Artigo De Opinião Sobre Violencia? - [Ajuda] 2024: CLT Livre

Artigo De Opinião Sobre Violencia?

Artigo De Opinião Sobre Violencia

Qual a diferença entre violência e crime?

Opinião: “Violência Contra Mulher”, confira o artigo de Verônica Oliveira Confira o artigo “Violência Contra Mulher”, escrito pela assistente social, psicopedagoga, conselheira do Ceas e coordenadora do Casep de Itajai, Verônica de Oliveira. “A Lei nº 11.340, sancionada em 07 de agosto de 2016, visa salvaguardar as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

A lei serve para todas as pessoas que se identificam com o sexo feminino, heterossexuais, homossexuais, e as mulheres transexuais também estão incluídas. A lei Maria da Penha tem caminhado para consolidar um importante avanço, demonstrar para toda a sociedade que a violência doméstica e familiar tem características próprias e raízes culturais complexas.

A violência seja qual o seu gênero é o fato de agir contra a sua vontade empregando a força ou a intimação, ou seja é crime. Contudo, ainda precisa ser aplicada severamente possuindo equipamentos necessários para a efetivação da mesma. Antecedente a lei Maria da Penha o homem que cometia violência contra o gênero era considerado “covarde”, após a criação da lei o indivíduo é considerado “criminoso”.

  • Então o que acontece que a cada dia no nosso país os números de violência contra as mulheres aumenta e muitas delas chegam a morte? A violência não possui classe social, ela acontece em todos os lares e por vários fatores, mas o maior motivo é a possessividade e o machismo.
  • Para as pessoas inseridas em contextos agressivos, a violência vai se tornando a forma predominante delas se relacionarem com os outros.

E dessa maneira a violência vai também passando de geração em geração. O homem cogita que a mulher é uma mercadoria e que pertence somente a ele, e quando o relacionamento é rompido, o mesmo não aceita e parte para a agressão física e psicológica fazendo uso da frase obtuso “se não ficar comigo, não ficará com mais ninguém”.

Temos conhecimento de que não é fácil a mulher tomar iniciativa, portanto para isso existe a lei, os profissionais na delegacia da mulher, fórum e outros órgãos para poder ajudar a sair dessa situação de violência. Tanto o agressor quanto a vítima devem ser acompanhados pela equipe multidisciplinar, a ser integrada por profissionais especializados nas áreas psicossocial, jurídica e de saúde.

A equipe deverá desenvolver trabalhos de orientação, encaminhamento, prevenção e outras medidas voltados à mulher, ao agressor e aos familiares. Para diminuir e salvar as vítimas é necessário que a própria mulher faça a denúncia desde o primeiro dia do abuso, e a sociedade deve sim denunciar quando souber de qualquer caso de violência, ligando para o nº180, não custa nada, não precisa se identificar, e evitará o pior ao ser humano.”
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O que acontece com a violência contra a mulher no Brasil?

TEMA: CHEGA DE VIOLÊNCIA. – Aluna Débora de Sousa Magalhães Professor Maurício Araújo A violência contra a mulher no Brasil vem aumentando assustadoramente. A cada 12 segundos, uma mulher é violentada, dados altíssimos se comparados aos outros países.61% das mulheres assassinadas são negras e 36% dos casos acontecem ao final de semana por seus parceiros.

As leis deveriam ser mais rígidas para os que cometem esses tipos de violência, ou então, chegaremos a números ainda mais alarmantes. Muitas mulheres se casam e depositam toda sua confiança em um relacionamento conjugal, com a certeza de serem felizes. Elas se unem e acreditam ter encontrado o amor de sua vida.

Depois vêm os filhos, surgem os problemas financeiros e as brigas começam a aparecer. Logo pensa em separação, mas desistem ao imaginar que não teriam capacidade de viverem sozinhas. Seus ferimentos são muitos. Além dos físicos, existem os traumas psicológicos com sequelas para o resto da vida.

  1. O que falta ainda para as mulheres terem o seu valor é coragem de denunciar os abusos sofridos.
  2. Elas precisam fazer isso não pensando na consequência de suas denúncias, mas sim, na solução desses problemas.
  3. Em 2006, foi aprovada a Lei Maria da Penha com intuito de proteger mulheres de agressões, mas poucos foram os seus avanços.

A violência ainda continua em diversos lares. Os casos de agressões são praticados, em sua maioria, por seus parceiros, namorados, ex-companheiros ou até parentes. Para ajudar as vítimas dessa violência desenfreada, é necessário ter mais delegacias, casas de apoio para as mulheres e projetos públicos que incentivem a participação da comunidade em denunciar os crimes e protegê-las.

