Celecoxibe 200Mg Para Que Serve - CLT Livre

Celecoxibe 200Mg Para Que Serve

Celecoxibe 200Mg Para Que Serve

Quando devo tomar celecoxibe?

Para o tratamento de dor aguda (pós-operatório e doenças musculoesqueléticas) e dismenorreia primária : 400 mg na primeira dose, seguidos de uma dose de 200 mg, por via oral (engolido) após 12 horas, seguido de 200 mg, a cada 12 horas nos dias seguintes durante o tempo indicado pelo seu médico.

Qual é o efeito do celecoxibe?

Como Celecoxibe funciona? Celecoxibe é um agente analgésico (promove redução da dor) e anti-inflamatório (combate a inflamação que é a. Como Celecoxibe funciona? Celecoxibe é um agente analgésico (promove redução da dor) e anti-inflamatório (combate a inflamação que é a reação do sistema de defesa do nosso corpo a uma agressão, que se manifesta como dor, calor, vermelhidão no local) não esteroidal (não derivado de hormônios) da classe dos inibidores específicos da enzima ciclooxigenase 2 (COX-2, enzima responsável por desencadear a inflamação).

Além da inibição da COX-2, os anti-inflamatórios não esteroidais tradicionais inibem também a COX-1, o que pode aumentar os riscos de eventos adversos gastrintestinais (lesões, úlceras e sangramentos). A dor aguda é reduzida cerca de 28 minutos após tomada da dose de celecoxibe, já a redução dos sintomas da osteoartrite e da artrite reumatoide é percebida em 1-2 semanas de uso da medicação.

Contraindicação do Celecoxibe – Aché Celecoxibe não deve ser usado por pacientes que: Tenham tido crise de asma (doença pulmonar com crises de chiado), urticária (alergia de pele) ou reações alérgicas após uso de ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios, pois há risco de alergia com o uso de celecoxibe; com doença hepática (do fígado) grave e/ou com insuficiência renal grave (redução importante do funcionamento dos rins); tenham dor relacionada à cirurgia de revascularização do miocárdio (cirurgia da ponte de veia safena ou de artéria mamária para desobstrução da coronária).

Como usar o Celecoxibe – Aché Celecoxibe deve ser engolido com ou sem alimentos. Posologia Para o tratamento de dor aguda (pós-operatório e doenças musculoesqueléticas) e dismenorreia primária: 400 mg na primeira dose, seguidos de uma dose de 200 mg por via oral (engolido) após 12 horas, seguido de 200 mg a cada 12 horas nos dias seguintes durante o tempo indicado pelo seu médico.

Uso para o tratamento de dor crônica: todo anti-inflamatório deve ser usado na sua menor dose diária eficaz durante o menor período possível. O tempo adequado deverá ser decisão do seu médico. As doses sugeridas de celecoxibe para essas doenças são as seguintes: Osteoartrite e Espondilite anquilosante 200 mg em dose única ou 100 mg duas vezes.

  • Artrite reumatoide 100 ou 200 mg duas vezes ao dia.
  • Lombalgia 200 mg ou 400 mg em dose única ou dividida em duas vezes de 100 mg ou 200 mg.
  • Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
  • Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
  • Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O que eu devo fazer quando eu me esquecer de usar Celecoxibe? Caso você se esqueça de tomar celecoxibe no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico.

Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas. O esquecimento da dose pode comprometer o resultado do tratamento. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista. Precauções do Celecoxibe – Aché Embora reduza o risco de desenvolvimento de complicações gastrintestinais associadas ao uso de anti-inflamatórios, esse risco não está eliminado pelo uso de celecoxibe, sendo maior em maiores de 65 anos, consumo de bebidas alcoólicas ou com história anterior de perfuração, úlcera ou sangramento gastrintestinal.

Celecoxibe deve ser usado com cautela em pacientes com:

Hipertensão (pressão alta), pois pode piorá-la;Com maior risco de lesões nos rins devido ao uso de anti-inflamatórios: portadores de insuficiência renal (redução grave da função dos rins), alterações da função do fígado em idosos;Portadores das alterações das enzimas metabolizadoras CYP2C9. Comunique ao seu médico se você tiver qualquer uma dessas condições.

Celecoxibe deve ser descontinuado ao aparecimento de rash cutâneo (vermelhidão), lesões nas mucosas (olhos, nariz, boca) ou outros sinais de alergias. Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova.

Anticoagulantes (medicamentos que reduzem a coagulação sanguínea como a varfarina) aumentando o risco de sangramento;Anti-hipertensivos (medicações para a pressão alta) das classes dos inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) e/ou antagonistas da angiotensina II diuréticos e betabloqueadores podem ter seu efeito reduzido;Em pacientes idosos, com desidratação (incluindo aqueles em tratamento com diuréticos) ou com função renal comprometida, a coadministração de anti-inflamatórios, incluindo os inibidores específicos da COX-2, com inibidores da ECA, pode resultar no comprometimento da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda (redução aguda grave da função dos rins);Fluconazol (medicamento contra infecção por fungos) pode aumentar os níveis sanguíneos de celecoxibe;Lítio (medicamento usado para doenças mentais) pode ter seu nível sanguíneo aumentado;Ciclosporinas (medicamentos anti-inflamatórios) podem aumentar o risco de toxicidade no rim associada à ciclosporina;A administração concomitante de dextrometorfano (medicamento para tosse) ou metoprolol (medicamento para pressão alta) com celecoxibe 200 mg duas vezes ao dia resultou em aumento de 2,6 vezes e 1,5 vezes das concentrações no sangue de dextrometorfano e metoprolol, respectivamente;Lisinopril (medicamento para pressão alta) administrado concomitante com celecoxibe pode não controlar a pressão alta.

Atenção: Este produto contém o corante amarelo de Tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de diabetes. Reações Adversas do Celecoxibe – Aché Reações Adversas relatadas em Estudos Clínicos para Dor e Inflamação Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento): Inflamação dos brônquios e seios da face, infecção do trato respiratório superior (região do nariz até os brônquios), infecção urinária, insônia, tontura, hipertensão e piora da hipertensão (pressão alta), tosse, vômito, dor abdominal, dispepsia (sensação de queimação no estômago), flatulência (aumento da quantidade de gases), prurido (coceira), rash (vermelhidão da pele) e edema (inchaço) periférico (dos membros).

Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam esse medicamento): Faringite (inflamação da faringe), rinite (inflamação da mucosa nasal), anemia (redução do número das células vermelhas), hipersensibilidade (reação alérgica), ansiedade, hipertonia (aumento da rigidez muscular), sonolência, visão borrada, zumbido, palpitação, úlceras (feridas) no estômago, doenças dentárias, aumento da quantidade de enzimas (substâncias) hepáticas (produzidas pelo fígado), urticária (alergia na pele), equimose (manchas roxas na pele), edema facial (inchaço localizado no rosto), doença semelhante à gripe e lesão.

Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam esse medicamento): Trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas), confusão mental, insuficiência cardíaca congestiva (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue), arritmia, taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), úlcera (feridas) no duodeno e/ou no esôfago.

Reações muito raras (ocorre entre 0,001% e 0,01% dos pacientes que utilizam esse medicamento): Perfuração do intestino, pancreatite (inflamação no pâncreas), dermatite bolhosa (inflamação da pele com presença de bolhas). Reações Adversas relatadas em Estudos Clínicos para Prevenção de Pólipos Reações muito comuns (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam esse medicamento): Aumento da pressão arterial e diarreia.

Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam esse medicamento): Otite (infecção no ouvido), infecções por fungos, infarto do miocárdio (entupimento dos vasos que nutrem o músculo do coração levando a morte de algumas partes do órgão), dor no peito, dispneia (falta de ar), vômito, disfagia (dificuldade para engolir), síndrome do intestino irritável (doença em que há aumento do número de evacuações ao longo do dia e em situações de estresse), refluxo gastroesofágico (volta dos alimentos do estômago para o esôfago), náusea, divertículo (uma bolsa que se forma na parede do intestino), aumento da quantidade de enzimas (substâncias) hepáticas (produzidas pelo fí- gado), espasmos musculares (contração involuntária dos músculos), nefrolitíase (pedra nos rins), sangramento vaginal, prostatite (inflamação da próstata), hiperplasia (aumento do tamanho) da próstata, aumento dos níveis de creatinina (substância que está presente no sangue) e/ou do antígeno prostático específico (substância presente no sangue que indica problemas na próstata) e aumento de peso.

Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam esse medicamento): Infecção pela bactéria Helicobacter, pelo vírus Herpes zoster, infecções na pele (erisipela) em feridas e gengiva, labirintite (tontura), infecção por bactéria, lipoma (depósito de gordura abaixo da pele), distúrbio do sono, infarto cerebral (acidente vascular cerebral), hemorragia conjuntival (rompimento de um vaso sanguíneo da conjuntiva do olho deixando a parte branca do olho vermelha), depósitos no humor ví- treo, hipoacusia (diminuição da audição), angina instável (dor no peito), insuficiência da valva aórtica (fechamento incompleto de uma das válvulas cardíacas), aterosclerose da artéria coronária (entupimento nas artérias que nutrem o coração por depósitos de gordura e colesterol), bradicardia sinusal (diminuição do ritmo do coração), hipertrofia ventricular (espessamento das paredes do coração), trombose venosa profunda (entupimento das veias maiores), hematoma (acúmulo de sangue sob a pele), disfonia (rouquidão), sangramento da hemorroida, evacuações frequentes, ulceração da boca, estomatite (inflamação da mucosa da boca), dermatite alérgica (reação alérgica), cisto sinovial (nódulo da articulação ou tendão), noctúria (eliminação de volume normal de urina durante a noite), cisto ovariano (formações saculares preenchidas por líquido dentro de um ovário), sintomas da menopausa, sensibilidade nas mamas, dismenorreia (cólica menstrual), edema (inchaço), aumento da quantidade de potássio e sódio no sangue, redução da testosterona (hormônio) no sangue, redução do hematócrito (exame que mostra a percentagem ocupada pelos glóbulos vermelhos ou hemácias no volume total de sangue), aumento nos níveis de hemoglobina (substância que fica dentro do glóbulo vermelho), fraturas (por ex.: pé e membro inferior), epicondilite (inflamação e infecção na região do cotovelo) e ruptura do tendão (lesão das fibras do tendão).

