O Que Significa Sonhar Com Nossa Senhora Das Graças? - CLT Livre

O Que Significa Sonhar Com Nossa Senhora Das Graças?

O Que Significa Sonhar Com Nossa Senhora Das Graças

O que significa ver a imagem de Nossa senhora das Graças?

Entenda o significado de Nossa Senhora das Graças, padroeira da Capela do IMIP 1 A padroeira da Capela do IMIP, Nossa Senhora das Graças, é uma invocação especial pela qual é conhecida a Santíssima Virgem Maria. A primeira vez em se revelou de tal maneira foi em 1830, numa aparição à Santa Catarina Labouré, em Paris, França.

Na aparição, Maria disse que tem muitas e muitas graças para dar à humanidade, mas as pessoas não as pedem. Dia 27 de novembro é a data da festa litúrgica da santa. A túnica e o véu na cor branca que aparecem na imagem de Nossa senhora das Graças simbolizam a pureza da Virgem Maria. Com efeito, ela é “Cheia de Graça”, segundo as palavras do Anjo Gabriel (Lucas 1, 28).

O véu era usado sobre os cabelos pelas mulheres judias como sinal de pureza e recato. O cinto azul de Nossa Senhora das Graças representa o céu e está ligado à túnica branca. Isto significa que para chegar ao céu é preciso pureza de coração e santidade.

O manto de Nossa Senhora representa o céu. Significa que a Virgem Maria é um ser humano que está no céu, gozando da irrestrita presença de Deus, bem como da glória celestial. E estando lá, diante de seu Filho Jesus, ela pode interceder por todos nós, que somos seus filhos adotivos. A coroa de doze estrelas é um símbolo forte nas imagens de Nossa Senhora.

Significa que a Virgem Maria é rainha do céu e da terra. As doze estrelas vêm da visão de São João, que está em Apocalipse 12, 1 e significam os doze Apóstolos. Eles são as colunas da Igreja. A coroa de Nossa Senhora com doze estrelas significa que Nossa senhora é Rainha em conformidade com a doutrina dos Apóstolos.

  • A serpente debaixo dos pés de Nossa Senhora das Graças simboliza o demônio vencido pela “Nova Eva”, obediente e pura.
  • Dizendo “sim” a Deus e gerando Jesus, a Virgem Maria “esmagou a cabeça da serpente”, como nos fora prometido por Deus no livro do Gênesis 3, 15.
  • Por isso, quem procura se aproximar da Mãe Maria com sinceridade de coração, vence as tentações do maligno e se aproxima cada vez mais de Deus.

O globo terrestre debaixo dos pés de Nossa Senhora significa que ela tem poder de intercessão para salvar o mundo. Porém, é preciso que os cristãos peçam isso a ela incessantemente. O mundo também representa cada pessoa em particular, que pode ser salva pela intercessão da Mãe.

O que significa sonhar com a senhora?

O sonho com uma pessoa idosa representa, sobretudo, maturidade e experiência, pelo fato da sabedoria adquirida ao longo da vida. Esse sonho mostra a aproximação de uma nova fase em sua jornada, com crescimento profissional. Além disso, o idoso no sonho pode representar simplicidade para enfrentar situações que pedem calma e racionalidade.

  • Sonhar que conversa com idoso Ao sonhar que conversa com uma pessoa idosa, pode ser que você esteja buscando aprendizado para a sua vida.
  • Conversar com pessoas mais velha geralmente vai te trazer resoluções sábias, com exemplos e atitudes racionais.
  • Sonhar que abraça um idoso Esse sonho representa a saudade de alguém que não está mais presente em sua vida.

Essa pessoa aparece no sonho para te reconfortar e renovar as suas energias. Sonhar com idoso caindo O idoso caindo no sonho representa a sua preocupação com os negócios e medo de não conseguir se recuperar de uma fase negativa. É hora de ter cautela e não se arriscar demais.

O que significa sonho de graça?

Usain Bolt Sonhar é de graça. Alcançar seus objetivos tem um custo. Embora você possa fantasiar de graça, os objetivos não vêm sem um preço. Tempo, esforço, sacrifício e suor. Como você vai pagar pelos seus objetivos? : Usain Bolt

Qual entidade representa Nossa Senhora das Graças?

Alexandre Cumino > “Maria” na Umbanda: entre santos e orixás > Artigos, teses e publicações. Espiritualidade e Sociedade,:::

  • Ano passado me foi pedido por um dos professores da Faculdade Claretiano um texto sobre Maria na Umbanda, coloco aqui para apreciação de todos.
  • Maria na Umbanda: entre santos e orixás Por Alexandre Cumino*
  • 1. Introdução

Maria, mãe de Jesus, vai muito além do Catolicismo e do Cristianismo, vemos sua presença em grandes religiões como o Islã, onde ela assume o papel de mãe do profeta Jesus, no entanto é possível encontrar Maria nos cultos ou religiões sincréticas das Américas.