  1. As leis também devem ser mais rígidas e punir com mais justiça os agressores.
  2. Oferecer um apoio psicológico tanto à vítima como também ao agressor seria um meio de amenizar tais atos de abuso.
  3. Apoio é o que elas mais precisam, pois não é fácil conviver com a violência dentro da própria casa.
  4. Magalhães, Débora de Sousa, Setembro de 2016 / Escola João Moreira Barroso/Prof.

Maurício 1ª) Qual o tema do artigo de opinião? _ 2ª) Localize no 1º parágrafo a tese defendida pela autora. _ 3ª) Que fatos desencadearam a discussão sobre a violência contra as mulheres? _ 4ª) Localize no texto a) uma opinião: _ b) um fato: _ 5ª) A aluna Débora enumerou fatos que contribuem para discussões entre casais.

Escreva-os abaixo. _ 6ª) No trecho: “Em 2006, foi aprovada a Lei Maria da Penha com intuito de proteger mulheres de agressões, mas poucos foram os seus avanços,” A conjunção mas, que introduz a segunda oração, estabelece ideia de a) explicação. b) conclusão. c) adição. d) oposição.7ª) Qual a proposta de solução apresentada pelo texto para resolver o problema? _ Atividade em PDF está mais abaixo, pronta para IMPRESSÃO e GABARITO! GABARITO: 1- A violência contra a mulher.2- ” As leis deveriam ser mais rígidas para os que cometem esses tipos de violência.” 3-O alto índice de violência cometida contra as mulheres brasileiras.

(Aceite outras, como: “A cada 12 segundos, uma mulher é violentada, dados altíssimos se comparados aos outros países.61% das mulheres assassinadas são negras e 36% dos casos acontecem ao final de semana por seus parceiros.” 4- a) ” O que falta ainda para as mulheres terem o seu valor é coragem de denunciar os abusos sofridos.” (Aceite outras) b)” A cada 12 segundos, uma mulher é violentada.” (Aceite outras) 5- ” Depois vêm os filhos, surgem os problemas financeiros e as brigas começam a aparecer.” 6- d 7-Aceite um resumo do último parágrafo.

” é necessário ter mais delegacias, casas de apoio para as mulheres e projetos públicos que incentivem a participação da comunidade em denunciar os crimes e protegê-las. As leis também devem ser mais rígidas e punir com mais justiça os agressores. Oferecer um apoio psicológico tanto à vítima como também ao agressor seria um meio de amenizar tais atos de abuso.

Apoio é o que elas mais precisam, pois não é fácil conviver com a violência dentro da própria casa.” Deixe um comentário mais abaixo avaliando esta atividade, é só rolar a página! Ficaremos felizes com seu comentário.
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Como o país prioriza o fim da violência contra a mulher?

Violência contra a mulher: silêncios oprimem e matam Mais informações Há certa confusão sobre a função do, A data não pretende ser uma celebração do que se considera “feminino” ou um momento de congratulações. O 8 de Março é sobre ressaltar todas as injustiças, desigualdades e violências ―visíveis e invisíveis, às quais seguimos expostas todos os dias―, e propor avanços.

  1. A tem padrões muito peculiares e particularmente complexos.
  2. Na maior parte das vezes, o agressor é uma pessoa do círculo de confiança da pessoa agredida; frequentemente, ela vê motivos para proteger seu agressor; atinge sobremaneira crianças e jovens; a violência física costuma ser precedida de abusos verbais e psicológicos.

Quando se trata de segurança pública, uma sociedade mais saudável não depende apenas de repressão a crimes. É necessário desenvolver políticas que compreendam a origem da violência e, dessa forma, evitem que um crime ocorra. O objetivo não deve ser simplesmente punir todos os crimes, mas, principalmente, ter cada vez menos crimes para punir.

O mundo ideal precisa de menos impunidade, mas principalmente de menos vítimas. Para combater a violência contra a mulher não precisamos, portanto, apenas de punição dos culpados: precisamos de dados que informem justamente as raízes da violência e permitam intervenções diretas nesses fatores. Quando iniciamos um projeto com o objetivo de reunir em um único lugar dados sobre violência contra a mulher, esperávamos colaborar com o poder público no combate à violência; ajudar a sociedade a compreender a gravidade do problema; e apoiar mulheres que, para que não se sintam sozinhas.

