O Que É Célula? - 2024, CLT Livre

O Que É Célula?

O que que é uma célula?

Resumo sobre células –

Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Células são as unidades estruturais e funcionais dos seres vivos. Com exceção dos vírus, todos os seres vivos apresentam células. Devido à ausência dessas estruturas, muitos autores não consideram os vírus seres vivos. Células podem ser classificadas em procariontes e eucariontes. Células procariontes apresentam material genético disperso no citoplasma. Células eucariontes possuem um núcleo definido, delimitado pelo envelope nuclear. Células apresentam membrana plasmática, citoplasma e material genético, o qual pode estar ou não no núcleo. A membrana plasmática da célula é responsável por controlar o que entra e o que sai, funcionando como uma barreira seletiva. O citoplasma é formado por uma matriz gelatinosa, chamada citosol, em que várias estruturas estão imersas. Mitocôndrias, cloroplastos, complexo golgiense, retículo endoplasmático e lisossomos são exemplos de organelas celulares encontradas no citoplasma de células eucariontes. De acordo com o número de células, os organismos podem ser unicelulares ou multicelulares. São chamados de organismos unicelulares aqueles que apresentam apenas uma célula, enquanto os multicelulares apresentam corpo rico em células.

O que é célula e função?

O seu principal papel é realizar as atividades metabólicas do corpo, como: produção de energia, armazenamento do código genético e etc. A célula é a estrutura funcional que constitui todo ser vivo, exerce funções no DNA, metabolismo, sintese de proteina, reprodução e divisão.

Qual é a maior célula do corpo humano?

A maior célula humana é o óvulo, gameta sexual feminino. As mulheres já nascem com todos os seus óvulos, que começam a amadurecer na época da puberdade, cujo sinal é a primeira menstruação.

Quais são os seres vivos que possuem células?

Page 2 -,Torrejais, M.M.; Lima, B.; Brancalhão, R.M.C.; Guedes, N.L.K.O.¹ A célula é a unidade estrutural e funcional dos seres vivos, que podem ser formados por uma única célula, no caso dos unicelulares, ou várias células associadas, os multicelulares.

Nas células ocorrem todas as funções metabólicas que possibilitam a vida e, com isso, são capazes de manterem sua estrutura organizada, crescerem e criarem cópias delas mesmas pela sua divisão. Todos os seres vivos, exceto os vírus, são constituídos por célula e, embora haja uma variedade imensa de seres vivos na biosfera, estes são formados por células procarióticas, no caso das bactérias, ou por células eucarióticas, presente na organização de todos os demais organismos (animais, plantas, fungos e protistas).

Apesar das especificidades organizacionais as células são delimitadas, ou seja, separadas do meio extracelular, por uma delgada camada composta por moléculas de lipídeos e proteínas, a membrana plasmática. Enquanto unidade básica da vida, a maioria das células não é visível a olho nu e sua observação só é possível com o auxílio de um equipamento, o microscópio (do grego micron, pequeno e scopein, examinar).

  1. CÉLULAS PROCARIÓTICAS Os primeiros seres vivos que surgiram na biosfera, há 3,5 bilhões de anos atrás, eram organismos bastante simples estruturalmente, constituídos por uma única célula com organização procariótica (do grego pro, primeiro e karion, núcleo).
  2. O sucesso evolutivo foi tão grande que até hoje muitos organismos são procariotos.

Em um grama de solo estima-se que ocorram 40 milhões de bactérias e em 1 mm de água cerca de 1 milhão. Os procariotos, na sua grande maioria seres unicelulares, compreendem as bactérias (do latim bactéria, solitário). Segundo teorias evolutivas, procariotos deram origem a células mais complexas, as eucarióticas (do grego eu, verdadeiro e karion, núcleo).

  • As células procarióticas são pequenas, normalmente 10 vezes menores que as células eucarióticas.
  • A morfologia é simples, apresentam um meio interno, o citoplasma, contendo o material genético (DNA, ácido desoxirribonucleico), os RNAs (ácidos ribonucléicos), os ribossomos e toda a maquinaria enzimática necessária ao metabolismo celular.

O DNA, normalmente único, se encontra em uma região do citoplasma denominada nucleoide e pode se apresentar fixo à membrana plasmática. Separando o citoplasma do meio extracelular ocorre a membrana plasmática e a parede bacteriana ou parede celular. Outras estruturas podem também estarem presentes dependendo do procarioto.

Além de serem os organismos mais antigos são, também, os mais abundantes, estando presentes em praticamente todos os ecossistemas. A cavidade bucal é a principal porta de entrada de microrganismos, incluindo as bactérias, no organismo. Estimativas apontam para uma população de cerca de 600 espécies de bactérias colonizando esta região do trato digestório, além de vírus e fungos.

A língua, devido a sua organização anatômica, representa um reservatório natural e alguns destes microrganismos podem causar infecções locais e sistêmicas. Porém, a saliva, produzida pelas glândulas salivares apresenta moléculas na sua composição que atuam na proteção e na manutenção de um ambiente estável na boca.

  • A relação bactérias e seres humanos data dos primórdios da evolução uma vez que o homem e mesmo os outros animais dependem dos micróbios intestinais para a digestão e síntese de vitaminas, por exemplo.
  • Muitas pessoas associam as bactérias a várias doenças graves e até fatais; mas, na verdade, as bactérias patogênicas são uma minoria, sendo a maioria inofensiva ou mesmo benéfica.

As bactérias que beneficiam o ser humano formam a maior parte da microbiota ou microflora normal, têm uma grande influência na saúde e na doença. Microbiota contribui para funções tróficas do intestino (produção de produtos de fermentação e vitaminas, que podem ser usadas por células do epitélio intestinal), estimula a função imune do trato gastrointestinal, transforma excretas e substâncias tóxicas, e protege o corpo contra a invasão por espécies patogênicas.

  1. A microbiota é adquirida pelo recém-nascido durante o parto.
  2. O contato com as superfícies, a ingestão de alimentos ou sua inalação também contribuem para a inclusão desta microbiota.
  3. Assim, o recém-nascido logo se encontra repleto de bactérias na pele, no trato respiratório e gastrointestinal principalmente, abrangendo uma população de trilhões de bactérias.