Os eventos citados a seguir foram relatados no período pós-comercialização Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam esse medicamento): Conjuntivite (inflamação da conjuntiva (membrana que reveste os olhos) e angina. Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam esse medicamento): Alucinação, embolia pulmonar (entupimento dos vasos provocado por todo ou parte de um coágulo formado dentro de veias); pneumonite; hemorragia (sangramento) no estômago, hepatite, reações de fotossensibilidade (lesões na pele causadas pela exposição ao sol em quem usa determinado medicamento), insuficiência do rim, hiponatremia (redução da quantidade de sódio no sangue) e alterações relacionadas a menstruação.

Reações muito raras (ocorre entre 0,001% e 0,01% dos pacientes que utilizam esse medicamento): Reação anafilática (alergia generalizada), hemorragia no cérebro, meningite asséptica (inflamação das membranas que recobrem o cérebro e a medula espinal sem infecção), perda da capacidade de sentir sabor (ageusia) e/ou cheiros (anosmia), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíneo), insuficiência (redução importante da função) e/ou inflamação e/ou necrose (morte das células) do fí- gado, colestase (fígado funciona com deficiência), hepatite colestática (fígado inflamado que funciona mal), icterícia (coloração amarelada na pele), síndrome de Stevens-Johnson (manchas vermelhas, bolhas, ulcerações que acometem todo o corpo e as mucosas da boca, faringe, olhos e região anogenital), eritema multiforme (lesões vermelhas de diferentes aspectos na pele), necrólise epidérmica tóxica (morte de grandes extensões de pele), erupções medicamentosas (vermelhidão da pele) com eosinofilia (aumento do número de um tipo de célula de defesa do sangue chamado eosinófilo) e sintomas sistêmicos (DRESS ou síndrome de hipersensibilidade), pustulose exantemática generalizada aguda (febre repentina que aparece em conjunto com lesões avermelhadas com pequenas bolhas de pus na pele), dermatite esfoliativa (lesões descamativas na pele), nefrite tubulointersticial (tipo de inflamação nos rins), síndrome nefrótica (rins não filtram a urina adequadamente podendo causar perda importante de nutrientes), glomerulonefrite por lesão mínima (problema nos rins que podem causar inchaço perto dos olhos, pressão alta, perda de proteína e sangue na urina).

Desconhecido: Infertilidade feminina (redução da fertilidade feminina). Atenção: Este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos.

Nesse caso, informe seu médico. População Especial do Celecoxibe – Aché Fertilidade O uso de AINEs (anti-inflamatórios não esteroidais), incluindo celecoxibe, pode retardar ou inibir a ovulação, o que pode estar associado com a infertilidade reversível em algumas mulheres.

  1. Gravidez Celecoxibe não deve ser usado por grávidas sem orientação e seguimento médico; especialmente durante o primeiro e segundo trimestres (até por volta do 6º mês).
  2. O uso de celecoxibe durante a gravidez requer que se pesem os potenciais benefícios para a mãe e riscos para a criança, o que só pode ser feito pelo médico ou dentista.

Informe imediatamente o seu médico em caso de suspeita de gravidez ou se estiver amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Composição do Celecoxibe – Aché Cada cápsula contém: Celecoxibe: 200 mg.

Excipientes: Lactose monoidratada, croscarmelose sódica, laurilsulfato de sódio, povidona, estearato de magnésio, dióxido de titânio, corante amarelo FDC nº 5, amarelo crepúsculo e gelatina. Superdosagem do Celecoxibe – Aché Dose única de até 1200 mg e múltiplas doses de até 1200 mg ao dia têm sido administradas em indivíduos saudáveis sem significante efeito adverso clínico.

Nos casos suspeitos de overdose (altas doses), suporte médico apropriado deve ser providenciado. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Celecoxibe – Aché O metabolismo do celecoxibe é mediado, predominantemente, pelo citocromo P450 (CYP)2C9 no fígado. Pacientes com deficiência ou suspeita de deficiência de metabolizadores CYP2C9, baseados no histórico prévio/experiência com outros substratos CYP2C9, devem utilizar celecoxibe com cautela, uma vez que podem apresentar níveis plasmáticos altos anormais devido à redução do clearance metabólico.

Considerar o início do tratamento com metade da menor dose recomendada. A administração concomitante de celecoxibe com inibidores de CYP2C9 pode levar a aumentos nas concentrações plasmáticas de celecoxibe. Portanto, uma redução da dose de celecoxibe pode ser necessária quando o celecoxibe for coadministrado com inibidores de CYP2C9.

  • A administração concomitante de celecoxibe com indutores de CYP2C9, como rifampicina, carbamazepina e barbitúricos, pode levar a uma diminuição nas concentrações plasmáticas de celecoxibe.
  • Portanto, um aumento da dose de celecoxibe pode ser necessário quando o celecoxibe for coadministrado com indutores de CYP2C9.

Estudo de farmacocinética clínica e estudos in vitro indicam que o celecoxibe, embora não seja um substrato, também é um inibidor do CYP2D6. Portanto, existe um potencial para interação medicamentosa in vivo com fármacos metabolizados pelo CYP2D6. Interações Específicas Interação de celecoxibe com varfarina ou agentes similares: Uso com anticoagulantes orais.

Fluconazol e cetoconazol: A administração concomitante de fluconazol, 200mg/dia, resultou em um aumento de duas vezes a concentração plasmática de celecoxibe. Este aumento é devido à inibição do metabolismo do celecoxibe via CYPP450 2C9 proporcionada pelo fluconazol. O celecoxibe deve ser introduzido com a menor dose recomendada em pacientes recebendo o inibidor da CYP2C9, fluconazol.

O cetoconazol, um inibidor da CYP3A4, não mostrou inibição clinicamente relevante no metabolismo de celecoxibe. Dextrometorfano e metoprolol: A administração concomitante de celecoxibe 200mg duas vezes ao dia resultou em aumento de 2,6 vezes e 1,5 vezes nas concentrações plasmáticas de dextrometorfano e metoprolol (substratos CYP2D6), respectivamente.

Esses aumentos são devido à inibição do celecoxibe ao metabolismo do substrato CYP2D6 via CYP2D6. Portanto, a dose de medicamentos, como o substrato CYP2D6, pode precisar ser reduzida quando o tratamento com celecoxibe for iniciado ou aumentado quando o tratamento com celecoxibe terminar. Anti-hipertensivos, incluindo inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECAs), antagonistas da angiotensina II (também conhecidos como bloqueadores do receptor da angiotensina, BRAs), diuréticos e betabloqueadores: A inibição das prostaglandinas pode reduzir o efeito dos anti-hipertensivos, incluindo inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECAs) e/ou antagonistas da angiotensina II (BRAs), diuréticos e betabloqueadores.

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Essa interação deve ser considerada em pacientes que recebem celecoxibe juntamente com IECAs e/ou antagonistas da angiotensina II (BRAs), diuréticos e betabloqueadores. Em pacientes idosos, com depleção de volume (incluindo aqueles em tratamento com diuréticos) ou com função renal comprometida, a coadministração de AINEs, incluindo inibidores seletivos da COX-2, com inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II ou diuréticos, pode resultar na deterioração da função renal, incluindo possível insuficiência renal aguda.

Estes efeitos são geralmente reversíveis. Portanto, a administração concomitante desses medicamentos deve ser feita com cautela. Os pacientes devem ser adequadamente hidratados e a necessidade clínica de monitorar a função renal deve ser avaliada no início do tratamento concomitante e depois periodicamente.

Resultados do estudo com lisinopril: Em um estudo clínico de 28 dias em pacientes com hipertensão Estágio I e II controlada com lisinopril, a administração de celecoxibe 200mg duas vezes ao dia, quando comparado ao tratamento com placebo, não resultou em aumentos clinicamente significativos na pressão arterial sistólica ou diastólica média diária determinado por meio de monitoramento ambulatorial da pressão arterial por 24 horas.

Entre os pacientes que receberam concomitantemente celecoxibe 200mg duas vezes ao dia, 48% foram considerados não responsivos ao lisinopril na visita clínica final (definido como pressão arterial diastólica medida com manguito gt;90mmHg ou pressão arterial diastólica medida com manguito aumentada em gt;10% em relação à linha de base), em comparação com 27% dos pacientes que receberam placebo concomitante; essa diferença foi estatisticamente significativa.

Ciclosporina: Devido ao seu efeito sobre as prostaglandinas renais, os AINEs podem aumentar o risco de nefrotoxicidade associada à ciclosporina. Diuréticos: Estudos clínicos mostraram que os AINEs podem reduzir o efeito natriurético da furosemida e tiazídicos em alguns pacientes através da inibição da síntese de prostaglandinas renais.

Metotrexato: Não foram observadas interações farmacocinéticas e clinicamente importantes em um estudo clínico entre celecoxibe e metotrexato. Contraceptivos orais: Em um estudo de interação, celecoxibe não demonstrou efeitos clinicamente relevantes na farmacocinética de um protótipo de um contraceptivo oral combinado (1mg noretindrona/0,035mg etinilestradiol).