Os resultados desse trabalho estão presentes na Plataforma EVA – Evidências sobre Violências e Alternativas para mulheres e meninas. Contudo, tão importante quanto os dados obtidos é a ausência deles. As enormes lacunas mostram que não se dá a devida importância a essa questão.

Governos que priorizam a redução da violência contra a mulher sabem informar, em primeiro lugar, o número de que passou pelos sistemas públicos, para além do número de boletins de ocorrência ou de entradas em hospitais (uma mesma mulher pode passar por cada uma dessas situações diversas vezes, enquanto muitas não o fazem nenhuma e sofrem caladas e sozinhas).

Sabem também informar a relação dos agressores com as pessoas agredidas, e o perfil das vítimas: raça, faixa etária, se dependem economicamente dos seus agressores, se têm filhos e o grau de escolaridade. Um país que prioriza o fim da violência contra a mulher não aceita nem promove cortes sucessivos de recursos para políticas de proteção.

  • Não é leniente com (e muito menos fonte de) toda sorte de ofensa direcionada a mulheres usando seu gênero como forma de tentar diminuí-las.
  • Não chama denúncias de assédio, violência psicológica, desigualdade salarial e abandono paterno de “exageros”.
  • A dura conclusão é que a maior parte dos gestores e agentes públicos ainda não reconhece, ou não compreende, a importância da produção de dados de qualidade para a formulação de políticas públicas voltadas para a prevenção da violência e a proteção das mulheres.

Temos poucos exemplos do contrário, como o Dossiê Mulher, elaborado pelo Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro. Por mais raros que sejam, exemplos como esse mostram que é possível produzir as informações necessárias para apoiar políticas públicas com capacidade para interromper ciclos de violência contra mulheres no Brasil.

Muito do que aprendemos com os dados públicos está disponível na plataforma EVA. Mas os silêncios na informação ―os números não produzidos, não compartilhados, não consolidados― também nos ensinaram bastante. Para vencermos a violência contra mulheres precisamos romper todos os silêncios, inclusive o dos dados.

Carolina Taboada e Terine Husek são pesquisadoras do Instituto Igarapé. : Violência contra a mulher: silêncios oprimem e matam
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Quantos brasileiros sofrem Violencia em 2018?

Violência contra a mulher Recentemente, o Instituto Da­tafolha divulgou pesquisa indicando que, na visão de 90% das brasileiras e brasileiros, a violência contra a mulher aumen­tou no último ano. De fato, mais de um quarto (27%) das brasileiras re­latou ter sofrido algum tipo de vio­lência em 2018, sendo que 42% das agressões ocorrem dentro de casa e, em 76% dos casos, o agressor é conhecido da vítima.

Nesse con­texto, mais da metade (54%) des­sas mulheres não tomou nenhuma providência após a agressão. A violência doméstica e familiar contra a mulher é um fenômeno complexo e que costuma ser cícli­co. Quando a mulher não conse­gue romper o ciclo da violência, a tendência é que ele se intensifique, com episódios de agressão cada vez mais graves.

Por isso é tão impor­tante que as mulheres conheçam os seus direitos e saibam a quem recorrer quando se encontram em situação de violência. Ademais, muitas mulheres não procuram ajuda por medo, por ver­gonha, por se sentirem sozinhas ou mesmo culpadas pela agressão que sofreram.

Isso é reforçado por uma cultura que reproduz papéis de gênero estereotipados e, ao na­turalizar a submissão da mulher ao homem, acaba naturalizando a própria violência. Assim, não se pode falar em enfrentamento à violência sem falar em políticas de promoção da igualdade de gênero e de empoderamento das mulheres.

A abordagem do problema também precisa ser interseccional: ape­sar de atingir todas as mulheres, a violência de gênero se expressa de formas diversas em diferentes grupos. Mulheres negras e pobres, por exemplo, são mais afetadas pela violência do que as mulheres brancas.

  1. É para refletir sobre esses e outros dados que a Associação Nacional das Defensoras e Defensores Pú­blicos lança, em maio, a campa­nha “Em Defesa Delas”, que busca dar visibilidade à atuação da De­fensoria Pública de Santa Catarina na defesa dos direitos das mulhe­res.
  2. Aqui na Capital, em maio, mês que marca a criação da Instituição no país, faremos atendimento ao público no centro da cidade e con­versas em universidades.

Acom­panhem as nossas redes sociais e sintam-se convidadas! : Violência contra a mulher
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Qual é o problema da violência escolar?

