Lupus O Que É? - CLT Livre

Lupus O Que É?

O que leva a pessoa ter lúpus?

Lúpus Info Lúpus é uma doença inflamatória autoimune, que pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro. Em casos mais graves, se não tratada adequadamente, pode matar. O nome científico da doença é “Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)”.

Doenças autoimunes são aquelas em que o sistema imunológico da pessoa ataca tecidos saudáveis do próprio corpo, por engano. As causas das doenças autoimunes ainda não são conhecidas. A teoria mais aceita é que fatores externos estejam envolvidos na ocorrência dessa condição, principalmente quando há predisposição genética e o uso de alguns medicamentos.

A maioria das doenças autoimunes são crônicas, ou seja, não são transmissíveis, no entanto muitas delas podem ser controladas com tratamento. Além disso, os sintomas das doenças autoimunes podem aparecer e desaparecer continuamente, sem causa aparente.

  1. Importante: Dentre as mais de 80 doenças autoimunes conhecidas atualmente, o Lúpus é uma das mais graves e importantes.
  2. Por isso, assim que surgirem os primeiros sintomas, procure atendimento médico especializado imediatamente.
  3. Não se sabe ao certo que causa o Lúpus, tendo em vista que o sistema imunológico atacar e destruir tecidos saudáveis do próprio corpo é um comportamento anormal do organismo.

No entanto, os estudos presentes na literatura médica e científica nacional e mundial apontam que as doenças autoimunes, o que inclui o Lúpus, podem ser uma combinação de fatores, como:

hormonais;infecciosos;genéticos;ambientais.

Os gatilhos para desencadear o Lúpus, de acordo com a ciência, são:

Luz solar: a exposição à luz do sol, de forma inadequada e em horários inapropriados, pode iniciar ou agravar uma inflamação preexistente a desenvolver lúpus. Além disso, esse tipo de postura também pode provocar câncer de pele.Infecções: ter uma infecção pode iniciar lúpus ou causar uma recaída da doença em algumas pessoas, o que pode gerar um quadro leve ou grave, conforme cada situação.Medicamentos: lúpus também pode estar relacionado ao uso de determinados antibióticos, medicamentos usados para controlar convulsões e também para pressão alta. Informe seu médico se notar qualquer sintoma estranho.

O diagnóstico para Lúpus não é tão simples, porque os sintomas podem variar muito de pessoa para pessoa e mudam com o passar do tempo, o que em muitas vezes confunde com os sinais de outras doenças. Por isso, ainda não há nenhum exame ou teste específico para diagnosticar o lúpus, mas isso pode ser feito com segurança a partir de exames de sangue, urina e dos sintomas clínicos apresentados ao médico durante exame físico.

Exame físico.Exames de anticorpos, incluindo teste de anticorpos antinucleares.Hemograma completo.Radiografia do tórax.Biópsia renal.Exame de urina.

Ainda não existem formas conhecidas de se prevenir o Lúpus, tendo em vista que as causas da doença ainda não são totalmente conhecidas e também não há vacinas.

Tenha hábitos e estilo de vidas saudáveis.Tenha alimentação saudável.Evite exposição ao sol.Cuide da sua saúde regularmente. Prevenção e promoção da saúde são as melhores formas de evitar doenças.Evitar gatilhos para o Lúpus se desenvolver são fundamentais.

O lúpus não é uma doença comum e que tenha fatores de risco pré-determinados, uma vez que pode se manifestar em pessoas de qualquer idade, raça e sexo. No entanto, existem algumas situações que podem facilitar, de alguma forma, a incidência de lúpus:

Gênero: a doença é mais comum em mulheres do que em homens, mas pode se manifestar em ambos os sexos.Idade: a maior parte dos diagnósticos de lúpus acontece entre os 15 e os 40 anos, mas pode surgir em qualquer faixa etária.Etnia: lúpus é mais comum em pessoas afro-americanas, hispânicas e asiáticas. Além disso, a incidência do lúpus chega a ser três a quatro vezes maior em mulheres negras do que em mulheres brancas.

