Plano De Negócios Artigo Acadêmico? - CLT Livre

Plano De Negócios Artigo Acadêmico?

Plano De Negócios Artigo Acadêmico
Plano de Negócios é uma ferramenta essencial para o empreendedor que deseja investir em um novo negócio e até mesmo em uma possível manutenção em um empreendimento que já esteja em atividade. O investimento é analisado colocando em pauta alguns fatores específicos e, após a verificação de sua viabilidade, caso seja viável, é realizada uma pesquisa aprofundada de informações ligadas à atividade em questão, para obter um Plano de Negócios que potencialize e maximize as chances de o sucesso de um
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Plano de Negócios é uma ferramenta essencial para o empreendedor que deseja investir em um novo negócio e até mesmo em uma possível manutenção em um empreendimento que já esteja em atividade. O investimento é analisado colocando em pauta alguns fatores específicos e, após a verificação de sua viabilidade, caso seja viável, é realizada uma pesquisa aprofundada de informações ligadas à atividade em questão, para obter um Plano de Negócios que potencialize e maximize as chances de o sucesso de um empreendimento.
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O que é um plano de negócios?

2. O PLANO DE NEGÓCIOS – O plano de negócios atua como um norteador para que a empresa consiga alcançar os objetivos almejados, e, dessa forma, a análise oferecida por ele faz com que o gestor consiga ter uma percepção mais clara sobre até onde deve ir e como chegar nesse lugar.

Assim, o plano de negócios assume um papel primordial no planejamento estratégico, visto que é empregado como uma ferramenta capaz de orientar o gestor no processo de implantação ou manutenção do negócio, e, dessa forma, esse plano pode apontar parcerias em potencial, esclarecer objetivos, definir metas e acompanhar o crescimento da organização de forma geral (SANTOS; PINHEIRO, 2017).

Zimmerman (2012) reitera que o plano de negócios tem como escopo mapear os riscos, e, também, é responsável por calcular o retorno do investimento realizado de forma clara e objetiva. Bernardi (2008), por sua vez, alude que, quando bem elaborado, potencializa o sucesso do negócio em questão (aqui representado pelo escola particular).

Para Dornelas (2007), o resultado poderá ser satisfatório quando são realizadas pesquisas acerca do ramo em que se deseja atuar ou atua. A partir dessa pesquisa é possível compreender, em detalhes, o cenário em que se deseja atuar. Conhecer os concorrentes e calcular os investimentos são etapas cruciais para que o modelo de negócio tenha sucesso.

Bernardi (2008) frisa, também, que todos os que desejam empreender ou que já possuem um negócio obterão vantagem competitiva com a elaboração de um plano de negócios, pois evita-se as chances de falência em razão de uma má administração. O SEBRAE (2013), por sua vez, compreende o plano de negócios como um documento que descreve os objetivos que sustentam um negócio.

  1. Santos e Pinheiro (2017) compreendem que esse documento apresenta os caminhos a serem percorridos para que esses objetivos sejam mantidos e o foco não se perca, reduzindo-se, dessa forma, os possíveis riscos.
  2. O plano de negócios permite, ainda, que sejam identificados, de forma clara e precisa, os erros potenciais ainda na fase da maturação da ideia.

Chiavenato (2005), por sua vez, elucida que o planejamento produz um efeito imediato que é o plano. Entende, ainda, que todos os planos têm um objetivo em comum: a previsão, programação e a coordenação de uma sequência lógica de acontecimentos, e, caso bem sucedidos, conduzirão esse negócio ao alcance dos objetivos almejados.

  • Ele ajuda, ainda, o gestor a concluir se a sua ideia é viável e a procurar por informações mais consistentes relacionadas ao ramo, aos produtos e aos serviços que se pretende oferecer.
  • Apresenta-se, ainda, dados sobre clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e fracos do negócio.
  • Dessa forma, ao final, o plano irá demonstrar os custos e as despesas do negócio, o investimento inicial, os recursos necessários para colocar a empresa em operação, as estratégias empregadas para o crescimento da empresa, o marketing e a projeção da receita e lucro para os próximos anos (PINTO et al, 2017; SANTOS; PINHEIRO, 2017; MANNA, 2011; QUADROS, 2004).