Acredita-se, inclusive, que os seres humanos apresentam cerca de 10 vezes mais células procarióticas, que as próprias células eucarióticas que formam a estrutura corpórea. Estima-se, com isso, a presença de 100 trilhões (100.000.000.000.000) de bactérias vivendo no corpo.

Esta quantidade aumenta quando adoecemos e quando nossos hábitos de higiene não são bons. Uma bactéria comum no corpo humano é Escherechia coli, De fato, há mais bactérias no mundo do que qualquer outro tipo de organismo, estima-se que ocorra na terra cinco nonilhões (5 x 10 30 ) ou 5.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 de bactéria.

CÉLULAS EUCARIÓTICAS As células eucarióticas caracterizam-se pela presença de um sistema interno de membranas, o sistema de endomembranas, que se origina evolutivamente de invaginações da membrana plasmática. Este sistema forma compartimentos morfológica e funcionalmente específicos que atuam como “pequenos órgãos” ou organelas, e compreendem o envoltório nuclear, o retículo endoplasmático, o aparelho de Golgi, os lisossomas e os endossomas.

A compartimentalização permitiu maior eficiência na execução das atividades metabólicas, tornando a célula eucariótica bastante complexa e sofisticada. O envoltório nuclear delimita o compartimento mais característico dos eucariotos, o núcleo, cujo principal componente é o material genético (DNA – ácido desoxirribonucleico).

Além do sistema de endomembranas, encontramos no citoplasma o citossol, constituído pelos ribossomas, RNAs (ácidos ribonucléicos), centríolos, mitocôndrias, peroxissomos, citoesqueleto e uma série de enzimas e metabólitos. Em microscopia de luz pode-se facilmente observar na célula eucariótica dois compartimentos: o núcleo, limitado pelo envoltório nuclear e o citoplasma, limitado tanto pelo envoltório nuclear como pela membrana plasmática e parede celular, no caso da célula eucariótica vegetal.

O corpo humano apresenta uma grande diversidade celular, cerca de 250 tipos morfológicos, como os queratinócitos. Estas células estão presentes no epitélio da pele e também no da mucosa bucal, e são especializadas na síntese de queratina (proteína que atua protegendo o epitélio contra agentes agressores); entretanto, esta função pode ou não estar presente na mucosa bucal, pois algumas algumas regiões não possuem queratina.

Queratinócitos são facilmente obtidos por raspagem de células da mucosa e, nesta região, as células estão organizadas em camadas sobrepostas, formando um epitélio estratificado pavimentoso. As células da camada basal dividem-se continuamente por mitose, diferenciam-se e são empurradas em direção à superfície, onde morrem e são descamadas.

Durante a diferenciação as células acumulam queratina no citoplasma e perdem organelas e estruturas celulares, inclusive o núcleo. Assim, algumas células na camada apical deste epitélio, e que são retiradas na raspagem para produção de lâminas, se apresentam sem núcleo e o citoplasma com precipitações muitas das quais a queratina.

Ressalta-se também que o próprio método de preparo impõe alterações nas células, com dobramento e lise. Bibliografia utilizada: ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WATSON, J.D. Biologia Molecular da Célula,5. ed. ARTMED, 2009.

BRANCALHÃO, R.M.C.; SOARES, M.A.M. Biologia Celular Básica: Técnicas e Atlas. Edunioeste, 2010. DE ROBERTIS; DE ROBERTIS, J.R. Bases da Biologia Celular e Molecular, 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular.9. ed. Guanabara Koogan 2012. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J.

Histologia Básica: texto e atlas.12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. ¹ Como citar:

Nas referências: TORREJAIS, M.M.; LIMA, B.; BRANCALHÃO, R.M.C.; GUEDES, N.L.K.O. Tecido epitelial, 2016. Disponível em:, Acesso em: 16 de jul.2016. (conforme data de acesso ao site); No texto: Torrejais et al. (2016) ou (TORREJAIS et al., 2016).

: As Células

Qual é a maior célula do mundo?

Imagem ilustrativa das partes de um neurônio. Fonte: Só Biologia – d) Além das anteriores, existem células que são visíveis a olho nu como as dos ovos! A gema de um ovo é uma única célula quando não fertilizada. A gema do ovo de um avestruz é, portanto, a maior célula do mundo em volume! 9) Células podem caminhar e atacar outras células Costuma-se pensar que as células se movimentam apenas rastejando sobre uma superfície, como as amebas, ou que podem “nadar” em líquidos, mas elas possuem muitas outras formas de locomoção,

Para que servem as células do nosso corpo?

As células do corpo humano são estruturas complexas que mantêm informações metabólicas e genéticas necessárias para o pleno funcionamento do organismo. Definidas como as menores unidades funcionais, atuam em conjunto, mas cada uma possui papel específico na produção de energia, nutrição e reprodução.

Como se alimentam as células?

Até este momento, você já teve ter lido aqui na Khan vários artigos que falam sobre os alimentos e a alimentação dos seres vivos, certo? Isso porque você precisa de energia para fazer tudo o que faz; por exemplo, ler este artigo, estudar, pensar, comer, rir, chorar, dormir, respirar.

  • Tudo, sem exceção! Então, esse assunto, que é de extrema importância, está presente em praticamente todos os anos da Educação Básica, com diferentes focos.
  • Agora vamos pensar um pouco nas células.
  • Entre outras atividades, elas sintetizam diversas substâncias, eliminam resíduos tóxicos produzidos durante seu metabolismo, respiram, se reproduzem.

Enfim, realizam diversas atividades. Você acha que elas precisam de energia para fazer tudo isso? E de onde vem a energia que, por exemplo, as células do seu corpo precisam? Vem de quase tudo aquilo que você come, principalmente dos alimentos que geram glicose durante a digestão.

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Afinal, a glicose é a principal fonte de energia usada pelos seres vivos, por ser altamente energética e liberar apenas água e gás carbônico em sua quebra. E você sabe quais são os alimentos que geram glicose durante sua quebra na digestão? Uma dica: durante o processo de digestão dos alimentos, o amido é transformado em glicose.

