Artigo De Opinião Preconceito Linguistico? - CLT Livre

Artigo De Opinião Preconceito Linguistico?

Artigo De Opinião Preconceito Linguistico

O que é preconceito linguístico?

O preconceito linguístico, segundo o linguista Marcos Bagno, é a rejeição às variedades linguísticas de menor prestígio. Como a vítima de preconceito linguístico se sente e é vista no ambiente profissional.
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Como a vítima de preconceito linguístico se sente e é vista no ambiente profissional?

Como a vítima de preconceito linguístico se sente e é vista no ambiente profissional. O preconceito linguístico é, segundo o professor, linguista e filólogo Marcos Bagno, todo juízo de valor negativo (de reprovação, de repulsa ou mesmo de desrespeito) às variedades linguísticas de menor prestígio social.
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Por que a língua portuguesa é um preconceito?

Artigo de Opinião sobre Preconceito Linguístico – finalizando o “Projeto Um país, muitas linguagens” Após debates, discussões, encenações sobre variedades linguísticas, monitoramento e adequação do discurso nas modalidades oral e escrita, os alunos dos nonos anos foram convidados a darem opinião sobre o preconceito linguístico em forma de texto.

O gênero textual escolhido foi o artigo de opinião. Para tanto os alunos contaram com os conhecimentos adquiridos e também foram sugeridas leituras em obras específicas e pesquisa na internet. Os textos fazem parte da terceira e última etapa do projeto “Um país, muitas linguagens”, desenvolvido pelas professoras Adriana e Elaine, nas turmas dos nonos anos.

O projeto foi intencionalmente divido em três etapas, sendo as duas primeiras realizadas em grupos, o que proporcionou aos alunos estudar o conteúdo da disciplina, aprender a escolher, a avaliar e a decidir a melhor maneira de se trabalhar em equipe.

Os alunos tiveram a oportunidade de construir coletivamente o conhecimento, pois se depararam com diferentes percepções e, por meio dessa prática, se relacionaram de modo diferente com o saber e o resultado são os textos postados nesta página. Linguagem: expressão e direito de todos! Por Laura Kauna de Oliveira Segundo Marcos Bagno ( 2004, p.10), ” A língua portuguesa é como um rio que se renova, enquanto a gramática normativa é como a água do Igapó, que envelhece, não gera vida nova a não ser que venham as inundações”.

É lamentável que em pleno século XXI ainda exista o preconceito linguístico, mesmo com o grande desenvolvimento tecnológico e intelectual que estamos vivendo. A cada dia são inventadas novas formas de discriminação por pessoas desprovidas de bom senso e com um grande índice de ignorância, costumam rebaixar as outras pessoas, pois segundo elas não estão no mesmo “nível” social ou intelectual.

  1. O preconceito linguístico também vem sendo imposto diariamente pela mídia que pretende ensinar o que é “certo” ou “errado”.
  2. De uma certa forma isso também sem sendo aplicado nas escolas, pois sugerem que a única forma certa de falar é a que a gramática impõe.
  3. Mas é necessário entendermos que em um país é possível ter uma grande variedade linguística, devido as diferenças regionais, gênero, idade e até mesmo classe social.
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O que nós temos que entender e saber distinguir em que lugar e momento é mais apropriado o uso de cada tipo de linguagem e entendemos quando e onde usá-la. Não podemos julgar os outros simplesmente pelo seu modo de falar e de se expressar, é necessário entender que cada “tribo” possui sua forma de agir.

Referência: BAGNO, Marcos. Preconceito Linguístico: o que é, como se faz, São Paulo. Editora Loyola, 2004. Preconceito Linguístico Por Taysa Gomes Como sabemos no Brasil há uma grande diversidade linguística, seja no modo de falar ou no significado diferenciado de algumas palavras. Por ser uma língua com grande variedade acaba gerando o que chamamos de preconceito linguístico, que é uma forma de preconceito com o modo de falar, o que às vezes gera discussões, brigas e até mesmo exclusão social.

Esse preconceito, muitas vezes vem daquelas pessoas com o nível social maior, que têm uma escolarização mais elevada e acham que por falarem a língua portuguesa de um jeito mais correto, não estão “deformando” a língua, e para eles, as que falam de uma forma variada estão erradas.

Essas pessoas que têm preconceito deveriam pensar melhor no que estão fazendo e lembrar que o Brasil é um país de grandes contrastes, o que também influência na língua. O que contribui muito para isso pode ser a região em que a pessoa mora. Cada região tem um sotaque, ou seja, e uma forma de falar diferente de outra.

Os mineiros, por exemplo, gostam de falar as palavras sem completá-las como: “cê ta boa?”, “pô parar”, “ancotô”, etc. Já no linguajar gaúcho, além do sotaque, as palavras costumam ter significados diferentes como: ladineza (esperteza), recanteado (isolado) e assim por diante.

  1. Para os que têm preconceito, fiquem sabendo que a língua está sempre mudando e que onde forem vão perceber as variedades.
  2. Essas pessoas devem observar que o que fazem é errado e até quem sabe começar aprender mais sobre a nossa língua e parar de achar que estão certos em tudo.
  3. Afinal, brasileiro que não gosta da própria língua não é brasileiro! Preconceito Linguístico: um problema muito sério Por Thiago Almeida Mariano O preconceito linguístico é um problema que está aumentando e se alastrando cada vez mais ao longo dos anos, que é causado, na maioria das vezes, pela ignorância de certas pessoas, apenas pelo fato de outras pessoas falarem diferente.