O problema da violência escolar é real, é inquietante e o aumento na sua frequência e intensidade no período pós-pandemia e no cenário bélico atual é algo que muitos investigadores, de forma preocupante, anteviram e alertaram.
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Qual a diferença entre violência e crime?

Opinião: “Violência Contra Mulher”, confira o artigo de Verônica Oliveira Confira o artigo “Violência Contra Mulher”, escrito pela assistente social, psicopedagoga, conselheira do Ceas e coordenadora do Casep de Itajai, Verônica de Oliveira. “A Lei nº 11.340, sancionada em 07 de agosto de 2016, visa salvaguardar as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

  • A lei serve para todas as pessoas que se identificam com o sexo feminino, heterossexuais, homossexuais, e as mulheres transexuais também estão incluídas.
  • A lei Maria da Penha tem caminhado para consolidar um importante avanço, demonstrar para toda a sociedade que a violência doméstica e familiar tem características próprias e raízes culturais complexas.

A violência seja qual o seu gênero é o fato de agir contra a sua vontade empregando a força ou a intimação, ou seja é crime. Contudo, ainda precisa ser aplicada severamente possuindo equipamentos necessários para a efetivação da mesma. Antecedente a lei Maria da Penha o homem que cometia violência contra o gênero era considerado “covarde”, após a criação da lei o indivíduo é considerado “criminoso”.

Então o que acontece que a cada dia no nosso país os números de violência contra as mulheres aumenta e muitas delas chegam a morte? A violência não possui classe social, ela acontece em todos os lares e por vários fatores, mas o maior motivo é a possessividade e o machismo. Para as pessoas inseridas em contextos agressivos, a violência vai se tornando a forma predominante delas se relacionarem com os outros.

E dessa maneira a violência vai também passando de geração em geração. O homem cogita que a mulher é uma mercadoria e que pertence somente a ele, e quando o relacionamento é rompido, o mesmo não aceita e parte para a agressão física e psicológica fazendo uso da frase obtuso “se não ficar comigo, não ficará com mais ninguém”.

  • Temos conhecimento de que não é fácil a mulher tomar iniciativa, portanto para isso existe a lei, os profissionais na delegacia da mulher, fórum e outros órgãos para poder ajudar a sair dessa situação de violência.
  • Tanto o agressor quanto a vítima devem ser acompanhados pela equipe multidisciplinar, a ser integrada por profissionais especializados nas áreas psicossocial, jurídica e de saúde.

A equipe deverá desenvolver trabalhos de orientação, encaminhamento, prevenção e outras medidas voltados à mulher, ao agressor e aos familiares. Para diminuir e salvar as vítimas é necessário que a própria mulher faça a denúncia desde o primeiro dia do abuso, e a sociedade deve sim denunciar quando souber de qualquer caso de violência, ligando para o nº180, não custa nada, não precisa se identificar, e evitará o pior ao ser humano.”
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O que acontece com a violência contra a mulher no Brasil?

TEMA: CHEGA DE VIOLÊNCIA. – Aluna Débora de Sousa Magalhães Professor Maurício Araújo A violência contra a mulher no Brasil vem aumentando assustadoramente. A cada 12 segundos, uma mulher é violentada, dados altíssimos se comparados aos outros países.61% das mulheres assassinadas são negras e 36% dos casos acontecem ao final de semana por seus parceiros.

  • As leis deveriam ser mais rígidas para os que cometem esses tipos de violência, ou então, chegaremos a números ainda mais alarmantes.
  • Muitas mulheres se casam e depositam toda sua confiança em um relacionamento conjugal, com a certeza de serem felizes.
  • Elas se unem e acreditam ter encontrado o amor de sua vida.

Depois vêm os filhos, surgem os problemas financeiros e as brigas começam a aparecer. Logo pensa em separação, mas desistem ao imaginar que não teriam capacidade de viverem sozinhas. Seus ferimentos são muitos. Além dos físicos, existem os traumas psicológicos com sequelas para o resto da vida.

O que falta ainda para as mulheres terem o seu valor é coragem de denunciar os abusos sofridos. Elas precisam fazer isso não pensando na consequência de suas denúncias, mas sim, na solução desses problemas. Em 2006, foi aprovada a Lei Maria da Penha com intuito de proteger mulheres de agressões, mas poucos foram os seus avanços.