Analisar se vale à pena abrir, manter ou ampliar o negócio é essencial, e, para tanto, deve-se considerar as informações oferecidas pelo plano de negócios. Assim sendo, embora a o plano de negócios não seja uma garantia do sucesso empresarial, conforme Santos e Pinheiro (2017), ele permite um processo de tomada de decisões mais eficiente, o que amplia as chances de sucesso.

Por se tratar de uma descrição do negócio, viabiliza, então, melhores negociações e respostas aos questionamentos dos fornecedores, distribuidores, bancos, sócios, e, ainda, do próprio empreendedor e de sua equipe (SANTOS; PINHEIRO, 2017). Ele atua, dessa forma, como a base que fomenta as atividades empresariais, e, assim, formaliza, no papel, as ideias criativas do empreendedor, essenciais ao atendimento das demandas do público da empresa em questão (aqui representadas pelo alunado e os seus familiares).

O produto ou serviço ofertado deve, então, suprir tais necessidades. Uma vez que o mercado muda constantemente, observa-se que as novas oportunidades surgem em razão desse contexto marcado pelas mudanças mássicas e contínuas. As ameaças são inevitáveis, e, nesse contexto, o plano deve ser elaborado levando em consideração características locais.

  • Dessa forma, cabe auferir que o plano de negócios tem como característica, de acordo com Santos e Pinheiro (2017), a fácil adaptação à realidade da empresa em questão, e, assim, pode ser corrigido ou aperfeiçoado sempre que o gestor julgar como pertinente.
  • Nesse sentido, o plano de negócios atua como uma das ferramentais mais primordiais para que um empreendimento tenha uma boa performance em seu nicho de mercado.

Assim sendo, os autores recomendam que ele seja escrito á lápis, pois o ideal é que novos ajustes sejam feitos de modo contínuo, visto o cenário marcado por mudanças diárias e contínuas. Os gestores, em muitas das vezes, precisam recorrer aos consultores para identificar e corrigir erros, que podem fomentar a falta de crescimento ou crise da empresa.
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Qual a importância do planejamento de negócios?

1. INTRODUÇÃO – As mudanças no mundo corporativo, em razão do fluxo intenso e diário de novas informações e possibilidades, têm levado as empresas a enfrentarem desafios ao buscarem por uma performance mais eficiente (PINTO et al, 2017; SANTOS; PINHEIRO, 2017; MANNA, 2011; QUADROS, 2004).

  • Rocha (2009) afirma que as empresas devem compreender que é por meio da percepção de oportunidades que essa performance poderá ser potencializada.
  • É fundamental para se sobreviver nesse cenário que é marcado pela competitividade.
  • Assim sendo, tanto para dar início a um negócio ou para realizar a sua manutenção é preciso que os responsáveis dominem os conceitos de gestão e planejamento, e, mais do que isso, esses elementos precisam ser primordiais no processo de tomada de decisão.
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Nesse sentido, para que um negócio se torne bem sucedido o planejamento é indispensável. A atualização das informações empresariais, em termos estratégicos, táticos e operacionais, é essencial e tem se revelado cada vez mais como uma vantagem competitiva.

Nesse contexto, o aperfeiçoamento profissional, segundo Santos e Pinheiro (2017), tornou-se significativo para a sobrevivência das empresas, pois é a partir dele que as organizações se tornam mais eficientes e aptas a competir no mercado, que, como ressaltado, torna-se cada vez mais competitivo. Assim sendo, ao idealizar um negócio, entende-se que o empreendedor deve buscar e adquirir conhecimento sobre o nicho mercadológico que pretende atuar (como, por exemplo, o ramo da educação, que é um mercado que tem aumentado de forma exponencial).

É preciso, ainda, que os responsáveis por conduzir o negócio percebam as possíveis dificuldades que podem vir a seguir. É nesse sentido que o plano de negócios se revela como um importante instrumento. Nele, conforme Santos e Pinheiro (2017), o modelo de negócio é representado, tendo-se como escopo a minimização de erros e, ainda, o aumento das possibilidades de sucesso no setor desejado (como a educação).

