O que quer dizer a palavra anátema na Bíblia? - CLT Livre

Entendendo o significado de “anátema” na Bíblia – uma análise aprofundada.

O que quer dizer a palavra anátema na Bíblia?
Anátema é uma palavra canônica que se refere à condenação de uma doutrina contrária ao Evangelho de Cristo. Essa condenação implica na expulsão, condenação, excomunhão e execração do seio da Igreja de qualquer pessoa que segue doutrina contrária à verdade da fé católica. No contexto da Igreja Católica, o anátema é uma medida extrema tomada para preservar a integridade da fé e da comunidade de fiéis.

A palavra “anátema” tem origem no grego antigo e era usada para designar algo consagrado ou dedicado a uma divindade, mas ao longo do tempo seu significado evoluiu para representar a condenação e a exclusão. A prática do anátema tem sido utilizada ao longo da história da Igreja em casos de heresia ou ensinamentos considerados perigosos para a fé.

A condenação por anátema é uma forma de reafirmar a importância da ortodoxia e da doutrina oficial da Igreja, protegendo-a de influências consideradas prejudiciais. No entanto, o uso do anátema também gerou controvérsias e debates sobre liberdade de pensamento e expressão dentro da comunidade religiosa.

No contexto atual, o anátema não é uma prática comum na Igreja Católica, que busca promover o diálogo e a compreensão mútua, mesmo diante de divergências teológicas. A ênfase tem sido colocada na busca pela unidade na diversidade e no respeito pelas diferentes tradições e interpretações dentro da comunidade cristã.

– Condenação de doutrinas contrárias à fé católica
– Origem da palavra “anátema”
– Uso histórico do anátema na Igreja
– Atual abordagem da Igreja Católica em relação ao anátema

Qual é a definição da palavra anátema?

A excomunhão com execração é um ato solene e grave dentro da tradição religiosa, representando a exclusão e a condenação pública de um indivíduo pela autoridade eclesiástica. Essa prática, que remonta a séculos de história, era utilizada como forma de punição severa para aqueles que desrespeitavam os preceitos da igreja. A execração, por sua vez, consistia na invocação de maldições e imprecações contra o excomungado, lançando sobre ele vergonha e opróbrio perante a comunidade. Essa combinação de exclusão e maldição tinha o intuito de coagir e intimidar, reforçando a autoridade da instituição religiosa.

A excomunhão com execração era vista como uma medida extrema, reservada para casos de heresia, apostasia ou outros graves desvios doutrinários. Aqueles que eram alvo desse ato enfrentavam não apenas a separação da comunidade religiosa, mas também a imposição de maldições e o repúdio público. Essa prática tinha o poder de influenciar profundamente a vida do excomungado, afetando suas relações sociais, sua reputação e até mesmo sua segurança pessoal. A execração, nesse contexto, funcionava como uma forma de punição simbólica, reforçando a autoridade da igreja e a coesão da comunidade.

No entanto, ao longo dos séculos, a excomunhão com execração foi perdendo espaço e relevância, sendo substituída por abordagens mais inclusivas e misericordiosas. A compreensão da dignidade humana e dos direitos individuais levou as instituições religiosas a repensarem suas práticas disciplinares, buscando formas mais construtivas de lidar com as divergências e transgressões. Hoje, a excomunhão ainda é uma realidade em algumas tradições religiosas, mas a execração e a maldição pública perderam sua força, cedendo lugar a abordagens mais centradas no diálogo, na reconciliação e no perdão. A evolução dessas práticas reflete a transformação das concepções de justiça e disciplina dentro das comunidades religiosas.

Excomunhão com Execração Maldição, Vergonha, Opróbrio
Exclusão e condenação pública pela autoridade eclesiástica Invocação de maldições e imprecações contra o excomungado
Utilizada como forma de punição severa para desrespeito aos preceitos da igreja Lançamento de vergonha e opróbrio perante a comunidade
Coação e intimidação, reforçando a autoridade da instituição religiosa Punição simbólica, afetando relações sociais, reputação e segurança pessoal

Qual é o significado de mulher anátema?