A violência ainda continua em diversos lares. Os casos de agressões são praticados, em sua maioria, por seus parceiros, namorados, ex-companheiros ou até parentes. Para ajudar as vítimas dessa violência desenfreada, é necessário ter mais delegacias, casas de apoio para as mulheres e projetos públicos que incentivem a participação da comunidade em denunciar os crimes e protegê-las.

As leis também devem ser mais rígidas e punir com mais justiça os agressores. Oferecer um apoio psicológico tanto à vítima como também ao agressor seria um meio de amenizar tais atos de abuso. Apoio é o que elas mais precisam, pois não é fácil conviver com a violência dentro da própria casa. Magalhães, Débora de Sousa, Setembro de 2016 / Escola João Moreira Barroso/Prof.

Maurício 1ª) Qual o tema do artigo de opinião? _ 2ª) Localize no 1º parágrafo a tese defendida pela autora. _ 3ª) Que fatos desencadearam a discussão sobre a violência contra as mulheres? _ 4ª) Localize no texto a) uma opinião: _ b) um fato: _ 5ª) A aluna Débora enumerou fatos que contribuem para discussões entre casais.

Escreva-os abaixo. _ 6ª) No trecho: “Em 2006, foi aprovada a Lei Maria da Penha com intuito de proteger mulheres de agressões, mas poucos foram os seus avanços,” A conjunção mas, que introduz a segunda oração, estabelece ideia de a) explicação. b) conclusão. c) adição. d) oposição.7ª) Qual a proposta de solução apresentada pelo texto para resolver o problema? _ Atividade em PDF está mais abaixo, pronta para IMPRESSÃO e GABARITO! GABARITO: 1- A violência contra a mulher.2- ” As leis deveriam ser mais rígidas para os que cometem esses tipos de violência.” 3-O alto índice de violência cometida contra as mulheres brasileiras.

(Aceite outras, como: “A cada 12 segundos, uma mulher é violentada, dados altíssimos se comparados aos outros países.61% das mulheres assassinadas são negras e 36% dos casos acontecem ao final de semana por seus parceiros.” 4- a) ” O que falta ainda para as mulheres terem o seu valor é coragem de denunciar os abusos sofridos.” (Aceite outras) b)” A cada 12 segundos, uma mulher é violentada.” (Aceite outras) 5- ” Depois vêm os filhos, surgem os problemas financeiros e as brigas começam a aparecer.” 6- d 7-Aceite um resumo do último parágrafo.

  1. É necessário ter mais delegacias, casas de apoio para as mulheres e projetos públicos que incentivem a participação da comunidade em denunciar os crimes e protegê-las.
  2. As leis também devem ser mais rígidas e punir com mais justiça os agressores.
  3. Oferecer um apoio psicológico tanto à vítima como também ao agressor seria um meio de amenizar tais atos de abuso.
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Por que as crianças não são afetadas pela violência doméstica?

Foi assassinada mais uma criança! Tinha 7 anos e chamava-se Lara, tal como a menina assassinada pelo pai no Seixal, em 2019. Entre 2019 e 2022, foram assassinadas em Portugal, em contexto de violência doméstica, nove crianças. Só no ano passado foram quatro.

Estes dados contam uma parte da história destas crianças, e os relatórios anuais, sobre violência doméstica ou criminalidade participada, são demasiado frios para percebermos a magnitude do drama de milhares de outras crianças, vítimas da violência doméstica, num dos países mais seguros do mundo fora de quatro paredes.

O homicídio nas relações de intimidade é infelizmente frequente. Entre 2019 e 2022, foram assassinadas 118 pessoas e as mulheres constituem a grande maioria das vítimas mortais (78,8% mulheres; 13,6% homens e 7,6% crianças). Esta tragédia é tão comum que parece que a sociedade já está dessensibilizada.

Quando uma criança é assassinada ficamos toldados pela indignação, o choque toma conta de todos. Passados uns dias, tudo volta ao normal. E passados uns tempos, é assassinada mais uma pessoa e voltam as mesmas perguntas e as mesmas respostas. O caso da Lara, assassinada pelo avô, é pouco comum. É mais frequente o homicídio de crianças por progenitores.

Não sei se o avô da Lara era um agressor em violência doméstica ou se tinha história de tal. O que as notícias nos dizem é que não estava disposto a viver longe da neta e este facto aproxima-o das características presentes nos agressores controladores e com potencial homicida, em contexto de violência doméstica.

  1. O avô da Lara, após o homicídio, tentou suicidar-se.
  2. Os estudos nacionais e internacionais referem que 33% dos homicidas em contexto de violência doméstica suicidam-se.
  3. Muitas das pessoas agressoras que cometeram o homicídio seguido de suicídio (ou tentativa) deram pistas, mais frequentemente a pessoas próximas.