  • Deve-se frisar que o ato de planejar se relaciona com a determinação antecipada de objetivos almejados pela organização, e, assim, é necessário observar os recursos que serão utilizados para chegar a esses objetivos.
  • O planejamento assume um papel de suma importância nesse processo, pois tendo-se o plano de negócios definido, é possível visualizar até onde a empresa quer chegar e, ainda, de que forma chegará e o que fará para chegar.

Chiavenato (2007) frisa que o planejamento estratégico é um conjunto sistematizado voltado à tomada de decisões acerca de um dado empreendimento. Destarte, essas decisões afetam toda a empresa durante um longo período (PINTO et al, 2017; SANTOS; PINHEIRO, 2017; MANNA, 2011; QUADROS, 2004).

Assim sendo, a tomada de decisão apoiada no planejamento direciona os gestores para que assumam caminhos capazes de tornar o seu negócio sustentável e inovador. Cabe auferir, então, que o plano de negócios exerce um papel sumário na organização, pois, a partir dele, a empresa pode organizar as suas ideias, realizar um planejamento de forma rica, clara e detalhada e reduzir o risco de fracasso antes mesmo de iniciar as atividades ou expandir um empreendimento já existente.

É, ainda, uma fase importante, pois é o plano de negócios que viabiliza a integração de diversos conhecimentos e técnicas de áreas distintas da empresa, sendo possível, então, ter uma percepção da entidade como um todo para, após, estruturar o negócio.
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Qual a importância da pesquisa para o sucesso do negócio?

2. O PLANO DE NEGÓCIOS – O plano de negócios atua como um norteador para que a empresa consiga alcançar os objetivos almejados, e, dessa forma, a análise oferecida por ele faz com que o gestor consiga ter uma percepção mais clara sobre até onde deve ir e como chegar nesse lugar.

Assim, o plano de negócios assume um papel primordial no planejamento estratégico, visto que é empregado como uma ferramenta capaz de orientar o gestor no processo de implantação ou manutenção do negócio, e, dessa forma, esse plano pode apontar parcerias em potencial, esclarecer objetivos, definir metas e acompanhar o crescimento da organização de forma geral (SANTOS; PINHEIRO, 2017).

Zimmerman (2012) reitera que o plano de negócios tem como escopo mapear os riscos, e, também, é responsável por calcular o retorno do investimento realizado de forma clara e objetiva. Bernardi (2008), por sua vez, alude que, quando bem elaborado, potencializa o sucesso do negócio em questão (aqui representado pelo escola particular).

Para Dornelas (2007), o resultado poderá ser satisfatório quando são realizadas pesquisas acerca do ramo em que se deseja atuar ou atua. A partir dessa pesquisa é possível compreender, em detalhes, o cenário em que se deseja atuar. Conhecer os concorrentes e calcular os investimentos são etapas cruciais para que o modelo de negócio tenha sucesso.

Bernardi (2008) frisa, também, que todos os que desejam empreender ou que já possuem um negócio obterão vantagem competitiva com a elaboração de um plano de negócios, pois evita-se as chances de falência em razão de uma má administração. O SEBRAE (2013), por sua vez, compreende o plano de negócios como um documento que descreve os objetivos que sustentam um negócio.

  • Santos e Pinheiro (2017) compreendem que esse documento apresenta os caminhos a serem percorridos para que esses objetivos sejam mantidos e o foco não se perca, reduzindo-se, dessa forma, os possíveis riscos.
  • O plano de negócios permite, ainda, que sejam identificados, de forma clara e precisa, os erros potenciais ainda na fase da maturação da ideia.

Chiavenato (2005), por sua vez, elucida que o planejamento produz um efeito imediato que é o plano. Entende, ainda, que todos os planos têm um objetivo em comum: a previsão, programação e a coordenação de uma sequência lógica de acontecimentos, e, caso bem sucedidos, conduzirão esse negócio ao alcance dos objetivos almejados.