Assim, todos os alimentos que possuem amido são fontes de glicose; por exemplo, saladas, legumes, frutas, pães e massas. Então, ninguém está mentindo ou tentando enganar você quando diz que é preciso comer frutas, verduras e legumes para se ter energia – aliás, melhor seria dizer, para que as células de seu corpo tenham energia.

  • Lógico que o pão, a pizza, o macarrão e outras delícias também dão energia, mas em quantidades muito maiores que o necessário.
  • Isso faz com que nossas células e nosso corpo acumulem a energia excedente, nos levando a engordar, já que a glicose em excesso é armazenada no fígado e nos músculos.
  • Nosso corpo precisa de uma alimentação equilibrada e saudável.

Nossas células agradecem! Agora, vamos ver com mais detalhes o processo pelo qual as células obtêm a energia necessária para manter todas as suas funções em pleno funcionamento. A glicose é uma molécula formada por seis átomos de carbono, 12 átomos de hidrogênio e seis átomos de oxigênio, ou seja: C 6 H 12 O 6,

C 6 H 12 O 6 é glicose; O 2 é oxigênio; CO 2 é gás carbônico; H 2 O é água;ATP é a molécula trifosfato de adenosina, que tem como função armazenar energia para as atividades vitais básicas das células.

Porém, é importante ressaltar que esse processo ocorre em várias etapas. As várias etapas permitem que a célula use o máximo possível da energia da glicose, pois assim a energia é liberada aos poucos. Se a respiração celular ocorresse em uma única etapa grande, parte da energia obtida com a quebra da glicose seria perdida na forma de calor.

  1. A energia gerada nas várias etapas é armazenada e guardada na célula na forma de ATP.
  2. Quando a célula precisa de energia, ela quebra a molécula de ATP, transformando-o em ADP (adenosina difosfato) e liberando energia.
  3. Na Figura 3, mostramos as etapas da respiração celular, ressaltando o balanço energético.

A célula está consumindo energia na respiração quando ocorre a transformação de ATP em ADP. Já a produção e o armazenamento de energia ocorrem quando o ADP é transformado em ATP. O processo de respiração celular é normalmente dividido em três etapas, a saber: glicólise, ciclo de Krebs e cadeia respiratória.

  1. Essa etapa ocorre no citoplasma da célula, após a entrega da glicose pelo sistema circulatório.
  2. Nessa etapa, ocorre a quebra da glicose com a produção de duas moléculas de piruvato ou ácido pirúvico, conforme mostrado na Figura 4.
  3. A Figura 4 mostra as etapas da glicólise, ressaltando as mudanças estruturais que ocorrem no processo (em rosa, está marcada a parte da molécula que é alterada em cada passo) Nessa etapa, ocorre a ação de enzimas que retiram hidrogênios da glicose, transferindo-os para uma molécula carregadora de elétrons denominada NAD (dinucleótido de nicotinamida e adenina), conforme esta equação: Na glicólise, a célula consome 2 ATPs e produz 4 ATPs, ou seja, no balanço final, existe a produção e o armazenamento de energia na forma de 2 ATPs.

Observe que nessa etapa da respiração celular não há consumo de oxigênio. O ciclo de Krebs é iniciado quando as duas moléculas de piruvato ou ácido pirúvico entram na mitocôndria. Cada uma delas inicia um ciclo em que ocorre a retirada dos hidrogênios (desidrogenação) e do gás carbônico (descarboxilação).

Cada piruvato perde três moléculas de gás carbônico. Como são dois piruvatos, temos o total de 6 CO 2, Os CO 2 são imediatamente eliminados da célula para a corrente sanguínea, e daí para os pulmões e para fora do corpo durante a respiração. Nessa etapa também não há presença ou necessidade de oxigênio.

Essa fase ocorre nas cristas mitocondriais (olhe novamente a Figura 5). Essa etapa depende de oxigênio. Nela, os hidrogênios retirados da glicose são transportados pela cadeia até o oxigênio para formar água. Durante a passagem dos H pela cadeia, há liberação gradativa de energia e formação de ATP.

Assim, o processo de respiração celular é concluído, com a formação do total de 38 moléculas de ATP para cada molécula de glicose. Para finalizar, cabe dizer que a respiração é um processo de liberação de energia realizado continuamente por todos os seres vivos, vegetais e animais, dia e noite, enquanto estiverem vivos.

É possível perceber a importância dos sistemas digestório, circulatório e respiratório tanto na alimentação das células do corpo quanto na manutenção da vida. Mas vamos falar disso em outro artigo.

Quais são os três tipos de células?

Quais são os principais tipos de células do corpo humano? O corpo humano é composto por 37,2 trilhões de células. Essas células são divididas em três grandes grupos: células eucarióticas, procariontes e vírus. As células eucarióticas são as mais complexas e incluem as células do sangue, da pele, do tecido nervoso e dos órgãos.

As procariontes são as menos complexas e incluem as bacterias. Os vírus não são considerados seres vivos, pois não podem se multiplicar sem a ajuda de uma outra célula. As células do corpo humano têm muitas funções diferentes. Algumas produzem energia, outras armazenam nutrientes e outras ainda transportam substâncias através do corpo.

A maioria das células do corpo humano é composta por três partes: o núcleo, o citoplasma e a membrana celular. O núcleo é a parte central da célula e contém o DNA, que é responsável pelo controle da atividade celular. O citoplasma é a parte gelatinosa que envolve o núcleo e contém os organelos celulares.

Quantas células tem um ser humano?

Para fazer uma estimativa, os pesquisadores consultaram estudos anteriores que haviam calculado a quantidade de células em diferentes órgãos.37.000.000.000.000 células no corpo humano!

Tem quantas células no corpo humano?

O corpo humano contém, em média, cerca de 37 trilhões de células — e estamos em meio a uma jornada revolucionária para entender o que faz cada uma delas.

Por que o ovo é considerado uma célula?

O ovo de galinha é formado por uma única célula? | Oráculo Continua após publicidade (iStock/Reprodução) Continua após publicidade Pergunta enviada por Marcos Schroeder Um ovo não fecundado contém uma única célula – o gameta feminino, com metade do DNA do pintinho. Mas é problemático pensar no ovo em si, com casca e tudo, como o gameta.