Verbalizações como “não consigo viver sem ela”, “estou farto da vida”, “nada faz sentido na minha vida” são comuns. É importante perceber que este tipo de verbalizações é preocupante e deve ser considerado como grave e com possibilidade de desfechos letais.

Estes dados são muito importantes, especialmente para as famílias, comunidade e serviços de saúde. A Lara, segundo os vizinhos, andava sempre com o avô e surgiram testemunhos como “nunca suspeitamos de nada”, “andavam sempre juntos”, “ele não passava sem ela”. Lara foi assassinada “porque” a criança e a mãe iriam viver para outra casa, e o avô não conseguia passar sem a Lara.

Segundo o irmão do avô, este andava muito triste com o possível afastamento. Andava triste há meses, Aparentemente, não existem registos sobre violência doméstica ou no sistema de proteção de crianças e jovens. Mas isto não significa que não existissem indicadores preocupantes e informação noutras fontes e organismos.

  1. Em 2018, conheci Luke e Ryan Hart, numa conferência no Reino Unido, onde fui orador.
  2. A família Hart era vista pela comunidade como uma família “perfeita”.
  3. Luke, Ryan e a irmã eram crianças bem-comportadas, excelentes alunos.
  4. Os pais eram vistos pelos vizinhos como um casal exemplar e o pai era um homem respeitado na comunidade.

O que ninguém sabia era que toda a família era vítima de um controlador, obcecado e inflexível. Um dia, com a ajuda dos filhos, a mãe conseguiu-se separar-se. O pai não aceitou e, passados alguns dias, matou a filha e a ex-mulher, suicidando-se de seguida.

  1. O exercício da parentalidade por pessoas agressoras, com personalidade controladora, em violência doméstica é revestido de caraterísticas particulares.
  2. Alguns agressores que exercem controlo coercivo não recorrem à violência física, e quando o fazem é em situações em que sentem que será a solução mais eficaz para retomar o controlo sobre a(s) vítima(s)/família.

Muitos dos agressores que evidenciam comportamentos de controlo recorrem com mais facilidade à “disciplina física” e demonstram sentimentos negativos em relação às crianças (ex. raiva), especialmente se estas se opõem ao comportamento violento e controlador sobre a vítima adulta.

Muitas destas características estão assentes num sentimento de direito e de propriedade sobre a família. É raro reconhecerem que a violência contra a vítima adulta, usualmente a (ex) parceira, constitui também violência contra a criança, e isto impede-os de ver ou compreender o impacto traumático na criança.

Como priorizam as suas próprias necessidades no relacionamento com as vítimas adultas, têm formas similares de se relacionar com as crianças. Podem sentir-se legitimados em negligenciar os cuidados básicos e usar a violência contra as crianças quando estas não cumprem as suas expectativas.

  • No caso das relações de intimidade, o desrespeito pelas necessidades das crianças continua, muitas vezes, após a separação, quando privilegiam o seu “direito” de contactos em oposição ao dano traumático que esses contactos podem causar à criança.
  • O exercício dos comportamentos de controlo sobre a família (vítima adulta e crianças) persiste mesmo após a separação, sem que muitas vezes os profissionais percebam que as pessoas agressoras recorrem aos serviços para criarem incidentes e assim manterem o controlo sobre a vida da vítima adulta.

Por vezes, a dificuldade em identificar o risco para as crianças assenta em crenças ou mitos, como: 1. a gravidade da violência pode ser determinada observando a gravidade dos incidentes de violência física; 2. a violência é causada por uma dinâmica do casal, e que o fim do relacionamento trará o fim da violência; 3.

  1. As crianças não são muito afetadas quando a violência é entre os pais e que o comportamento de violência não tem impacto significativo no dia-a-dia da criança; 4.
  2. Uma pessoa adulta que comete violência doméstica a outra é capaz de exercer a paternidade/maternidade de maneira adequada.
  3. O controlo coercivo é um processo de erosão da autonomia, vontade e humor da(s) vítima(s).

O dano é estrutural e as vítimas muitas vezes ficam incapacitadas e limitadas nos seus direitos humanos. Alguns agressores não recorrem à violência física e, como tal, a violência doméstica pode ser invisível aos olhos mais destreinados. Alguns comportamentos de controlo são muitas vezes confundidos como excesso de cuidado, preocupação ou proteção.
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