A medicina e a ciência ainda não encontraram uma cura para Lúpus, no entanto o prognóstico, ou seja, o tratamento paliativo, quando aplicado de forma adequada, pode controlar e até fazer desaparecer os sintomas da doença. Por isso, com o acompanhamento e tratamento corretos, ambos oferecidos de forma integral e gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é possível levar uma vida normal. : Lúpus

É possível viver com lúpus?

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Cuidados Primários de Saúde Núcleo de Telessaúde Rio Grande do Sul | 11 março 2013 | ID: sofs-5403 O Lúpus é uma doença crônica autoimune. Por uma razão desconhecida, o organismo passa a não reconhecer suas próprias células e produz anticorpos contra elas (autoanticorpos), causando diversas anormalidades clínicas e laboratoriais.

O tratamento para lúpus envolve uma ampla gama de medicamentos que vão desde anti-inflamatórios comuns, baixas doses de corticóides e medicamentos antimaláricos (ex: cloroquina) para tratar manifestações mais leves – sem comprometimento de grandes órgãos ou sistemas – até drogas que retiram as defesas do organismo (como a ciclofosfamida, azatioprina e metotrexate) para graus mais avançados da doença.

Cabe ao médico assistente a escolha da opção terapêutica mais apropriada levando em consideração as características individuais da doença e do “adoecer” do paciente em questão. A intervenção mais importante que um ACS pode fazer para auxiliar uma pessoa com lúpus é garantir que ela tenha um acompanhamento adequado pela equipe de saúde.

  • Pacientes com lúpus devem evitar a exposição ao sol e usar protetores solares o dia todo;
  • Portadoras da doença que desejam engravidar devem seguir rigorosamente a orientação medica e dar preferência aos períodos de remissão das crises;
  • O consumo de álcool, cigarro e outras drogas é absolutamente contraindicado;
  • Respeitadas as limitações que possam ocorrer durante as crises, a atividade física deve ser mantida com regularidade.

EPIDEMIOLOGIA: Pode ocorrer em qualquer faixa etária, incluindo crianças e gestantes, mas é mais frequente em mulheres jovens – especialmente entre 15 e 45 anos. Nesta faixa etária a razão de mulheres acometidas com relação aos homens se situa entre 6:1 e 9:1.

Pessoas da raça negra têm quatro vezes mais chances de desenvolver a doença quando comparados com pessoas da raça branca. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: Caracteristicamente, os pacientes com Lúpus passam por períodos de maior atividade da doença e períodos de remissão, ambos podendo ocorrer espontaneamente.

As razões para o curso variável dessas manifestações ainda não estão esclarecidas. Sabe-se que algumas circunstâncias induzem exacerbações, como reações a drogas, infecções e exposição solar intensa. Os sintomas agudos ocorrem como consequência de “ataques imunológicos” aos órgãos afetados, já as complicações tardias são atribuíveis tanto à própria doença como ao seu tratamento, que envolve muitas drogas com vários efeitos colaterais (como os corticoides, por exemplo).

As manifestações clínicas do lúpus variam muito, já que a doença pode acometer diferentes órgãos e sistemas em diferentes momentos, constituindo um desafio diagnóstico para o médico (especialmente em sua fase inicial). Alguns dos sinais e sintomas iniciais mais frequentes são: inflamação das articulações, mal-estar, cansaço, dor de cabeça, febre, emagrecimento involuntário, diminuição do número de células do sangue e alterações na pele.

Uma das características mais clássicas do lúpus é a mancha na face “em asa de borboleta” que acomete de 30 a 60% dos pacientes no curso da doença. Manifestações tardias incluem alterações nos rins, que podem levar à necessidade de hemodiálise e transplante renal, complicações nas membranas que revestem os pulmões e coração, doença neurológica, psiquiátrica, problemas de circulação, doença das válvulas cardíacas, entre outros.