A excomunhão é um ato religioso que resulta na exclusão de uma pessoa do convívio da igreja. Isso pode acontecer por uma variedade de razões, incluindo violações graves das leis ou doutrinas da igreja, como heresia, apostasia ou excomunhão automática por certos atos, como o aborto. A pessoa excomungada é considerada como alguém que foi expulso do convívio religioso ou da própria igreja, e é impedida de participar de certos sacramentos e rituais religiosos. A excomunhão é uma prática que existe em várias religiões, incluindo o Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo.

Consequências da excomunhão: Quando alguém é excomungado, isso pode ter um impacto significativo em sua vida social e espiritual. A pessoa excomungada pode ser evitada por outros membros da comunidade religiosa, e pode enfrentar dificuldades para participar de eventos religiosos, como casamentos, batismos e funerais. Além disso, a excomunhão pode ser vista como uma punição espiritual, com a crença de que a pessoa está separada da graça de Deus e sujeita a condenação eterna.

Processo de excomunhão: O processo de excomunhão varia de acordo com a religião e a denominação específica. Geralmente, envolve uma investigação dos supostos pecados ou transgressões, seguida por um julgamento eclesiástico. Em algumas tradições, a excomunhão pode ser imposta automaticamente por certos atos, enquanto em outras, é necessária uma decisão formal das autoridades religiosas.

Reintegração na comunidade religiosa: Em muitas tradições religiosas, a excomunhão não é necessariamente permanente. A pessoa excomungada pode buscar reconciliação com a igreja, muitas vezes por meio de arrependimento, confissão e penitência. Se a igreja aceitar, a pessoa pode ser readmitida na comunidade religiosa e restaurada à plena participação nos sacramentos e na vida da igreja.

Impacto legal e social: No Brasil, a excomunhão não tem efeitos legais, mas pode ter consequências sociais significativas, especialmente em comunidades onde a religião desempenha um papel central na vida das pessoas. A excomunhão pode afetar relacionamentos familiares, sociais e profissionais, e pode ser fonte de angústia emocional e espiritual para a pessoa excomungada.

Interessante! Em algumas passagens, “anátema” é usado para se referir a algo ou alguém consagrado ou dedicado a Deus, muitas vezes para ser destruído ou sacrificado.

O significado de anátema em Gálatas – uma análise necessária

Anátema: significado e contexto

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Anátema é uma palavra que carrega consigo um significado de exclusão e maldição. No contexto religioso, o termo é utilizado para designar alguém que é banido ou excomungado da comunidade religiosa, sendo considerado como alguém que está fora do reino de Deus. Essa prática é comum em algumas tradições religiosas, onde a pessoa é declarada como anátema devido a atos considerados graves ou heréticos.

Excomunhão e suas implicações

A excomunhão, muitas vezes associada ao anátema, é uma medida disciplinar adotada por algumas igrejas, que resulta na exclusão do indivíduo da comunidade religiosa. Isso implica na proibição de participar de sacramentos e rituais religiosos, bem como na restrição do convívio com os demais membros da comunidade. A excomunhão é considerada uma forma de correção e busca de arrependimento por parte do indivíduo.

Conceito além do contexto religioso

Fora do contexto religioso, o termo anátema pode ser utilizado de forma mais ampla, representando a ideia de rejeição ou repúdio. Em alguns casos, é empregado para descrever algo ou alguém que é considerado extremamente prejudicial ou repulsivo, sendo excluído ou condenado pela sociedade.

Reflexos na sociedade contemporânea

Na sociedade contemporânea, o conceito de anátema pode ser observado em diferentes contextos, como nas relações interpessoais, políticas e sociais. A exclusão e o repúdio de determinadas ideias, comportamentos ou grupos podem ser vistos como formas modernas de anátema, refletindo a persistência dessa noção ao longo do tempo.

Considerações finais

Em suma, o anátema carrega consigo um significado de exclusão e maldição, sendo associado à prática religiosa de excomunhão e também utilizado de forma mais ampla para representar a rejeição ou repúdio. Sua presença é observada não apenas no contexto religioso, mas também na sociedade contemporânea, refletindo a complexidade e a persistência dessa noção ao longo da história.

Preste atenção! O termo “anátema” é mencionado em várias passagens bíblicas, e seu significado varia de acordo com o contexto e a interpretação teológica.

Qual é a maldição do versículo?

