O Que É Burnout? - CLT Livre

O Que É Burnout?

Quais os sintomas de Síndrome de Burnout?

Pressão alta. Dores musculares. Problemas gastrointestinais. Alteração nos batimentos cardíacos.

Como explicar o Burnout?

Síndrome de Burnout: o que é ? – A Síndrome de Burnout, também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, é uma doença mental que surge após o indivíduo passar por situações de trabalho desgastantes, ou seja, que requerem muita responsabilidade ou até mesmo excesso de competitividade.

Essa síndrome surge por excesso de trabalho vinculado à pressão. Alguns profissionais são mais suscetíveis a desenvolver a Síndrome de Burnout, tais como: médicos, enfermeiros, professores, policiais e jornalistas, além de profissionais que desempenham dupla ou tripla jornada. Entre os motivos para o surgimento da Síndrome de Burnout, objetivos difíceis de serem alcançados impostos por chefes aos seus colaboradores também ganham destaque.

Muitas vezes, a pessoa pode não ser capacitada para tal função ou já estar desempenhando outras atividades, e isso pode impedir o cumprimento de demandas solicitadas. A pessoa se sente, então, sobrecarregada e, ao mesmo tempo, incapaz, pois deseja realizar o que lhe é proposto, mas não tem meios para isso.

Quem tem Síndrome de Burnout pode trabalhar?

Faltas justificadas ao trabalho – Se comprovada por atestado médico, a Síndrome de Burnout autoriza o empregado a faltar ao trabalho sem prejuízo de sua remuneração. Ou seja, o funcionário pode se afastar do trabalho para tratar o esgotamento profissional.

E o mais importante: durante o afastamento, não deverá perder a sua remuneração! Assim, se você é portador da síndrome, deve apresentar seu atestado médico à empresa. Assim, poderá faltar ao trabalho para realizar seu tratamento. Contudo, o afastamento para tratar a Síndrome de Burnout exige um tratamento mais prolongado.

Às vezes, esse tratamento pode durar vários meses, Durante os primeiros 15 dias de afastamento, cabe à empresa pagar o salário do empregado normalmente. Em seguida, o INSS passa a ser responsável. Ou seja, nos primeiros 15 dias, você recebe o salário da própria empresa.

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Como o burnout afeta a vida pessoal?

Cansaço em excesso – Normalmente, a pessoa que conta com a síndrome costuma sentir um cansaço em excesso. Mesmo depois de alguns dias de descanso, ou logo no começo do dia, a concentração acaba sendo reduzida. Isso reflete também na ansiedade e no estresse. Com o cansaço, profissionais podem ficar mais rudes e sem nenhuma motivação para exercerem suas demandas.

Quais são os tipos de Síndrome de Burnout?

Conheça os 3 tipos de burnout e saiba como enfrentá-los Burnout por sobrecarga ocorre quando a pessoa trabalha cada vez mais para alcançar o sucesso e, muitas vezes, em detrimento de sua saúde (Foto: Pexels) Durante muito tempo, acreditou-se que os trabalhadores reagiam da mesma forma ao e cansaço extremo.

Mas, conforme foi-se descobrindo mais sobre o problema, o que se percebeu foi que essa condição, chamada mais tarde de, se manifesta de maneira diferente para cada um. saiba mais Burnout: o que muda com a nova classificação da OMS para síndrome Quatro sinais de estresse que não devem ser ignorados Em artigo escrito para o, Melody Wilding, coach executiva e autora de Trust Yourself: Stop Overthinking and Channel Your Emotions for Success at Work (Confie em Si Mesmo: Pare de Pensar Demais e Canalize Suas Emoções para o Sucesso no Trabalho, em tradução livre), explica os três tipos de burnout e ensina como superar cada um deles.

Tipo mais comum, o burnout por sobrecarga ocorre quando a pessoa trabalha cada vez mais freneticamente para alcançar o sucesso e, muitas vezes, em detrimento de sua saúde e vida pessoal. Segundo Wilding, geralmente afeta funcionários altamente dedicados que se sentem obrigados a trabalhar em um ritmo insustentável.

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– Colocar em risco o bem-estar pessoal para atingir os objetivos.Para lidar com essa condição, a recomendação, em primeiro lugar, é que a pessoa desenvolva habilidades de regulação emocional (como nomear e processar as emoções) e reformular a conversa interna negativa (por exemplo, modificar a crença de que precisa trabalhar o tempo todo, sem descanso, para ter sucesso).

Em segundo lugar, é crucial separar a autoestima do trabalho. “Consequentemente, aprendendo a manter uma certa distância do trabalho, os indivíduos poderiam evitar o envolvimento excessivo e evitar o esgotamento”, apontaram os pesquisadores Jesús Montero-Marín e Javier García-Campayo.

Eu sou Julián Díaz Pinto, tenho 48 anos e sou o fundador e administrador do site cltlivre.com.br, um portal jurídico dedicado a descomplicar as complexidades da legislação trabalhista brasileira.