Lítio: Em indivíduos sadios, os níveis plasmáticos de lítio aumentaram aproximadamente 17% em indivíduos recebendo lítio associado ao celecoxibe. Pacientes sob tratamento com lítio devem ser monitorados cuidadosamente quando celecoxibe for introduzido ou retirado.

  • Ácido acetilsalicílico: Celecoxibe não interfere no efeito antiplaquetário com baixas doses de ácido acetilsalicílico.
  • Por causa da ausência de efeitos sobre as plaquetas, celecoxibe não é um substituto para o ácido acetilsalicílico na profilaxia da doença cardiovascular.
  • Outros: Não foram observadas interações clinicamente importantes no uso de celecoxibe e antiácidos (alumínio e magnésio), omeprazol, glibenclamida (gliburida), fenitoína ou tolbutamida.

Ação da Substância Celecoxibe – Aché Resultados de eficácia Estudos Clínicos Osteoartrite (OA) O celecoxibe demonstrou uma redução significativa na dor articular em comparação com o placebo. O celecoxibe foi avaliado para o tratamento dos sinais e sintomas da osteoartrite do joelho e quadril em aproximadamente 4.200 pacientes de estudos clínicos controlados por placebo e por agente ativo com até 12 semanas de duração.

  1. Em pacientes com osteoartrite, o tratamento com celecoxibe 100mg duas vezes ao dia ou 200mg em dose única diária resultou em melhora do índice de osteoartrite de WOMAC ( Western Ontario and McMaster Universities ), um índice composto de dor, rigidez, e medidas funcionais em osteoartrite.
  2. Em três estudos de 12 semanas de duração em osteoartrite acompanhada de dor e vermelhidão, as doses de celecoxibe de 100mg duas vezes ao dia ou 200mg duas vezes ao dia proporcionaram redução significativa da dor dentro de 24-48 horas após o início da administração.

Em doses de 100mg duas vezes ao dia ou 200mg duas vezes ao dia, a eficácia do celecoxibe mostrou ser semelhante à do naproxeno 500mg duas vezes ao dia. Doses de 200mg duas vezes ao dia não proporcionaram benefício adicional acima do observado com 100mg duas vezes ao dia.

Uma dose diária total de 200mg mostrou ser igualmente eficaz quer seja administrada como 100mg duas vezes ao dia ou como 200mg em dose única diária. Foi alcançado alívio similar e significativo da dor com celecoxibe 100mg ou 200mg duas vezes por dia e naproxeno 500mg duas vezes por dia em um ensaio de 12 semanas, controlado com placebo, de fase III.

Foi alcançado alívio similar e significativo da dor com celecoxibe 100mg ou 200mg duas vezes por dia e naproxeno 500mg duas vezes por dia em 1.003 pacientes com osteoartrite do joelho. Além de alívio da dor, houve melhora significativa no funcionamento físico e rigidez articular.

  • Artrite Reumatoide (AR) O celecoxibe demonstrou uma redução significativa na sensibilidade/dor articular e no inchaço articular em comparação com o placebo.
  • O celecoxibe foi avaliado para o tratamento dos sinais e sintomas de artrite reumatoide em aproximadamente 2.100 pacientes em estudos clínicos controlados por placebo e por agente ativo com até 24 semanas de duração.

O celecoxibe mostrou ser superior ao placebo nestes estudos, quando se utilizou o Índice de Resposta do American College of Rheumatology 20 (ACR20), um índice composto de medidas clínicas, laboratoriais e funcionais da artrite reumatoide. As doses de celecoxibe 100mg duas vezes ao dia e 200mg duas vezes ao dia apresentaram eficácia semelhante e ambas foram comparáveis à eficácia do naproxeno 500mg duas vezes ao dia.

Embora o celecoxibe nas doses de 100mg duas vezes ao dia e 200mg duas vezes ao dia tenha proporcionado eficácia global semelhante, alguns pacientes obtiveram benefício adicional com a dose de 200mg duas vezes ao dia. Doses de 400mg duas vezes ao dia não proporcionaram benefício adicional acima do observado com 100mg-200mg duas vezes ao dia.

O celecoxibe foi igualmente eficaz quanto o naproxeno e superior ao placebo na superação de sinais e sintomas da artrite reumatoide em um estudo multicêntrico, duplo-cego (n=1.149). O celecoxibe 100mg duas vezes por dia, 200mg duas vezes por dia, 400mg duas vezes por dia e naproxeno 500mg duas vezes por dia foram igualmente eficazes e superiores ao placebo na superação de sinais e sintomas da artrite reumatóide.

  1. O celecoxibe, em todas as doses, foi mais seguro do que o naproxeno no que diz respeito à ocorrência de úlceras gastrointestinais.
  2. Analgesia em dor aguda, incluindo Dismenorreia Primária Nos modelos de analgesia aguda de dor pós-cirúrgica oral, ortopédica e dismenorreia primária, o celecoxibe aliviou a dor classificada pelos pacientes como moderada a grave.

Doses únicas de celecoxibe proporcionaram alívio da dor dentro de um período de 60 minutos. Dor pós-operatória: Em uma revisão sistemática de 10 estudos randomizados (9 dentais, 1 ortopédica; n=1.785 pacientes), significativamente mais pacientes tratados com uma dose única pós-operatória de celecoxibe 400mg alcançaram pelo menos 50% de alívio da dor em 4 a 6 horas (43%) em comparação ao celecoxibe 200mg (34%) ou placebo (4,7%).

A necessidade para a medicação de resgate foi reduzida em ambos os grupos de celecoxibe (400mg: 63%; 200mg: 74%; placebo: 91%). Dor aguda em lesão nos tecidos moles: Os resultados de estudos mostraram que celecoxibe (dose de ataque de 400mg seguida de 200mg duas vezes por dia) foi tão eficaz quanto os AINEs não seletivos no tratamento de dor aguda.

Usando medidas de eficácia padrão, os grupos de tratamento os de pacientes demonstraram uma redução clinicamente significativa na dor da linha de base e um rápido retorno à função normal. Espondilite Anquilosante (EA) O celecoxibe foi avaliado em pacientes com espondilite anquilosante em dois estudos clínicos controlados por placebo e por agente ativo (naproxeno ou cetoprofeno) com 6 e 12 semanas de duração.

O celecoxibe nas doses de 100mg duas vezes ao dia, 200mg em dose única diária e 400mg em dose única diária mostrou ser estatisticamente superior ao placebo nestes estudos para todas as três medidas de eficácia primárias que avaliam a intensidade de dor global (Escala Visual Analógica), atividade da doença global (Escala Visual Analógica) e comprometimento funcional (Índice Funcional de Espondilite Anquilosante de Bath).

No estudo de 12 semanas, não houve diferença no nível de melhora entre as doses de 200mg e 400mg de celecoxibe em uma comparação de alteração média em relação ao basal, porém houve uma maior porcentagem de pacientes que responderam ao celecoxibe 400mg (53%) do que ao celecoxibe 200mg (44%), utilizando-se a Avaliação dos Critérios de Resposta de Espondilite Anquilosante (ASAS 20).

A ASAS 20 define resposta de um paciente ao tratamento como melhora em relação ao basal de pelo menos 20% e melhora absoluta de pelo menos 10mm, em uma escala de 0 a 100mm, em pelo menos, três de quatro dos seguintes domínios: avaliação global do paciente, dor, Índice Funcional de Espondilite Anquilosante de Bath e inflamação.

A análise de resposta também demonstrou ausência de alteração nas taxas de resposta em períodos superiores a 6 semanas. O celecoxibe reduziu significativamente a dor e incapacidade funcional associadas com espondilite anquilosante em comparação com o placebo, sem diferença na eficácia em comparação ao cetoprofeno, em um ensaio clínico randomizado, duplo-cego de 6 semanas.

  1. Estudos em Dismenorreia Dois estudos foram realizados para avaliar a eficácia do celecoxibe em dismenorreia, ambos randômicos, duplocegos, com 3 braços cruzados, que compararam celecoxibe (n=253) a naproxeno (n=251) e placebo (n=256).
  2. Nos dois estudos as pacientes receberam a dose inicial da medicação definida randomicamente (celecoxibe 400mg, naproxeno 550mg ou placebo) no primeiro dia do ciclo menstrual e, se necessário, doses das mesmas medicações (celecoxibe 200mg, naproxeno 550mg e placebo) eram repetidas a cada 12 horas por 3 dias.

Em todas as medidas de eficácia utilizadas (tempo até o alívio da dor, redução da intensidade da dor nas 8 e 12 horas após a dose inicial; manutenção da intensidade da analgesia durante os 3 dias de tratamento – quando necessário – e o uso de medicação analgésica de resgate) celecoxibe e naproxeno foram estatisticamente superiores ao placebo (plt;0,001).

  1. A avaliação do paciente em relação à eficácia do tratamento também foi superior (plt;0,01) nos braços em que as medicações ativas foram usadas.
  2. Nestes dois estudos desenhados de forma idêntica em mulheres com idades entre 18 a 44 anos, o celecoxibe 400mg (seguido de 200mg cada 12h) foi mais eficaz, tal como medido utilizando os escores de dor, no tratamento da dismenorreia primária em comparação com placebo.

Em cada estudo, os escores de medida de eficácia primária foram significativamente melhores com celecoxibe e naproxeno em comparação com placebo. Ambos celecoxibe e naproxeno foram bem tolerados e forneceram alívio da dor menstrual dentro de 1 hora de administração.

