O Que Rousseau 1712-1778 Afirma Na Sua Obra Do Contrato Social?Escolha Uma:? - CLT Livre

O Que Rousseau 1712-1778 Afirma Na Sua Obra Do Contrato Social?Escolha Uma:?

O Que Rousseau 1712-1778 Afirma Na Sua Obra Do Contrato Social?Escolha Uma:

O quê Rousseau 1712 a 1778 afirma na sua obra Do Contrato Social?

Para Rousseau, todos os homens deveriam firmar um contrato social em nome da liberdade, garantindo os direitos individuais dos cidadãos. O Contrato Social falava na liberdade natural do homem e na limitação do poder central dos governantes.
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O que diz Rousseau na sua obra O Contrato Social?

O contrato social é fundamentado em um pacto convencional, por meio do qual os cidadãos, em condições justas, abrem mão de seus direitos individuais e consentem com o poder de uma autoridade na qual depositam confiança. O Estado, resultante desse acordo tem o dever de proteger os cidadãos.
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Qual a frase mais conhecida de Jean-Jacques Rousseau 1712 1778 )?

“O homem nasce livre, mas por toda parte encontra-se acorrentado” é a frase que tornou o filósofo político genebrino Jean-Jacques Rousseau mundialmente conhecido. GENEBRA, 28 de junho de 2012 (ACNUR) – “O homem nasce livre, mas por toda parte encontra-se acorrentado”. A frase inicial da obra O Contrato Social tornou o filósofo político genebrino Jean-Jacques Rousseau mundialmente conhecido. Mas hoje, quando comemoramos os 300 anos de seu nascimento, nos perguntamos até que ponto o pensamento rousseauniano ainda é relevante.

E ainda o que ele poderia nos ensinar sobre o trabalho do Alto Comissáriado das Nações Unidas para Refugiados, que tem sua sede em Genebra. Rousseau nasceu em 28 de junho de 1712 em uma família de refugiados franceses protestantes. A cidade suíça de Genebra, que ofereceu abrigo a milhares de huguenotes perseguidos a partir do século 16, deixou nele marcas profundas.

O filósofo não apenas dedicou à cidade – que fica às margens do lago Léman – seu segundo “Discurso”, como também assinava suas obras como “Cidadão de Genebra”. Ainda assim, sua relação com sua terra natal não foi simples. Orfão ainda criança, Rousseau passou muitos anos de um lado para outro, vivendo na casa de diferentes empregadores, clientes e amantes, trabalhando como balconista, entalhador e professor particular.

Rousseau saiu da obscuridade em 1749, quando ganhou um concurso de ensaios, argumentando que o progresso do conhecimento e da cultura levavam à corrupção do comportamento humano. Ele publicou seu primeiro grande trabalho político, o Discurso sobre a desigualdade, em 1755, a partir do qual escreveu O Contrato Social e Émile,

As duas obras foram desprezadas por autoridades e intelectuais, sendo queimadas publicamente em Paris e Genebra. Convencido de que era alvo de conspiração, Rousseau viajou pela Europa, decidindo estabelecer-se nos arredores de Paris, onde morreu isolado aos 66 anos.

Embora o trabalho de Rousseau seja fruto de seu tempo, ele deixou contribuições chave para a teoria e a prática da política moderna. Uma questão esteve no centro de seu pensamento: Como o homem pode viver livremente dentro da sociedade? O pensamento de Rousseau surgiu de sua noção sobre a natureza humana.

Contrapondo alguns de seus precursores e contemporâneos (como Montesquieu e Hobbes), ele acreditava que os seres humanos possuíam uma bondade inata, e que cuidar de si não excluía a preocupação com o bem-estar alheio. O filósofo também argumentava que todos os homens eram socialmente iguais.

  1. E as desigualdades eram criações artificiais de sistemas sociais baseados na propriedade privada e no trabalho organizado – sistemas que permitiram a dominação e exploração de algumas pessoas por outras.
  2. Embora Rousseau seja visto por alguns como o pai da democracia moderna – e foi, sem dúvida, influente na evolução do pensamento democrático – ele tinha ideias muito específicas sobre formas de governo.

Ele era favorável a democracia direta, na qual os cidadãos tinham igual responsabilidade em concordar com as leis que os governavam. Seu argumento era apoiado no exemplo de Genebra, pequena cidade-Estado onde a democracia direta poderia ser estabelecida.

O pensamento de Rousseau desempenhou um papel importante na promoção da noção de direitos humanos, o que é fundamental para o trabalho do ACNUR. Muitos filósofos anteriores, do jurista e filósofo holandês Hugo Grotius até o inglês Hobbes, tinham concebido noções sobre direitos em termos de posse, poder ou de construções societárias legais.