  1. Outro complicador é que a atividade da doença (e o seu tratamento) aumentam o risco de infecções oportunistas.
  2. PROGNÓSTICO: Com o avanço das opções terapêuticas nas últimas décadas, a expectativa de vida dos pacientes aumentou significativamente.
  3. Atualmente, 80% das pessoas com Lúpus permanecem vivas após 15 anos de doença.
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Atributos APS ACESSO: a pessoa com Lúpus deve ter garantido seu acompanhamento regular na sua Unidade de Saúde e é através dela, conforme suas necessidades, que será encaminhada para outros pontos do sistema de saúde. O ACS pode facilitar o agendamento de consultas.

  • INTEGRALIDADE: além da doença diretamente, possíveis limitações podem provocar sofrimento psicológico pessoal e familiar, ao qual a equipe de saúde deve estar atenta e fornecer suporte.
  • LONGITUDINALIDADE: com acompanhamento ao longo do tempo, pela mesma equipe, potenciais complicações da doença podem ser identificadas em momentos oportunos para o tratamento.

COORDENAÇÃO DO CUIDADO: Lúpus é uma doença rara e que seu tratamento provavelmente envolverá cuidados multidisciplinares nos níveis secundários e terciários de atenção à saúde. Nesse caso, a equipe de saúde da UBS deverá fazer-se presente para acompanhar e organizar as intervenções, evitando a fragmentação e os conflitos nos cuidados fornecidos, e fornecer suporte de mais fácil acesso ao doente e aos seus cuidadores.

  1. O que é Lúpus, seus sintomas, consequências e tratamento?
  2. O que é Lúpus Eritematoso?
  3. Como a modificação da dieta pode auxiliar pacientes com Lúpus?

Como transmite lúpus?

Lúpus Info Lúpus é uma doença inflamatória autoimune, que pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro. Em casos mais graves, se não tratada adequadamente, pode matar. O nome científico da doença é “Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)”.

Doenças autoimunes são aquelas em que o sistema imunológico da pessoa ataca tecidos saudáveis do próprio corpo, por engano. As causas das doenças autoimunes ainda não são conhecidas. A teoria mais aceita é que fatores externos estejam envolvidos na ocorrência dessa condição, principalmente quando há predisposição genética e o uso de alguns medicamentos.

A maioria das doenças autoimunes são crônicas, ou seja, não são transmissíveis, no entanto muitas delas podem ser controladas com tratamento. Além disso, os sintomas das doenças autoimunes podem aparecer e desaparecer continuamente, sem causa aparente.

  1. Importante: Dentre as mais de 80 doenças autoimunes conhecidas atualmente, o Lúpus é uma das mais graves e importantes.
  2. Por isso, assim que surgirem os primeiros sintomas, procure atendimento médico especializado imediatamente.
  3. Não se sabe ao certo que causa o Lúpus, tendo em vista que o sistema imunológico atacar e destruir tecidos saudáveis do próprio corpo é um comportamento anormal do organismo.

No entanto, os estudos presentes na literatura médica e científica nacional e mundial apontam que as doenças autoimunes, o que inclui o Lúpus, podem ser uma combinação de fatores, como:

hormonais;infecciosos;genéticos;ambientais.

Os gatilhos para desencadear o Lúpus, de acordo com a ciência, são:

Luz solar: a exposição à luz do sol, de forma inadequada e em horários inapropriados, pode iniciar ou agravar uma inflamação preexistente a desenvolver lúpus. Além disso, esse tipo de postura também pode provocar câncer de pele.Infecções: ter uma infecção pode iniciar lúpus ou causar uma recaída da doença em algumas pessoas, o que pode gerar um quadro leve ou grave, conforme cada situação.Medicamentos: lúpus também pode estar relacionado ao uso de determinados antibióticos, medicamentos usados para controlar convulsões e também para pressão alta. Informe seu médico se notar qualquer sintoma estranho.