  1. Ele ajuda, ainda, o gestor a concluir se a sua ideia é viável e a procurar por informações mais consistentes relacionadas ao ramo, aos produtos e aos serviços que se pretende oferecer.
  2. Apresenta-se, ainda, dados sobre clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e fracos do negócio.
  3. Dessa forma, ao final, o plano irá demonstrar os custos e as despesas do negócio, o investimento inicial, os recursos necessários para colocar a empresa em operação, as estratégias empregadas para o crescimento da empresa, o marketing e a projeção da receita e lucro para os próximos anos (PINTO et al, 2017; SANTOS; PINHEIRO, 2017; MANNA, 2011; QUADROS, 2004).

Analisar se vale à pena abrir, manter ou ampliar o negócio é essencial, e, para tanto, deve-se considerar as informações oferecidas pelo plano de negócios. Assim sendo, embora a o plano de negócios não seja uma garantia do sucesso empresarial, conforme Santos e Pinheiro (2017), ele permite um processo de tomada de decisões mais eficiente, o que amplia as chances de sucesso.

  • Por se tratar de uma descrição do negócio, viabiliza, então, melhores negociações e respostas aos questionamentos dos fornecedores, distribuidores, bancos, sócios, e, ainda, do próprio empreendedor e de sua equipe (SANTOS; PINHEIRO, 2017).
  • Ele atua, dessa forma, como a base que fomenta as atividades empresariais, e, assim, formaliza, no papel, as ideias criativas do empreendedor, essenciais ao atendimento das demandas do público da empresa em questão (aqui representadas pelo alunado e os seus familiares).

O produto ou serviço ofertado deve, então, suprir tais necessidades. Uma vez que o mercado muda constantemente, observa-se que as novas oportunidades surgem em razão desse contexto marcado pelas mudanças mássicas e contínuas. As ameaças são inevitáveis, e, nesse contexto, o plano deve ser elaborado levando em consideração características locais.

Dessa forma, cabe auferir que o plano de negócios tem como característica, de acordo com Santos e Pinheiro (2017), a fácil adaptação à realidade da empresa em questão, e, assim, pode ser corrigido ou aperfeiçoado sempre que o gestor julgar como pertinente. Nesse sentido, o plano de negócios atua como uma das ferramentais mais primordiais para que um empreendimento tenha uma boa performance em seu nicho de mercado.

Assim sendo, os autores recomendam que ele seja escrito á lápis, pois o ideal é que novos ajustes sejam feitos de modo contínuo, visto o cenário marcado por mudanças diárias e contínuas. Os gestores, em muitas das vezes, precisam recorrer aos consultores para identificar e corrigir erros, que podem fomentar a falta de crescimento ou crise da empresa.
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O que é um plano de negócios?

2. O PLANO DE NEGÓCIOS – O plano de negócios atua como um norteador para que a empresa consiga alcançar os objetivos almejados, e, dessa forma, a análise oferecida por ele faz com que o gestor consiga ter uma percepção mais clara sobre até onde deve ir e como chegar nesse lugar.

Assim, o plano de negócios assume um papel primordial no planejamento estratégico, visto que é empregado como uma ferramenta capaz de orientar o gestor no processo de implantação ou manutenção do negócio, e, dessa forma, esse plano pode apontar parcerias em potencial, esclarecer objetivos, definir metas e acompanhar o crescimento da organização de forma geral (SANTOS; PINHEIRO, 2017).

Zimmerman (2012) reitera que o plano de negócios tem como escopo mapear os riscos, e, também, é responsável por calcular o retorno do investimento realizado de forma clara e objetiva. Bernardi (2008), por sua vez, alude que, quando bem elaborado, potencializa o sucesso do negócio em questão (aqui representado pelo escola particular).

  1. Para Dornelas (2007), o resultado poderá ser satisfatório quando são realizadas pesquisas acerca do ramo em que se deseja atuar ou atua.
  2. A partir dessa pesquisa é possível compreender, em detalhes, o cenário em que se deseja atuar.
  3. Conhecer os concorrentes e calcular os investimentos são etapas cruciais para que o modelo de negócio tenha sucesso.

Bernardi (2008) frisa, também, que todos os que desejam empreender ou que já possuem um negócio obterão vantagem competitiva com a elaboração de um plano de negócios, pois evita-se as chances de falência em razão de uma má administração. O SEBRAE (2013), por sua vez, compreende o plano de negócios como um documento que descreve os objetivos que sustentam um negócio.