Ele é um invólucro em torno do gameta, que servirá para proteger e alimentar o pintinho. O núcleo e as organelas do gameta (os componentes essenciais da célula eucariótica) ficam em um ponto da gema chamado disco germinativo, A gema em si, com seu estoque de proteínas, lipídios e polissacarídeos, é contínua com o disco germinativo.

Por isso, algumas fontes (como o livro Molecular Biology of the Cell ) mencionam a gema como a célula – o que a tornaria a maior célula que você já viu. Created with Sketch. A melhor notícia da Black Friday Assine Super e tenha acesso digital a todos os títulos e acervos Abril*.

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Qual é o tempo de vida das células?

DNA e divisão celular | Instituto Vencer o Câncer As células são constituídas por uma membrana externa que circunda o citoplasma e um núcleo que contém a molécula de DNA. Célula humana. O DNA está contido no núcleo. A molécula de DNA tem a forma de uma hélice dupla, enrolada ao redor de si mesma, na qual estão contidos os genes. Ela poderia ser comparada a uma biblioteca na qual os livros ordenados nas estantes seriam os genes.

Com exceção de alguns vírus, o DNA é a molécula que armazena os genes em todos os seres vivos: bactérias, fungos, animais ou vegetais. Como os seres vivos possuem um ancestral comum, do ponto de vista químico, todos eles têm o mesmo DNA, sejam bactérias, formigas, mosquitos, árvores ou elefantes. O que diferencia um ser vivo de outro são o número e as características dos genes, não as moléculas que os constituem.

Quando afirmamos que o homem tem cerca de 30 mil genes diferentes, queremos dizer que cada uma de nossas células carrega na molécula de DNA de seu núcleo todos os genes responsáveis por nossas características físicas: da cor dos olhos ao tamanho do nariz e ao formato da molécula de hemoglobina.

Para dar uma ideia da quantidade de DNA existente no corpo, se retirássemos o DNA de dentro do núcleo de qualquer de nossas células e puxássemos as duas extremidades da hélice para esticá-la, verificaríamos que ela mediria cerca de 2 mm. Como o corpo humano tem aproximadamente 70 bilhões de células (com 2 mm de DNA em cada uma), se amarrássemos as extremidades e esticássemos todos os DNAs de cada célula, obteríamos um fio de 140 mil quilômetros (a distância da Terra à Lua é de cerca de 380 mil quilômetros).

Divisão celular O corpo humano está em permanente processo de renovação. Em qualquer momento do dia ou da noite algumas células estão morrendo, enquanto outras nascem para substituí-las. O tempo de vida de cada uma é muito variável. Podem viver apenas algumas horas (alguns glóbulos brancos), dias (pele, mucosa dos intestinos), poucos meses (glóbulos vermelhos), ou muitas décadas (alguns glóbulos brancos, neurônios, células musculares).

  1. Até tecidos sólidos como os ossos estão em remodelação constante: 10% do tecido ósseo se renova anualmente.
  2. Isso significa que em 70 anos de vida trocamos o esqueleto inteiro sete vezes.
  3. Esse processo incessante exige que as células façam cópias de si mesmas para substituir as que envelheceram e precisam morrer.

Para produzir essas cópias, a célula tem que se dividir em duas, mas é muito importante que as células-filhas sejam idênticas às que lhes deram origem. Caso contrário, uma célula da pele, ao dividir-se, poderia formar um glóbulo vermelho ou um neurônio, desorganizando completamente o organismo.

  • Quem controla a divisão celular, essencial para manter a integridade do organismo, são também genes situados no DNA do núcleo.
  • Deles é que parte a ordem para a célula entrar em divisão, e são eles que supervisionam o processo inteiro (chamado de ciclo celular) para assegurar que as duas células-filhas sejam idênticas à célula-mãe.

A cada instante, milhões e milhões de células se encontram em divisão. O processo é tão bem controlado pelos genes que raramente se forma uma célula-filha defeituosa. Quando isso acontece, chamamos de mutação. Em geral, o corpo tem mecanismos muito eficientes para eliminar as mutações.

Muitas vezes as mutações podem até coexistir nas células, desde que não tragam problemas para seu funcionamento. Essas mutações que subsistem, especialmente quando ocorrem em células germinativas (os óvulos e os espermatozoides), são fundamentais para gerar mais diversidade entre as espécies e garantir sua evolução.

: DNA e divisão celular | Instituto Vencer o Câncer

Onde se encontram as células?

Onde encontramos as células? – Todos os seres vivos são formados por células, com exceção dos vírus, Elas são encontradas formando o corpo dos organismos. Alguns seres vivos, como bactérias e protozoários, possuem o corpo formado por apenas uma única célula.

Porque a célula é considerada um ser vivo?

Seres vivos são organismos que possuem características que os diferenciam da matéria inanimada, como capacidade de se reproduzir, metabolismo, evolução, material genético e resposta a estímulos. Outra característica importante observada nos seres vivos é a presença de células, consideradas as unidades funcionais e estruturais de todo organismo vivo.

Vale destacar, no entanto, que vírus não possuem célula e tampouco possuem metabolismo próprio. Alguns autores, no entanto, os consideram seres vivos devido ao fato de possuírem material genético, evoluírem e serem capazes de se reproduzir. Todos os seres vivos estão atualmente incluídos em três domínios: Archaea, Bacteria e Eukarya.

Leia também: Animais — características e exemplos desse grupo de seres vivos

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Qual é a menor célula do nosso corpo?

As Células,Torrejais, M.M.; Lima, B.; Brancalhão, R.M.C.; Guedes, N.L.K.O.¹ A célula é a unidade estrutural e funcional dos seres vivos, que podem ser formados por uma única célula, no caso dos unicelulares, ou várias células associadas, os multicelulares.

  1. Nas células ocorrem todas as funções metabólicas que possibilitam a vida e, com isso, são capazes de manterem sua estrutura organizada, crescerem e criarem cópias delas mesmas pela sua divisão.
  2. Todos os seres vivos, exceto os vírus, são constituídos por célula e, embora haja uma variedade imensa de seres vivos na biosfera, estes são formados por células procarióticas, no caso das bactérias, ou por células eucarióticas, presente na organização de todos os demais organismos (animais, plantas, fungos e protistas).