  1. O colonizador europeu trouxe o africano como escravo e ambos se instalaram nesta terra do índio.
  2. Logo as culturas do branco, do negro e do vermelho se encontraram de forma particularizada em diferentes regiões deste continente.
  3. E assim chegou Maria ao Brasil, onde foi acolhida também pela religiosidade popular, associada e comparada com divindades e entidades do mundo mítico afro-indígena.

Neste contexto está, também, a Umbanda, nascida da miscigenação tão brasileira, no seu jeito de ser, fruto de mitos, ritos e símbolos os mais variados.2. Objetivo O objetivo deste estudo é ressaltar alguns pontos da presença de Maria na Umbanda. Verificamos um sincretismo dinâmico.

  • Maria Virgem” se identifica com Oxum e “Maria Mãe” se identifica com Yemanjá, em que a relação santo/orixá varia segundo diferentes pontos de vista.
  • Para além de um altar essencialmente católico, podemos observar Maria em outros aspectos da liturgia, como a Festa de Yemanjá e a identificação dos templos com nomes de santos.

Hoje a umbanda passa por uma mudança de paradigma, no que diz respeito a sua literatura, escrita de “umbandista para umbandista”, surge uma literatura psicografada de umbanda e novas abordagens sobre a relação de Maria na Umbanda. Sendo uma religião muito aberta e inclusiva acolhe diferentes e novas formas de entender a presença de Maria.

  1. Vamos aqui apenas esboçar alguns aspectos, conscientes da complexidade da Umbanda e dos diferentes ângulos que as Ciências da Religião nos oferecem para aprofundar a questão.3.
  2. Maria na história da Umbanda O primeiro templo de Umbanda de que se tem noticia traz o nome de “Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade”, quem nos conta a história de sua fundação é o Sacerdote de Umbanda, Ronaldo Linares, Presidente da Federação Umbandista do Grande ABC (FUGABC), criador do primeiro curso de formação de sacerdotes de Umbanda.

Dia 15 de Novembro de 1908, Zélio Fernandino de Moraes, um jovem rapaz de 17 anos, incorporou o espírito de Frei Gabriel de Malagrida, queimado na inquisição. O espírito do Frei revelou que, em uma vida posterior, nasceu como índio no Brasil, preferindo ser identificado, agora, como “Caboclo das Sete Encruzilhadas” e que vinha para trazer a Religião de Umbanda.

Sua “igreja” se chamaria Nossa Senhora da Piedade, pois assim como Maria acolheu a Jesus, a Umbanda acolheria os filhos seus. Zélio vinha de uma família de origem católica e no seio deste lar tiveram início as sessões mediúnicas de Umbanda, onde já havia um pequeno altar católico. Com o tempo, o espírito de um “preto velho”, escravo de origem africana, “Pai Antônio”, traria o conhecimento dos orixás africanos associados aos santos católicos.

Nascia o sincretismo de Umbanda, Maria já estava presente e enraizada nos valores religiosos e espirituais dessa família. No decorrer dos tempos surgiriam milhares e milhares de Templos de Umbanda, identificados como “tendas”, “centros”, “casa” ou “terreiros” de Umbanda, nos quais a exemplo da primeira “Tenda de Umbanda”, estariam presentes as “Marias”, identificando estes templos como: “Tenda Nossa Senhora da Conceição”, “Tenda Nossa Senhora da Guia”, “Nossa Senhora de Sant’Ana”, “Nossa Senhora dos Navegantes” e outras como “Estrela D’alva”, “Tenda Nossa Senhora Aparecida”, “Casa de Maria” etc.4.

Maria no altar de Umbanda Oxum representa o amor, a pureza, a beleza, inocência e concepção, enquanto Yemanjá representa a mãe universal, mãe dos orixás, aquela que mantém e gera a vida. Ambas se manifestam na água, Oxum nas cachoeiras e Yemanjá no mar. O sincretismo de Maria com os Orixás se faz notar principalmente no altar de Umbanda, que é um altar composto por imagens católicas.

Encontraremos a imagem de Nossa Senhora da Conceição ou de Nossa Senhora Aparecida, fazendo sincretismo com Oxum. Yemanjá é o único orixá que tem uma imagem própria, umbandista, não católica, assim mesmo encontramos sincretismo com Nossa Senhora dos Navegantes ou Nossa Senhora das Graças.5.

Um olhar sociológico Cândido Procópio Ferreira de Camargo, no final da década de 50, dedicou parte de seu tempo ao estudo das “Religiões Mediúnicas” e registrou no livro “Kardecismo e Umbanda: uma interpretação sociológica”, o resultado de sua pesquisa de campo, onde descreve um Terreiro de Umbanda: “No ‘terreiro’ propriamente dito, barracão com cerca de 50m², há um altar, semelhante aos católicos,

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O ‘Orixá’ guia do ‘terreiro’ assume lugar de destaque, sob a figura do Santo Católico correspondente. São Jorge, Nossa Senhora, São Cosme e São Damião são os Santos mais comuns que integram o altar, além do Cristo abençoando, de braços abertos.” Procópio Ferreira dedica especial atenção ao sentimento de pertença daquele que busca as “religiões mediúnicas”, observando que boa parte dos freqüentadores consideram-se Católicos.

