais do fundamental, na rede privada.

Em 2021, verificou-se um movimento em direção ao padrão observado antes da pandemia, mas ainda com taxas de insucesso inferiores. Os alunos do 3º ano da rede pública especificamente tiveram uma taxa de insucesso de 10,1%, em 2019; 1,3%, em 2020; e 3,7%, em 2021.

Ensino médio – Em 2022, foram registradas 7,9 milhões de matrículas no ensino médio (um aumento de 1,2% em relação a 2021). Configura-se uma tendência de crescimento que chega a 5,4% desde o início da ascendência dessa curva, em 2019. A rede estadual tem a maior participação nessa etapa (84,2%), atendendo 6,6 milhões de alunos.

Nela também está a maioria dos estudantes de escolas públicas (87,7%), A rede federal participa com 232 mil alunos (3% do total). Já a rede privada possui cerca de 971,5 mil matriculados (12,3%). Em relação ao turno e à oferta:

81,9% dos alunos do ensino médio estudam no turno diurno; 18,1% dos estudantes cursam o período noturno; 94,8% dos alunos frequentam escolas urbanas; 43,8% das escolas de ensino médio atendem mais de 500 estudantes.

Tempo integral – Quando o assunto é tempo integral na educação infantil, o censo mostra que houve ligeiro aumento de matrículas nas creches públicas (56,2% para 56,8%); manutenção da taxa nas particulares conveniadas (92,8%) e queda nas escolas privadas sem convênio com o poder público (28,5% para 21,1%), entre 2021 e 2022,

Já a proporção de alunos do fundamental que estudam nessa modalidade de ensino aumentou em 2022, a exemplo do que ocorreu de 2020 a 2021 – no período de 2019 a 2020, houve queda, possivelmente relacionada à pandemia. Nesse sentido, os dados do último biênio indicam uma retomada de patamar e revelam aumento, no último ano, em relação aos números pré-crise sanitária, tanto nos anos iniciais quanto finais.

O ensino médio em tempo integral manteve a tendência de alta e atingiu um crescimento de 9,9% na rede pública, nos últimos cinco anos. Conectividade – No ensino fundamental, 100% das escolas federais, 92,7% das estaduais, 78,1% das municipais e 98,7% das privadas possuem internet. Quando se trata do uso para ensino e aprendizagem, a pesquisa revela que 89,4% das federais, 77% das estaduais, 48,5% das municipais e 72,7% das privadas o realizam. EJA – A educação de jovens e adultos (EJA) recebe uma quantidade considerável de pessoas que ainda não concluíram o ensino regular. De 2019 para 2020, aproximadamente 230 mil alunos dos anos finais do fundamental e 160 mil do ensino médio migraram para a EJA.

  1. São estudantes com histórico de retenção e que buscam meios para concluir os estudos,
  2. Aplicado pelo Inep, o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) tem se firmado como uma alternativa para a obtenção do certificado dessas etapas de ensino da educação básica.
  3. Em 2019, o Encceja teve um número recorde de inscritos: 3 milhões,

Nas edições de 2020 e 2022, foram 1,7 e 1,6 milhão de pessoas inscritas, respectivamente – não houve aplicação em 2021, em função da pandemia. Professores e diretores – Em 2022, foram contabilizados 2,3 milhões de professores e 162.847 diretores na educação básica brasileira.

  • Quem exerce cargo de direção, em sua maioria, tem formação superior (90%) e é mulher (80,7%),
  • Censo Escolar – Principal pesquisa estatística da educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado, em regime de colaboração, entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do País.

O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional. As estatísticas de matrículas servem de base para o repasse de recursos do governo federal e para o planejamento e a divulgação das avaliações realizadas pelo Inep.

O censo também é uma ferramenta fundamental para que os atores educacionais possam compreender a situação educacional do Brasil, das unidades federativas e dos municípios, bem como das escolas, permitindo-lhes acompanhar a efetividade das políticas públicas educacionais. Essa compreensão é proporcionada por meio de um conjunto amplo de indicadores que possibilitam monitorar o desenvolvimento da educação brasileira.

Entre eles, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb), as taxas de rendimento e de fluxo escolar, além da distorção idade-série: todos calculados com base no Censo Escolar. Parte dos indicadores também serve de referência para o monitoramento e cumprimento das metas do Plano Nacional da Educação (PNE).