Na passagem bíblica de Gálatas 1:8, o apóstolo Paulo adverte sobre a importância de se manter fiel ao evangelho pregado. Ele enfatiza que, mesmo que alguém, seja humano ou celestial, venha a pregar um evangelho que se desvie do que foi originalmente ensinado, deve ser considerado anátema, ou seja, amaldiçoado. Essa mensagem ressalta a necessidade de preservar a integridade e a pureza do evangelho, rejeitando qualquer ensinamento que distorça sua essência.

Essa passagem também nos lembra da responsabilidade de discernir as mensagens que recebemos, seja de líderes religiosos, pregadores ou mesmo de figuras celestiais. Devemos estar atentos para não nos desviarmos da verdade do evangelho, mantendo-nos firmes na fé e na doutrina que nos foi transmitida. A ênfase de Paulo sobre a fidelidade ao evangelho serve como um lembrete atemporal da importância de permanecermos vigilantes em relação ao que aceitamos como verdade espiritual.

Portanto, a passagem de Gálatas 1:8 nos desafia a buscar a verdadeira compreensão do evangelho e a rejeitar qualquer ensinamento que se desvie dela. Ao fazermos isso, demonstramos nosso compromisso com a pureza e a autenticidade da mensagem de Cristo, protegendo-nos de influências que possam distorcer ou corromper a verdade espiritual que nos foi revelada.

Qual é o significado da expressão Maranata anátema?

Anátema: Origem e Significado
Anátema é uma palavra de origem grega que significa “maldito” ou “maldição”. Na cultura grega antiga, era utilizada como forma de expor uma situação desagradável ou de condenar alguém ao ostracismo. A palavra também era empregada em contextos religiosos, como uma forma de excomunhão ou decretar que algo ou alguém estava sob uma maldição divina.

Utilização na Antiguidade
Na Grécia antiga, o anátema era utilizado como uma forma de punição social, onde um indivíduo era banido da comunidade e considerado maldito. Além disso, na esfera religiosa, o anátema era empregado para condenar heresias ou declarar algo como impuro. A prática do anátema também era comum em outras culturas antigas, como a romana e a judaica, onde era utilizada como uma forma de afastar ou condenar algo considerado nocivo ou amaldiçoado.

Significado Contemporâneo
Atualmente, o termo anátema é utilizado de forma mais figurativa, para descrever algo extremamente repudiado ou condenado. Por exemplo, em contextos políticos ou sociais, pode-se dizer que determinada ideia ou comportamento é um anátema para a sociedade. No âmbito religioso, o anátema ainda é empregado por algumas denominações como uma forma de excomunhão ou de rejeição a determinadas práticas consideradas heréticas. Em resumo, o anátema continua a ser uma palavra carregada de significado, evocando a ideia de maldição ou condenação.

Origem Significado Utilização
Grega Maldito ou Maldição Punição social, condenação religiosa
Romana Impureza ou maldição divina Afastamento de algo nocivo
Judaica Excomunhão, rejeição herética Condenação de práticas consideradas nocivas

Importante considerar! A palavra “anátema” na Bíblia é usada para se referir a algo ou alguém que é amaldiçoado ou separado para a destruição.

Qual é o significado da palavra tabu na Bíblia?

O objeto antigo, que foi alvo de maldição, foi descoberto em uma escavação arqueológica recente. Os pesquisadores ficaram intrigados com a inscrição misteriosa encontrada no artefato, que indicava que ele havia sido condenado por uma antiga civilização. A atmosfera ao redor do objeto era carregada de um sentimento sombrio, deixando os especialistas curiosos sobre a história por trás da maldição.

Após extensas pesquisas e análises, os estudiosos descobriram que o objeto amaldiçoado estava associado a rituais antigos e crenças supersticiosas. A maldição parecia ter sido lançada como uma forma de proteção ou punição, de acordo com os registros encontrados. A revelação da natureza condenada do artefato trouxe à tona uma série de teorias e especulações sobre o impacto da maldição ao longo dos séculos.

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Embora a maldição tenha despertado fascínio e apreensão, os especialistas continuam a investigar o objeto com cautela, buscando compreender seu significado e contexto histórico. A descoberta do artefato amaldiçoado oferece uma oportunidade única para explorar as práticas e crenças antigas, lançando luz sobre um aspecto intrigante da história humana.