Embora já tenha decorrido meio século e a umbanda venha mudando de perfil, na busca de identidade, ainda nos dias de hoje observamos este fato em menor grau. Para evitar preconceito da sociedade ou desinformação, alguns dos adeptos, da Umbanda, identificam-se de pertença espírita, não fazendo distinção entre sua prática e a criada por Allan Kardec.

Ao adentrar um terreiro de Umbanda pela primeira vez muitos o fazem com certo receio do desconhecido, mas se deparando com um altar católico sentem-se confortados e tranqüilos. Jesus de braços abertos e Maria a seu lado, junto com todos os outros santos, continuariam a guiar sua fé, agora ao lado da tão popular Yemanjá.

  1. O sincretismo, neste caso, serve de amparo para que o desconhecido se apresente através de elementos já conhecidos.
  2. O Católico se sente à vontade para justificar sua pertença, assim como, fica clara a importância do altar para a recepção e a conversão do novo adepto.6.
  3. Festa de Yemanjá Na década de 50 foi criada uma imagem brasileira para Yemanjá, de pele branca, cabelos negros, vestida de azul, pairando sobre o mar, seu vestido se funde às ondas e derrama pérolas pelas mãos.

Esta é uma imagem umbandista e embora todos aceitem Maria como Yemanjá e Oxum, quase não se usa uma imagem católica para Yemanjá, pois ela tem o privilégio de ter imagem própria. Na Umbanda paulista desde 1969, realiza-se anualmente a Festa de Yemanjá, na Praia Grande, onde está a tradicional imagem de Yemanjá, em Cidade Ocian.

  1. Recentemente, o município de Mongaguá, recebeu uma grande imagem de Yemanjá doada pela FUGABC.
  2. A Rainha do Mar reina sozinha nestas duas praias do litoral sul paulista, sendo, dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, a Festa de Yemanjá.
  3. Já as comemorações de Oxum ficaram para o dia de Nossa Senhora Aparecida e todo o resto do calendário umbandista é orientado por datas católicas, correspondentes aos santos e orixás.7.

Quatro olhares para o sincretismo afro-católico na Umbanda O olhar para o sincretismo assume diferentes aspectos dentro da Umbanda, devido à liberdade de interpretações que existe dentro dela mesma. O umbandista tem diferentes formas de se relacionar com Maria, que resultam em olhares diferentes para o sincretismo.

  • O primeiro olhar é um “olhar católico”, de desinformação sobre a cultura afro. O recém convertido ou o adepto ao ser questionado por exemplo, de quem é o Orixá Oxum ou Yemanjá responde simplesmente que é Maria Mãe de Jesus. Não há um interesse pela cultura e a presença da divindade africana.
  • O segundo olhar é um “olhar afro” de desinteresse pelo Santo Católico, a presença do mesmo é apenas figurativa para representar o Orixá, divindade que não possui uma imagem feita de gesso para ir ao altar, com exceção de Yemanjá. Assim Nossa Senhora da Conceição ou Nossa Senhora das Graças está no altar apenas como uma referência simbólica para se alcançar e louvar, quem realmente está lá, Orixá Oxum.
  • O terceiro olhar é um “olhar de fusão” pelo qual Maria, Oxum e Yemanjá se fundem, não há mais uma e outra, Maria é Oxum e também Yemanjá. As lendas e os mitos se confundem e se apresentam nos cantos, neles vemos “Maria a mãe dos Orixás”, “Maria filha de Nanã Buroquê, a avó dos Orixás” ou “Yemanjá mãe de todos os santos”. Inclusive o conceito de santo e orixá se confundem. O adepto se expressa dizendo “meu santo de cabeça é Oxum”, para esclarecer que este Orixá é o “dono de sua cabeça”, seu regente ou padrinho.
  • Há ainda um quarto olhar, que é o “olhar de convivência”. É um olhar que reconhece a afinidade entre os Santos e Orixás, Nossa Senhora da Conceição tem sincretismo com Oxum porque ambas tem as mesmas qualidades. Santo e orixá convivem juntos em harmonia, a qualidade e presença de um não diminui o outro. Existem clareza e esclarecimento sobre a origem e cultura que envolve santo e orixá. Oxum não é Maria, mas ambas têm as mesmas qualidades e convivem juntas e em harmonia. Sozinhas elas já ajudam, juntas ajudam muito mais.

Já comentamos, linhas acima, que a religião de Umbanda vem mudando de perfil, buscando sua identidade e, porque não, até mudando alguns paradigmas. Até alguns anos a literatura chamada de “psicografada” ou “escrita mediúnica”, pela qual os espíritos dão sua mensagem escrita, eram de característica do Espiritismo “Kardecista”.