Santos e Pinheiro (2017) compreendem que esse documento apresenta os caminhos a serem percorridos para que esses objetivos sejam mantidos e o foco não se perca, reduzindo-se, dessa forma, os possíveis riscos. O plano de negócios permite, ainda, que sejam identificados, de forma clara e precisa, os erros potenciais ainda na fase da maturação da ideia.

Chiavenato (2005), por sua vez, elucida que o planejamento produz um efeito imediato que é o plano. Entende, ainda, que todos os planos têm um objetivo em comum: a previsão, programação e a coordenação de uma sequência lógica de acontecimentos, e, caso bem sucedidos, conduzirão esse negócio ao alcance dos objetivos almejados.

Ele ajuda, ainda, o gestor a concluir se a sua ideia é viável e a procurar por informações mais consistentes relacionadas ao ramo, aos produtos e aos serviços que se pretende oferecer. Apresenta-se, ainda, dados sobre clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e fracos do negócio. Dessa forma, ao final, o plano irá demonstrar os custos e as despesas do negócio, o investimento inicial, os recursos necessários para colocar a empresa em operação, as estratégias empregadas para o crescimento da empresa, o marketing e a projeção da receita e lucro para os próximos anos (PINTO et al, 2017; SANTOS; PINHEIRO, 2017; MANNA, 2011; QUADROS, 2004).

Analisar se vale à pena abrir, manter ou ampliar o negócio é essencial, e, para tanto, deve-se considerar as informações oferecidas pelo plano de negócios. Assim sendo, embora a o plano de negócios não seja uma garantia do sucesso empresarial, conforme Santos e Pinheiro (2017), ele permite um processo de tomada de decisões mais eficiente, o que amplia as chances de sucesso.

  • Por se tratar de uma descrição do negócio, viabiliza, então, melhores negociações e respostas aos questionamentos dos fornecedores, distribuidores, bancos, sócios, e, ainda, do próprio empreendedor e de sua equipe (SANTOS; PINHEIRO, 2017).
  • Ele atua, dessa forma, como a base que fomenta as atividades empresariais, e, assim, formaliza, no papel, as ideias criativas do empreendedor, essenciais ao atendimento das demandas do público da empresa em questão (aqui representadas pelo alunado e os seus familiares).

O produto ou serviço ofertado deve, então, suprir tais necessidades. Uma vez que o mercado muda constantemente, observa-se que as novas oportunidades surgem em razão desse contexto marcado pelas mudanças mássicas e contínuas. As ameaças são inevitáveis, e, nesse contexto, o plano deve ser elaborado levando em consideração características locais.

Dessa forma, cabe auferir que o plano de negócios tem como característica, de acordo com Santos e Pinheiro (2017), a fácil adaptação à realidade da empresa em questão, e, assim, pode ser corrigido ou aperfeiçoado sempre que o gestor julgar como pertinente. Nesse sentido, o plano de negócios atua como uma das ferramentais mais primordiais para que um empreendimento tenha uma boa performance em seu nicho de mercado.

Assim sendo, os autores recomendam que ele seja escrito á lápis, pois o ideal é que novos ajustes sejam feitos de modo contínuo, visto o cenário marcado por mudanças diárias e contínuas. Os gestores, em muitas das vezes, precisam recorrer aos consultores para identificar e corrigir erros, que podem fomentar a falta de crescimento ou crise da empresa.
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Como validar um plano de negócios?

No último ano do curso de Administração de Empresas, a maioria das instituições de ensino pede um plano de negócios como TCC. Esse trabalho serve de critério parcial para a obtenção do diploma. O plano de negócio pode ser o trabalho de conclusão de curso não só de Administração, mas também de cursos de pós-graduação Lato sensu, como é o caso de MBA e especialização.
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Qual a importância do planejamento de negócios?

1. INTRODUÇÃO – As mudanças no mundo corporativo, em razão do fluxo intenso e diário de novas informações e possibilidades, têm levado as empresas a enfrentarem desafios ao buscarem por uma performance mais eficiente (PINTO et al, 2017; SANTOS; PINHEIRO, 2017; MANNA, 2011; QUADROS, 2004).