Existem casos de pessoas que chegam a entrar em depressão por sofrerem com esse tipo de preconceito, que pode ser considerado bullying em certos casos. O preconceito linguístico pode ocorrer em qualquer lugar, na rua, na escola, no local de trabalho, enfim, qualquer pessoa, em qualquer lugar pode sofrer com esse tipo de preconceito.

Esse fato ocorre principalmente com pessoas que mudam de uma região para outra, basta ter um pequeno sotaque e pronto, você já motivo de piadas, o que é uma grande besteira, ter sotaque não é falar errado! Puxar um pouquinho o “r”, quando for falar “porta”, não é motivo de chacota, pelo menos não deveria ser.

Obviamente existem pessoas que falam “errado”, mas mesmo assim, ao invés de constranger a pessoa, o correta seria ajudá-la e não fazer com que ela se sinta envergonhada. Soluções existem, só basta um pouco de conscientização e humildade em certas pessoas.

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Preconceito Linguístico Por João Vitor R. Hattori Os textos também foram expostos no Jornal Mural da Escola:

O ato de julgar a forma de falar dos outros é um ato horrível, ao fazer isso, você está julgando a cultura de seu país, e, ao mesmo tempo, humilhando a outra pessoa. No Brasil se tem muitas variedades linguísticas que devem ser respeitadas por todos, dentre as variedades, nós temos o jeito de falar do baiano, que é cheio de expressões só entendidas por eles; o falar do carioca, que é repleto de gírias e sotaques; o falar do paulistano, que tem muitas gírias; o falar do gaúcho, que também tem muitas palavras típicas da região sul; o falar do pernambucano, que tem um sotaque exuberante.

Na minha opinião, o preconceito linguístico se classifica como um tratamento desumano e degradante. Eu mesmo já morei em vários lugares do Brasil convivendo com muitas variedades linguísticas, mas nem sendo por isso que eu humilhava os falantes, pois cada um se expressa do jeito que achar melhor. Se o problema desse preconceito estiver abrangendo o Brasil, seria uma boa ideia reforçar as leis que já existem para que as pessoas possam buscar a justiça se sofrerem esse tipo de preconceito.

Saibam que todo mundo tem direito de se expressar, sem constrangimentos! : Artigo de Opinião sobre Preconceito Linguístico – finalizando o “Projeto Um país, muitas linguagens”
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Como fazer um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema preconceito linguístico?

bullying (shironosov/iStock) Publicidade A proposta de redação desta semana já está no ar! Envie seu texto até o dia 9 de junho e poderemos publicá-lo corrigido aqui no blog. Para participar, é preciso criar um perfil de usuário na plataforma Imaginie, selecionar a proposta e seguir as instruções para o envio da redação diretamente pelo site.

Os primeiros a se cadastrarem por meio desse link terão direito a uma correção, sempre feita por dois ou mais professores, seguindo os mesmos critérios do Enem, O Guia do Estudante vai distribuir 10 correções gratuitas por proposta, ATENÇÃO: Para que sua redação seja publicada no blog, é preciso desenvolver a proposta correspondente à semana em curso! Ou seja, para os textos enviados até o dia 9 de junho, a proposta deve ser a que está descrita abaixo.

Preconceito Linguístico – Brasil Escola

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Preconceito linguístico, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos.
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O que é preconceito linguístico?

O preconceito linguístico, segundo o linguista Marcos Bagno, é a rejeição às variedades linguísticas de menor prestígio. Como a vítima de preconceito linguístico se sente e é vista no ambiente profissional.
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Como a vítima de preconceito linguístico se sente e é vista no ambiente profissional?

Como a vítima de preconceito linguístico se sente e é vista no ambiente profissional. O preconceito linguístico é, segundo o professor, linguista e filólogo Marcos Bagno, todo juízo de valor negativo (de reprovação, de repulsa ou mesmo de desrespeito) às variedades linguísticas de menor prestígio social.
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Qual a importância da língua como resultado de um processo histórico?

A língua como resultado de um processo histórico é o pano de fundo para a caracterização do preconceito lingüístico como fruto da ‘intolerância em relação à variação e à mudança’ (p.27), preconceito que a própria escola e os gramáticos tratam de difundir.
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Qual é a relação entre a língua escrita e falada?

1. INTRODUÇÃO – “Os seres humanos usam a língua para se comunicar, viver em sociedade e com ela se relacionar” (GOMES, 2011, p.64). O presente trabalho visa apresentar um panorama geral da sociolinguística enquanto ciência e sua importância no contexto social, far-se-á um breve apanhado da língua enquanto recurso, indispensável, para a convivência em sociedade, e os principais fatores que influenciam nas variações, que são pertinentes a qualquer idioma.

  • Abordar-se-á, neste trabalho, a fundamentação teórica de um dos mais prestigiados estudiosos da linguística nacional, Marcos Bagno, com base em sua ideia de preconceito abordada nas obras: A língua de Eulália e Preconceito Linguístico: O que é como se faz.
  • Será discutida, também, a relação língua escrita e língua falada, as principais diferenças entre ambas, sendo a última a precursora da primeira e partirá do pressuposto de que a língua é um organismo vivo e que, desta forma, a mesma apresenta evoluções e adequações de acordo com o contexto.

Será abordado, também, um dos mais importantes aspectos que permeia a sociedade em pleno século XXI, o preconceito linguístico, tema central, visto que este é um dos principais paradigmas que precisa ser quebrado para que seja possível criar possibilidades de ascensão das classes menos prestigiadas, que por muitas vezes, são barradas em consequência da forma como falam e o que, de acordo com os tradicionalistas, é visto como errado.
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