Nos últimos anos vem se observando uma literatura “psicografada de Umbanda”, ou seja, livros de Umbanda escritos de forma mediúnica. Essa mudança de paradigma deve-se a um autor umbandista, Rubens Saraceni, que já publicou mais de 50 títulos nos últimos 13 anos, o que vem incentivando outros umbandistas a realizarem a mesma experiência.

O autor psicógrafo, médium e sacerdote de Umbanda, Rubens Saraceni, criou o primeiro curso livre de “Teologia de Umbanda”, para estudar de forma teórica e teológica as questões pertinentes à Umbanda, vista de dentro. Na “Teologia de Umbanda” se reconhece que Deus é Um com muitos nomes diferentes, como Alá, Zambi, Tupã, Olorum, El, Adonai, Jah, Javé, Aton, Brahman, Ahura Mazda entre outros.

  • Da mesma forma os diversos “Tronos de Deus”, “Divindades” ou Deuses se manifestam em várias culturas, “à moda” de cada uma delas.
  • Assim o “Trono Feminino do Amor” ou “Divindade feminina do Amor” é conhecida como Oxum, Isis, Lakshimi, Afrodite, Vênus, Hebe, Kwan Yin, Freyija, Blodeuwedd, entre outros nomes, sendo a mesma, manifesta sob diferentes formas.

Maria personifica este trono na cultura católica, portanto seu sincretismo com Oxum torna-se natural, legítimo e Justificado. Maria tem as qualidades do “Trono Feminino do Amor” e do “Trono Feminino da Geração”, como Yemanjá, Tétis, Hera, Parvati, Danu, Friga e outras.

Todas as divindades convivem juntas e se expressam de muitas formas, lembrando a idéia das “Máscaras de Deus”.9. Conclusão Podemos ainda lembrar que Maria ocupa o posto que antes pertencia às “Deusas Pagãs”. O Catolicismo fez sincretismo de culturas e valores, durante sua expansão por territórios desconhecidos ao cristianismo.

Podemos dizer que a Deusa também está no inconsciente coletivo que busca elementos conhecidos para concretizar-se em uma realidade palpável. Por fim, podemos dizer que onde houver duas ou mais culturas haverá sempre o sincretismo, que marca o encontro entre elas.

  1. Maria faz parte de uma cultura que dominou todo o Ocidente e boa parte do Oriente.
  2. No mundo pós-moderno e globalizado, cada vez mais encontraremos sincretismos e associações a Maria.
  3. Independente de como possa ser interpretada, concluímos que Maria também faz parte da Religião de Umbanda e se manifesta de formas diferentes dentro desta mesma religião.

*Alexandre Cumino é presidente do Colégio de Umbanda Sagrada Pena Branca, conselheiro consultivo da Associação Umbandista e Espiritualista do Estado de São Paulo, Sacerdote de Umbanda, ministrante dos cursos livres de “Teologia de Umbanda Sagrada” e “Sacerdócio de Umbanda Sagrada”, editor do Jornal de Umbanda Sagrada e estudante de Ciências da Religião na Faculdade Claretiano.

  1. Notas:
  2. LINARES, TRINDADE e VENEZIANI, 2007.

É o próprio espírito de Gabriel de Malagrida, nesta mesma ocasião (LINARES, 2007.P.22), quem esclarece: “acusado de bruxaria, fui sacrificado na fogueira da Inquisição por haver previsto o terremoto que destruiu Lisboa, em 1775.”. No dia posterior na residência do jovem Zélio de Moraes, Gabriel de Malagrida, agora identificado como Caboclo das Sete Encruzilhadas, também teria previsto as duas guerras mundiais, as bombas atômicas de Hiroshima e Nagazaki e a grande degeneração da moral.

  • SARACENI, 2008
  • CAMARGO, 1961, P.44
  • SARACENI e XAMAN, 2003
  • SARACENI, 2005

BASTIDE, Roger. As Religiões Africanas no Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo e Editora Livraria Pioneira, 1971. CAMARGO, Candido Procópio Ferreira de. Kardecismo e Umbanda: Uma Interpretação Sociológica. São Paulo: Editora Livraria Pioneira, 1961. CUMINO, Alexandre. Deus, Deuses, Divindades e Anjos. São Paulo: Editora Madras, 2008. LINARES, Ronaldo; TRINDADE, Diamantino e VENEZIANI, Wagner. Iniciação à Umbanda. São Paulo: Editora Madras, 2007. SARACENI, Rubens. Orixás: Teogônia de Umbanda. São Paulo: Editora Madras, 2005. SARACENI, Rubens e XAMAN, Mestre. Os Decanos: Os Fundadores, Mestres e Pioneiros da Umbanda. São Paulo: Editora Madras, 2003. SARACENI, Rubens. Doutrina e Teologia de Umbanda. São Paulo: Editora Madras, 2008 : Alexandre Cumino > “Maria” na Umbanda: entre santos e orixás > Artigos, teses e publicações. Espiritualidade e Sociedade,:::

O que a Nossa Senhora das Graças protege?