Em contraste, a insistência de Rousseau na liberdade fundamental dos seres humanos em seu “estado natural” contribuiu para a noção moderna de que indivíduos têm direitos inalienáveis​​, independentemente do seu lugar na sociedade. Esta noção é claramente refletida nos documentos do século 20, como a Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

  1. Rousseau não chegou a formular uma teoria de relações internacionais, mas muitos dos princípios ajudaram a delinear o pensamento moderno na área.
  2. A primeira vista, parece que o pensamento rousseauniano teria preferido que os Estados permanecessem independentes uns dos outros tanto quanto possível, porque ele acreditava que a dependência era a raíz de todo conflito.
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Em situações de guerra, por exemplo, ele era descrente sobre a motivação dos legisladores e, certamente, teria sido crítico à intervenção das grandes potências. O mundo mudou significativamente da época de Rousseau para cá. Seus ideais de unidade interna e independência dos Estados estão desatualizados em um mundo globalizado, caracterizado por migrações em massa, diásporas e movimentos sociais transnacionais.

  • Por isso, fica aberto a interpretação se Rousseau teria abraçado a noção de governança global ou do estabelecimento de organizações internacionais como as Nações Unidas.
  • Rousseau não antecipou o conceito de intervenção humanitária.
  • No entanto, ele acreditava firmemente na compaixão intrínseca da humanidade e no desejo das pessoas em contribuir para o alívio do sofrimento alheio.

A vida e a obra de Rousseau permanecem altamente relevantes para o trabalho do ACNUR, assim como de outras organizações humanitárias que têm sua sede na cidade onde ele nasceu. Por Rachel Humphris em Geneva Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter
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Qual é o problema fundamental segundo Rousseau cuja solução é o contrato social justifique a resposta?

Questão O problema fundamental para o qual o contrato social, segundo Rousseau, oferece uma solução é”Encontrar uma f. O problema fundamental para o qual o contrato social, segundo Rousseau, oferece uma solução é “Encontrar uma forma de associação que defenda e proteja a pessoa e os bens de cada associado com toda a força comum, e pela qual cada um, unindo-se a todos, só obedece, contudo a si mesmo, permanecendo assim tão livre quanto antes.” ROUSSEAU, Jean-Jacques.

  • Do Contrato Social.
  • São Paulo: Nova Cultural, 1987.p.32.
  • Coleção Os Pensadores) A partir do texto acima, responda as questões que se seguem: A) Quais são os principais objetivos do contrato social? B) Proteger cada associado com a força comum significa que o Estado pode mobilizar forças como, por exemplo, a polícia ou o exército para defender os cidadãos.

Por que, conforme Rousseau, isso é legítimo? : Questão O problema fundamental para o qual o contrato social, segundo Rousseau, oferece uma solução é”Encontrar uma f.
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Como surgiu a teoria do contrato social?

As teorias sobre o contrato social se difundiram entre os séculos XVI e XVIII como forma de explicar ou postular a origem legítima dos governos e, portanto, das obrigações políticas dos governados ou súditos.
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Qual é a principal obra de Rousseau?

Sua obra principal, ‘O Contrato Social’, serviu de verdadeiro catecismo para a Revolução Francesa e exerceu grande influência no chamado liberalismo político.
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O que Jean-Jacques Rousseau quis explicar na obra Discurso sobre a origem e os fundamentos das desigualdades entre os homens?

J.-J. Rousseau e o Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens J.-J. Rousseau e o Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, Adivaldo Sampaio de Oliveira [email protected] Formado em História pela Universidade de São Paulo Introdução Tendo consciência de que não possuo conhecimento suficiente para criticar um filósofo da grandeza de Rousseau, objetivo apenas realizar reflexões sobre o texto Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens à luz principalmente das apresentações realizadas durante o curso.

A escolha do Discurso deve-se ao fato de acreditar que esta obra, que causou uma reviravolta na vida de Rousseau, é também a porta de entrada para o desenvolvimento de seu pensamento. Após alcançar sucesso e fama com a publicação do Discurso sobre as ciências e as artes, Rousseau voltou a escrever para a Academia de Dijon, porém desta vez sem almejar prêmios, pois como escreveu em Confissões “.não é para obras dessa categoria que são instituídos os prêmios das Academias”.

Rousseau tem a convicção de que o homem é bom por natureza, e em seu primeiro discurso afirma que os costumes degeneram à medida que os povos desenvolvem o gosto pelos estudos e pelas letras, neste novo trabalho procurará mostrar as causas desta degeneração.