Apesar das especificidades organizacionais as células são delimitadas, ou seja, separadas do meio extracelular, por uma delgada camada composta por moléculas de lipídeos e proteínas, a membrana plasmática. Enquanto unidade básica da vida, a maioria das células não é visível a olho nu e sua observação só é possível com o auxílio de um equipamento, o microscópio (do grego micron, pequeno e scopein, examinar).

CÉLULAS PROCARIÓTICAS Os primeiros seres vivos que surgiram na biosfera, há 3,5 bilhões de anos atrás, eram organismos bastante simples estruturalmente, constituídos por uma única célula com organização procariótica (do grego pro, primeiro e karion, núcleo). O sucesso evolutivo foi tão grande que até hoje muitos organismos são procariotos.

Em um grama de solo estima-se que ocorram 40 milhões de bactérias e em 1 mm de água cerca de 1 milhão. Os procariotos, na sua grande maioria seres unicelulares, compreendem as bactérias (do latim bactéria, solitário). Segundo teorias evolutivas, procariotos deram origem a células mais complexas, as eucarióticas (do grego eu, verdadeiro e karion, núcleo).

As células procarióticas são pequenas, normalmente 10 vezes menores que as células eucarióticas. A morfologia é simples, apresentam um meio interno, o citoplasma, contendo o material genético (DNA, ácido desoxirribonucleico), os RNAs (ácidos ribonucléicos), os ribossomos e toda a maquinaria enzimática necessária ao metabolismo celular.

O DNA, normalmente único, se encontra em uma região do citoplasma denominada nucleoide e pode se apresentar fixo à membrana plasmática. Separando o citoplasma do meio extracelular ocorre a membrana plasmática e a parede bacteriana ou parede celular. Outras estruturas podem também estarem presentes dependendo do procarioto.

  • Além de serem os organismos mais antigos são, também, os mais abundantes, estando presentes em praticamente todos os ecossistemas.
  • A cavidade bucal é a principal porta de entrada de microrganismos, incluindo as bactérias, no organismo.
  • Estimativas apontam para uma população de cerca de 600 espécies de bactérias colonizando esta região do trato digestório, além de vírus e fungos.

A língua, devido a sua organização anatômica, representa um reservatório natural e alguns destes microrganismos podem causar infecções locais e sistêmicas. Porém, a saliva, produzida pelas glândulas salivares apresenta moléculas na sua composição que atuam na proteção e na manutenção de um ambiente estável na boca.

A relação bactérias e seres humanos data dos primórdios da evolução uma vez que o homem e mesmo os outros animais dependem dos micróbios intestinais para a digestão e síntese de vitaminas, por exemplo. Muitas pessoas associam as bactérias a várias doenças graves e até fatais; mas, na verdade, as bactérias patogênicas são uma minoria, sendo a maioria inofensiva ou mesmo benéfica.

As bactérias que beneficiam o ser humano formam a maior parte da microbiota ou microflora normal, têm uma grande influência na saúde e na doença. Microbiota contribui para funções tróficas do intestino (produção de produtos de fermentação e vitaminas, que podem ser usadas por células do epitélio intestinal), estimula a função imune do trato gastrointestinal, transforma excretas e substâncias tóxicas, e protege o corpo contra a invasão por espécies patogênicas.

  1. A microbiota é adquirida pelo recém-nascido durante o parto.
  2. O contato com as superfícies, a ingestão de alimentos ou sua inalação também contribuem para a inclusão desta microbiota.
  3. Assim, o recém-nascido logo se encontra repleto de bactérias na pele, no trato respiratório e gastrointestinal principalmente, abrangendo uma população de trilhões de bactérias.

Acredita-se, inclusive, que os seres humanos apresentam cerca de 10 vezes mais células procarióticas, que as próprias células eucarióticas que formam a estrutura corpórea. Estima-se, com isso, a presença de 100 trilhões (100.000.000.000.000) de bactérias vivendo no corpo.

Esta quantidade aumenta quando adoecemos e quando nossos hábitos de higiene não são bons. Uma bactéria comum no corpo humano é Escherechia coli, De fato, há mais bactérias no mundo do que qualquer outro tipo de organismo, estima-se que ocorra na terra cinco nonilhões (5 x 10 30 ) ou 5.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 de bactéria.

CÉLULAS EUCARIÓTICAS As células eucarióticas caracterizam-se pela presença de um sistema interno de membranas, o sistema de endomembranas, que se origina evolutivamente de invaginações da membrana plasmática. Este sistema forma compartimentos morfológica e funcionalmente específicos que atuam como “pequenos órgãos” ou organelas, e compreendem o envoltório nuclear, o retículo endoplasmático, o aparelho de Golgi, os lisossomas e os endossomas.

  1. A compartimentalização permitiu maior eficiência na execução das atividades metabólicas, tornando a célula eucariótica bastante complexa e sofisticada.
  2. O envoltório nuclear delimita o compartimento mais característico dos eucariotos, o núcleo, cujo principal componente é o material genético (DNA – ácido desoxirribonucleico).

Além do sistema de endomembranas, encontramos no citoplasma o citossol, constituído pelos ribossomas, RNAs (ácidos ribonucléicos), centríolos, mitocôndrias, peroxissomos, citoesqueleto e uma série de enzimas e metabólitos. Em microscopia de luz pode-se facilmente observar na célula eucariótica dois compartimentos: o núcleo, limitado pelo envoltório nuclear e o citoplasma, limitado tanto pelo envoltório nuclear como pela membrana plasmática e parede celular, no caso da célula eucariótica vegetal.

O corpo humano apresenta uma grande diversidade celular, cerca de 250 tipos morfológicos, como os queratinócitos. Estas células estão presentes no epitélio da pele e também no da mucosa bucal, e são especializadas na síntese de queratina (proteína que atua protegendo o epitélio contra agentes agressores); entretanto, esta função pode ou não estar presente na mucosa bucal, pois algumas algumas regiões não possuem queratina.