A Medalha Milagrosa teve origem nas aparições da Santíssima Virgem em Paris, na França, especificamente na Capela da Rue de Bac, Em 27 de Novembro de 1830, véspera do 1º Domingo do Advento, a Virgem Imaculada apareceu a Santa Catarina Labouré, Filha da Caridade de São Vicente de Paulo, e confiou-lhe a missão de mandar cunhar uma Medalha, segundo o modelo que lhe mostrou: “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo, disse Nossa Senhora.

  1. As pessoas que a trouxerem com confiança receberão muitas graças, sobretudo se a trouxerem ao pescoço.” Nossa Senhora a Catarina Labouré (1830) Uma difusão imediata e prodigiosa tornou a Medalha conhecida.
  2. Inúmeras graças de conversão, de proteção e de cura foram alcançadas com ela,
  3. Perante isto, o Arcebispo de Paris, Monsenhor de Quélen, ordenou um inquérito oficial sobre a origem e os efeitos da Medalha da Rue de Bac.
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Deste, conclui-se “A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuídas, os admiráveis benefícios e as graças singulares obtidas parecem sinais do Céu, que confirmam a realidade das aparições, a veracidade das narrativas da vidente e a difusão da medalha.” Em 1846, em Roma, após a conversão de Afonso Rastisbonne, o Papa Gregório XVI confirmou as conclusões do Arcebispo de Paris. A medalha é a compilação gráfica das grandezas de Maria e de sua história no plano de Salvação de Deus Simbologia da Medalha Milagrosa Na frente da medalha: + A Santíssima Virgem de pé sobre o globo terrestre : isso significa que Ela, além de ser Nossa Mãe do Céu, é também a Rainha da Terra e de todo o Universo.

Ela esmaga sob seus pés uma serpente que representa o demônio, que tenta continuamente os homens com o intuito de levá-los para o inferno. Nossa Senhora tem um poder incomparavelmente maior que o do demônio. Ela protege todos os filhos que Lhe pedem com confiança. + De Seus dedos saem raios de luz, Estes raios representam as graças que a Santíssima Virgem concede aos que se devotam a Ela.

Perguntada por Santa Catarina sobre o porquê de alguns dedos não saírem raios, Ela respondeu que desejava conceder mais graças, porém os homens não Lhe pediam, + Em volta da Medalha lê-se a frase : “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”,

  1. Nossa Senhora mandou colocar na Medalha esta curta oração, para que ela fosse repetida com frequência.
  2. Isso equivale a praticar, constante e pessoalmente, um ato e uma profissão de fé.
  3. No verso da medalha: + O grande “M” encimado por uma Cruz é a inicial do nome de Maria, a Santíssima Virgem, nossa mãe do Céu.

A cruz é a de Jesus que morreu por nós; + Ao pé da Cruz acha-se Maria, que sofre e nos ama em união completa com Jesus. + Em torno há 12 estrelas : Como Rainha do Céu e da Terra, a Santíssima Virgem possui uma coroa de 12 estrelas, que representam o seu poder sobre toda a criação.

Tudo o que pede a Deus, Ela obtém. + Lado a lado, estão os corações de Jesus e de Maria. Ambos possuem pequenas chamas que sobem, para indicar que ardem de amor por nós. + À esquerda, o Coração de Jesus está coroado de espinhos e sangra por uma ferida. É por causa dos nossos pecados, das nossas más ações que O fazem sofrer tanto.

Para resgatar nossos pecados, Ele foi coroado de espinhos, morreu na Cruz e teve o Coração traspassado por uma lança. + À direita, o Coração de Maria está traspassado por uma espada, que representa a dor que Ela suportou ao ver os sofrimentos de seu Filho por nós. Usar medalhas não é uma superstição, mas um sacramental, da mesma forma que o escapulário, No Concílio de Trento, em 1563, a Igreja fixou o bom uso de medalhas, imagens, escapulários, lembrando aos cristãos que é preciso que fique bem claro que, quando veneramos as imagens de Cristo, da Virgem e dos Santos, não significa que colocamos nossa fé nas imagens, mas sim que veneramos as pessoas que elas representam,

Não devemos considerar a medalha de Nossa Senhora das Graças um talismã ou um amuleto com poderes mágicos. Ela nos ajuda a conservar o amor da Virgem vivo em nosso coração e em nosso espírito, nos estimulando a demonstrar nosso reconhecimento através da fé e de um comportamento digno de um filho de Nossa Senhora.

A mensagem da medalha é clara: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.” Ela nos revela a Imaculada Conceição de Maria e sua cooperação na salvação concedida por seu divino Filho, bem como sua maternidade universal. Fonte: RITA DE SÁ FREIRE, – Nossa Senhora Auxílio dos Cristãos: Títulos, Orações e Devoções.