Qual é o significado da palavra Anatematizado?

Ao longo da história, a prática de pronunciar anátema contra algo ou alguém tem sido uma forma de condenação ou reprovação energética. No contexto religioso, o anátema era uma forma de excomunhão, uma sentença que excluía uma pessoa da comunidade religiosa. No entanto, o termo também é utilizado de forma mais ampla, representando uma condenação veemente ou uma reprovação enérgica.

No Brasil, a prática de pronunciar anátema contra algo ou alguém pode ser observada em diferentes contextos. Por exemplo, em debates políticos acalorados, é comum que os oponentes pronunciem anátemas contra as políticas ou ações uns dos outros. Da mesma forma, em discussões sobre questões sociais, como racismo e desigualdade, indivíduos e grupos podem condenar energicamente atitudes discriminatórias, pronunciando anátemas contra tais comportamentos.

Além disso, no âmbito jurídico, a pronunciação de anátema pode ser observada em casos de crimes graves, nos quais a sociedade como um todo condena energicamente os atos cometidos. Em tais situações, a reprovação pública pode se manifestar em protestos, manifestações e clamores por justiça, representando uma forma de anátema coletivo contra os responsáveis pelos atos condenáveis.

É importante ressaltar que, embora a pronunciação de anátema possa refletir a indignação e a reprovação diante de determinadas situações, é fundamental buscar formas construtivas de lidar com tais questões. O diálogo, a educação e a busca por soluções efetivas são essenciais para promover mudanças positivas e construir uma sociedade mais justa e inclusiva.

Em suma, a prática de pronunciar anátema contra algo ou alguém é uma forma enérgica de condenação ou reprovação, presente em diversos contextos sociais, políticos e jurídicos no Brasil. No entanto, é crucial buscar abordagens construtivas para lidar com as questões que suscitam tais reações, visando promover a transformação e o progresso em nossa sociedade.

Informações úteis! O uso de “anátema” na Bíblia está relacionado à prática do excomunhão, onde uma pessoa é formalmente excluída da comunidade religiosa.

Qual é o significado da palavra debalde na Bíblia?

Debalde é uma palavra que carrega consigo o peso da inutilidade e do desperdício. Quando algo é feito debalde, significa que é feito em vão, sem propósito ou utilidade. É como jogar esforços e recursos no vazio, sem obter qualquer retorno ou benefício. É importante estar atento para não realizar ações debalde, buscando sempre investir tempo e energia em atividades que tragam resultados positivos e significativos.

Muitas vezes, nos deparamos com situações em que nos sentimos tentados a agir debalde, sem considerar as consequências ou a real necessidade da ação. No entanto, é essencial avaliar cuidadosamente as nossas escolhas e priorizar aquilo que realmente agrega valor e contribui para nossos objetivos. Evitar agir debalde requer discernimento e consciência sobre a importância de direcionar nossos esforços de forma eficaz.

Ao reconhecer a natureza de algo como debalde, podemos tomar decisões mais conscientes e evitar desperdícios desnecessários. É fundamental buscar a eficiência e a eficácia em nossas ações, garantindo que cada esforço seja direcionado para alcançar resultados significativos e benéficos. Dessa forma, podemos evitar o sentimento de que estamos agindo debalde e, em vez disso, colher os frutos de nossos esforços de maneira produtiva e gratificante.

Qual é a frequência da palavra anátema na Bíblia?

Na Bíblia, a palavra anátema aparece 6 vezes, no entanto, em muitas versões ele é traduzida como ‘maldição’. O termo anátema é utilizado para se referir a algo ou alguém que é consagrado ou separado para a destruição, seja por motivos religiosos ou sociais. No contexto bíblico, o anátema era aplicado a pessoas ou objetos considerados impuros ou que desviavam do caminho estabelecido por Deus. A tradução para ‘maldição’ reflete a ideia de que aquilo que é anátema está sujeito a um castigo divino, trazendo consigo a ideia de condenação e afastamento de Deus.

A presença da palavra anátema na Bíblia revela a importância da pureza e da obediência aos preceitos divinos na cultura e na religião da época. A utilização do termo também evidencia a crença na existência de forças espirituais que atuam de acordo com a vontade de Deus, punindo ou separando aquilo que é considerado impuro. A compreensão do significado de anátema contribui para a interpretação de passagens bíblicas que tratam de temas como pecado, santidade e justiça divina.