Queratinócitos são facilmente obtidos por raspagem de células da mucosa e, nesta região, as células estão organizadas em camadas sobrepostas, formando um epitélio estratificado pavimentoso. As células da camada basal dividem-se continuamente por mitose, diferenciam-se e são empurradas em direção à superfície, onde morrem e são descamadas.

Durante a diferenciação as células acumulam queratina no citoplasma e perdem organelas e estruturas celulares, inclusive o núcleo. Assim, algumas células na camada apical deste epitélio, e que são retiradas na raspagem para produção de lâminas, se apresentam sem núcleo e o citoplasma com precipitações muitas das quais a queratina.

Ressalta-se também que o próprio método de preparo impõe alterações nas células, com dobramento e lise. Bibliografia utilizada: ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WATSON, J.D. Biologia Molecular da Célula,5. ed. ARTMED, 2009.

BRANCALHÃO, R.M.C.; SOARES, M.A.M. Biologia Celular Básica: Técnicas e Atlas. Edunioeste, 2010. DE ROBERTIS; DE ROBERTIS, J.R. Bases da Biologia Celular e Molecular, 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular.9. ed. Guanabara Koogan 2012. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J.

Histologia Básica: texto e atlas.12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. ¹ Como citar:

Nas referências: TORREJAIS, M.M.; LIMA, B.; BRANCALHÃO, R.M.C.; GUEDES, N.L.K.O. Tecido epitelial, 2016. Disponível em:, Acesso em: 16 de jul.2016. (conforme data de acesso ao site); No texto: Torrejais et al. (2016) ou (TORREJAIS et al., 2016).

: As Células

Por que as células precisam de água?

Importância da água para o corpo humano A água permite a realização das mais diversas reações químicas necessárias para a sobrevivência. Por esse e outros fatores, ela é de extrema importância para o corpo humano. Como nosso corpo não acumula água, é fundamental a ingestão dessa substância Sabemos que a é uma substância presente em todos os organismos vivos, mas, em alguns, ela se apresenta em maior quantidade que em outros. Essa substância não é estocada em nosso corpo, por isso, deve ser reposta todos os dias por várias vezes.

Mas, afinal, qual é o papel da água no organismo? → Qual é a importância da água? A água representa cerca de 60% do peso total do corpo de um indivíduo adulto e quase 80% do corpo de uma criança. Ela é o principal componente das nossas, mas também é encontrada fora dessas estruturas (líquido extracelular).

Entre as células que mais apresentam água, destacam-se aquelas localizadas nos músculos e nas vísceras. A água é um poderoso e está relacionada com praticamente todas as reações do nosso corpo, uma vez que essas reações acontecem em meio aquoso. Ela também atua nos processos fisiológicos, como é o caso da, fazendo parte de importantes substâncias – o suco gástrico, por exemplo.

  1. A água é fundamental para o transporte de substâncias, como o oxigênio, nutrientes e sais minerais, pois faz parte da composição do,
  2. Além de levar nutrientes para as células, a água proporciona a eliminação de substâncias para fora do corpo.
  3. Esse é o caso da, que é formada basicamente por água e substâncias tóxicas ou em excesso dissolvidas.

Destaca-se também o papel da água na regulação da temperatura do corpo. Quando o calor torna-se exagerado, inicia-se a liberação de, que possui água em sua composição. Ao entrar em contato com o meio, o suor evapora na superfície da pele, causando o resfriamento do corpo. Cerca de 60% do corpo de um adulto é formado por água Não podemos também nos esquecer da proteção garantida pela água. As membranas que envolvem o sistema nervoso (), por exemplo, são lubrificadas pelo liquor, substância rica em água que fornece proteção mecânica a esse sistema.

  • Os fluidos das também possuem água e protegem os ossos do atrito.
  • Além disso, o líquido amniótico protege o feto de impactos durante o desenvolvimento da vida.
  • Importância da hidratação Diante de tantas funções, é fundamental que fiquemos hidratados.
  • Recomenda-se a ingestão de pelo menos dois litros e meio de água diariamente para que nosso organismo funcione adequadamente,

Além da ingestão, essa substância também pode ser retirada de todos os alimentos, que se diferenciam apenas pela quantidade de água disponível em cada um. Vale destacar que a quantidade de água a ser ingerida por uma pessoa está relacionada também com as atividades que ela realiza e com o seu estado de saúde.

  • Além disso, o clima também influencia.
  • Em dias quentes, por exemplo, devemos beber mais água, o que também é válido para pessoas que realizam atividades físicas.
  • Alguns sintomas podem ser observados quando nosso corpo fica sem água.
  • Inicialmente, sentimos sede, boca seca, lábios rachados e urina mais escura.

A urina é um dos mais evidentes sintomas, sendo essencial que ela esteja bem clara. Nosso organismo consegue ficar muito tempo sem nenhum alimento, mas não sem água. Pesquisas comprovam que, de três a cinco dias, uma pessoa pode morrer caso não tenha acesso a essa substância. Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Goiás (2008) e mestrado em Biodiversidade Vegetal pela Universidade Federal de Goiás (2013). Atua como professora de Ciências e Biologia da Educação Básica desde 2008. Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja: SANTOS, Vanessa Sardinha dos.

Quantas células morrem por dia no corpo humano?

Os macrófagos são “donas de casa” – O corpo humano é bastante complexo. Ele possui 37 trilhões (37.000.000.000.000) de células. Se você colocasse em fila todas as células do corpo humano, a linha se estenderia um pouco além da distância da Terra à Lua! Diariamente, cerca de 50 bilhões (50.000.000.000) de células do corpo humano morrem como parte corriqueira do processo biológico.

Essas células precisam ser removidas para que o corpo permaneça saudável. O corpo possui células especiais, chamadas fagócitos, que comem (processo a que se dá o nome de fagocitose) as células mortas e desempenham funções de “dona de casa” para garantir que o lixo seja jogado fora. Um tipo comum de fagócito é o macrófago, que em grego significa “grande comedor”.

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Quando as células estão morrendo, enviam um sinal de “comam-me” através de uma substância química chamada fosfatidilserina, que alerta os macrófagos para praticarem a fagocitose. Os macrófagos então “mastigam” as células mortas usando vários tipos de proteínas digestivas, semelhantes às que existem em nosso estômago.