O diagnóstico para Lúpus não é tão simples, porque os sintomas podem variar muito de pessoa para pessoa e mudam com o passar do tempo, o que em muitas vezes confunde com os sinais de outras doenças. Por isso, ainda não há nenhum exame ou teste específico para diagnosticar o lúpus, mas isso pode ser feito com segurança a partir de exames de sangue, urina e dos sintomas clínicos apresentados ao médico durante exame físico.

Exame físico.Exames de anticorpos, incluindo teste de anticorpos antinucleares.Hemograma completo.Radiografia do tórax.Biópsia renal.Exame de urina.

Ainda não existem formas conhecidas de se prevenir o Lúpus, tendo em vista que as causas da doença ainda não são totalmente conhecidas e também não há vacinas.

Tenha hábitos e estilo de vidas saudáveis.Tenha alimentação saudável.Evite exposição ao sol.Cuide da sua saúde regularmente. Prevenção e promoção da saúde são as melhores formas de evitar doenças.Evitar gatilhos para o Lúpus se desenvolver são fundamentais.

O lúpus não é uma doença comum e que tenha fatores de risco pré-determinados, uma vez que pode se manifestar em pessoas de qualquer idade, raça e sexo. No entanto, existem algumas situações que podem facilitar, de alguma forma, a incidência de lúpus:

Gênero: a doença é mais comum em mulheres do que em homens, mas pode se manifestar em ambos os sexos.Idade: a maior parte dos diagnósticos de lúpus acontece entre os 15 e os 40 anos, mas pode surgir em qualquer faixa etária.Etnia: lúpus é mais comum em pessoas afro-americanas, hispânicas e asiáticas. Além disso, a incidência do lúpus chega a ser três a quatro vezes maior em mulheres negras do que em mulheres brancas.

A medicina e a ciência ainda não encontraram uma cura para Lúpus, no entanto o prognóstico, ou seja, o tratamento paliativo, quando aplicado de forma adequada, pode controlar e até fazer desaparecer os sintomas da doença. Por isso, com o acompanhamento e tratamento corretos, ambos oferecidos de forma integral e gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é possível levar uma vida normal. : Lúpus

Qual idade aparece lúpus?

Lúpus Info Lúpus é uma doença inflamatória autoimune, que pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro. Em casos mais graves, se não tratada adequadamente, pode matar. O nome científico da doença é “Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)”.

  • Doenças autoimunes são aquelas em que o sistema imunológico da pessoa ataca tecidos saudáveis do próprio corpo, por engano.
  • As causas das doenças autoimunes ainda não são conhecidas.
  • A teoria mais aceita é que fatores externos estejam envolvidos na ocorrência dessa condição, principalmente quando há predisposição genética e o uso de alguns medicamentos.

A maioria das doenças autoimunes são crônicas, ou seja, não são transmissíveis, no entanto muitas delas podem ser controladas com tratamento. Além disso, os sintomas das doenças autoimunes podem aparecer e desaparecer continuamente, sem causa aparente.

  • Importante: Dentre as mais de 80 doenças autoimunes conhecidas atualmente, o Lúpus é uma das mais graves e importantes.
  • Por isso, assim que surgirem os primeiros sintomas, procure atendimento médico especializado imediatamente.
  • Não se sabe ao certo que causa o Lúpus, tendo em vista que o sistema imunológico atacar e destruir tecidos saudáveis do próprio corpo é um comportamento anormal do organismo.

No entanto, os estudos presentes na literatura médica e científica nacional e mundial apontam que as doenças autoimunes, o que inclui o Lúpus, podem ser uma combinação de fatores, como:

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hormonais;infecciosos;genéticos;ambientais.