No contexto contemporâneo, a palavra anátema ainda é utilizada em alguns círculos religiosos para se referir a algo ou alguém que é considerado amaldiçoado ou rejeitado. No entanto, é importante ressaltar que a compreensão e a interpretação desse termo variam de acordo com as crenças e tradições de cada grupo religioso, podendo adquirir significados específicos dentro de diferentes contextos teológicos.

A tradução de anátema como ‘maldição’ em algumas versões da Bíblia destaca a natureza punitiva e condenatória associada a esse termo, enfatizando a ideia de que aquilo que é anátema está sujeito a um destino destrutivo. Essa tradução influencia a percepção dos leitores sobre o significado e o impacto do anátema, ressaltando a seriedade e a gravidade atribuídas a tudo aquilo que é considerado impuro ou desviado dos padrões estabelecidos por Deus.

Quais foram os grupos étnicos que tiveram influência significativa na origem da cultura popular no Brasil?

O Brasil é um país que abriga uma rica diversidade cultural, resultado da contribuição de diferentes povos ao longo de sua história. Desde os tempos coloniais, os portugueses, indígenas e africanos deixaram suas marcas, influenciando a música, a dança, a culinária e as tradições populares. Essa mistura de culturas se reflete no folclore brasileiro, que é reconhecido por sua variedade e presença em todas as regiões do país. As manifestações folclóricas, como o bumba-meu-boi, o frevo, o maracatu e o carimbó, são exemplos da riqueza cultural que permeia a sociedade brasileira.

Além das expressões artísticas, o folclore brasileiro também se manifesta em festas populares, rituais religiosos e lendas que são transmitidas de geração em geração. Essas tradições são fundamentais para a identidade cultural do país, proporcionando um rico mosaico de costumes e crenças. A diversidade do folclore brasileiro é tão expressiva que cada região do país possui suas próprias manifestações, enriquecendo ainda mais a herança cultural do Brasil.

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Para ilustrar a diversidade do folclore brasileiro, podemos observar algumas das principais manifestações em diferentes regiões do país:

Região Manifestação Folclórica
Norte Carimbó
Nordeste Frevo
Centro-Oeste Cavalhadas
Sudeste Folia de Reis
Sul Boi de Mamão

Essas manifestações folclóricas são apenas uma pequena amostra da diversidade cultural presente no Brasil, evidenciando a influência e a contribuição de diferentes grupos étnicos para a formação da identidade nacional. O folclore brasileiro é um tesouro cultural que merece ser valorizado e preservado, pois representa a riqueza e a pluralidade de um povo que soube integrar tradições e costumes em uma expressão única e autêntica.

Quais habilidades espirituais estão presentes?

Os dons espirituais são manifestações do poder divino que podem ser concedidos aos crentes. Entre esses dons, destacam-se o dom da sabedoria, que permite a compreensão profunda dos ensinamentos e da vontade de Deus, e o dom do conhecimento, que possibilita a percepção e a aplicação prática da verdade espiritual. Além disso, o dom do discernimento dos espíritos capacita o indivíduo a distinguir entre influências espirituais genuínas e enganosas, fortalecendo assim a sua fé.

Outros dons incluem o dom da fé, que é a capacidade de confiar plenamente em Deus em todas as circunstâncias, e o dom da cura, que envolve a capacidade de ser um canal para a cura física e espiritual. O dom da operação de milagres permite que uma pessoa seja usada por Deus para realizar feitos extraordinários que vão além das leis naturais. Além disso, o dom da profecia é a capacidade de transmitir mensagens divinas, enquanto o dom da variedade de línguas e o dom da interpretação de línguas estão relacionados à capacidade de falar e interpretar idiomas espirituais.