  1. Lombalgia O celecoxibe foi utilizado para tratar pacientes que apresentavam lombalgia não neuropática preexistente de duração ≥12 semanas.
  2. Na tabela a seguir, os resultados de eficácia de 5 estudos clínicos são apresentados utilizando a Escala de Avaliação da Intensidade da Dor do Paciente (escala visual analógica de 100mm), a partir da linha de base ao fim do tratamento: Escala de Avaliação da Intensidade da Dor do Paciente em Estudo Clínico de Lombalgia Lombalgia aguda: O celecoxibe proporciona alívio eficaz para a lombalgia aguda e é tão eficaz quanto diclofenaco com menor incidência de eventos adversos gastrointestinais.

Lombalgia crônica: Dois estudos de 6 semanas compararam a eficácia analgésica, tolerabilidade e segurança de celecoxibe 200mg duas vezes por dia e um opioide, o cloridrato de tramadol 50mg quatro vezes ao dia em indivíduos com lombalgia crônica. No geral, o celecoxibe foi mais eficaz do que o tratamento com tramadol para lombalgia crônica com menos eventos adversos relatados.

Informações Adicionais de Estudos Clínicos Estudos Endoscópicos As avaliações endoscópicas do trato gastrintestinal foram realizadas em mais de 4.500 pacientes com artrite que foram admitidos em 5 estudos randomizados e controlados de 12-24 semanas de duração que utilizaram agentes comparativos ativos, 2 dos quais também incluíram controles com placebo.

Não houve relação consistente entre a incidência de úlceras gastroduodenais e a dose de celecoxibe dentro do intervalo estudado. A Tabela 1 resume a incidência de úlceras endoscópicas em dois estudos de 12 semanas de duração que admitiram pacientes cujas endoscopias basais revelaram inexistência de úlceras.

Estudos de 3 meses
Estudo 1 (n=1108) Estudo 2 (n=1049)
Placebo 2,3% (5/217) 2,0% (4/200)
Celecoxibe 50mg duas vezes ao dia 3,4% (8/233)
Celecoxibe 100mg duas vezes ao dia 3,1% (7/227) 4,0% (9/223)
Celecoxibe 200mg duas vezes ao dia 5,9% (13/221) 2,7% (6/219)
Celecoxibe 400mg duas vezes ao dia 4,1% (8/197)
Naproxeno 500mg duas vezes ao dia 16,2% (34/210)* 17,6% (37/210)*

P ≤ 0,05 versus todos os outros tratamentos. A Tabela 2 resume os dados de dois estudos de 12 semanas que incluiu pacientes cujas endoscopias basais revelaram ausência de úlceras. Os pacientes foram submetidos a intervalos entre as endoscopias a cada 4 semanas para fornecer informações sobre o risco de úlcera em função do tempo.

  1. Tabela 2 – Incidência de Úlceras Gastroduodenais em Estudos de Endoscopias seriadas em 3 meses em Pacientes com Osteoartrite e Artrite Reumatoide​ *P ≤ 0,05 celecoxibe vs naproxeno com base nos intervalos e análises cumulativas.
  2. P ≤ 0,05 celecoxibe vs ibuprofeno com base nos intervalos e análises cumulativas.

Foi conduzido um estudo randomizado e duplo-cego de 6 meses de duração em 430 pacientes com artrite reumatoide, no qual um exame endoscópico foi realizado no 6° mês. A incidência de úlceras endoscópicas em pacientes recebendo celecoxibe 200mg duas vezes ao dia foi de 4% versus 15% para pacientes recebendo diclofenaco SR (liberação prolongada) 75mg duas vezes ao dia (plt;0,001).

Em 4 dos 5 estudos endoscópicos, aproximadamente 11% dos pacientes (440/4.000) estavam tomando ácido acetilsalicilico (≤ 325mg/dia). Nos grupos celecoxibe, a taxa de úlcera endoscópica pareceu ser maior nos usuários de ácido acetilsalicílico do que nos não usuários. No entanto, a taxa aumentada de úlceras nestes usuários de ácido acetilsalicílico foi menor que a taxa de úlceras endoscópicas observada nos grupos com agentes comparativos ativos, com ou sem ácido acetilsalicílico.

A correlação entre os achados dos estudos endoscópicos e a incidência relativa de eventos sérios clinicamente significativos no trato gastrintestinal superior não foi estabelecida. Sangramento sério clinicamente significativo no trato gastrintestinal superior foi observado, embora infrequentemente, em pacientes recebendo celecoxibe em estudos controlados e abertos.

Meta-Análises em Segurança Gastrintestinal de Estudos em Osteoartrite e Artrite Reumatoide Uma análise de 31 estudos clínicos controlados randomizados em osteoartrite (OA) e artrite reumatoide (AR), envolvendo 39.605 pacientes com osteoartrite (OA) (n=25.903), artrite reumatoide (AR) (n=3.232) ou pacientes com outras condições (n=10.470), comparou a incidência de eventos adversos gastrintestinais em pacientes tratados com celecoxibe à incidência em pacientes recebendo placebo ou AINEs (incluindo naproxeno, diclofenaco e ibuprofeno).

A incidência clínica de úlcera e sangramento da úlcera com celecoxibe na dose diária total de 200mg-400mg foi de 0,2%, comparada à incidência de 0,6% com AINEs (RR=0,35; 95% IC 0,22-0,56). Estudo de Segurança Prolongada do celecoxibe em Artrite (CLASS) incluindo o uso concomitante de ácido acetilsalicílico Em um estudo prospectivo prolongado de resultados da segurança conduzido na fase pós-comercialização em aproximadamente 5.800 pacientes com osteoartrite e 2.200 pacientes com artrite reumatoide, os pacientes receberam celecoxibe 400mg duas vezes ao dia (4 vezes e 2 vezes as doses recomendadas para osteoartrite e artrite reumatoide, respectivamente, ibuprofeno 800mg 3 vezes/dia ou diclofenaco 75mg duas vezes ao dia (doses terapêuticas usuais).

  • As exposições medianas para o celecoxibe (n=3.987) e o diclofenaco (n=1.996) foram de 9 meses enquanto com o ibuprofeno (n=1.985) foi de 6 meses.
  • As taxas cumulativas de Kaplan-Meier em 9 meses são fornecidas para todas as análises.
  • O desfecho primário deste estudo foi a incidência de úlceras complicadas (sangramento gastrintestinal, perfuração ou obstrução).

Os pacientes podiam tomar ácido acetilsalicilico (AAS) em baixa dose concomitante (≤325mg/dia) como profilático cardiovascular (subgrupos de AAS: celecoxibe, n=882; diclofenaco, n=445; ibuprofeno, n=412). As diferenças de incidência de úlceras complicadas entre o celecoxibe e o grupo combinado de ibuprofeno e diclofenaco não foram estatisticamente significativas.

Não usuários de ácido acetilsalicílico n=3.105 Usuários de ácido acetilsalicílico n=882
Úlceras complicadas 0,32 1,12

Função Plaquetária Em voluntários sadios, o celecoxibe em doses terapêuticas e em doses múltiplas de 600mg duas vezes ao dia (três vezes a dose mais alta recomendada) não apresentou efeito sobre a agregação plaquetária e tempo de sangramento em comparação com o placebo.

  • Todos os controles ativos (Inibidores inespecíficos da COX) reduziram significativamente a agregação plaquetária e prolongaram o tempo de sangramento (vide Figura 1).
  • Estudo de celecoxibe versus omeprazol e diclofenaco em Pacientes sob Risco de Osteoartrite e Artrite Reumatoide (CONDOR) Neste estudo prospectivo de 24 semanas em pacientes com idade ≥60 anos ou com histórico de úlcera gastroduodenal (excluindo usuários de ácido acetilsalicílico em baixa dose), a porcentagem de pacientes com eventos gastrintestinais clinicamente significativos (desfecho primário composto) foi menor em pacientes tratados com celecoxibe 200mg duas vezes ao dia comparado aos pacientes tratados com diclofenaco SR (liberação prolongada) 75mg duas vezes ao dia + omeprazol 20mg uma vez ao dia.

Este resultado é baseado na diminuição clinicamente significativa na hemoglobina (≥2g/dL) e/ou hematócrito (≥10%) de origem gastrintestinal definida ou suposta. Os resultados dos desfechos individuais desse desfecho composto foram os seguintes:

Desfecho composto gastrointestinal pré-definido Celecoxibe 200mg duas vezes ao dia (n=2238) Diclofenaco SR 75mg duas vezes ao dia + omeprazol 20mg uma vez ao dia (n=2246)
Desfechos n (%) de pacientes
Hemorragia gastroduodenal 3 (0,1) 3 (0,1)
Hemorragia do intestino grosso 1 (lt;0,1) 1 (lt;0,1)
Hemorragia gastrointestinal aguda de origem desconhecida 1 (lt;0,1) 0,(0,0)
Diminuição clinicamente significativa na hemoglobina (gt;2g/dL) e/ou hematocrito (gt;10%) de origem gastrointestinal definida 5 (0,2) 24 (1,1)
Diminuição clinicamente significativa na hemoglobina (gt;2g/dL) e/ou hematócrito (gt;10%) de origem gastrointestinal supostamente oculta 10 (0,4) 53 (2,3)
Total* 20 (0,9) 81 (3,6)
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Para os seguintes componentes do desfecho composto gastrintestinal pré-definido, não houve eventos em ambos os grupos de tratamento: obstrução da saída gástrica; perfuração gastroduodenal, do intestino delgado ou do intestino grosso; hemorragia do intestino delgado.