  • Ed. Petrus: 2010.
  • São Paulo.
  • Pág 137 – 142.
  • A Med alha Milagrosa teve origem nas Aparições da Santíssima Virgem na Capela da Rue de Bac, Paris em 1830.
  • Num sábado, 27 de Novembro de 1830, véspera do 1º Domingo do Advento, a Virgem Imaculada apareceu a Santa Catarina Labouré, Filha da Caridade de S.
  • Vicente de Paulo, e confiou-Lhe a missão de mandar cunhar uma Medalha, segundo o modelo que lhe mostrou: “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo, disse Nossa Senhora.

As pessoas que a trouxeram com confiança receberão muitas graças, sobretudo se a trouxeram ao pescoço.” Uma difusão imediata e prodigiosa tornou a Medalha conhecida. Inúmeras graças de conversão, de proteção e de cura, foram alcançadas com ela. Perante isto, o Arcebispo de Paris, Monsenhor de Quélen, ordenou um inquérito oficial sobre a origem e os efeitos da Medalha da Rue de Bac.

Deste conclui-se “A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuídas, os admiráveis benefícios e as graças singulares obtidas, parecem sinais do Céu, que confirmam a realidade das aparições, a veracidade das narrativas da vidente e a difusão da medalha.” Em 1846, e Roma, após a conversão de Afonso Rastisbonne, o Papa Gregório XVI confirmou as conclusões do Arcebispo de Paris.

A Medalha Milagrosa é instrumento da incansável bondade de Maria para com os pecadores e os que sofrem. Os cristãos que nela souberem meditar encontrarão um resumo de toda a doutrina da Igreja sobre o lugar de Maria na obra da Redenção e a Sua mediação universal.

  1. Simbologia da Medalha A medalha é a compilação gráfica das grandezas de Maria e de sua história no plano de Salvação de Deus.
  2. Explicação da Medalha Milagrosa A Santíssima Virgem de pé sobre o globo terrestre: isso significa que Ela, além de ser Nossa Mãe do Céu, é também a Rainha da Terra e de todo o Universo.

Ela esmaga sob seus pés uma serpente que representa o demônio, que tenta continuamente os homens com o intuito de levá-los para o inferno. Nossa Senhora tem um poder incomparavelmente maior que o do demônio. Ela protege todos os filhos que Lhe pedem com confiança.

  1. De Seus dedos saem raios de luz.
  2. Estes raios representam as graças que a Santíssima Virgem concede aos que se devotam a Ela.
  3. Perguntada por Santa Catarina por que de alguns dedos não saíam raios, Ela respondeu que desejava conceder mais graças, porém os homens não Lhe pediam.
  4. A data de 1830 marca o ano das aparições de Nossa Senhora nas quais Ela revelou a Medalha a Santa Catarina Labouré.

Foi no final da tarde do dia 27 novembro. Em volta da Medalha lê-se a frase: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”. Nossa Senhora mandou colocar na Medalha esta curta oração para que ela fosse repetida com frequência. Isso equivale a praticar constantemente e pessoalmente um ato e uma profissão de fé.

  1. No reverso da medalha O grande “M” encimado por uma Cruz é a inicial do nome de Maria, a Santíssima Virgem, nossa mãe do Céu.
  2. A cruz é a de Jesus que morreu por nós; ao pé da Cruz acha-se Maria, que sofre e nos ama em união completa com Jesus.
  3. Em torno há 12 estrelas: Como Rainha do Céu e da Terra, a Santíssima Virgem possui uma coroa de 12 estrelas, que representam o seu poder sobre toda a criação.

Tudo o que pede a Deus, Ela obtém. Lado a lado estão os corações de Jesus e de Maria. Ambos possuem pequenas chamas que sobem, para indicar que ardem de amor por nós. À esquerda, o Coração de Jesus está coroado de espinhos e sangra por uma ferida. É por causa dos nossos pecados, das nossas más ações que O fazem sofrer tanto.

  • Para resgatar nossos pecados, Ele foi coroado de espinhos, morreu na Cruz e teve o Coração traspassado por uma lança.
  • À direita, o Coração de Maria está traspassado por uma espada, que representa a dor que Ela suportou ao ver os sofrimentos de seu Filho por nós.
  • Ela ofereceu esses sofrimentos em união com os de Jesus, para que sejamos salvos e alcancemos o Céu.

Usar medalhas não é uma superstição, é um sacramental da mesma forma que o escapulário. No Concílio de Trento, em 1563, a Igreja fixou o bom uso de medalhas, imagens, escapulários, lembrando aos cristãos que é preciso que fique bem claro que, quando veneramos as imagens de Cristo, da Virgem e dos Santos, não significa que colocamos nossa fé nas imagens, e sim que veneramos as pessoas que elas representam.

  • Não devemos considerar a medalha de Nossa Senhora das Graças um talismã ou um amuleto com poderes mágicos.
  • Ela nos ajuda a conservar o amor da Virgem vivo em nosso coração e em nosso espírito, nos estimulando a demonstrar nosso reconhecimento através da fé e de um comportamento digno de um filho de Nossa Senhora.