Segundo Jean Jacques o homem natural é bom, e no isolamento é igual a todo homem. É a partir do momento que resolve viver em sociedade que as desigualdades aparecem. Desenvolvimento O Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens é dividido em 3 partes, sobre as quais apresentarei uma síntese a seguir: a primeira é a Dedicatória, seguida do Prefácio e por último o próprio Discurso,,

Dedicatória : O Discurso foi publicado em 1750, período em que Rousseau ainda contava com grande prestígio na sociedade – pois é a partir da publicação desta obra que começa a formar-se “o grande complô” do qual Rousseau sentia-se vítima – portanto sua dedicatória aos cidadãos de Genebra e aos representantes do Estado é natural e aparentemente sincera, pois para ele sua pátria era “.a imagem mais aproximada do que pode ser um Estado virtuoso e feliz, democrático e solidamente estabelecido.” (pág.21).

A louvação a seu pai e uma exaltação do papel das mulheres dentro da sociedade completam o contido na dedicatória. Prefácio : Neste item Rousseau nos apresenta o método que irá utilizar para desenvolver o pensamento que servirá de resposta à pergunta da Academia: a priori tem-se que descobrir o que é o homem; “Como conhecer, pois, a origem da desigualdade entre os homens, a não ser começando por conhecer o próprio homem?” (pág.40).

Para realizar tal empreitada é necessário se chegar ao homem natural, e neste ponto surge um paradoxo, pois para se alcançar o homem natural é necessário despir-se do conhecimento do homem civilizado, ou seja, quanto mais utilizamos a razão para entender o homem natural mais distante nos colocamos dele.

  • Para resolver este problema Rousseau propõe uma meditação “.sobre as mais simples realizações da alma humana,” (pág.44).
  • Através desta meditação Rousseau chega a conclusão de que mesmo antes da razão, dois princípios básicos regem a alma humana: um é o sentimento de autopreservação e o outro é o sentimento de comiseração.
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O Discurso – 1 a parte : Rousseau inicia o discurso fazendo uma distinção das duas desigualdades existentes: a desigualdade natural ou física e a desigualdade moral ou política. A desigualdade natural (sexo, idade, força, etc.) não é o objetivo dos estudos de Rousseau, pois como o próprio nome já afirma, esta desigualdade tem uma origem natural e não foi ela que submeteu um homem a outro.

  • A origem da desigualdade moral ou política é o que interessa para Rousseau.
  • Jean-Jacques trata em toda a primeira parte do Discurso sobre o homem natural rebatendo as teses de Hobbes, Buffon e outros que tratam do mesmo assunto, mas que enxergavam o homem natural a partir da visão do homem social (o homem do homem).

Partindo de sua teoria dos dois princípios básicos que regem a alma humana, Rousseau descreve o homem natural como um ser solitário, possuidor de um instinto de autopreservação, dotado de sentimento de compaixão por outros de sua espécie, e possuindo a razão apenas potencialmente.

O sentimento de comiseração pode ser visto também como instinto ou um mecanismo de autopreservação da espécie. Rousseau não vê na vida do homem natural, motivos que o levem à vida em sociedade. O homem natural vive o presente, é robusto e bem organizado, apesar de não possuir habilidades específicas, pode aprendê-las todas, é inocente não possuindo noções do bem e do mal e possui duas características que o distingue dos outros animais que são a liberdade e a perfectibilidade.

A perfectibilidade é um neologismo criado por Rousseau para exprimir a capacidade que o homem possui de aperfeiçoar-se. Utilizando como exemplo o estudo sobre a origem da linguagem, Rousseau tenta demonstrar a falta de ligação entre o homem natural e o homem social.

Termina esta parte afirmando que a passagem do homem natural ao homem social, que é a origem das desigualdades, não pode ser obra do próprio homem, mas sim de algum fator externo. O Discurso – 2 a parte : Após descrever o homem natural, Rousseau utiliza uma história hipotética para descrever como se deu à passagem do estado natural para o estado social, mostrando desta forma como surgiu a desigualdade entre os homens.

A idéia de perfectibilidade está na base de todo esta transformação. O homem natural tinha como única preocupação sua subsistência, contudo à medida que as dificuldades do meio se apresentavam ele era obrigado a superá-las adquirindo, portanto novos conhecimentos.

  1. O homem natural aprendeu a pescar, caçar e por vezes a associar-se a outros homens, tanto para defender-se como para caçar, mas estas associações eram sempre aleatórias.
  2. Neste ponto é que surge a primeira “revolução”: a construção de abrigos.
  3. O surgimento das casas faz com que o homem natural permaneça mais tempo em um mesmo lugar e na companhia de seus companheiros, nascendo assim as famílias e com elas os “.sentimentos mais ternos que são conhecidos dos homens, o amor conjugal e o amor paterno.”(pág.88)*.