  • Todos os eventos compreendendo o desfecho composto gastrintestinal foram avaliados por um grupo de especialistas independente que não tinha conhecimento de qual grupo randomizado de tratamento o paciente fazia parte.
  • Em uma análise de tempo para ocorrência de um desfecho, plt;0,0001 para a comparação entre o grupo de tratamento com celecoxibe e o grupo de tratamento com omeprazol + diclofenaco para este desfecho.

Segurança Cardiovascular – Estudos em Longo Prazo Envolvendo Pacientes com Pólipos Adenomatosos Esporádicos Foram conduzidos dois estudos com celecoxibe envolvendo pacientes com pólipos adenomatosos esporádicos por ex., estudo APC ( Adenoma Prevention with Celecoxi b) e o estudo PreSAP ( Prevention of Spontaneous Adenomatous Polyp s).

No estudo APC, houve um aumento relacionada à dose no desfecho composto de morte cardiovascular, infarto do miocárdio e acidente vascular encefálico (julgado) com celecoxibe comparado ao placebo por mais de 3 anos de tratamento. O estudo PreSAP não demonstrou um aumento de risco estatisticamente significativo para o mesmo desfecho.

No estudo APC, os riscos relativos comparados ao placebo para o desfecho composto de morte cardiovascular, infarto do miocárdio ou acidente vascular encefálico (julgado) foram 3,4 (95% IC 1,4-8,5) com celecoxibe 400mg duas vezes ao dia e 2,8 (95% IC 1,1-7,2) com celecoxibe 200mg duas vezes ao dia.

  • As taxas cumulativas para o desfecho composto por mais de 3 anos de estudo foram de 3,0% (20/671) e 2,5% (17/685) para grupos de tratamento com celecoxibe 200mg e 400mg duas vezes ao dia, respectivamente, comparadas a 0,9% (6/679) para o grupo placebo.
  • Os aumentos para ambos os grupos de doses de celecoxibe versus placebo foram devidos principalmente ao infarto do miocárdio.

No estudo PreSAP, o risco relativo comparado ao placebo para o mesmo desfecho composto foi de 1,2 (95% IC 0,6-2,4) com celecoxibe 400mg uma vez ao dia. As taxas cumulativas para o desfecho composto por mais de 3 anos foram de 2,3% (21/933) comparadas a 1,9% (12/628 indivíduos), para o grupo placebo.

Segurança Cardiovascular – Estudo de Longa Duração e Prevenção da Doença de Alzheimer com o uso de Anti-inflamatórios (ADAPT Dados do estudo ADAPT não apresentou um aumento significativo do risco cardiovascular com o celecoxibe 200mg duas vezes por dia em comparação com placebo. O risco relativo em comparação ao placebo para um desfecho semelhante (morte por alteração cardiovascular, infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral – AVC) foi de 1,14 (95% CI 0,61-2,12) com celecoxibe 200mg duas vezes por dia.

Segurança Cardiovascular – Meta-Análise de Estudos com Uso Crônico Não foi conduzido qualquer estudo clínico de longo prazo controlado e delineado especificamente para avaliar a segurança cardiovascular na administração crônica de celecoxibe com qualquer duração.

Entretanto, foi conduzida uma meta-análise dos dados de segurança (eventos adversos considerados sérios pelo investigador) de 39 estudos clínicos completos com celecoxibe, de até 65 semanas de duração, representando 41.077 pacientes (23.030 (56,1%) pacientes expostos ao celecoxibe dose diária total de 200mg-800mg, 13.990 (34,1%) pacientes expostos aos AINEs não seletivos e 4.057 (9,9%) pacientes expostos ao placebo).

Nesta análise, a taxa de eventos considerados para o desfecho composto de morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal e acidente vascular encefálico não fatal foi similar entre celecoxibe (n=19.773; 0,96 eventos/100 pacientes-ano) e o tratamento com AINEs não seletivos (n=13.990; 1,12 eventos/100 pacientes-ano) (RR=0,90; 95% IC 0,60-1,33).

Este padrão de efeito foi mantido com ou sem o uso do ácido acetilsalicílico (≤325mg). Houve uma incidência maior de infarto do miocárdio não fatal (RR=1,76; 95% IC 0,93–3,35); entretanto, houve uma tendência de acidente vascular encefálico não fatal menor (RR=0,51; 95% IC 0,23-1,10) e a incidência de morte cardiovascular foi similar (RR=0,57; 95% IC 0,28- 1,14) para celecoxibe comparado aos AINEs não seletivos combinados.

Nesta análise, a taxa de eventos considerados do desfecho composto de morte cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal e acidente vascular encefálico não fatal foram de 1,42/100 paciente-ano para o tratamento com celecoxibe (n=7.462) e 1,20/100 pacientes-ano para placebo (n=4.057) (RR=1,11; 95% IC 0,47-2,67).

Este padrão de efeito foi mantido com ou sem o uso de ácido acetilsalicilico (≤325mg). Houve uma tendência maior de incidência de infarto do miocárdio não fatal (RR=1,56; 95% IC 0,21- 11,90) e de morte cardiovascular (RR=1,26; 95% IC 0,33-4,77), e a de acidente vascular encefálico não fatal foi similar (RR=0,80; 95% IC 0,19-3,31) para celecoxibe comparada ao placebo.

Segurança Cardiovascular Os resultados de segurança cardiovascular foram avaliados no estudo CLASS (veja acima a descrição do estudo). As taxas cumulativas Kaplan-Meier para os eventos adversos tromboembólicos cardiovasculares sérios relatados pelo investigador (incluindo infarto do miocárdio, embolia pulmonar, trombose venosa profunda, angina instável, ataque isquêmico transitório e acidente cerebrovascular isquêmico) não demonstraram diferenças entre os grupos de tratamento com celecoxibe, diclofenaco ou ibuprofeno.

  • As taxas cumulativas em todos os pacientes no nono mês para celecoxibe, diclofenaco e ibuprofeno foram 1,2%, 1,4% e 1,1% respectivamente.
  • As taxas cumulativas em pacientes que não estavam utilizando o ácido acetilsalicílico no nono mês em cada um dos 3 grupos de tratamento foram menores que 1%.
  • As taxas cumulativas para infarto do miocárdio em pacientes não usuários de ácido acetilsalicílico no nono mês em cada um dos 3 grupos de tratamento foram menores que 0,2%.

Não havia grupo placebo no estudo CLASS, o que limita a possibilidade de determinar se os 3 fármacos testados não tinham aumento de risco de eventos cardiovasculares ou se eles todos tiveram o risco aumentado em um grau similar.

Para que tipo de dor serve celecoxibe?

Celecoxibe é indicado para o tratamento sintomático da osteoartrite (lesão crônica das articulações ou ‘juntas’) e artrite reumatoide ; alívio dos sintomas da espondilite anquilosante (

Quanto tempo demora para o celecoxibe fazer efeito?

A dor aguda é reduzida cerca de 28 minutos após tomada da dose de Coques ( celecoxibe ), já a redução dos sintomas da osteoartrite e da artrite reumatoide é percebida em 1-2 semanas de uso da medicação.

Pode tomar celecoxibe todos os dias?

A dose recomendada de celecoxibe é de 400 mg, inicialmente, seguidos de uma dose de 200 mg, após 12 horas se necessário, por via oral, no primeiro dia do tratamento. Nos dias subsequentes, a dose recomendada é de 200 mg duas vezes ao dia, conforme necessário, o que geralmente são 3 dias.

Quantos celecoxibe pode tomar por dia?

A dose recomendada de celecoxibe é de 200 mg administrado em dose única ou100 mg duas vezes ao dia por via oral.

Qual é o nome original de celecoxibe?

Celebra® (celecoxibe) é um antiinflamatório e analgésico pertencente ao grupo de medicamentos denominados inibidores específicos da enzima ciclooxigenase 2 (COX- 2).

Qual é o nome original do celecoxibe?

O Aché, laboratório mais prescrito por ortopedistas e reumatologistas brasileiros, lança Foxis (celecoxibe), anti-inflamatório da classe dos inibidores seletivos de COX-2 e o mais utilizado do mundo para o tratamento dos sinais e sintomas da osteoartrite e da artrite reumatoide.

Para que serve celecoxibe Quanto custa?

Celecoxibe é indicado para o tratamento sintomático da osteoartrite e artrite reumatoide; alívio dos sintomas da espondilite anquilosante; alívio da dor aguda, no pós-operatório de cirurgia ortopédica ou odontológica e em doenças musculoesqueléticas; alívio da dismenorreia primária e alívio da lombalgia.

Pode tomar celecoxibe à noite?

Com ou sem alimentos. tomar com 1 copo de água; não deitar nos 30 minutos após a tomada (para diminuir risco de irritação gastrintestinal).

Qual melhor antiinflamatório que não agride o estômago?

Em alguns casos, o tratamento da doença de base elimina ou minimiza a dor. Por exemplo, a imobilização de uma fratura ou o tratamento antibiótico para uma articulação infectada reduzem a dor. No entanto, mesmo quando a doença subjacente é tratada, analgésicos podem ser necessários para a rápida supressão da dor. Os medicamentos usados para aliviar a dor se enquadram em três categorias:

Não opioides Opioides (narcóticos) Adjuvantes (medicamentos que são geralmente utilizados para tratar outros problemas como convulsões ou depressão, mas que também podem aliviar a dor)

Há uma variedade de analgésicos não opioides disponíveis. Muitas vezes são eficazes para a dor leve a moderada e, às vezes, para dor intensa. Esses medicamentos são frequentemente preferidos no tratamento da dor. As pessoas não se tornam fisicamente dependentes desses medicamentos ou tolerantes aos efeitos de alívio da dor.