Os gatilhos para desencadear o Lúpus, de acordo com a ciência, são:

Luz solar: a exposição à luz do sol, de forma inadequada e em horários inapropriados, pode iniciar ou agravar uma inflamação preexistente a desenvolver lúpus. Além disso, esse tipo de postura também pode provocar câncer de pele.Infecções: ter uma infecção pode iniciar lúpus ou causar uma recaída da doença em algumas pessoas, o que pode gerar um quadro leve ou grave, conforme cada situação.Medicamentos: lúpus também pode estar relacionado ao uso de determinados antibióticos, medicamentos usados para controlar convulsões e também para pressão alta. Informe seu médico se notar qualquer sintoma estranho.

O diagnóstico para Lúpus não é tão simples, porque os sintomas podem variar muito de pessoa para pessoa e mudam com o passar do tempo, o que em muitas vezes confunde com os sinais de outras doenças. Por isso, ainda não há nenhum exame ou teste específico para diagnosticar o lúpus, mas isso pode ser feito com segurança a partir de exames de sangue, urina e dos sintomas clínicos apresentados ao médico durante exame físico.

Exame físico.Exames de anticorpos, incluindo teste de anticorpos antinucleares.Hemograma completo.Radiografia do tórax.Biópsia renal.Exame de urina.

Ainda não existem formas conhecidas de se prevenir o Lúpus, tendo em vista que as causas da doença ainda não são totalmente conhecidas e também não há vacinas.

Tenha hábitos e estilo de vidas saudáveis.Tenha alimentação saudável.Evite exposição ao sol.Cuide da sua saúde regularmente. Prevenção e promoção da saúde são as melhores formas de evitar doenças.Evitar gatilhos para o Lúpus se desenvolver são fundamentais.

O lúpus não é uma doença comum e que tenha fatores de risco pré-determinados, uma vez que pode se manifestar em pessoas de qualquer idade, raça e sexo. No entanto, existem algumas situações que podem facilitar, de alguma forma, a incidência de lúpus:

Gênero: a doença é mais comum em mulheres do que em homens, mas pode se manifestar em ambos os sexos.Idade: a maior parte dos diagnósticos de lúpus acontece entre os 15 e os 40 anos, mas pode surgir em qualquer faixa etária.Etnia: lúpus é mais comum em pessoas afro-americanas, hispânicas e asiáticas. Além disso, a incidência do lúpus chega a ser três a quatro vezes maior em mulheres negras do que em mulheres brancas.

A medicina e a ciência ainda não encontraram uma cura para Lúpus, no entanto o prognóstico, ou seja, o tratamento paliativo, quando aplicado de forma adequada, pode controlar e até fazer desaparecer os sintomas da doença. Por isso, com o acompanhamento e tratamento corretos, ambos oferecidos de forma integral e gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é possível levar uma vida normal. : Lúpus

Qual o tipo de lúpus é mais grave?

O lúpus na infância é raro, mas é mais perigoso e se instala de forma mais aguda. ‘Na infância, a doença se instala de forma mais aguda e há maior frequência e maior gravidade do comprometimento renal, neurológico e hematológico.

É verdade que o lúpus não tem cura?

Lúpus tem cura? – Não. O Lúpus não tem cura, mas tem controle. Para isso é fundamental que o tratamento seja realizado de forma correta, com acompanhamento regular com o reumatologista, uso das medicações prescritas, adoção de hábitos saudáveis, fotoproteção e evitar exposição solar.

Quem tem lúpus sente dor nas pernas?

ARTRALGIAS E MIALGIAS: – A dor nas articulações é conhecida como artralgia e nos músculos, como mialgias. Ambos os tipos de dor são frequentes nas pessoas com lúpus. Às vezes, podem ser consequência de uma recaída ou surto generalizado do lúpus; e outras vezes, podem ser causados por outras condições, como uma infecção viral ou gripe, ou por condições associadas frequentemente ao lúpus, como a fibromialgia.

Qual doença é parecida com lúpus?