A tabela a seguir apresenta uma visão geral dos dons espirituais mencionados:

Dons Espirituais Descrição
Sabedoria Compreensão profunda dos ensinamentos e da vontade de Deus
Conhecimento Percepção e aplicação prática da verdade espiritual
Discernimento dos Espíritos Distingue entre influências espirituais genuínas e enganosas
Confiança plena em Deus em todas as circunstâncias
Cura Capacidade de ser um canal para a cura física e espiritual
Operação de Milagres Realização de feitos extraordinários que vão além das leis naturais
Profecia Transmissão de mensagens divinas
Variedade de Línguas Capacidade de falar idiomas espirituais
Interpretação de Línguas Capacidade de interpretar idiomas espirituais

Esses dons espirituais são concedidos de acordo com a vontade de Deus e visam edificar a igreja e promover o bem-estar espiritual dos crentes. Cada dom é valioso e desempenha um papel único no fortalecimento da comunidade de fé, permitindo que os indivíduos exerçam seus talentos em prol do Reino de Deus. É importante que os crentes busquem compreender e desenvolver esses dons, a fim de contribuir para a edificação mútua e para a expansão do amor e da graça divina.

Qual é a identidade do escritor do livro de Gálatas?

Quando e Onde Ele Foi Escrito?
Paulo provavelmente escreveu sua epístola aos Gálatas enquanto viajava pela Macedônia durante sua terceira viagem missionária, por volta de 55–57 d.C. Durante esse período, Paulo estava ativamente envolvido na propagação do evangelho, visitando várias comunidades cristãs e fortalecendo-as com suas cartas e ensinamentos. Sua estadia na Macedônia proporcionou-lhe um momento oportuno para refletir sobre a situação dos Gálatas e compartilhar suas preocupações e instruções.

Ao longo de sua terceira viagem missionária, Paulo enfrentou desafios e perseguições, mas também experimentou momentos de encorajamento e crescimento espiritual. Sua escrita aos Gálatas reflete a paixão e dedicação que ele tinha em relação à comunidade cristã, buscando corrigir equívocos doutrinários e fortalecer a fé dos crentes. A carta revela a profunda conexão de Paulo com as igrejas da Galácia, demonstrando seu compromisso em orientá-las e encorajá-las, independentemente das dificuldades que enfrentava em sua jornada.

Viagem Missionária Local Data
Primeira Chipre, Ásia Menor, Grécia 46–48 d.C.
Segunda Grécia, Macedônia, Ásia Menor 49–52 d.C.
Terceira Ásia Menor, Grécia, Macedônia 53–57 d.C.
Fonte: Guia para Estudo das Escrituras

Durante suas viagens missionárias, Paulo enfrentou diversas situações que moldaram suas cartas e ensinamentos, incluindo a epístola aos Gálatas. Sua dedicação em compartilhar o evangelho e fortalecer as comunidades cristãs é evidente em suas escrituras, demonstrando a importância de compreender o contexto histórico e geográfico por trás de suas epístolas para uma interpretação mais completa.

Preste atenção! Devido à complexidade e sensibilidade do tema, é importante abordar o assunto com respeito e consideração pelas crenças e práticas religiosas.

Qual é a identidade de Cefas na Bíblia?

Cefas de Icônio, um dos Setenta Apóstolos de Jesus, desempenhou um papel significativo no início da igreja cristã. Além de sua atuação como apóstolo, ele também foi bispo de Icônio, onde exerceu liderança espiritual e pastoral. Sua importância é evidenciada pelo fato de ser mencionado pelo apóstolo Paulo em Coríntios 1 15:5, o que indica sua relevância no contexto da disseminação do cristianismo primitivo.

A presença de Cefas entre as ‘colunas’ da igreja, ao lado de Tiago e João, conforme citado em Gálatas 2:9, demonstra sua influência e autoridade no desenvolvimento e consolidação da comunidade cristã. Sua atuação como líder e defensor da fé cristã foi fundamental para a expansão do evangelho e a consolidação das primeiras comunidades de crentes. A menção de Cefas em contextos tão relevantes evidencia sua importância no cenário apostólico e eclesiástico do início do cristianismo.

| Epístolas | Referências |
|—————–|—————–|
| Coríntios 1 15:5 | Mencionado por Paulo |
| Gálatas 2:9 | Citado entre as ‘colunas’ |

Cefas de Icônio deixou um legado duradouro, tanto como apóstolo de Jesus quanto como bispo de Icônio, e suas contribuições desempenharam um papel crucial na propagação e consolidação da fé cristã nas primeiras comunidades. Sua presença entre as figuras proeminentes da igreja primitiva atesta sua relevância e impacto no contexto do surgimento e crescimento do cristianismo.