  • Paracetamol e aspirina estão disponíveis sem prescrição (venda livre).
  • Vários outros analgésicos não opioides (como ibuprofeno, cetoprofeno e naproxeno) estão disponíveis sem prescrição médica, mas doses mais altas podem exigir uma prescrição.
  • Os analgésicos de venda livre são razoavelmente seguros para serem tomados por curtos períodos.

As pessoas devem seguir as instruções no rótulo sobre a dose máxima, a frequência e a duração da administração do medicamento. Consulte o médico caso os sintomas não desapareçam ou piorem. Muitos dos analgésicos não opioides mais comumente usados são classificados como medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs).

Aspirina, ibuprofeno e naproxeno são alguns exemplos. Em geral, esses medicamentos são usados para tratar dor leve a moderada. Os AINEs não só aliviam a dor como também podem reduzir a inflamação que muitas vezes acompanha e agrava a dor. AINEs são frequentemente tomados por via oral. Alguns AINEs (cetorolaco, diclofenaco e ibuprofeno) também podem ser aplicados por injeções em uma veia (via intravenosa) ou músculo (via intramuscular).

A indometacina pode ser administrada como supositório anal. Diclofenaco também está disponível como creme. Embora amplamente usados, AINEs podem ter efeitos colaterais, por vezes sérios.

Problemas no trato digestivo: Todos os AINEs tendem a irritar o revestimento do estômago e causar irritação digestiva (como azia, indigestão, náusea, distensão, diarreia e dor de estômago), úlceras pépticas Úlcera péptica A úlcera péptica é uma úlcera de forma redonda ou oval na qual o revestimento do estômago ou duodeno foi corroído pelo ácido gástrico e sucos digestivos. Úlceras pépticas podem resultar de infecções. leia mais e sangramento no trato digestivo ( hemorragia gastrointestinal Hemorragia gastrointestinal Hemorragia pode ocorrer em qualquer região do trato digestivo (gastrointestinal ), da boca ao ânus. O sangue pode ser facilmente visto a olho nu (exposto) ou ocorrer em quantidades muito. leia mais ). Coxibes (inibidores do COX-2), um tipo de AINE, provocam menos irritação do estômago e menos hemorragias do que AINEs. O uso dos AINEs juntamente com alimentos e antiácidos contribui para a prevenção da irritação gástrica. O medicamento misoprostol tende a ser útil na prevenção da irritação gástrica e de úlceras pépticas, mas pode causar outros problemas, como a diarreia. Os inibidores da bomba de prótons Inibidores da bomba de prótons O ácido gástrico está envolvido em diversos distúrbios do estômago, incluindo úlcera péptica, gastrite e doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Embora a quantidade de ácido no estômago seja. leia mais, como o omeprazol, ou os bloqueadores da histamina-2 (H2) Bloqueadores de histamina-2 (H2) O ácido gástrico está envolvido em diversos distúrbios do estômago, incluindo úlcera péptica, gastrite e doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Embora a quantidade de ácido no estômago seja. leia mais, como a famotidina, que são usados no tratamento de úlceras pépticas, também podem ajudar a evitar os problemas gástricos causados pelo consumo de AINE. Problemas de sangramento: Todos os AINEs interferem na tendência coagulante das plaquetas (partículas parecidas com uma célula no sangue que ajudam a parar um sangramento quando os vasos sanguíneos sofrem uma lesão). Assim, os AINEs aumentam o risco de hemorragias, sobretudo no trato digestivo, onde irritam o estômago. Os coxibes são menos propensos a causar sangramento do que outros AINEs. Retenção de líquidos e problemas renais: Os AINEs algumas vezes causam retenção de líquidos e inchaço. O consumo frequente de AINEs também aumenta o risco de sofrer doenças renais, que podem provocar insuficiência renal (doença designada nefropatia por analgésicos). Risco elevado de distúrbios do coração e dos vasos sanguíneos: Estudos indicam que todos os AINEs, exceto a aspirina, podem aumentar o risco de ataque cardíaco, de acidente vascular cerebral e de coágulos sanguíneos nas pernas. O risco parece ser mais alto com doses mais altas e uso mais prolongado do medicamento. O risco também é mais alto com certos AINEs do que com outros. Esses problemas podem estar diretamente relacionados ao efeito do medicamento sobre a coagulação ou indiretamente a um aumento pequeno, mas persistente, da pressão arterial causada pelo medicamento.

Se as pessoas tomarem AINEs por um longo período, a probabilidade desses eventos ocorrerem aumenta. Essas pessoas precisam realizar consultas regulares com o médico para verificar a presença de hipertensão arterial, insuficiência renal e úlceras ou sangramento no trato digestivo e para avaliar o risco de doença cardíaca e acidente vascular cerebral.

Pessoas mais velhas Pessoas que consomem bebidas alcoólicas regularmente Pessoas com doença arterial coronária, outras doenças cardíacas e dos vasos sanguíneos (cardiovasculares) ou fatores de risco para essas doenças

Pessoas mais velhas ou com insuficiência cardíaca, hipertensão arterial ou portadoras de doenças renais ou hepáticas precisam de supervisão médica no uso de AINEs. Alguns medicamentos prescritos para o coração e a hipertensão arterial não agem normalmente se combinados a AINEs.

Existem diversos AINEs disponíveis que diferem na rapidez e duração da ação para alívio da dor. Embora todos os AINEs sejam igualmente eficazes, as pessoas respondem de forma diferentemente a eles. Um indivíduo pode observar que determinado medicamento é mais eficaz ou tem menos efeitos colaterais do que outro.

A aspirina (ácido acetilsalicílico) tem sido usada há cerca de 100 anos. Aspirina é tomada por via oral e fornece 4 a 6 horas de alívio da dor moderada. Como a aspirina pode irritar o estômago, ela pode ser combinada com um antiácido (chamado tamponado) ou revestido, de modo que passe rapidamente pelo estômago e se dissolva quando chega ao intestino delgado (chamado com revestimento entérico).

Esses produtos destinam-se a reduzir a irritação gástrica. No entanto, a aspirina com revestimento entérico ainda pode irritar o estômago, porque aspirina também reduz a produção de substâncias que ajudam a proteger o revestimento gástrico. Essas substâncias são chamadas prostaglandinas. Aspirina aumenta o risco de hemorragia em todo o corpo, porque torna as plaquetas menos capazes de funcionar.

Plaquetas são fragmentos celulares no sangue que ajudam o sangue a coagular. Qualquer pessoa que tenha uma tendência aumentada ao sangramento (um distúrbio hemorrágico, como a hemofilia) ou pressão alta não controlada não deve tomar aspirina, exceto sob a supervisão de um médico.

Pessoas que tomam aspirina e anticoagulantes (medicamentos que diminuem a probabilidade de o sangue coagular), como a varfarina, são atentamente monitoradas para evitar hemorragias, que podem ser fatais. Em geral, a aspirina não deve ser administrada na semana que antecede uma cirurgia programada. A aspirina pode agravar a asma.

Pacientes com pólipos nasais são propensos a apresentar sibilos se tomarem aspirina, Algumas pessoas, que são sensíveis (alérgicas) à aspirina, podem ter uma reação alérgica grave ( anafilaxia Reações anafiláticas As reações anafiláticas são reações alérgicas repentinas, generalizadas, potencialmente graves e fatais.

As reações anafiláticas começam, frequentemente, com uma sensação de desconforto, seguida. leia mais ), levando a erupção cutânea, coceira, problemas respiratórios graves ou choque Choque O choque é um quadro clínico com risco à vida, em que o fluxo sanguíneo é baixo, diminuindo o fornecimento de oxigênio e causando danos a esses órgãos e, às vezes, morte.

A pressão arterial. leia mais, Caso ocorra um choque, procure assistência médica imediatamente. AINEs como ibuprofeno, cetoprofeno e naproxeno são menos agressivos para o estômago do que a aspirina, embora poucos estudos tenham comparado esses medicamentos.

Assim como o ácido acetilsalicílico, esses medicamentos também podem causar problemas gástricos, úlceras e hemorragia gastrointestinal. Eles podem piorar a asma e elevar a pressão arterial. Tomar um desses medicamentos pode ligeiramente elevar o risco de acidente vascular cerebral, ataque cardíaco e coágulos sanguíneos nas artérias das pernas.

O risco pode ser menor com o naproxeno do que com outros AINEs. Portanto, naproxeno pode ser uma escolha melhor quando pessoas com alto risco desses distúrbios necessitam de AINEs. Embora ibuprofeno, cetoprofeno e naproxeno costumem interferir menos com a coagulação do que a aspirina, as pessoas não devem tomar estes medicamentos com anticoagulantes (como a varfarina), exceto sob rigorosa supervisão médica.

COX 1, envolvida na produção de prostaglandinas que protegem o estômago e tem um papel importante na coagulação do sangue COX 2, envolvida na produção de prostaglandinas que promovem a inflamação

Os coxibes tendem a bloquear apenas as enzimas COX-2. Assim, os coxibes são tão eficazes como outros AINEs no tratamento da inflamação e da dor. Entretanto, não são tão propensos a prejudicar o estômago e causar náuseas, inchaço, pirose, hemorragias e úlceras pépticas.