A mensagem da medalha é clara: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.” Ela nos revela a Imaculada Conceição de Maria e sua cooperação na salvação concedida por seu divino Filho, bem como sua maternidade universal. Fonte: RITA DE SÁ FREIRE, – Nossa Senhora Auxílio dos Cristãos: Títulos, Orações e Devoções.

Quem interpreta os sonhos?

Como os sonhos se formam – “O cérebro cria essas narrativas de sonhos incomuns para que tenhamos uma experiência à qual reagimos. Em seguida, usa esses sentimentos para entender o mundo ao nosso redor”, explica Antonio. Por isso, é possível aprender muito sobre si mesma com os sonhos, já que eles são baseados em suas memórias e emoções.

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Qual o poder de Nossa Senhora das Graças?

Devoo a Nossa Senhora das Graas – Santos e cones Catlicos A devoção a Nossa Senhora das Graças nasceu junto com a devoção à Medalha Milagrosa. As duas, na verdade, são uma mesma devoção, que começou com as aparições da própria Virgem Maria a santa Catarina Labouré, que começava a vida religiosa na Congregação das Filhas da Caridade, criada por São Vicente de Paulo.

Nossa Senhora apareceu três vezes a Santa Catarina Labouré, em Paris, França, no ano 1830. A primeira aparição aconteceu à noite, na passagem de 18 para 19 de julho de 1830. Era o dia da festa do venerável Fundador da Congregação, São Vicente de Paulo. Nessa aparição Nossa Senhora revelou que grandes sofrimentos e perseguições aconteceriam na França.

E, de fato, aconteceram com a Revolução de 1830. Um forte movimento anticlerical e anticristão invadiu a França, com Igrejas profanadas e terríveis perseguições contra quem professava a fé católica. Porém, quem se uniu à Mãe ficou milagrosamente protegido como ela tinha prometido.

  • Na segunda aparição, a Virgem das Graças revelou-se envolta num arco de luz e símbolos.
  • Em seguida, mandou que Santa Catarina se esforçasse para cunhar medalhas, no mesmo formato das visões que ela acabara de receber.
  • As medalhas foram, então, cunhadas com a aprovação eclesiástica.
  • Depois, foram distribuídas.

Primeiramente na França. À época, uma terrível peste dizimava a Europa e, especialmente, a França. Quando a Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças começou a ser usada em larga escala, a peste cessou e muitas vidas foram salvas. A partir daí a devoção a Nossa Senhora das Graças se espalhou pelo mundo.

Nossa Senhora disse a Santa Catarina: “Tenho muitas graças para dar àqueles que me pedirem, mas ninguém me pede.” Essa frase norteia a devoção a Nossa Senhora das Graças. Deus concedeu a ela o poder de interceder por seus filhos como Mãe, como despenseira de graças. A imagem mesma de Nossa Senhora das Graças revela esta maravilhosa verdade.

Com efeito, na imagem, raios luminosos saem de suas duas mãos e descem à terra. Isto simboliza as graças que ela concede ao mundo, principalmente a todos aqueles que pedirem. A devoção a Nossa Senhora das Graças e à Medalha Milagrosa espalhou-se rapidamente também por causa dos milagres e prodígios que acompanhavam os devotos.

  1. Era o cumprimento da promessa da Virgem Maria a todos aqueles que usarem devotamente a medalha: “Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças”,
  2. Além disso, Nossa Senhora disse a Santa Catarina uma palavra para todos os fiéis: “Eu mesma estarei convosco.
  3. Tenho sempre velado por vós e vos concederei muitas graças.

Momento virá em que pensarão estar tudo perdido. Tende confiança, Eu não vos abandonarei.” Este é o centro da devoção a Nossa Senhora das Graças: a confiança de que ela estará conosco nos momentos mais difíceis da vida para nos dar proteção e, principalmente, as graças que mais precisamos.

Quais são os milagres de Nossa Senhora das Graças?

Conheça melhor a história de Nossa Senhora das Graças Em sua primeira aparição, Nossa Senhora das Graças apareceu para Santa Catarina carregando um sinal do céu: uma medalha, na qual constava seu retrato. Esse objeto ficou conhecido como medalha, uma vez que ajudou muitos cristãos a alcançar suas graças determinadas.

Qual é a história de Nossa Senhora das Graças?

Conheça a história de Nossa Senhora das Graças A Santíssima Virgem surgiu sobre um globo, oferecendo-o a Deus em sinal de súplica, pisando em uma serpente e segurando nas mãos um globo menor. Maria disse: ‘Este globo representa o mundo inteiro e cada pessoa em particular’.

Qual foi a mensagem de Nossa Senhora das Graças?

Atuais desordens sociais e políticas no Brasil – De certa forma, o contexto histórico das aparições de Nossa Senhora da Rue du Bac parecem se repetir, hoje, no Brasil, com as atuais desordens sociais e políticas. Diante desse quadro desolador, a mensagem da Virgem Maria nos ajuda a encontrar socorro: “Venham ao pé deste altar: aí as graças serão derramadas”.