  • Rocha (2009) afirma que as empresas devem compreender que é por meio da percepção de oportunidades que essa performance poderá ser potencializada.
  • É fundamental para se sobreviver nesse cenário que é marcado pela competitividade.
  • Assim sendo, tanto para dar início a um negócio ou para realizar a sua manutenção é preciso que os responsáveis dominem os conceitos de gestão e planejamento, e, mais do que isso, esses elementos precisam ser primordiais no processo de tomada de decisão.

Nesse sentido, para que um negócio se torne bem sucedido o planejamento é indispensável. A atualização das informações empresariais, em termos estratégicos, táticos e operacionais, é essencial e tem se revelado cada vez mais como uma vantagem competitiva.

  • Nesse contexto, o aperfeiçoamento profissional, segundo Santos e Pinheiro (2017), tornou-se significativo para a sobrevivência das empresas, pois é a partir dele que as organizações se tornam mais eficientes e aptas a competir no mercado, que, como ressaltado, torna-se cada vez mais competitivo.
  • Assim sendo, ao idealizar um negócio, entende-se que o empreendedor deve buscar e adquirir conhecimento sobre o nicho mercadológico que pretende atuar (como, por exemplo, o ramo da educação, que é um mercado que tem aumentado de forma exponencial).
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É preciso, ainda, que os responsáveis por conduzir o negócio percebam as possíveis dificuldades que podem vir a seguir. É nesse sentido que o plano de negócios se revela como um importante instrumento. Nele, conforme Santos e Pinheiro (2017), o modelo de negócio é representado, tendo-se como escopo a minimização de erros e, ainda, o aumento das possibilidades de sucesso no setor desejado (como a educação).

  • Deve-se frisar que o ato de planejar se relaciona com a determinação antecipada de objetivos almejados pela organização, e, assim, é necessário observar os recursos que serão utilizados para chegar a esses objetivos.
  • O planejamento assume um papel de suma importância nesse processo, pois tendo-se o plano de negócios definido, é possível visualizar até onde a empresa quer chegar e, ainda, de que forma chegará e o que fará para chegar.

Chiavenato (2007) frisa que o planejamento estratégico é um conjunto sistematizado voltado à tomada de decisões acerca de um dado empreendimento. Destarte, essas decisões afetam toda a empresa durante um longo período (PINTO et al, 2017; SANTOS; PINHEIRO, 2017; MANNA, 2011; QUADROS, 2004).

  • Assim sendo, a tomada de decisão apoiada no planejamento direciona os gestores para que assumam caminhos capazes de tornar o seu negócio sustentável e inovador.
  • Cabe auferir, então, que o plano de negócios exerce um papel sumário na organização, pois, a partir dele, a empresa pode organizar as suas ideias, realizar um planejamento de forma rica, clara e detalhada e reduzir o risco de fracasso antes mesmo de iniciar as atividades ou expandir um empreendimento já existente.

É, ainda, uma fase importante, pois é o plano de negócios que viabiliza a integração de diversos conhecimentos e técnicas de áreas distintas da empresa, sendo possível, então, ter uma percepção da entidade como um todo para, após, estruturar o negócio.
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Qual a importância da pesquisa para o sucesso do negócio?

2. O PLANO DE NEGÓCIOS – O plano de negócios atua como um norteador para que a empresa consiga alcançar os objetivos almejados, e, dessa forma, a análise oferecida por ele faz com que o gestor consiga ter uma percepção mais clara sobre até onde deve ir e como chegar nesse lugar.

Assim, o plano de negócios assume um papel primordial no planejamento estratégico, visto que é empregado como uma ferramenta capaz de orientar o gestor no processo de implantação ou manutenção do negócio, e, dessa forma, esse plano pode apontar parcerias em potencial, esclarecer objetivos, definir metas e acompanhar o crescimento da organização de forma geral (SANTOS; PINHEIRO, 2017).

Zimmerman (2012) reitera que o plano de negócios tem como escopo mapear os riscos, e, também, é responsável por calcular o retorno do investimento realizado de forma clara e objetiva. Bernardi (2008), por sua vez, alude que, quando bem elaborado, potencializa o sucesso do negócio em questão (aqui representado pelo escola particular).