Pessoas mais velhas Pessoas tomando anticoagulantes Pessoas com histórico de úlceras Pessoas que tomam um analgésico por um longo período

No entanto, os coxibes, assim como outros AINEs, parecem aumentar o risco de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e coágulos nas pernas. Como resultado, antes que as pessoas com certos quadros clínicos tomem um coxibe, elas são informadas sobre o risco e a necessidade de serem cuidadosamente monitoradas. Estes quadros clínicos incluem

Doenças cardiovasculares (como a doença arterial coronária) Acidentes vasculares cerebrais Fatores de risco para estas doenças

Coxibes, como outros AINEs, não são apropriados para pessoas com insuficiência cardíaca ou sob risco elevado de insuficiência cardíaca (como aquelas que tiveram um ataque cardíaco). O paracetamol é comparável com a aspirina no potencial para aliviar a dor e baixar a febre. Contudo, ao contrário dos AINEs, o paracetamol apresenta as seguintes características:

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Não tem praticamente nenhuma atividade anti-inflamatória útil Não afeta a coagulação sanguínea Não tem reações adversas no estômago

Não se sabe com certeza como o paracetamol age. O paracetamol é administrado por via oral ou por supositório inserido no reto, e sua ação dura, em geral, de 4 a 6 horas. Analgésicos opioides – algumas vezes chamados narcóticos – são eficazes para muitos tipos diferentes de dor.

Geralmente, são os analgésicos mais fortes. Os opioides são quimicamente relacionados à morfina, uma substância natural extraída da papoula. Alguns opioides são extraídos de outras plantas e outros são produzidos em laboratório. Opioides são frequentemente receitados por alguns dias para tratar dor intensa que provavelmente diminuirá rapidamente (como dor causada por uma lesão ou após cirurgia).

Os médicos geralmente passam as pessoas para analgésicos não opioides assim que possível, pois os opioides podem ter efeitos colaterais e existe o risco de mau uso ou vício. Em geral, opioides não são recomendados para tratar pessoas com dor crônica. Antes de prescrever opioides para qualquer tipo de dor crônica, os médicos consideram

Qual é a abordagem habitual de tratamento Se outros tratamentos poderiam ser usados Se a pessoa tem alto risco de efeitos colaterais com um opioide Se a pessoa corre risco de mau uso ou abuso de um opioide ou se é provável que ela use o medicamento para outros fins (por exemplo, para vendê-lo)

Os médicos podem encaminhar o indivíduo para um especialista em dor ou a um psiquiatra especializado em abuso de substâncias se o risco de apresentar um problema for elevado. Por exemplo, os indivíduos que apresentam uma dependência geralmente necessitam de um encaminhamento.

Não ingerir bebidas alcoólicas ou tomar medicamentos ansiolíticos ou soníferos quando estiverem tomando o opioide Tomar a dose recomendada no horário recomendado e não alterar a dose Armazenar o opioide em um local seguro Não compartilhar o opioide com ninguém Entrar em contato com o médico se o medicamento as tornar sonolentas ou se apresentarem quaisquer outros efeitos colaterais (como confusão, constipação ou náuseas) Eliminar os comprimidos não utilizados, conforme indicado Manter naloxona (um antídoto dos opioides) à mão e aprender e ensinar aos familiares como administrá-la se ocorrer uma superdosagem de opioide

Se um opioide for receitado, os médicos têm práticas habituais para garantir a segurança da pessoa. Os médicos normalmente pedem à pessoa para receber prescrições de opioides de apenas um médico e retirar os medicamentos na mesma farmácia todas as vezes.

Eles consultam a pessoa com frequência para consultas de acompanhamento e monitoram o uso do medicamento para garantir que ele seja seguro e eficaz. Por exemplo, os médicos podem examinar periodicamente a urina da pessoa para determinar se o medicamento está sendo tomado corretamente. Eles também solicitam ao indivíduo que assine um acordo que especifica as condições necessárias para o uso de opioides, incluindo qualquer monitoramento que possa ser necessário.

Para evitar mau uso por outros, as pessoas devem manter os opioides em local seguro e descartar quaisquer medicamentos não usados, devolvendo-os para a farmácia. Os opioides apresentam muitos efeitos colaterais. Os efeitos colaterais têm maior probabilidade de ocorrer em pessoas com certas doenças: insuficiência renal Considerações gerais sobre a insuficiência renal Este capítulo inclui uma nova seção sobre COVID-19 e lesão renal aguda (LRA).

A insuficiência renal ocorre quando os rins não são capazes de filtrar devidamente os resíduos metabólicos do sangue. leia mais, doença hepática Considerações gerais sobre a doença hepática A doença hepática pode manifestar-se de formas muito diversas. As manifestações características incluem Icterícia (cor amarelada da pele e da parte branca dos olhos) Colestase (diminuição ou.

leia mais, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) A doença pulmonar obstrutiva crônica é o estreitamento (bloqueio ou obstrução) persistente das vias aéreas, que ocorre com enfisema, bronquite obstrutiva crônica ou ambos os distúrbios., apneia do sono Apneia do sono A apneia do sono é uma doença grave em que a respiração para repetidamente por tempo suficiente para interromper o sono e, muitas vezes, diminui temporariamente a quantidade de oxigênio e aumenta. leia mais não tratada, demência Demência A demência é uma diminuição, lenta e progressiva, da função mental, que afeta a memória, o pensamento, o juízo e a capacidade para aprender. Normalmente, os sintomas incluem perda de memória. leia mais ou outro transtorno cerebral. Os seguintes efeitos comumente ocorrem quando os opioides são usados:

Sonolência Confusão mental Náusea e vômito Constipação intestinal

Os efeitos colaterais menos comuns de opioides incluem:

Retenção de urina Prurido Redução grave da respiração Morte

Sonolência é um efeito colateral comum de opioides. Para algumas pessoas que recebem opioides, a sonolência desaparece ou diminui em alguns dias. Se as pessoas continuarem a sentir sonolência, pode-se tentar utilizar um opioide diferente uma vez que graus de sonolência causados por diferentes opioides podem variar.

Antes de um evento importante que requeira estado de alerta, as pessoas podem receber um medicamento estimulante (tal como metilfenidato ou modafinila) para compensar a sonolência. Para algumas pessoas, consumir bebida com cafeína ajuda a compensar a sonolência. Ao sentir sonolência após tomar um opioide, deve-se evitar dirigir veículos e ter cuidado extra para evitar acidentes com quedas.

Confusão também pode ser resultado do uso de opioides, especialmente se as pessoas são mais velhas. Os opioides aumentam o risco de quedas em pessoas mais velhas. Por vezes, náuseas ocorrem em pessoas que sentem dor, e os analgésicos opioides podem aumentar essa sensação.

Medicamentos antieméticos, administrados na forma de comprimidos, supositórios ou injeções, podem ajudar a prevenir ou aliviar náuseas. Metoclopramida, hidroxizina e proclorperacina são alguns dos antieméticos mais consumidos. Essa coceira causada pelo uso de opioides pode ser aliviada por um anti-histamínico, tal como difenidramina, tomado por via oral ou dado por via intravenosa.

Para a maior parte das pessoas, a náusea e a coceira desaparecem ou diminuem em alguns dias. Já a retenção urinária e a constipação geralmente desaparecem muito mais lentamente, se tanto. Efeitos colaterais sérios podem ocorrer quando as pessoas fazem muito uso de um opioide.

A presença de certos quadros clínicos (como distúrbios hepáticos, renais, respiratórios ou mentais) Ingestão de outros medicamentos que causam sonolência (como benzodiazepínicos) Consumo de álcool

Alguns desses efeitos colaterais podem ser revertidos com naloxona, um antídoto geralmente aplicado por via intravenosa ou por borrifo no nariz. Para pessoas com risco maior de efeitos colaterais de opioides (incluindo depressão respiratória), os médicos podem prescrever naloxona quando prescreverem o opioide.

Enfermeiros e familiares ou cuidadores devem ficar atentos a efeitos colaterais sérios de opioides e, se estes ocorrerem, estar preparados para aplicar naloxona por injeção ou borrifada no nariz da pessoa. Os médicos ou farmacêuticos geralmente ensinam a pessoa como tomar o opioide e os familiares ou cuidadores como administrar a naloxona,

Sempre que possível, os opioides são administrados pela boca ( via oral Via oral Os medicamentos são introduzidos no corpo por diversas vias. Eles podem ser Tomados pela boca (via oral) Administrados por injeção em uma veia (via intravenosa, IV), em um músculo (via intramuscular. ). Quando os opioides são tomados por via oral, a dose e o horário podem ser ajustados mais facilmente. Quando precisam ser administrados por muito tempo, podem ser tomados por via oral ou aplicados por um adesivo na pele ( via transdérmica Via transdérmica Os medicamentos são introduzidos no corpo por diversas vias. ). Opioides são aplicados por injeção Vias injetáveis Os medicamentos são introduzidos no corpo por diversas vias. Eles podem ser Tomados pela boca (via oral) Administrados por injeção em uma veia (via intravenosa, IV), em um músculo (via intramuscular. leia mais (em um músculo ou veia) quando a dor aparece repentinamente ou quando as pessoas não podem tomá-los oralmente, nem por um adesivo na pele. Algumas pessoas que precisam tomar opioides por um longo período e que são beneficiadas por um opioide tomado por via oral não conseguem tolerar seus efeitos colaterais. ). O mau uso de opioides pode ser intencional ou não intencional. Ele inclui qualquer uso que difere do que é prescrito. O desvio envolve a venda ou fornecimento de um medicamento sob receita a outras pessoas. O abuso refere-se ao uso recreativo do medicamento.

Ou seja, os medicamentos são tomados pelas sensações ou sentimentos de prazer que produzem, e não para tratar dor ou outro problema de saúde. Até um terço das pessoas que tomam opioides por um longo período para tratar a dor crônica fazem mau uso deles. Analgésicos adjuvantes são medicamentos geralmente utilizados para tratar outros problemas, mas também podem aliviar a dor.