É verdade que as células não precisam de alimento?

Essa é a pergunta da Jane, lá de Cardeal Mota, Minas Gerais. Comer é tão bom! E, além disso, comemos porque nossas células precisam de alimento. Assim como o rádio precisa de energia elétrica ou de pilha pra funcionar, nossas células precisam do alimento pra se dividir e formar mais células, o que faz a gente crescer.

  1. Elas precisam de alimentos também para comunicar, sabia? Mas a célula fala? Não, as células não falam, mas elas se comunicam umas com as outras.
  2. É isso que faz a gente pensar, respirar, sentir cheiro, andar, falar no rádio e ouvir quem está falando.
  3. Agora você já sabe, você precisa comer por vários motivos.

Para alimentar as células que você já tem e para formar novas células e crescer. Por isso, você deve comer bastante proteínas, cálcio e vitaminas, além de açúcares e gorduras, ou seja, além de chocolates e sorvetes, você deve também saborear todos os dias um prato de comida bem colorido com arroz, feijão, legumes e verduras, ok?! Ilustração: Dazy Teodoro Quer saber mais? Acesse:

Por que temos fome? O que é feito com a comida que vai para o estômago? De onde vem o arroto?

Qual é a origem das células?

Mestre em Ecologia e Evolução (Unifesp, 2015) Graduada em Ciências Biológicas (Unifesp, 2013) Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição: Ouça este artigo: Sendo a célula a unidade fundamental de estrutura e função da vida, estudar a origem da vida é estudar a origem da célula,

Ao longo da história da ciência, muitos cientistas se dedicaram a estudar como teriam surgido as primeiras formas de vida e muitas hipóteses foram propostas, sendo a mais amplamente aceita a hipótese da evolução molecular, também conhecida como evolução química. Segundo a hipótese da evolução molecular as primeiras células teriam sido formadas nos mares primitivos a partir de aglomerados de moléculas orgânicas, que por sua vez teriam se originado das reações químicas — impulsionadas por descargas elétricas e radiação UV — entre as moléculas que compunham a atmosfera primitiva.

Mas de que forma tais aglomerados de matéria orgânica poderiam ter evoluído para as células como conhecemos hoje? As características celulares dos seres vivos atuais e alguns experimentos dão algumas pistas. A membrana plasmática presente nas células é responsável por controlar a entrada e saída das substâncias das células, permitindo a manutenção do ambiente interno adequado a diversos processos essenciais à vida.

Sem ela, a célula perde sua estrutura e morre. Dessa forma, há um consenso de que o surgimento de sistemas químicos que permitem isolar os meios interno e externo deve ter sido uma etapa fundamental para o surgimento da vida. Experimentos de laboratório mostram que essa hipótese é plausível, já que em determinadas condições que simulam as condições da Terra primitiva podem ser formados aglomerados de moléculas orgânicas que formam um sistema semi-isolado.

Estes aglomerados teriam então dado origem aos seres vivos no momento em que adquiriram a capacidade de regular suas próprias reações e de se autoduplicar. Não existe um consenso sobre a forma como as primeiras formas de vida (ou primeiras células) obtinham energia para sua sobrevivência.

  • Durante muito tempo a ideia de que elas se alimentariam de moléculas orgânicas do meio ( hipótese heterotrófica ) perdurou, mas a hipótese de que seriam capazes de produzir seu próprio alimento através da quimiossíntese ( hipótese autotrófica ) vem ganhando força.
  • Quanto à organização, acredita-se que os primeiros seres vivos eram unicelulares, procariontes, anaeróbios e dotados de uma estrutura bastante simples.

A hipótese mais aceita para o surgimento de células eucariontes, mais complexas, é a da endossimbiose. Segundo esta hipótese, organismos procariotos ancestrais — que não possuíam núcleo verdadeiro — teriam, num primeiro momento, desenvolvido um núcleo verdadeiro, envolto por um sistema de endomembranas, através de invaginações da membrana plasmática,

Em seguida, este eucarioto ancestral teria englobado uma bactéria aeróbia e estabelecido com elas uma relação simbiótica, isto é, mutuamente vantajosa. Enquanto a célula provia proteção do meio externo e nutrientes à bactéria, esta última retribuía utilizando o oxigênio de forma positiva, fornecendo energia à célula hospedeira através da respiração celular,

Assim, ao longo do tempo, teriam se tornado um único organismo e estas bactérias aeróbias teriam dado origem às mitocôndrias, A mesma hipótese explica a origem dos plastídios, que acredita-se que eram procariontes fotossintetizantes que foram englobados por um ancestral das células eucarióticas.

  1. No entanto, assume-se que as mitocôndrias tenham surgido antes dos plastídios ao longo da evolução, já que todas as células eucariontes têm mitocôndrias, mas nem todas têm plastídios.
  2. Referências: Amabis, J.; Martho, G.
  3. Biologia moderna Amabis & Martho.
  4. Manual do Professor.1ª Edição.
  5. São Paulo: Editora Moderna.2016.

Lopes, S.; Rosso, S. Biologia: volume único. Editora Saraiva.2005. Reece, Jane B. et al. Biologia de Campbell.10ª Edição. Porto Alegre: Artmed.2015. Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/biologia/evolucao-celular/

É verdade que o coração é um exemplo de tecido?

Características do coração – Coração é um órgão localizado na parte inferior do mediastino médio, Encontra-se na cavidade torácica, mais precisamente na região posterior ao osso esterno e acima do músculo diafragma. Esse órgão tem o tamanho aproximado de uma mão fechada e apresenta maior parte da sua massa à esquerda da linha mediana.

O coração possui um formato de cone invertido, com seu ápice voltado para baixo, e seu peso é de cerca de 300 g. O coração é um órgão formado, principalmente, por tecido muscular estriado cardíaco, o qual se caracteriza por apresentar contração involuntária. Esse órgão realiza contrações e relaxamentos que seguem um ritmo cíclico.