Ao passo que as pessoas passam a viver por mais tempo juntas começa a surgir formas de linguagem. Uma noção precária de propriedade passa a fazer parte deste novo universo. Por motivos de segurança, hábitos alimentares e influência do clima, as famílias passam a conviver próximas surgindo as primeiras comunidades.

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Para Rousseau este era o estágio no qual o homem deveria ter parado. Vivendo em sociedade, com poucas necessidades e com condições de atendê-las o homem teria tudo para ser feliz. Mas a perfectibilidade não o permitiu. A pequena comunidade sentada a volta da fogueira cantando e dançando começa a se enxergar.

Os homens passam a se compararem: o melhor caçador, o mais forte, o mais bonito, o mais hábil começa a se destacar, e o ser e o parecer tornam-se diferentes. Os homens agrupados ainda sem nenhuma lei ou líder têm como único juiz a sua própria consciência.

  • E cada qual sendo juiz a sua maneira tem inicio o estado de guerra de todos contra todos.
  • Paralelamente surge a agricultura e a metalurgia, evento ao qual Rousseau nomeia de “a grande Revolução”.
  • Com estes eventos surge a divisão do trabalho, a noção de propriedade se enraíza e passa a existir homens ricos e homens pobres, que dependeram doravante uns dos outros.

É dentro desta situação caótica que os homens resolveram estabelecer leis para se protegerem; uns para protegerem suas propriedades e outros para se protegerem das arbitrariedades dos mais poderosos. Rousseau passa a indagar que tipos de governos podem ter surgido.

De antemão descarta a possibilidade de um governo despótico ter sido o iniciador do processo, pois o sentimento de liberdade do homem não o permitiria. Jean-Jacques diz que os governantes devem ter surgido de forma eletiva, isto é, se em uma comunidade uma única pessoa era considerada digna e capacitada para governá-la surgiria um estado monárquico; se várias pessoas gozavam ao mesmo tempo de condições para tal surgiria um estado aristocrático, porém se todos as pessoas possuíam qualidades homogêneas e resolvessem administrar conjuntamente surgiria uma democracia.

O desvirtuamento dessas formas de governo pela ambição de alguns é que deram origem a estados autoritários e despóticos. Rousseau conclui mostrando como os acontecimentos citados deram origem as desigualdades entre os homens. O surgimento da propriedade divide os homens entre ricos e pobres, o surgimento de governos divide entre governantes (poderosos) e governados (fracos) e o surgimento de estados despóticos divide os homens entre senhores e escravos.

Conclusão Como homem de seu tempo (século XVIII), Rousseau procura realizar uma análise científica da sociedade, e a exemplo dos físicos que criaram a teoria dos gases perfeitos, que em natureza não existe, mas servem para o estudo de todos os outros gases através do método de comparação, Rousseau utiliza a “noção de estado de natureza”, que nunca existiu efetivamente, mas que serve de patamar de comparação para verificarmos o quão distante uma sociedade está do estado natural.

Rousseau tem uma preocupação lateral no Discurso que esta ligada a sua religiosidade. Em alguns pontos lembra que o homem natural é uma ficção criada por ele para explicar sua teoria, que tal homem não existiu em época alguma da história, portanto seu texto não estaria desta forma contrariando as escrituras sagradas.

Durante todo o nosso curso, nos foi apresentado um Rousseau controverso, polêmico, uma pessoa que nasceu protestante, converteu-se ao catolicismo e mais tarde retorna ao protestantismo; um autor de peças teatrais que combate o teatro; um crítico dos romances que escreve uma obra como Julia ou A Nova Heloísa,

Contudo ao avaliar sua obra e teoria, o que se vê é muita coerência. No Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens Rousseau nos mostra um problema – a degeneração social provocada pelo distanciamento que o homem social está do homem natural.

No Contrato Social ele nos apresenta uma solução – já que não podemos viver como o homem natural, pois a evolução da sociedade é inevitável (perfectibilidade), que constituamos uma sociedade harmoniosa, que tenha como ponto de partida uma relação entre governantes e governados baseada na liberdade. E em Emilio Rousseau nos mostra como chegar a tal sociedade – através da educação por um método bem específico que deve formar cidadãos livres.

A educação de Emílio visa a construção do governante ideal, resolvendo um dos problemas da sociedade cujos vícios “.não pertencem tanto ao homem, mas fundamentalmente ao homem mal governado.”(pág.8). Bibliografia: ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens Editora Universidade de Brasília – Brasília/DF; Editora Ática – São Paulo/SP – 1989.
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Qual é a principal obra de Rousseau?

Sua obra principal, ‘O Contrato Social’, serviu de verdadeiro catecismo para a Revolução Francesa e exerceu grande influência no chamado liberalismo político.
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