A fibromialgia e o lúpus são duas doenças que possuem um sintoma em comum: as dores no corpo, que podem ser nas articulações e nos músculos. No entanto, vale ressaltar que se tratam de enfermidades totalmente diferentes. O lúpus é causado pelo desregulamento dos anticorpos no organismo humano.

  1. Já a fibromialgia é causada por alterações no sistema nervoso.
  2. O que é lúpus? Primeiramente, vamos iniciar explicando do que se trata cada uma das doenças.
  3. O lúpus eritematoso sistêmico trata-se de uma doença causada pela produção de anticorpos em excesso sem motivo aparente.
  4. A grande quantidade de anticorpos é prejudicial quando eles começam a atacar o próprio organismo, mesmo que saudável.

É aí que surgem os sintomas, que são inflamações e lesões nos diversos órgãos. O lúpus possui algumas maneiras diferentes de se manifestar. A mais comum é o Lúpus Discoide, que se mostra através de manchas avermelhadas nas áreas do rosto, do couro cabeludo e em outras.

Como é a dor de cabeça do lúpus?

6 SINTOMAS MENOS CONHECIDOS DO LÚPUS Embora todos os casos de lúpus eritematoso sistêmico (LES) sejam diferentes, existem alguns sintomas comuns que a maioria dos pacientes com lúpus compartilha. Alguns são dor nas articulações, erupção cutânea de borboleta no rosto, febre, fadiga e sensibilidade ao sol.

Porém, como o LES é uma doença muito individualizada e complexa, alguns sintomas são pouco conhecidos e menos comuns. Aqui está uma lista de seis deles: 1. SINTOMAS PSICOLÓGICOS

Apesar de ser sabido que os pacientes com lúpus apresentam taxas mais altas de depressão e ansiedade, não se sabe se alguns casos são situacionais. No entanto, a psicose lúpica pode ocorrer durante o início da doença, durante os primeiros anos da doença ou durante um surto.

  1. A psicose geralmente é de curta duração.2.
  2. FORTES DORES DE CABEÇA Dores de cabeça regulares, que a maioria das pessoas experimentam, de vez em quando provavelmente não estão relacionadas ao lúpus.
  3. Mas alguns indivíduos com lúpus podem ter dores de cabeça esmagadoras do tipo enxaqueca.3.
  4. ALTERAÇÕES SISTEMA NERVOSO Às vezes, o lúpus pode causar alterações no sistema nervoso que se manifestam em sensações estranhas como queimaduras solares, a dores profundas.

Tais sensações podem ir e vir ou permanecer durante todo o dia – o que pode ser bastante desconfortável.4. VERTIGEM Embora a maioria dos casos de vertigem não esteja relacionada ao lúpus, ela pode ocorrer principalmente em combinação com a perda auditiva.

  1. Também pode estar relacionado a artérias inflamadas e fluxo sanguíneo restrito.5.
  2. PROBLEMAS DENTÁRIOS Embora a maioria das pessoas com lúpus saiba que a doença pode causar feridas ou úlceras na boca, há outros problemas bucais, como a síndrome de Sjogren que q doença pode gerar.
  3. Esta sindorme é caracterizada por deixar orifícios secos, incluindo a boca.

A boca seca pode levar à infecção por fungos orais, cândida, ou periodontite, que é uma infecção na gengiva. Problemas ósseos com lúpus, como osteoporose, podem afetar a mandíbula 6. ERUPÇÕES CUTÂNEAS A maioria das pessoas com lúpus tem uma erupção cutânea em forma de borboleta, que pode ser controlada com medicamentos, mas existem outros tipos de erupções que podem ocorrer.

O que uma pessoa com lúpus deve evitar?

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Cuidados Primários de Saúde Núcleo de Telessaúde Rio Grande do Sul | 11 março 2013 | ID: sofs-5403 O Lúpus é uma doença crônica autoimune. Por uma razão desconhecida, o organismo passa a não reconhecer suas próprias células e produz anticorpos contra elas (autoanticorpos), causando diversas anormalidades clínicas e laboratoriais.