Sua contração garante o bombeamento de sangue, enquanto seu relaxamento permite que as câmaras encham-se dele. A fase de contração recebe a denominação de sístole, enquanto a fase de relaxamento é denominada diástole. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 O batimento cardíaco é conseguido graças a uma massa de células especializadas, encontradas nesse órgão, chamadas de nó sinoatrial,

  1. Essa massa de células está na parede do átrio direito e é responsável por gerar impulso elétrico.
  2. Esse impulso propaga-se pelo tecido muscular até chegar ao nó atrioventricular, o qual está localizado na parede, entre os átrios esquerdo e direito.
  3. Esse nó constitui um ponto de transmissão de impulsos nervosos, os quais partem dessa região e seguem em direção aos ventrículos e ao ápice do coração através de estruturas chamadas de ramos do feixe e fibras de Purkinje.

Veja também: Artérias – características, exemplos e classificação

Quais são os três tipos de células?

Quais são os principais tipos de células do corpo humano? O corpo humano é composto por 37,2 trilhões de células. Essas células são divididas em três grandes grupos: células eucarióticas, procariontes e vírus. As células eucarióticas são as mais complexas e incluem as células do sangue, da pele, do tecido nervoso e dos órgãos.

As procariontes são as menos complexas e incluem as bacterias. Os vírus não são considerados seres vivos, pois não podem se multiplicar sem a ajuda de uma outra célula. As células do corpo humano têm muitas funções diferentes. Algumas produzem energia, outras armazenam nutrientes e outras ainda transportam substâncias através do corpo.

A maioria das células do corpo humano é composta por três partes: o núcleo, o citoplasma e a membrana celular. O núcleo é a parte central da célula e contém o DNA, que é responsável pelo controle da atividade celular. O citoplasma é a parte gelatinosa que envolve o núcleo e contém os organelos celulares.

Qual é o nome da primeira célula do corpo humano?

Todos sabem que o desenvolvimento de um ser humano, da primeira célula ( o zigoto ) ao indivíduo adulto, é um processo complicado.

Qual a quantidade de células do corpo humano?

Para fazer uma estimativa, os pesquisadores consultaram estudos anteriores que haviam calculado a quantidade de células em diferentes órgãos.37.000.000.000.000 células no corpo humano!

Qual é a origem das células?

Mestre em Ecologia e Evolução (Unifesp, 2015) Graduada em Ciências Biológicas (Unifesp, 2013) Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição: Ouça este artigo: Sendo a célula a unidade fundamental de estrutura e função da vida, estudar a origem da vida é estudar a origem da célula,

Ao longo da história da ciência, muitos cientistas se dedicaram a estudar como teriam surgido as primeiras formas de vida e muitas hipóteses foram propostas, sendo a mais amplamente aceita a hipótese da evolução molecular, também conhecida como evolução química. Segundo a hipótese da evolução molecular as primeiras células teriam sido formadas nos mares primitivos a partir de aglomerados de moléculas orgânicas, que por sua vez teriam se originado das reações químicas — impulsionadas por descargas elétricas e radiação UV — entre as moléculas que compunham a atmosfera primitiva.

Mas de que forma tais aglomerados de matéria orgânica poderiam ter evoluído para as células como conhecemos hoje? As características celulares dos seres vivos atuais e alguns experimentos dão algumas pistas. A membrana plasmática presente nas células é responsável por controlar a entrada e saída das substâncias das células, permitindo a manutenção do ambiente interno adequado a diversos processos essenciais à vida.

  1. Sem ela, a célula perde sua estrutura e morre.
  2. Dessa forma, há um consenso de que o surgimento de sistemas químicos que permitem isolar os meios interno e externo deve ter sido uma etapa fundamental para o surgimento da vida.
  3. Experimentos de laboratório mostram que essa hipótese é plausível, já que em determinadas condições que simulam as condições da Terra primitiva podem ser formados aglomerados de moléculas orgânicas que formam um sistema semi-isolado.

Estes aglomerados teriam então dado origem aos seres vivos no momento em que adquiriram a capacidade de regular suas próprias reações e de se autoduplicar. Não existe um consenso sobre a forma como as primeiras formas de vida (ou primeiras células) obtinham energia para sua sobrevivência.

  • Durante muito tempo a ideia de que elas se alimentariam de moléculas orgânicas do meio ( hipótese heterotrófica ) perdurou, mas a hipótese de que seriam capazes de produzir seu próprio alimento através da quimiossíntese ( hipótese autotrófica ) vem ganhando força.
  • Quanto à organização, acredita-se que os primeiros seres vivos eram unicelulares, procariontes, anaeróbios e dotados de uma estrutura bastante simples.

A hipótese mais aceita para o surgimento de células eucariontes, mais complexas, é a da endossimbiose. Segundo esta hipótese, organismos procariotos ancestrais — que não possuíam núcleo verdadeiro — teriam, num primeiro momento, desenvolvido um núcleo verdadeiro, envolto por um sistema de endomembranas, através de invaginações da membrana plasmática,

Em seguida, este eucarioto ancestral teria englobado uma bactéria aeróbia e estabelecido com elas uma relação simbiótica, isto é, mutuamente vantajosa. Enquanto a célula provia proteção do meio externo e nutrientes à bactéria, esta última retribuía utilizando o oxigênio de forma positiva, fornecendo energia à célula hospedeira através da respiração celular,

Assim, ao longo do tempo, teriam se tornado um único organismo e estas bactérias aeróbias teriam dado origem às mitocôndrias, A mesma hipótese explica a origem dos plastídios, que acredita-se que eram procariontes fotossintetizantes que foram englobados por um ancestral das células eucarióticas.

  • No entanto, assume-se que as mitocôndrias tenham surgido antes dos plastídios ao longo da evolução, já que todas as células eucariontes têm mitocôndrias, mas nem todas têm plastídios.
  • Referências: Amabis, J.; Martho, G.
  • Biologia moderna Amabis & Martho.
  • Manual do Professor.1ª Edição.
  • São Paulo: Editora Moderna.2016.

Lopes, S.; Rosso, S. Biologia: volume único. Editora Saraiva.2005. Reece, Jane B. et al. Biologia de Campbell.10ª Edição. Porto Alegre: Artmed.2015. Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/biologia/evolucao-celular/