Esse altar, onde são derramadas abundantes graças, simboliza a Eucaristia e a devoção a Maria, que sustentarão a fé de muitos nesses tempos difíceis, Temos, nessas aparições, a certeza da presença de Nossa Senhora, que prometeu estar sempre conosco, velar por nós e nos conceder muitas graças. Por isso, ainda que tudo possa parecer estar perdido, tenhamos confiança, pois a Virgem Maria não nos abandonará.

Na aparição seguinte, que aconteceu no dia 27 de novembro de 1830, Nossa Senhora revela a Santa Catarina Labouré a sua missão. Nessa segunda aparição, a Mãe de Deus apareceu vestida de branco, com indizível beleza, trazendo nas mãos uma esfera de ouro que representava o globo terrestre, o mundo inteiro e cada pessoa em particular, que estão sob os seus cuidados maternos.

Onde aparece Nossa Senhora das Graças?

Dogma de Fé Origens A devoção a Nossa Senhora das Graças teve início em 1830, com as aparições da Virgem Maria à piedosa e humilde Santa Catarina Labouré, na época freira do convento das Filhas da Caridade. Ao todo, foram três aparições que aconteceram no convento das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, em Paris, na França.

Primeira Aparição A primeira aparição aconteceu na noite do dia 18 para o dia 19 de julho de 1830, onde Nossa Senhora revela a Santa Catarina grandes calamidades e perseguições que aconteceriam na França. Segunda Aparição A segunda aparição aconteceu no dia 27 de novembro de 1830. A Santíssima Virgem aparece vestida de seda branca, um véu branco desce até a barra de seu vestido.

Seus pés estão apoiados sobre a metade de um globo e esmagam uma serpente. Suas mãos estão erguidas à altura do peito e seguram um globo de ouro com uma cruz em cima. Seus olhos estão voltados para o céu. Nossa Senhora apareceu-lhe mostrando nos dedos anéis incrustados de belíssimas pedras preciosas, “lançando raios para todos os lados, cada qual mais belo que o outro”.

Quem a Nossa Senhora das Graças?

Invocação –

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A Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças. A própria medalha contém as palavras por que a Santa Mãe de Deus quis ser invocada: Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós. Essa inscrição já sintetiza boa parte da mensagem que a Virgem Mãe revelou: a Imaculada Conceição, pela primeira vez objeto de revelação particular, em 1858 ratificada em Lourdes, e transformada em dogma pelo papa Pio IX, com a bula Ineffabilis Deus, e a mediação da Mãe de Deus junto ao seu Divino Filho.

O que significa encontrar uma imagem de Nossa Senhora?

Significado religioso – Os brasileiros católicos acreditam que possuir uma imagem de em casa lembra sua fidelidade e intercessão a Jesus, Maria é um modelo de fé para os cristãos, e deve ser imitada. Assim, pedir, orar e agradecer perante a imagem pode trazer uma proximidade maior com Deus,

Quem viu Nossa Senhora das Graças?

Dogma de Fé Origens A devoção a Nossa Senhora das Graças teve início em 1830, com as aparições da Virgem Maria à piedosa e humilde Santa Catarina Labouré, na época freira do convento das Filhas da Caridade. Ao todo, foram três aparições que aconteceram no convento das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, em Paris, na França.

  • Primeira Aparição A primeira aparição aconteceu na noite do dia 18 para o dia 19 de julho de 1830, onde Nossa Senhora revela a Santa Catarina grandes calamidades e perseguições que aconteceriam na França.
  • Segunda Aparição A segunda aparição aconteceu no dia 27 de novembro de 1830.
  • A Santíssima Virgem aparece vestida de seda branca, um véu branco desce até a barra de seu vestido.

Seus pés estão apoiados sobre a metade de um globo e esmagam uma serpente. Suas mãos estão erguidas à altura do peito e seguram um globo de ouro com uma cruz em cima. Seus olhos estão voltados para o céu. Nossa Senhora apareceu-lhe mostrando nos dedos anéis incrustados de belíssimas pedras preciosas, “lançando raios para todos os lados, cada qual mais belo que o outro”.

Para quem Nossa Senhora das Graças apareceu?

Conheça melhor a história de Nossa Senhora das Graças Em sua primeira aparição, Nossa Senhora das Graças apareceu para Santa Catarina carregando um sinal do céu: uma medalha, na qual constava seu retrato. Esse objeto ficou conhecido como medalha, uma vez que ajudou muitos cristãos a alcançar suas graças determinadas.

Porque Nossa Senhora das Graças pisa na cobra?

Por que Nossa Senhora das Graças tem uma cobra nos pés – Provavelmente, este pequeno detalhe pode ter passado despercebido por qualquer pessoa. Seja devoto ou não. Debaixo dos pés de Nossa Senhora das Graças há uma cobra sendo pisoteada por ela. A serpente simboliza o demônio vencido pela “Nova Eva”, obediente e pura.