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O tratamento para lúpus envolve uma ampla gama de medicamentos que vão desde anti-inflamatórios comuns, baixas doses de corticóides e medicamentos antimaláricos (ex: cloroquina) para tratar manifestações mais leves – sem comprometimento de grandes órgãos ou sistemas – até drogas que retiram as defesas do organismo (como a ciclofosfamida, azatioprina e metotrexate) para graus mais avançados da doença.

Cabe ao médico assistente a escolha da opção terapêutica mais apropriada levando em consideração as características individuais da doença e do “adoecer” do paciente em questão. A intervenção mais importante que um ACS pode fazer para auxiliar uma pessoa com lúpus é garantir que ela tenha um acompanhamento adequado pela equipe de saúde.

  • Pacientes com lúpus devem evitar a exposição ao sol e usar protetores solares o dia todo;
  • Portadoras da doença que desejam engravidar devem seguir rigorosamente a orientação medica e dar preferência aos períodos de remissão das crises;
  • O consumo de álcool, cigarro e outras drogas é absolutamente contraindicado;
  • Respeitadas as limitações que possam ocorrer durante as crises, a atividade física deve ser mantida com regularidade.

EPIDEMIOLOGIA: Pode ocorrer em qualquer faixa etária, incluindo crianças e gestantes, mas é mais frequente em mulheres jovens – especialmente entre 15 e 45 anos. Nesta faixa etária a razão de mulheres acometidas com relação aos homens se situa entre 6:1 e 9:1.

  • Pessoas da raça negra têm quatro vezes mais chances de desenvolver a doença quando comparados com pessoas da raça branca.
  • MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: Caracteristicamente, os pacientes com Lúpus passam por períodos de maior atividade da doença e períodos de remissão, ambos podendo ocorrer espontaneamente.

As razões para o curso variável dessas manifestações ainda não estão esclarecidas. Sabe-se que algumas circunstâncias induzem exacerbações, como reações a drogas, infecções e exposição solar intensa. Os sintomas agudos ocorrem como consequência de “ataques imunológicos” aos órgãos afetados, já as complicações tardias são atribuíveis tanto à própria doença como ao seu tratamento, que envolve muitas drogas com vários efeitos colaterais (como os corticoides, por exemplo).

  1. As manifestações clínicas do lúpus variam muito, já que a doença pode acometer diferentes órgãos e sistemas em diferentes momentos, constituindo um desafio diagnóstico para o médico (especialmente em sua fase inicial).
  2. Alguns dos sinais e sintomas iniciais mais frequentes são: inflamação das articulações, mal-estar, cansaço, dor de cabeça, febre, emagrecimento involuntário, diminuição do número de células do sangue e alterações na pele.

Uma das características mais clássicas do lúpus é a mancha na face “em asa de borboleta” que acomete de 30 a 60% dos pacientes no curso da doença. Manifestações tardias incluem alterações nos rins, que podem levar à necessidade de hemodiálise e transplante renal, complicações nas membranas que revestem os pulmões e coração, doença neurológica, psiquiátrica, problemas de circulação, doença das válvulas cardíacas, entre outros.

  • Outro complicador é que a atividade da doença (e o seu tratamento) aumentam o risco de infecções oportunistas.
  • PROGNÓSTICO: Com o avanço das opções terapêuticas nas últimas décadas, a expectativa de vida dos pacientes aumentou significativamente.
  • Atualmente, 80% das pessoas com Lúpus permanecem vivas após 15 anos de doença.

Atributos APS ACESSO: a pessoa com Lúpus deve ter garantido seu acompanhamento regular na sua Unidade de Saúde e é através dela, conforme suas necessidades, que será encaminhada para outros pontos do sistema de saúde. O ACS pode facilitar o agendamento de consultas.