Acredita-se que os analgésicos adjuvantes funcionem alterando a forma com que os nervos processam a dor. Os analgésicos adjuvantes mais comumente utilizados para as dores são

Anestésicos orais e tópicos

Os antidepressivos podem muitas vezes aliviar as dores em pessoas, mesmo quando elas não apresentam depressão. Antidepressivos tricíclicos (como a amitriptilina, nortriptilina e desipramina) podem ser mais eficazes para esta finalidade do que outros antidepressivos, mas antidepressivos mais novos, como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs) e inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSNs, incluindo a duloxetina, venlafaxina e milnaciprana) podem apresentar menos dos efeitos colaterais que limitam as doses do medicamento.

Os antidepressivos tricíclicos são eficazes para dor neuropática Dor neuropática A dor neuropática é causada por uma lesão ou disfunção dos nervos, da medula espinhal ou do cérebro. (Consulte também Considerações gerais sobre a dor). A dor neuropática pode resultar de Compressão. leia mais, cefaleias Considerações gerais sobre a cefaleia Uma cefaleia é a dor em qualquer parte da cabeça, incluindo o couro cabeludo, pescoço superior, face e o interior da cabeça.

Cefaleias são um dos motivos mais comuns que fazem as pessoas visitar. leia mais, fibromialgia Fibromialgia A fibromialgia é caracterizada por sono inadequado, fadiga, névoa mental, dor e rigidez generalizada nos tecidos moles, incluindo músculos, tendões e ligamentos.

Sono inadequado, estresse, distensões. leia mais e síndromes de hipersensibilidade visceral (dos órgãos) (como dor abdominal Dor abdominal crônica e dor abdominal recorrente A dor abdominal crônica é a dor presente há mais de três meses. Ela pode ser constante (crônica) ou intermitente (recorrente).

A dor abdominal crônica normalmente ocorre em crianças a partir. leia mais ou pélvica crônica Dor pélvica em mulheres Dor pélvica é o desconforto que ocorre na parte inferior do abdômen. A dor que ocorre externamente na região genital (vulva ou lábios) é denominada dor vulvar.

  • Muitas mulheres sofrem de dor.
  • Leia mais ).
  • As doses de antidepressivos tricíclicos usados para tratar a dor são em geral muito baixas para tratar depressão ou ansiedade.
  • Assim, se forem usados antidepressivos tricíclicos para tratar a dor, serão geralmente necessários medicamentos adicionais para tratar a depressão ou ansiedade, se presentes.

A duloxetina parece ser eficaz para a dor neuropática causada pelo diabetes (chamada neuropatia diabética Lesão nervosa no diabetes A pessoa com diabetes mellitus pode apresentar várias complicações de longo prazo que afetam muitas áreas do corpo, sobretudo os vasos sanguíneos, os nervos, os olhos e os rins. ), fibromialgia Fibromialgia A fibromialgia é caracterizada por sono inadequado, fadiga, névoa mental, dor e rigidez generalizada nos tecidos moles, incluindo músculos, tendões e ligamentos. Sono inadequado, estresse, distensões. leia mais, dores lombares crônicas Dor lombar Dor lombar e dor no pescoço estão entre os motivos mais frequentes para consultas médicas., dores musculoesqueléticas crônicas e dores em nervos devido à quimioterapia. As doses de duloxetina usadas para tratar a dor também são adequadas para tratar depressão ou ansiedade, se presentes. A venlafaxina tem efeitos semelhantes. Milnaciprana é eficaz para fibromialgia.

As pessoas podem responder a um antidepressivo e não a outros, de modo que, às vezes, os médicos tentam alguns medicamentos até encontrar um antidepressivo eficaz. Medicamentos anticonvulsivantes podem ser usados para aliviar a dor neuropática. A gabapentina e pregabalina são utilizadas comumente, mas muitos outros, incluindo carbamazepina, clonazepam, lacosamida, lamotrigina, oxcarbazepina, fenitoína, topiramato e zonisamida, ajudam a aliviar a dor em algumas pessoas.

A pregabalina pode ser usada para aliviar a dor causada pela fibromialgia Fibromialgia A fibromialgia é caracterizada por sono inadequado, fadiga, névoa mental, dor e rigidez generalizada nos tecidos moles, incluindo músculos, tendões e ligamentos. Sono inadequado, estresse, distensões. ), neuralgia pós-herpética ou dor neuropática devido a um problema no cérebro ou na medula espinhal. Para controlar a dor, em determinadas circunstâncias, anestésicos tópicos, como a lidocaína em loção, pomada ou emplastro, podem ser aplicados sobre a pele.

A mexiletina, usada para tratar arritmias cardíacas, também é usada para tratar a dor neuropática. Corticosteroides, tais como prednisona e dexametasona, podem ser tomados por via oral se uma dor intensa for causada por inflamação (tal como ocorre na gota). Baixas doses de cetamina (um anestésico) são, às vezes, administradas por via intravenosa em um hospital a pessoas que têm síndrome de dor regional complexa quando outros tratamentos forem ineficazes.

Além dos medicamentos, existem muitos outros tratamentos para alívio da dor. Métodos de neuromodulação usam a estimulação elétrica para alterar a forma como os nervos processam a dor. Essas técnicas incluem:

estimulação elétrica transcutânea dos nervos (TENS) estimulação da medula espinhal estimulação de nervos periféricos

Fisioterapia e terapia ocupacional podem ser usadas para aliviar a dor crônica e ajudar as pessoas a funcionarem melhor. Algumas vezes, a realização de exercícios ou o aumento dos níveis de atividade ajudam. Por exemplo, caminhar regularmente pode ajudar a aliviar dores na região lombar de forma mais eficaz ao invés de ficar em repouso na cama.

A terapia cognitivo-comportamental pode reduzir a dor e a incapacidade relacionada à dor e ajudar as pessoas a lidar com ela. Esse tipo de terapia inclui aconselhamento para ajudar as pessoas a se concentrarem em lidar com a dor, em vez de seus efeitos e limitações. Ela pode incluir aconselhamento para ajudar as pessoas e sua família a trabalharem juntos para controlar a dor.

A importância do apoio psicológico às pessoas que sofrem de dor não deve ser subestimada. Amigos e familiares devem estar cientes de que as pessoas com dor sofrem, precisam de apoio e podem desenvolver depressão ou ansiedade, que exigem apoio psicológico.

Quanto tempo dura o efeito de celecoxibe?

Em todas as medidas de eficácia utilizadas (tempo até o alívio da dor, redução da intensidade da dor nas 8 e 12 horas após a dose inicial; manutenção da intensidade da analgesia durante os 3 dias de tratamento – quando necessário – e o uso de medicação analgésica de resgate) celecoxibe e naproxeno foram

Qual a diferença entre o diclofenaco e o celecoxibe?

Celecoxibe foi comparável ao diclofenaco, já que o limite inferior do intervalo de confiança de 95% (IC) da diferença estimada ( diclofenaco – celecoxibe ) ficou dentro da margem de não inferioridade pré-especificada de – 10 mm.

Qual a diferença entre nimesulida e celecoxibe?

A intensidade da dor foi avaliada e em pacientes com derrame articular, algumas substâncias do líquido sinovial foram analisadas. Os efeitos da nimesulida foram mais marcantes que do celecoxibe, com evidência de início mais rápido de ação analgésica.

Qual o melhor celecoxibe ou naproxeno?

Categoria » Primary study Revista » The American journal of medicine Year » 2006 OBJETIVO: Avaliar a eficácia ea segurança do trato gastrintestinal superior (UGI), de celecoxib, em comparação com não-específicos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), entre pacientes com osteoartrite.

  1. MÉTODOS: Um total de 13274 pacientes com osteoartrite de 39 países foram aleatoriamente designados para tratamento duplo-cego com 100 mg de celecoxib duas vezes ao dia (BID), celecoxib 200 mg, ou tratamento com AINEs não seletivos (diclofenaco 50 mg BID ou naproxeno 500 mg) durante 12 semanas.
  2. Padrão medidas validadas foram usadas para avaliar a eficácia osteoartrite.

Eventos graves UGI foram avaliadas por 2 cegos, independentes e comitês gastrointestinais eventos. RESULTADOS: Os resultados de todas as avaliações de eficácia primária mostraram que ambas as dosagens de celecoxib foram tão eficazes como NSAIDs no tratamento de osteoartrite.

  1. Complicações da úlcera ocorreu um número significativamente maior no grupo não-seletivo AINE (0.8/100 doentes-ano) comparado com o grupo celecoxib (0.1/100 pacientes-ano) (odds ratio = 7,02, intervalo de confiança de 95%, 1,46-33,80; P = 0,008).
  2. Havia menos complicações úlcera no grupo celecoxib em comparação com o grupo de NSAID, tanto em pacientes que tomam aspirina concomitante e aqueles que não tomar aspirina, mas a diferença foi estatisticamente significativa apenas na comparação último.

O número de eventos tromboembólicos cardiovasculares foi baixa e não estatisticamente diferente entre os grupos (por exemplo, as taxas de infarto agudo do miocárdio: celecoxib 10 eventos vs AINEs 1 evento, (P =.11), mas o estudo não foi desenhado para detectar tais diferenças.

Pode tomar celecoxibe à noite?

Como se usa. doses em termos de Celecoxibe. com ou sem alimentos. tomar com 1 copo de água; não deitar nos 30 minutos após a tomada (para diminuir risco de irritação gastrintestinal).

Pode tomar celecoxibe todos os dias?

A dose recomendada de celecoxibe é de 400 mg, inicialmente, seguidos de uma dose de 200 mg, após 12 horas se necessário, por via oral, no primeiro dia do tratamento. Nos dias subsequentes, a dose recomendada é de 200 mg duas vezes ao dia, conforme necessário, o que geralmente são 3 dias.