  • Para Dornelas (2007), o resultado poderá ser satisfatório quando são realizadas pesquisas acerca do ramo em que se deseja atuar ou atua.
  • A partir dessa pesquisa é possível compreender, em detalhes, o cenário em que se deseja atuar.
  • Conhecer os concorrentes e calcular os investimentos são etapas cruciais para que o modelo de negócio tenha sucesso.

Bernardi (2008) frisa, também, que todos os que desejam empreender ou que já possuem um negócio obterão vantagem competitiva com a elaboração de um plano de negócios, pois evita-se as chances de falência em razão de uma má administração. O SEBRAE (2013), por sua vez, compreende o plano de negócios como um documento que descreve os objetivos que sustentam um negócio.

Santos e Pinheiro (2017) compreendem que esse documento apresenta os caminhos a serem percorridos para que esses objetivos sejam mantidos e o foco não se perca, reduzindo-se, dessa forma, os possíveis riscos. O plano de negócios permite, ainda, que sejam identificados, de forma clara e precisa, os erros potenciais ainda na fase da maturação da ideia.

Chiavenato (2005), por sua vez, elucida que o planejamento produz um efeito imediato que é o plano. Entende, ainda, que todos os planos têm um objetivo em comum: a previsão, programação e a coordenação de uma sequência lógica de acontecimentos, e, caso bem sucedidos, conduzirão esse negócio ao alcance dos objetivos almejados.

  • Ele ajuda, ainda, o gestor a concluir se a sua ideia é viável e a procurar por informações mais consistentes relacionadas ao ramo, aos produtos e aos serviços que se pretende oferecer.
  • Apresenta-se, ainda, dados sobre clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e fracos do negócio.
  • Dessa forma, ao final, o plano irá demonstrar os custos e as despesas do negócio, o investimento inicial, os recursos necessários para colocar a empresa em operação, as estratégias empregadas para o crescimento da empresa, o marketing e a projeção da receita e lucro para os próximos anos (PINTO et al, 2017; SANTOS; PINHEIRO, 2017; MANNA, 2011; QUADROS, 2004).

Analisar se vale à pena abrir, manter ou ampliar o negócio é essencial, e, para tanto, deve-se considerar as informações oferecidas pelo plano de negócios. Assim sendo, embora a o plano de negócios não seja uma garantia do sucesso empresarial, conforme Santos e Pinheiro (2017), ele permite um processo de tomada de decisões mais eficiente, o que amplia as chances de sucesso.

Por se tratar de uma descrição do negócio, viabiliza, então, melhores negociações e respostas aos questionamentos dos fornecedores, distribuidores, bancos, sócios, e, ainda, do próprio empreendedor e de sua equipe (SANTOS; PINHEIRO, 2017). Ele atua, dessa forma, como a base que fomenta as atividades empresariais, e, assim, formaliza, no papel, as ideias criativas do empreendedor, essenciais ao atendimento das demandas do público da empresa em questão (aqui representadas pelo alunado e os seus familiares).

O produto ou serviço ofertado deve, então, suprir tais necessidades. Uma vez que o mercado muda constantemente, observa-se que as novas oportunidades surgem em razão desse contexto marcado pelas mudanças mássicas e contínuas. As ameaças são inevitáveis, e, nesse contexto, o plano deve ser elaborado levando em consideração características locais.

  1. Dessa forma, cabe auferir que o plano de negócios tem como característica, de acordo com Santos e Pinheiro (2017), a fácil adaptação à realidade da empresa em questão, e, assim, pode ser corrigido ou aperfeiçoado sempre que o gestor julgar como pertinente.
  2. Nesse sentido, o plano de negócios atua como uma das ferramentais mais primordiais para que um empreendimento tenha uma boa performance em seu nicho de mercado.

Assim sendo, os autores recomendam que ele seja escrito á lápis, pois o ideal é que novos ajustes sejam feitos de modo contínuo, visto o cenário marcado por mudanças diárias e contínuas. Os gestores, em muitas das vezes, precisam recorrer aos consultores para identificar e corrigir erros, que podem fomentar a falta de crescimento ou crise da empresa.
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