INTEGRALIDADE: além da doença diretamente, possíveis limitações podem provocar sofrimento psicológico pessoal e familiar, ao qual a equipe de saúde deve estar atenta e fornecer suporte. LONGITUDINALIDADE: com acompanhamento ao longo do tempo, pela mesma equipe, potenciais complicações da doença podem ser identificadas em momentos oportunos para o tratamento.

COORDENAÇÃO DO CUIDADO: Lúpus é uma doença rara e que seu tratamento provavelmente envolverá cuidados multidisciplinares nos níveis secundários e terciários de atenção à saúde. Nesse caso, a equipe de saúde da UBS deverá fazer-se presente para acompanhar e organizar as intervenções, evitando a fragmentação e os conflitos nos cuidados fornecidos, e fornecer suporte de mais fácil acesso ao doente e aos seus cuidadores.

  1. O que é Lúpus, seus sintomas, consequências e tratamento?
  2. O que é Lúpus Eritematoso?
  3. Como a modificação da dieta pode auxiliar pacientes com Lúpus?

O que as pessoas com lúpus deve evitar?

Lúpus | Biblioteca Virtual em Saúde MS

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou apenas lúpus) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune (o próprio organismo ataca órgãos e tecidos).São reconhecidos dois tipos principais de lúpus: o cutâneo, que se manifesta apenas com manchas na pele (geralmente avermelhadas ou eritematosas e daí o nome lúpus eritematoso), principalmente nas áreas que ficam expostas à luz solar (rosto, orelhas, colo (“V” do decote) e nos braços) e o sistêmico, no qual um ou mais órgãos internos são acometidos. Sintomas: – lesões de pele: as lesões mais características são lesões avermelhadas em maçãs do rosto e dorso do nariz; – dor e inchaço, principalmente nas articulações das mãos; – inflamação de pleura ou pericárdio (membranas que recobrem o pulmão e coração); – inflamação no rim; – alterações no sangue podem ocorrer em mais da metade dos casos: diminuição de glóbulos vermelhos (anemia), glóbulos brancos (leucopenia), dos linfócitos (linfopenia) ou de plaquetas (plaquetopenia); – menos freqüentemente observam-se inflamações no cérebro, causando convulsões, alterações do comportamento (psicose) ou do nível de consciência e até queixas sugestivas de comprometimento de nervos periféricos; – inflamações de pequenos vasos (vasculites) podem causar lesões avermelhadas e dolorosas em palma de mãos, planta de pés, no céu da boca ou em membros; – queixas de febre sem ter infecção, emagrecimento e fraqueza são comuns quando a doença está ativa; – manifestações nos olhos, aumento do fígado, baço e gânglios também podem ocorrer em fase ativa da doença. Diagnóstico: O diagnóstico deve ser feito pelo conjunto de alterações clínicas e laboratoriais, e não pela presença de apenas um exame ou uma manifestação clínica isoladamente. Tratamento:

O tratamento do LES depende da manifestação apresentada por cada um dos pacientes, portanto, deve ser individualizado. Seu objetivo é permitir o controle da atividade da doença, a minimização dos efeitos colaterais dos medicamentos e uma boa qualidade de vida aos seus portadores.

Prevenção: Evitar fatores que podem levar ao desencadeamento da atividade do lúpus, como o sol e outras formas de radiação ultravioleta; tratar as infecções; evitar o uso de estrógenos e de outras drogas; evitar a gravidez em fase ativa da doença e evitar o estresse são algumas condutas que os pacientes devem observar, na medida do possível.

O reumatologista é o especialista mais indicado para fazer o tratamento e o acompanhamento de pacientes com LES e quando necessário, outros especialistas devem fazer o seguimento em conjunto. IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

Quando suspeitar de lúpus?

Sintomas e sinais do Lúpus – Os sintomas e sinais mais frequentes são as manifestações cutâneas e/ou articulares (cerca de 90% dos doentes), pelo que, habitualmente, os doentes procuram, em primeiro lugar, além do seu médico assistente, o especialista em Reumatologia e/ou em Dermatologia.